Mônica Filgueiras inaugura a exposição “AG/DG”, primeira individual do artista plástico e grafiteiro GEJO que, depois de 21 anos atuando nas ruas, foi convidado pela marchand para celebrar sua trajetória vitoriosa de arte e questionamento expondo cerca de 35 obras entre painéis, fotografias, anti toy art, mdf, esculturas e telas em sua galeria. A exposição é um reconhecimento do trabalho de GEJO e marca a entrada do artista no circuito cultural nacional e internacional. Abertura 27 de novembro.
ExposiçãoGEJO – AG/DG
CuradoraMônica Filgueiras
LocalMônica Filgueiras Galeria de Arte – mofilgue@terra.com.br
Rua Bela Cintra, 1533 Tel (11) 3082-5295
Abertura 27 de novembro – sábado – das 12h às 16h
Período de 29 de novembro a 15 de janeiro de 2011.
Horário2a a 6ª feira, das 10:30 às 19:30h.
Sábado, das 10:30 às 15h.
Nº de obras 35
Técnica Spray, Marker, Látex sobre mdf, Papel
Dimensão de 10x15cm. a 150x100 cm.
Preçode R$ 500,00 a R$ 5.000,00
Ass. ImprensaBalady Comunicação - Silvia Balady (9117.7324)/Camila Martins
Tel.: (11) 3814.3382 – contato @balady.com.br
É na Mônica Filgueiras Galeria de Arte que o artista plástico GEJO inaugura a exposição
“AG / DG”, sua primeira individual em galeria que marca a comemoração dos seus 21 anos de atuação nas ruas como grafiteiro. A convite da marchand Mônica Filgueiras, sua trajetória vitoriosa de arte e questionamento será representada por cerca de 35 obras entre painéis, fotografias, ant toy art, mdf, esculturas e telas.
“Estou comemorando o que fiz, faço e farei”, revela o artista que, no mês de dezembro, segue para a Europa para consolidar a sua carreira internacional com exposições individuais na Itália e Irlanda. GEJO faz parte da primeira geração de grafiteiros que migram para as galerias de arte contemporânea.
Com um traço mais elaborado e seguro, decorrente de seu amadurecimento artístico, GEJO classifica sua obra como tendo um caráter estético social e popular, alimentado pela experiência que teve nas ruas. Vivência que também trouxe para o artista um lado humanista de ver a vida e a arte, valorizando as formas de manifestação coletiva. Tanto que é o responsável pela criação do Free Art Fest, em 2008, em que artistas nacionais e internacionais doam obras a GEJO e ele organiza uma exposição que no final distribui os trabalhos gratuitamente aos visitantes. O Free Art Fest faz parte de um movimento global de democratização da arte impulsionado pelo “It´s yours take it”.
“AG/DG” é um divisor de águas e marca uma segunda fase na vida do artista, que adapta a característica efêmera do grafite para o ambiente fechado - testando novos materiais e suportes, como MDF e o jornal prensado em chapas grossas para dar maior durabilidade às obras - e o confirma no panorama da arte contemporânea brasileira.
Neste momento GEJO também se descobre como um artista versátil, que além de intervencionista de variados suportes, encontra espaço e tempo de ser ora desenhista, ora escultor, ora gravador, ora estudioso das artes, mas sem perder a sua essência: a contestação.
Sua inspiração parte de acontecimentos cotidianos, como as conversas de ônibus, convivência com a família e com os amigos e dos meios de comunicação de massa que o cercam no dia a dia. A partir disto cria um universo artístico pautado pelo discurso crítico direcionado à sociedade e ao sistema estabelecido.
A exposição “AG/DG” apresenta uma série de trabalhos inéditos de 2010 que é uma prévia do que será feito por GEJO a partir de agora. Uma instalação em MDF questiona os monopólios, um anti toy art no formato de uma jibóia de cinco metros reflete a apropriação da arte de rua por pessoas que nunca atuaram na street art. Também será feito um recorte das obras mais importantes durante todo o percurso do artista, entre elas a série “photograffiti”, de 2007, em que faz intervenções gráficas sobre fotos feitas por variados fotógrafos .
No dia da abertura GEJO fará uma performance, imprimindo um trabalho de 1992, além de uma obra interativa.
O ARTISTA
GEJO nasceu em Seabra, na Bahia, em 1976, mas aos três anos mudou-se para São Paulo.
No ano de 1996 é convidado pelo diretor da escola Osvaldo walder para dar uma oficina para os alunos. O projeto “Graffiti : impressão x expressão” durou até 1998 e motivou GEJO a seguir como arte-educador. Desde então coordenou mais de 30 workshops e oficinas de grafite, disseminando as idéias e formas de expressão que envolve a cultura do hip-hop, como a dança, a música e o fanzine.
É o idealizador do projeto do Centro Cultural Sítio do Tatu Amarelo, em Seabra (BA), que terá cursos de alfabetização de adultos, informática, biblioteca, cinemateca, oficinas de arte, além do amparo aos animais machucados e um jardim com diversos exemplares de plantas.
Jornal de informações artísticas e culturais. Editado por Wellington R. Costa Divulgamos gratuitamente atividades artísticas e culturais. Assine o e-mail Clipping do Jornal Virtual das Artes
Fotos de Gejo O Maldito - EXPOSIÇÃO " GEJO - AG/ DG"
Stand Up, Artes, Cultura e Sincretismo
Acompanhei um debate sobre o questionamento se os Stand Ups eram manifestações artísticas e culturais.
Conceitualmente são manifestações de monólogos humorísticos de cunho teatral... que bebe seus princípios lá nos monólogos da Comedia de L'arte, onde os saltimbancos geravam críticas de seu momento político e social, passam também pelas influencias do teatro burlesco e da critica que vários artistas chargistas efetivavam. Sendo uma manifestação de cunho teatral urbana valida, efetivada por atores humoristas caracterizados ou não... Quando avaliamos a força do Humor no Brasil notamos que há uma vasta tradição de humoristas brasileiros que efetivam Stand Ups quando tal sequer era conceituado com tal nome , exemplos como Jô Soares, Dercy Gonçalves, Grande Otelo, Costinha entre centenas de outros que atuaram criticamente em seus monólogos. Assim como é notório o fato que muitos deles foram mesmo perseguidos por suas criticas políticas e como suas vozes foram os arautos que nos proporcionavam alento em anos tão negros que varias ditaduras tentaram impor à cultura nacional no passado.
Diante destes fatos Stand Ups são sim manifestações artísticas e culturais validas e traduzem aspectos significativos da cultura urbana contemporânea.
Ao ler criticas contra tal manifestação artística entre outras noto que não podemos ser sensores puristas do que individualmente achamos que seja arte ou cultura... se assim agirmos poderíamos estar matando a gênese de novos sincretismos e movimentos artísticos validos que enalteçam a cultura brasileira. Exemplos:
1 – O Samba era considerado pejorativamente algo de africanos, e recebia criticas , proibições dos detentores do poder cultural de certa época.
2 – A Influencia de certa correntes do Jazz dos EUA é inegável no Nascimento da Bossa Nova Brasileira, se os puristas que criticavam o uso de tais influencias tivessem sido ouvidos não teríamos tido tal movimento musical.
3 – Na musica o rock que vem do jazz , ambos de origem nos EUA , se tal não fosse aceito e integrado a musica brasileira como muitos desejavam, não teríamos visto Mutantes, Titãs, Cazuza, muitos dos aspectos do Tropicalismo que só vieram abrilhantar as artes e a cultura Brasileira...
Caso segamos os passos do s puristas do passado , não estaremos auxiliando no crescimento da cultura Brasileira e sim apenas tentando cerceá-la como se ela devesse ser espelhos de nossas convicções pessoais. Sendo que na atualidade nenhum individuo por mais cosmopolita que seja, não consegue abranger dentro de seu repertorio pessoal à magnitude total da cultura brasileiras em seus mais diversos nuances e peculiaridades .
No passado xenofobicos criticavam o rock, a bossa nova, guitarra elétrica, o samba, os trios elétricos, as escolas de samba, o forro, etc.... Acho que hoje temos cultura o suficiente para não repetir tais erros e equívocos que detiveram por pouco tempo a força natural de os movimentos artísticos e culturais detém
Acredito que nossos papéis de agentes culturais não deva ser de termos orgulho em não aprovarmos projetos, ou ficarmos abismados com valores elevados que são considerados como sendo de mercado a ser pagos para artistas realmente consagrados...
Acredito que ao avaliarmos um projeto tenhamos que ter uma isenção e vermos a cultura brasileira como um todo, aceitando suas diversidades, sincretismos, influencias externas e internas, seus aspectos urbanos e campesinos como algo natural... E tanto isso é natural que o MinC possui programas de intercambio cruzado com vários paises do mundo... vide os projetos do ano França Brasil onde expoentes franceses foram contemplados com projetos de intercambio de profunda validade cultural... vide o patrocínio dado pelo MinC a Bienal de São Paulo para que artistas internacionais , até mesmo dos EUA, venham ao Brasil mostrando-nos o que de novo esta sendo efetivado internacionalmente para que tal possa ser incorporado antropofagicamente por nossos artistas plásticos permitindo que façamos parte das novas vanguarda das artes plásticas internacionais...
Acredito que devemos novamente levantar as bandeiras do modernismo nas quais o sincretismo do que venha de fora é encarado com normalidade, pois nossa cultura e arte têm e sempre teve força o suficiente para incorporar o que é bom e tal é o melhor que temos em nossa cultura.
Se não formos isentos em nossas analises correremos o risco de conspurcarmos nossas avaliações e deixarmos abertas as possibilidades de sermos comparados como iguais em atitudes contra quem foi contra o samba, o rock, etc... Eu pessoalmente não desejo ter atitudes comparáveis a tais criaturas sectárias do passado...
A melhor bandeira a ser levantada é a que elogia os antigos e novos sincretismos que a arte e a cultura brasileira conseguiu e consegue produzir... diante deste fato não precisamos mais viver com medo do que venha de fora.
Wellington R Costa
Bossa Nova e Crítica: polifonia de vozes na imprensa
Annablume Editora e Livraria Martins Fontes Paulista convidam para o lançamento do livro de
Liliana Harb Bollos
Bossa Nova e Crítica: polifonia de vozes na imprensa
Dia 23 de novembro de 2010, terça-feira, das 18h30 às 21h30.
Av. Paulista, nº. 509 - São Paulo - SP
(próximo à Estação Brigadeiro do Metrô)
(estacionamentos conveniados à rua Manoel da Nóbrega, nº. 88 e nº. 95)
(11) 2167.9900
Liliana Bollos parte da análise dos vários textos que foram publicados a partir do momento em que esse movimento bossanovista se constituiu, por volta de 1958, com o lançamento da música "Chega de saudade" até o concerto do Carnegie Hall em 1962, quando se abriu uma nova perspectiva para a música popular brasileira internacionalmente. No primeiro capítulo a autora analisa a crítica literária, no segundo, a música popular, mais especificamente, a evolução do movimento e no terceiro capítulo a recepção da Bossa Nova pela crítica jornalística, quando foram determinadas novas proporções tanto da crítica, quanto da música popular brasileira.
Música ao vivo com Daniel Allain (flauta), Fernando Corrêa (violão) e Liliana Bollos (piano).
Este livro foi contemplado no Prêmio Funarte de Produção Crítica em Música.
Dança - Luis Arrieta em "Carnaval dos Animais"
Luis Arrieta em CARNAVAL DOS ANIMAIS,
no TEATRO DE DANÇA
O TEATRO DE DANÇA (instituição da Secretaria Estadual de Cultura de São Paulo e gerenciada pela Associação Paulista de Amigos da Arte - APAA) recebe, no período de 5 a 7 de novembro de 2010, o coreógrafo argentino Luis Arrieta em Carnaval dos Animais.
Arrieta vive desde 1974 em São Paulo, onde ocupou o cargo de diretor do Balé da Cidade nos anos 80. Presente na cena de dança da capital paulista, suas criações integram o repertório de várias companhias e vez ou outra, cria peças em que mostra suas habilidades como intérprete.
Foi assim que surgiu, em 2000, o solo Carnaval dos Animais, composto sobre músicas do compositor francês Camille Saint-Saëns (1835-1921) e do qual Arrieta é criador e intérprete. Pontuada de humor e com referências a questões como memória e herança genética, a peça pode ser descrita como um trabalho expressionista em que os movimentos, às vezes abruptos e inesperados, investigam as possibilidades do corpo desde a gestação.
5 a 7 de novembro sexta às 21h, sábado às 20h, domingo às 18h
55 minutos, livre
CARNAVAL DOS ANIMAIS
Composto em 2000 / Estreia 2006
Concepção, coreografia, figurino e interpretação: Luis Arrieta
O corpo do Homem desde que é engendrado, na sua morfologia e nos seus movimentos, representa em cada estagio dos nove meses de gestação a evolução que os seres vivos do planeta fizeram ao longo de milhões de anos. Existe uma memória ou herança genética presente no adulto urbano, que ainda podemos ver, mesmo que disfarçadamente, em gestos, atitudes e reações físicas cotidianas. Resgatar os diferentes animais da residência física do homem é o exercício mais profundo, autoconsciente e esperançoso que a prática da dança tem proporcionado ao intérprete.
FICHA TÉCNICA
Concepção, coreografia, figurino e interpretação: Luis Arrieta Iluminação: Joyce Drummond e Luis Arrieta execução Roseli Almeida Fotografias: Antonio Carlos Cardoso Assistente: Ana Verônica Coutinho Compositor: Camille Saint-Säens (1835-1921) Música: "Carnaval dos Animais" Partes: Introdução e Marcha Real do Leão, Galinhas e Galos, Hemíones (animais velozes), Tartarugas, O Elefante, Canguru, Aquário, Personagens com longas orelhas, O cuco no fundo do bosque, Viveiro de aves, Pianistas, Fósseis, O Cisne, Final.
TD Teatro de Dança
Avenida Ipiranga, 344 - Subsolo, Edifício Itália - São Paulo, SP, Brasil (Metrô República)
Telefone da bilheteria: 2189 2555 Informações: 2189 2557 Capacidade: 278 lugares
Ingresso: R$ 4,00 e R$ 2,00 (meia) Estacionamento: R$ 15,00 com manobrista
Bilheteria, abertura: Vendas para o dia do espetáculo - 4ª a domingo, a partir das 14h
Ar-condicionado e Acessibilidade para pessoas com necessidades especiais
TD - Teatro de Dança - Secretaria de Estado da Cultura
APAA - Associação Paulista dos Amigos da Arte
O Teatro de Dança tem apoio da Folha de São Paulo, Alcaçuz, Leonor Flores, Circolo Italiano, Luna Di Capri e Planeta´s.
Canal Aberto Assessoria de Imprensa
Marcia Marques
Fones: 011 2914 0770/ 3798 9510
Celular: 011 9126 0425
MSN: claramm@hotmail.com
Site: www.canalaberto.com.br
Twitter: canalaberto
Skype: canal.aberto
11º Salão da Marinha
Inscrições de:
Taxa de Inscrição: R$ 35,00
Cada Artista poderá participar com 02 (duas) obras na dimensão máxima de 1m x 1m já incluindo a moldura.
A Premiação é oferecida pelo 1º distrito Naval de Rio de Janeiro RJ (Medalhas de Ouro, Prata e Bronze)
Exposição de:
Maiores informações (32 ) 3211-7295

