EPs ganham simpatia de grandes e pequenos artistas

 

Reportagem do jornal O Tempo (MG), mostra como o Extended Play, também conhecido como “mini-disco”, tem alcançado popularidade entre músicos, sobretudo entre bandas independentes, que tem apostado no EP para divulgar seus trabalhos.

A matéria lembra que a origem dos formato remete aos singles, que existem desde quando os discos começaram a ser prensados, em vinil, na década de 1940, e eram uma espécie de cartão de visitas dos artistas. Quando o processo transitou do analógico para o digital e com a chegada dos CDs, os EPs se tornaram mais comuns como um formato palatável, prático e que potencializa a divulgação da produção musical principalmente pela internet.

Atualmente, o modelo é muito utilizado por bandas em início de carreira, que precisam apresentar um material que vá “direto ao ponto”, e também por artistas consagrados que optam por esse caminho por uma escolha conceitual e pelas possibilidades que ele encerra. Na prática, pode ser mais barato produzir um EP que fazer um disco inteiro.

A versatilidade também pesa para o lado positivo. Um Extended Play pode vir antes de um lançamento, para despertar a curiosidade do público, ou funcionar como um disco de entressafra de produções e até mesmo uma seleção de “lados B”.

No entanto, não há de fato um mercado de consumo de EPs físicos no Brasil, diferentemente dos Estados Unidos, segundo Terence Machado, apresentador do programa “Alto Falante”, da Rede Minas. “Single sempre vingou nos EUA, tanto físico quanto virtual. Toda semana tem o single da semana no iTunes, por exemplo. No Brasil, single passou a ser música de trabalho nas rádios e ficou carente do formato físico. Não é um país com esse perfil consumidor”, diz.

A íntegra da matéria está disponível aqui.

*Com informações do jornal O Tempo

MinC divulga Indicadores de Preços da Cultura do mês de maio

 

O Ministério da Cultura divulgou mais uma pesquisa atualizada dos indicadores nacionais de preços da cultura, levantados segundo parâmetros e técnicas de mercado, relativos ao mês de maio, para os estados de Pernambuco e Pará.

O levantamento detecta os valores médios de 255 itens, entre serviços e mão de obra do universo da produção cultural. Os itens são os mais diversos, indo desde preços de hospedagem, locação de veículos e espaços, frete e alimentação, até preços de serviços prestados por cinegrafistas, coreógrafos, diretores e técnicos em variados segmentos.

Até a pesquisa ser lançada, o mercado não dispunha de parâmetros para análises com identificação desses dados. O trabalho, utilizado para lastrear e avaliar propostas candidatas à renúncia fiscal pela Lei Rouanet, foi lançado pelo MinC, em outubro do ano passado. A pesquisa vem sendo atualizada a cada mês.

Os indicadores são resultado do contrato do ministério com o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Belém, Recife, Brasília, Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro, as capitais-base da pesquisa, são consideradas como representativas das regiões brasileiras. Entre as fontes consultadas, estão tabelas de sindicatos e associações, de fornecedores e taxas de serviços públicos.

Clique nos links abaixo e acesse os indicadores atualizados:

Serviços

Mão de Obra

*Com informações do site do MinC

Ancine publica manual para aprovação de projetos online

 

A Agência Nacional de Cinema (Ancine) publicou em seu site um manual para auxiliar na utilização do novo módulo do Sistema Ancine Digital, que permitirá ao proponente solicitar a aprovação de seus projetos de forma eletrônica.

O módulo foi criado para simplificar e tornar mais ágeis os procedimentos de análise de projetos na agência, de acordo com a Instrução Normativa 99, que entra em vigor na próxima segunda-feira (18/6). O novo sistema ajuda no preenchimento de formulários, apresentando orientações sobre a correta utilização dos mecanismos de incentivo federais, e permite o upload de documentos.

O passo a passo simula situações e possíveis erros que podem ocorrer durante o cadastramento, além de mostrar as telas correspondentes a cada momento do processo. A IN 99 prevê que os projetos protocolados na Ancine até o dia 15 de junho, e que ainda não tenham sido aprovados, poderão ser reapresentados a partir do dia 18 de junho, e possam usufruir assim das novas regras.

Com a nova Instrução Normativa, a aprovação é simplificada, com redução de informações prestadas nesta fase. O proponente deverá apresentar somente sinopse, argumento, estimativa de custos e documentos relativos aos direitos para a realização da obra. O prazo de aprovação diminui dos atuais 45 dias para 20 dias.

Clique aqui para mais informações.

*Com informações do site da Ancine

Claro inaugura biblioteca virtual

 

 

A operadora Claro lançou oficialmente o serviço de biblioteca virtual que permite aos clientes ler até três livros por semana ao custo de R$ 3,99. Batizado de Claro Leitura, o serviço permite baixar arquivos e ler mesmo quando não há conexão com a internet.

Por enquanto, existem 1,5 mil títulos divididos em 11 categorias: artes, autoajuda, biografia, direito, literatura brasileira, medicina e saúde, infantojuvenil, religião, filosofia, obras gerais e ciências sociais. “Em uma pesquisa realizada com usuários de smartphone, foi identificado que 57% dos usuários utilizam o aparelho para leitura e o lançamento desse serviço vem atender esse público”, disse Fiamma Zarife, diretora de serviço de valor agregado da operadora, em comunicado divulgado nesta quinta-feira (14/6).

A Xeriph é a agregadora digital que fornece os títulos. Por enquanto são 10 editoras envolvidas, mas o objetivo é “aumentar bastante esse número”, segundo Duda Ernanny, diretor executivo da distribuidora. A Xeriph congrega, no total, 200 editoras e dez mil títulos.

*Com informações da Publishnews

CNIC debate a democratização do acesso a produtos culturais

CNIC debate a democratização do acesso a produtos culturais

A 199ª Reunião Ordinária da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), encerrada nesta quarta-feira (13/6), em Brasília (DF), analisou mais de 400 projetos culturais que pleitearam a autorização para captação de recursos com apoio na Lei Rouanet.
A discussão do tema “democratização de acesso aos produtos culturais” foi destaque na reunião, que reconheceu a complexidade da questão e a necessidade de reflexão e construção de um instrumento legal que traga um parâmetro e institucionalize o assunto.
A maior repercussão está na acessibilidade do preço dos ingressos dos espetáculos apoiados pela Lei Rouanet, como cobrança de ingressos por proponente pessoa jurídica sem fins lucrativos e existência de distinção de preços derivada de projetos incentivados pelo artigo 18 ou 26.
O secretário de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic), Henilton Menezes, apresentou material direcionado sobre o assunto, reunindo o que existe na legislação vigente, mais especificamente na Lei Rouanet.
Também foi debatido com os comissários o cenário cultural atual para a acessibilidade dos preços, abordando questões como o percentual do volume captado em cada projeto, as exigências das casas de espetáculos e estabelecimentos comerciais, a renda per capita diferenciada em cada região do Brasil, a existência de mais de uma fonte de financiamento em um mesmo projeto, a dificuldade de controle e a meia entrada, entre outras.
A expectativa é que, com os novos elementos, assim como com as contribuições que estão sendo encaminhadas pelas associações, o debate continue nas próximas reuniões.
O próximo encontro da CNIC está previsto para acontecer em Fortaleza (CE), nos dias 9, 10 e 11 de julho, dando continuidade à itinerância dos encontros e com o objetivo de incorporar a diversidade brasileira na pauta.
Clique aqui para conferir os pareceres dos projetos analisados na 199ª reunião.
*Com informações dos site do MinC

Livro tenta explicar supervalorização de obras de arte

Livro tenta explicar supervalorização de obras de arte

O economista Don Thompson, professor de marketing da Schulich School of Business, na Universidade York, em Toronto (Canadá), falou ao jornal Valor Econômico sobre o lançamento nacional de seu livro “O Tubarão de 12 Milhões de Dólares – A Curiosa Economia da Arte Contemporânea”, que tenta explicar a origem dos altos valores atribuídos a obras de arte.
“Comprar arte a preços altíssimos é um torneio jogado pelos supermilionários, no qual o prêmio é publicidade e prestígio cultural”, escreve ele. Thompson afirma que a arte contemporânea não é um bom investimento. ”Arte com qualidade de leilão como um todo valoriza cerca de 3,5% ao ano, enquanto o custo de manter uma obra como investimento, incluindo custos de transação, é perto de 15% ao ano. Algumas obras valorizam tremendamente, a maioria não”, explica.
“Essas obras com preços elevados representam apenas 1% do mercado. O valor é definido pela lei de oferta e procura: há menos obras icônicas chegando ao mercado, e mais colecionadores querendo comprar”. O grande mistério, e um dos fatores que levaram o autor a escrever o livro, é entender como artistas como Damien Hirst conseguem se inserir nesse seleto grupo visado pelos milionários.
“Meu livro não é uma crítica. O mercado é o que é, com ‘dealers’, casas de leilão, feiras de arte, críticos, museus e colecionadores interagindo entre si para estabelecer artistas de sucesso e os preços pelas suas obras”, afirma Thompson. “Pode parecer surreal para aqueles que têm problemas em entender o preço de US$ 10 milhões ou US$ 100 milhões por uma pintura. Eu sou uma dessas pessoas.”
Clique aqui para ler a íntegra da reportagem.
*Com informações do jornal Valor Econômico

Livro tenta explicar supervalorização de obras de arte

Livro tenta explicar supervalorização de obras de arte

8º Encontro Nacional do Terceiro Setor / MG - Inscrições Abertas

8º Encontro Nacional do Terceiro Setor

Terceiro setor no Brasil importância da gestão e da participação cidadã


No mês de junho, Belo Horizonte será a capital nacional da sociedade civil organizada. Nos dias 25 e 26 acontece o 8º Encontro Nacional do Terceiro Setor de Minas Gerais, que irá colocar em debate diversas formas de construírmos uma sociedade melhor e mais solidária.

Com o tema “Terceiro Setor no Brasil – Gestão e Participação Cidadã”, o evento é promovido pela Federação Mineira de Fundações e Associações de Direito Privado (FUNDAMIG), o Centro Mineiro de Alianças Intersetoriais (CeMAIS), com apoio do Centro de Apoio Operacional às Alianças Intersetoriais do Ministério Público de Minas Gerais (CAO-TS / MPMG).

A solenidade de abertura já tem confirmadas a presença do Governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia e de outras personalidades de destaque no cenário nacional.

O evento acontece no Teatro Ney Soares - rua Diamantina, 463, Lagoinha. Inscrições e informações pelo site www.encontroterceirosetor.org.br ou pelo telefone (31) 3274-6522.

 

Sobre os organizadores

A Federação Mineira de Fundações e Associações de Direito Privado - FUNDAMIG, primeira organização representativa de Fundações no Brasil, nasceu em 30 de novembro de 1994 e permanece até hoje, contribuindo para o desenvolvimento da sociedade, promovendo o fortalecimento, a multiplicação e o intercâmbio entre Fundações e Associações em Minas Gerais, como mecanismo de transformação social. A FUNDAMIG surgiu a partir da experiência de seminários mineiros sobre fundações, realizados no início da década de 90, com o objetivo de criar uma entidade que congregasse todas as Fundações e que, além de falar em nome delas, pudesse promover o desenvolvimento do Setor.

O CeMAIS – Centro Mineiro de Alianças Intersetoriais é uma associação privada sem fins lucrativos, qualificada como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) pelo governo de Minas Gerais desde dezembro de 2006, que tem como principal objetivo promover a intersetorialidade. O CeMAIS trabalha para o fortalecimento dos instrumentos formais de participação da sociedade nas decisões sobre as políticas públicas, além de atuar na profissionalização da gestão de projetos sociais desenvolvidos com a sociedade civil organizada e municípios, de forma a otimizar as parcerias em prol do desenvolvimento socioeconômico de Minas Gerais.


 


O FIM DOS CAPTADORES DE RECURSOS

 

maio2012 c No inicio das leis de incentivo os captadores de recursos eram os protagonistas do processo, ficando em alguns casos com até 60% dos valores direcionados as alguns projetos... A situação era absolutamente vergonhosa e muitos projetos sequer poderiam ser realizados para atenderem a demanda por dinheiro dos captadores de recursos. Diante deste cenário onde captadores não sérios atuavam como reais atravessadores do processo de efetivação das leis de incentivo foi organizada uma reação do poder publico e os captadores passaram nos termos da lei passara a receber somente 10% dos valores dos projetos até no máximo 100 mil reais. Alguns captadores predadores exigiam dos proponentes quantias por fora alegando que as contas poderiam ser fradadas... Poucos proponentes aceitaram tal desvio de conduta e os que aceitaram não conseguiram viabilizarem a efetivação de seus projetos dispondo de valores abaixo dos aprovados e o costume de superfaturar para os captadores caiu em desuso.

Mas as ações contra os captados seguem sutilmente sendo efetivadas e muitos deles sequer notam que estão na mira do governo, da sociedade e mesmo do universo de produtores culturais e no ano de 2012 vimos ações pontuais que sutilmente diminuíram a relevância dos captadores:

1 - O MINC ao instituir cotas quantitativas e financeiras anuais pra projetos de leis de incentivo permitindo que somente projetos já com cartas de intenção de patrocínio sejam aprovados depois das cotas sejam cumpridas. Tal aspecto fez com que muitos proponentes saíssem a campo antes de inscreverem seus projetos procurando empresas patrocinadoras e como nenhum gasto feito antes da inscrição de um projeto pode ser arrolado na planilha de custos do mesmo tal fez com que cerca de 30% dos projetos não mais tivessem verbas para captadores.

2 - O que foi considerado o tiro de misericórdia nos captadores, foi o tato do MinC tornar publica a lista de empresas que patrocinaram projetos no ano anterior, tal lista serve como uma referencia na qual os proponentes podem tentar acessar diretamente as empresas sem necessitarem do intermediamento de captadores e inúmeros proponentes assim tem agido.

3 - O MINC ao fazer acordos com grandes empresas patrocinadoras também esta restringindo o papel dos captadores e tal esta sendo trocado por editais nos quais os proponentes inscrevem seus projetos diretamente e nenhum captador pode ser arrolado na planilha de custos.

Se as atuais tendências forem mantidas em menos de 5 anos veremos o fim da atuação de captadores nas leis de incentivo. Tal aspecto poderá acarretar o fim de uma atuação profissional associada com as leis de incentivo gerando mesmo o desemprego de tais indivíduos, mas por outro lado cerca de 10% dos recursos voltados para as artes e para a cultura não mais serão desperdiçados somente em detalhes administrativos e burocráticos.

Ou seja, caso a atuação dos captadores seja extinta teremos uma elevação de 10% na quantidade de projetos que poderão ser efetivados com o aporte de recursos que na atualidade segue para tais profissionais.

Na atualidade os captadores ao sentirem tal tendência estão se aglutinando em associações, realizando congressos e tentando articularem contatos políticos que os auxiliem a continuarem recebendo o que recebem...

Diante deste cenário o universo cultural encontra-se ambíguo, visto que se por uma lado se solidariza com indivíduos lutando para garantirem sua lucratividade, por outro sabe que os recursos que eles se apropriam ao executarem seu trabalho poderiam seguir para pagar mais projetos, mais artistas, mais técnicos... Diante desta realidade a opção que todos teremos que fazer em breve será a de dar nosso apoio aos captadores ou aos demais protagonistas ligados aos projetos culturais inscritos nas leis de incentivo.

Por Wellington R Costa

RUMOS ITAÚ CULTURAL – LANÇA 3 Editais

Rumos Dança

O Itaú Cultural lança, por meio do programa Rumos, três novos editais: Cinema e Vídeo, que chega à sua sétima edição; Dança, na sua quinta edição; e Moda e Design, inédito.

Acesse o texto completo de cada um deles. Para se inscrever, você deve primeiro acessar sua conta. Caso não tenha uma, cadastre-se. Em caso de dúvidas, veja se sua questão foi respondida no FAQ ou nos envie uma mensagem!

Pioneiro e Abrangente

Principal linha de atuação do instituto, o Rumos Itaú Cultural foi criado em 1997 para localizar, apoiar e difundir projetos artísticos e culturais, por meio de edital público e comissão autônoma. O programa foi pioneiro no mapeamento do que é produzido em arte e cultura no Brasil contemporâneo, mobilizando pesquisadores, artistas, especialistas e instituições de todo o país.

Em 2011, completaram-se 14 anos de atividade. Nesse período, foram cerca de 24 mil projetos inscritos e 990 projetos apoiados em Arte Cibernética, Artes Visuais, Cinema e Vídeo, Dança, Teatro, Educação, Jornalismo Cultural, Literatura, Música e Pesquisa Acadêmica. O trabalho dos selecionados foi exposto para mais de 3 milhões de pessoas, no instituto e em itinerância pelo Brasil e pelo restante da América Latina.

Além disso, as obras foram divulgadas por mais de 900 emissoras parceiras de rádio e televisão. O material permanece disponível no nosso site. Lá, você acessa os selecionados anteriores de Cinema e Vídeo e Dança, assim como os das demais áreas. O dia a dia do Rumos – mapeamento, ações de divulgação e itinerância e eventos em geral – é informado pelo site e por um blog especial.

Secretária Municipal da Cultura de São Paulo - Lei de Incentivo 2012

 

Secretaria de Cultura abre inscrições de projetos para Lei de Incentivo 2012

A Lei de Incentivo receberá inscrições de 20 de março a 31 de agosto de 2012 e irá cobrir eventos culturais e iniciativas de preservação do patrimônio históricos realizados dentro da cidade de São Paulo.
Para este ano, o investimento disponível será destinado à realização de projetos das áreas de música; artes cênicas (teatro, circo e dança); audiovisual (cinema, vídeo e multimídia); artes visuais (artes plásticas, artes gráficas e fotografia); literatura e bibliotecas; patrimônio histórico e acervos; registro, inventário e conservação de tradições culturais.
A aprovação do incentivo depende do atendimento às especificações do edital e da apresentação da documentação exigida. A análise será realizada segundo a ordem de apresentação de termo de compromisso e assinatura do termo de responsabilidade junto a CAAPC - Comissão de Averiguação e Avaliação de Projetos Culturais. Os interessados podem consultar o texto completo no link abaixo.
O requerimento de inscrição, a descrição do projeto cultural e os documentos exigidos pelo edital deverão ser entregues na Secretaria Executiva da CAAPC, localizada na Avenida São João, 473, 10º andar, de segunda a sexta, das 10h às 16h, ,mediante pré-agendamento através do e-mailcaapc@prefeitura.sp.gov.br até 24/08/2012.
Obs. Solicitamos sua atenção para o agendamento que só poderá ser efetuado até 24 de agosto de 2012.

Edital da Lei de Incentivo 2012 (Caso não consiga visualizar faça o download do Adobe Reader)
Requerimento de inscrição.

Informações:
CAAPC - Comissão de Averiguação e Avaliação de Projetos Culturais
Telefone 3397-0061 e 3397-0062

Comissão de Averiguação e Avaliação de Projetos Culturais

Coordenadora

Regina Célia Vieira Muniz

Secretária Executiva

Rita de Cássia João Natacci

Artes Cênicas 

Titular: Rafael Rosa Righini

Suplente: Célia Terpins

Artes Visuais

Titular: Ana Maria Antunes Farinha

Suplente: Ana Maria Netto Nogueira

Cinema e Vídeo

Titular: Caio Plesmman

Suplente: Bruno Pardini Junior

Crítica e Formação Cultural

Titular: Dora Silveira Corrêa 

Suplente: Mônica Shiroma de Carvalho

Literatura e Biblioteca

Titular: Cristiane Camizão Rokicki

Suplente: Susanna Florissi

Música

Titular: Carlos Eduardo Tavares Ruocco

Suplente: Luis Felipe da Gama Pinto

Patrimônio Histórico e Cultura

Titular: Ana Luiza Martins

Suplente: Guiomar Leitão

Representantes da Secretaria Municipal de Cultura

Éder Azevedo Mazini

Juliano Matteo Gentile

José Augusto Ribeiro

Júlio César Doria Alves

Mauro Cabrelon

Sérgio Luis Abraão

Saiba mais:

PREPARE-SE DINHEIRO PARA PROJETOS CULTURAIS

 

Programe-se com antecedência para os editais que logo serão abertos:

Aos que desejarem consultoria na formatação de projetos contato: Wellington R Costa Tel 11 94550402(Claro) 81303848(Tim) wellingtonrc1961@gmail.com

Lista de Editais esperados,(baseado nas inscrições de 2011, havendo a possibilidade de alterações, inclusões ou supressão de categorias, modulos e valores.):

APOIO À PRODUÇÃO DE ESPETÁCULO INÉDITO DE TEATRO NO ESTADO DE SÃO PAULO. PREMIAÇÃO EM 3 MÓDULOS: Modulo 1 – 14 (quatorze) prêmios de R$ 50.000,00 cada. Modulo 2 – 10 (dez) prêmios de R$ 100.000,00 cada. Modulo 3 – 6 (seis) prêmios de R$ 150.000,00 cada.

APOIO À CIRCULAÇÃO E DIFUSÃO DE PEÇAS DE TEATRO NO ESTADO DE SÃO PAULO    PREMIAÇÃO EM 2 MÓDULOS: Modulo 1 – 18 (dezoito) prêmios de R$ 50.000,00 cada. Modulo 2 – 06 (seis) prêmios de R$ 70.000,00 cada.

APOIO A NOVAS PRODUÇÕES DE ESPETÁCULOS DE DANÇA NO ESTADO DE SÃO PAULO  PREMIAÇÃO EM 2 MÓDULOS: Modulo 1 – 10 (dez) prêmios de R$ 50.000,00 cada. Modulo 2 – 09 (nove) prêmios de R$ 70.000,00 cada

APOIO À CIRCULAÇÃO E DIFUSÃO DE ESPETÁCULOS DE DANÇA NO ESTADO DE SÃO PAULO – PREMIAÇÃO EM 2  MÓDULOS: Modulo 1 – 08 (oito) prêmios de R$ 40.000,00 cada. Modulo 2 – 06 (seis) prêmios de R$ 60.000,00 cada.

APOIO À PROJETOS DE FESTIVAIS DE ARTES NO ESTADO DE SÃO PAULO – PREMIAÇÃO EM 4 MÓDULOS: Modulo 1 – 07(sete) prêmios de R$ 30.000,00 cada. Modulo 2 – 16 (dezesseis) prêmios de R$ 60.000,00 cada. Modulo 3 – 12 (doze) prêmios de R$ 90.000,00 cada. Modulo 4 – 03 (três) prêmios  de R$ 150.000,00 cada

APOIO A PROJETOS DE DIFUSÃO DA LITERATURA NO ESTADO DE SÃO PAULO  – PREMIAÇÃO EM 2 MÓDULOS – Modulo 1 – 08 (oito) prêmios de R$ 25.000,00 cada. Modulo 2 – 10 (dez) prêmios de R$ 50.000,00 cada. Esse Edital compreende – oficinas literárias, cursos sobre literatura, contação de histórias, palestras e afins e  programas de áudio ou audiovisual para divulgação da literatura.

APOIO À PROJETOS DE MONTAGEM E/OU MANUTENÇÃO DE ESPETÁCULO CIRCENSE NO ESTADO DE SÃO PAULO  – PREMIAÇÃO EM 3 MÓDULOS – Modulo 1 (grupos, trupes e cias circenses) – 10 (dez) prêmios de R$ 42.000,00 cada. Modulo 2 (circos de lona de pequeno e médio porte) – 10 (dez) prêmios de R$ 60.000,00 cada. Modulo 3 (circos de lona de grande porte) – 01 (um) prêmio de R$ 80.000,00 cada.

APOIO À PROJETOS DE PRODUÇÃO DE NÚMEROS CIRCENSES NO ESTADO DE SÃO PAULO–PREMIAÇÃO EM 1 MÓDULO – Módulo 1 – 45 (quarenta e cinco) prêmios de R$ 10.000,00 cada

APOIO À PROJETOS DE PUBLICAÇÃO DE LIVRO NO ESTADO DE SÃO PAULO– PREMIAÇÃO EM 1 MÓDULO – Modulo 1 – 25 (vinte e cinco) premiações de R$ 15.000,00 cada.

APOIO A CRIAÇÃO E PUBLICAÇÃO DE HISTORIAS EM QUADRINHOS NO ESTADO DE SÃO PAULO – PREMIAÇÃO EM 1 MÓDULO – Módulo 1 – 10 (dez) prêmios de R$ 25.000,00 cada

APOIO A PROJETOS DE PROMOÇÃO DAS MANIFESTAÇÕES CULTURAIS COM TEMÁTICA LGBT NO ESTADO DE SÃO PAULO – PREMIAÇÃO EM 3 MÓDULOS – Modulo 1 -06 (seis) prêmios de R$ 10.000,00 cada. Modulo 2 – 20 (vinte) prêmios de R$ 20.000,00 cada. Modulo 3 – 08 (oito) prêmios de R$ 30.000,00 cada.

APOIO A PROJETOS DE CRIAÇÃO E/OU MANUTENÇÃO DE SITE DE CULTURA NO ESTADO DE SÃO PAULO– PREMIAÇÃO EM 1 MÓDULO – Modulo 1 – 12 (doze) prêmios de R$ 15.000,00 cada.

APOIO A PROJETOS DE PROMOÇÃO DA CONTINUIDADE DAS CULTURAS TRADICIONAIS NO ESTADO DE SÃO PAULO – PREMIAÇÃO EM 1 MÓDULO – Modulo 1 – 45 (quarenta e cinco) prêmios de R$ 18.000,00 cada.

APOIO A PROJETOS DE HIP HOP NO ESTADO DE SÃO PAULO) – PREMIAÇÃO EM 1 MÓDULO – Modulo 1 – 15 (quinze) prêmios de R$ 25.000,00 cada. Esse Edital compreende expressões em Grafite, Dança (Breaking, Popping e Locking), D.J. e M.C

APOIO A PROJETOS DE ARTES VISUAIS NO ESTADO DE SÃO PAULO– PREMIAÇÃO EM 1 MÓDULO – Modulo 1 – 25 (vinte e cinco) prêmios de R$ 20.000,00 cada.