Natura Musical anuncia mudanças e prorroga prazo para edital nacional

 

O Natura Musical anunciou mudanças em seu Edital Nacional 2012. O prazo para inscrições foi estendido para o dia 15 de julho e o valor destinado ao edital dobrou: de R$ 1,5 milhão para R$ 3 milhões.

Também não será mais necessária a inscrição e aprovação prévia dos projetos no Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac). Qualquer projeto poderá se inscrever, independente de sua aprovação na respectiva Lei. Após a etapa de avaliação das propostas pela Comissão de Especialistas, os projetos selecionados que não tiverem sido ainda aprovados no PRONAC serão encaminhados pela Natura ao Ministério da Cultura e serão avaliados em prazo pré-acordado com a empresa. Após sua aprovação, serão julgados na etapa final do Edital Nacional (Comitê Estratégico) e só então terão seu patrocínio efetivado.

A data de divulgação dos resultados finais está prevista para dezembro de 2012. As alterações acontecem em função de um Termo de Cooperação firmado entre a Natura e o Ministério da Cultura, assinado neste mês.

A fim de não prejudicar os projetos já aprovados pelo Ministério da Cultura até o dia 25 de maio e que esperavam receber os recursos até setembro, estes serão avaliados de acordo com as etapas e prazos anteriores.

Bahia - Até 18 de junho estão abertas as inscrições para o Edital Bahia, voltado a projetos do estado. São aceitas propostas em diversos formatos, que tenham a música como foco principal, além de outras propostas multi-áreas como pesquisas, espetáculos cênicos-musicais, livros, documentários e ações educativas.

A íntegra dos editais está disponível aqui.

*Com informações do site da Natura, C&M e do Meio Desligado

Henilton Menezes – A nova lei de incentivo à Cultura

 

O projeto de lei que institui oPrograma Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura – Proculturapretende rever a atual Lei Federal de Incentivo à Cultura, a Lei Rouanet, e melhor equilibrar os mecanismos por ela propostos. De acordo com Henilton Menezes, daSecretaria de Fomento e Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura – Sefic, “o que se quer com a nova lei é consertar as fragilidades que a lei atual tem”.

Atualmente em avaliação na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados, a expectativa do secretário é de que a nova lei seja aprovada entre 2012 e 2013 e possa entrar em vigor, por se tratar de lei de incentivo fiscal, no ano de exercício fiscal seguinte, 2014.

Confira abaixo entrevista com Henilton Menezes, que explicou ao Acesso quais serão as principais alterações nos mecanismos de incentivo à Cultura propostas peloProcultura. Confira também, neste link, apresentação do secretário que aborda a operacionalização do atual mecanismo de incentivo à cultura e o histórico das mudanças no texto do projeto de lei ProCultura.

Acesso – Uma crítica feita à atual lei de incentivo é que a escolha dos projetos que receberão recursos acaba concentrada na mão das empresas. A nova lei busca rever essa situação?

Henilton Menezes ­– Essa é uma prerrogativa do incentivo fiscal. Cada empresa tem a prerrogativa de colocar os seus recursos onde achar que vai ter mais visibilidade, então isso não muda. O incentivo fiscal está calcado nessa hipótese de que a prerrogativa é do empresário. O governo dá o incentivo para o empresário colocar recursos na manifestação ou ação cultural, mas cabe a ele definir isso, não ao Ministério. Isso não muda.

Acesso – Como alcançar, então, os projetos culturais que não se enquadram nessa lógica do empresário?

H. M. ­– A lei atual está montada em um tripé. O primeiro pé é exatamente o incentivo fiscal, no qual há uma lógica desenhada de que o empresário tem a prerrogativa de alocar o recurso do imposto de renda – quer dizer, a gente sabe que é do governo, mas enquanto não vem para o governo é dele. Nessa lógica, o empresário vai colocar o recurso onde ele tem mais interesse. Por exemplo, se o empresário atua no Ceará, e não na Paraíba, ele quer que a marca dele seja exibida no Estado do Ceará. Aí não tem nada de errado se a gente considerar o tripé.

O outro segundo pé é exatamente o Fundo Nacional de Cultura, que foi criado na época, mas ao longo dos anos ficou nanico, ficou sem força. Com o Fundo Nacional, o Ministério teria, teoricamente, a condição de chegar naquelas áreas e naquelas ações em que o empresário não chega ou não quer chegar. São ações importantes para o desenvolvimento da cultura brasileira, mas que o empresário, dentro da lógica dele, não enxerga como uma boa oportunidade. Então, o governo tem o Fundo Nacional para chegar nesses lugares. Quando a gente diz que o investimento do incentivo fiscal está concentrado nos Estados do Rio e de São Paulo – isso é sempre uma pauta da imprensa, está sempre no discurso dos produtores culturais –, isso, na verdade, é um reflexo da concentração do PIB nacional. As empresas estão, em geral, com as suas sedes no Centro-Sul do País. Para fazer uma compensação a essa lógica, eu teria que ter o fundo, então essa é uma fragilidade da atual lei: o fundo não tem oxigênio.

Acesso – A proposta do Fundo Nacional de Cultura, então, não se concretizou?

H. M. ­– Para você ter uma ideia, em 2003, o valor que se tinha para o incentivo fiscal era algo em torno de 300 milhões e o valor que se tinha para o Fundo Nacional era mais ou menos a mesma coisa. Hoje, o valor que eu tenho, que eu opero no incentivo fiscal para 2012, é de 1,6 bilhão e o valor do fundo é de 200 milhões. Não temos políticas compensatórias para essa lógica do empresário, então a questão não é mudar a lógica do empresário, é reforçar a capacidade de um mecanismo compensatório para o Ministério da Cultura. Na nova lei, se pretende reforçar oFundo Nacional de Cultura para que ele seja mais robusto e possa de fato servir como foi criado, por lógica compensatória.

Acesso – Como será feito esse reforço?

H. M. ­– Na nova proposta, pretendemos vincular um percentual do Imposto de Renda dos empresários para doação ao fundo. Estão sendo mantidos os mesmos 4% para o empresário optar nos seus investimentos, mas estamos propondo que mais 2% seja voltado para o Fundo Nacional de Cultura. Imaginando que a lei futura estivesse em vigor, eu teria um orçamento de incentivo fiscal de 1,6 bilhão e um fundo de 1,2 bilhão. Assim, equilibramos melhor essas duas forças, esses dois mecanismos.

Acesso – E qual é o terceiro pé do tripé mencionado anteriormente?

H. M. ­– O terceiro pé é o Fundo de Investimento, que também foram criados pela lei de incentivo atual, só que nunca saíram do papel porque foram criados sem nenhuma atratividade para os investidores. O Fundo de Investimento funcionaria como um banco, no qual as ações que são lucrativas, que são comercialmente viáveis – por exemplo, um show da Daniela Mercury ou do Chico Buarque, um espetáculo musical de grande envergadura –, no lugar de usarem o incentivo ou o Fundo Nacional, usariam o Fundo de Investimento. O produtor desses eventos que são economicamente viáveis pode ir no fundo buscar o dinheiro, faz o empreendimento e depois devolve o dinheiro ao fundo.

Acesso – A fragilidade da lei atual, então, é o fato de dois dos três mecanismos previstos não estarem funcionando como o previsto?

H. M. ­– Esse tripé que foi criado pela Lei Rouanet ficou manco, porque somente o incentivo está funcionando de forma plena. Resultado: todo mundo vai buscar no incentivo aquilo que não consegue achar nem no Fundo Nacional de Cultura nem noFundo de Investimento. Na nova lei, tentamos equalizar novamente esse tripé para ter ações que são da lógica do empresário, em que o empresário vai querer colocar a sua marca; ações que o empresário não enxerga, mas para as quais o Fundo Nacional de Cultura pode cumprir o seu papel a fundo perdido; e ações que são absolutamente lucrativas, economicamente viáveis, que podem ir para o Fundo de Investimento.

Acesso – E como são distribuídos os recursos do Fundo Nacional de Cultura?

H. M. ­– A distribuição dos recursos do fundo é feita a partir das reuniões ordinárias da Comissão Nacional do Fundo Nacional da Cultura, que é uma comissão interna composta por todos os gestores do Ministério. Essa divisão tem um regimento. Por exemplo, 30% desse valor deverá ser repassado a Estados e municípios; 40% terá que ser distribuído via editais públicos – você tem que ter editais lançados no país todo;  e os outros 30% vão para os projetos prioritários do Ministério da Cultura, que têm com aderência à política nacional e ao Plano Nacional de Cultura. A divisão é feita e é discutida dentro dessa comissão, que se reúne três vezes ao ano,  faz avaliações e o fechamento do fundo.

Acesso – A nova lei pretende também rever a forma como são tratados os projetos de acordo com seus segmentos?

H. M. ­– Uma das mudanças também muito importantes que está se propondo é a possibilidade de ter um mecanismo que enxergue ações diferentes de forma diferente. Hoje, a lei é muito blindada. Quando foi criada, gerou o que eu costumo chamar de caixinhas. Por exemplo, se um proponente traz um projeto para um espetáculo com um quarteto de cordas na sala São Paulo, isso é classificado como música erudita. Se um outro proponente apresentar uma proposta de um quarteto de rabecas tocando no interior de Pernambuco, ele vai cair na mesma caixa, que é música instrumental. Música erudita ou instrumental estão juntas na mesma caixa. Resultado: na atual lei, tenho que tratar essas duas coisas, que são completamente diferentes, de forma igual; a lei não enxerga a diferença entre as ações. Então, a gente tem que dar o mesmo benefício para os dois casos. Com a nova lei, eliminamos a questão das caixinhas e passamos a classificar esses projetos de acordo com suas próprias características.

Acesso – Os projetos passam a ser avaliados de acordo com suas características e necessidades específicas?

H. M. ­–  Claro, são ações completamente diferentes. Essa mudança tem a ver também com aquela história do Circo de Soleil: Por que o Circo de Soleil utiliza lei de incentivo fiscal ou pode utilizar lei de incentivo fiscal? Porque, para a atual lei, ele é classificado como circo. E circo, segundo a lei, tem um tratamento igual, pode ser oCirco de Soleil, pode ser o circo do interior da Paraíba. A lei não consegue, no desenho atual, ver essas duas coisas de forma diferente. Na nova lei, no lugar de classificar somente pelo segmento, vamos poder verificar se o ingresso é gratuito; se o evento acontece em uma região remota do País; se promove a formação de novos artistas. Tem uma série de características que poderemos examinar, dar uma pontuação para a proposta e, a partir da pontuação, definir quanto ele vai receber de incentivo fiscal.

Fonte: Bernardo Vianna / blog Acesso / C&M

42ª edição do Salão de Artes Visuais da Galeria Ibeu

Felipe Fernandes (divulgação)Quinta-feira, 12jul2012 às 20h, inauguração da 42ª edição do Salão de Artes Visuais da Galeria Ibeu. O curador selecionou 22 artistas e destaca que "o projeto tem como grande característica a heterogeneidade de seu conjunto".

Salão de Artes Visuais Novíssimos 2012


Alex Topini, Alexandre Hypólito, Alexandre Rangel, ana carolina druwe, Arthur Arnold, Bete Esteves, Elen Gruber, Fabiano Devide, Felipe Fernandes, Felippe Moraes, Jonas Arrabal, Luane Aires, Lucas Osorio, Maikel da Maia, MÃE DUCHAMPA, Moisés Crivelaro, Nena Balthar, Paul Setúbal, Paula Scamparini, Pedro Moraes, Pedro Victor Brandão e Sofia Caesar

lançamento_ 12/07/2012, quinta-feira, 20h
exposição_ 13/07/2012 a 10/08/2012 

Bernardo Mosqueira: “(...) o grupo selecionado nesta edição do projeto tem como grande característica a heterogeneidade de seu conjunto. Rejeitando o naturalizado caminho curatorial da imposição de injustas amarras teóricas sobre um grupo tão diverso, optou-se pela justaposição (por vezes conflitante e por vezes ressonante) das produções individuais. (...) Posicionamentos opostos ou recorrentes poderão ser revelados por sua visita e/ou leitura atentas.”

segmento_ vídeo, pintura, objeto, instalação, fotografia, desenho

local_
Centro Cultural IBEU-Rio
Av. N. S. de Copacabana 690 2º andar - Copacabana
Rio de Janeiro / Rio de Janeiro / Brasil
55-21-3816-9473
galeria@ibeu.org.br
http://ibeugaleria.blogspot.com

horários_
Segunda a sexta, 13-19h

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Canal Contemporâneo

Prêmio UFF de Literatura

Abertas inscrições para o Prêmio UFF de Literatura nas categorias conto, crônica e poesia sobre o tema: o contador de histórias. Participe! Até 15 de agosto.

São Paulo sedia seminário de gestão e curadoria em dança

 

 

De 10 a 12 de julho, o Centro Cultural Rio Verde, em São Paulo, vai sediar o Seminário Gestão e Curadoria em Dança, Lá em Casa, realizado pela Acervo Mariposas, videoteca especializada em dança, que gerencia o acesso gratuito de vídeos digitalizados para o público.

O encontro vai reunir gestores, curadores e artistas para debater os modos de produção, difusão e circulação num ambiente intimista. Serão mais de 23 convidados brasileiros e da América Latina, entre eles: André Martinez, Constanza Cordobez (Chile), Santiago Turenne (Montevideo), Jaqueline Vasconcellos e Nirvana Marinho.

O evento deve marcar também o estabelecimento da Rede Octopus, que reúne instituições culturais de países da América Latina para criar ações de intercâmbio de acervos de dança.

As inscrições podem ser feitas por aqui.

 

Fonte UIA , C&M

4ª Mostra Nacional de Produção Audiovisual Independente

image O MMA já está recebendo vídeos de todo o Brasil sobre a temática socioambiental para compor a 4ª Mostra Nacional de Produção Audiovisual Independente – Circuito Tela Verde. Os vídeos podem ser curtas, vinhetas, animações, produzidos com os mais diversos recursos, desde filmadoras, câmeras de celular, câmeras digital ou qualquer outro material que capture imagem e som. Informações: http://telaverde.ambientedigital.org/

Chamada para envio dos vídeos- Prazo Prorrogado

Publicado em 23 de maio de 2012 por taric

O MMA já está recebendo vídeos de todo o Brasil sobre a temática socioambiental para compor a 4ª Mostra Nacional de Produção Audiovisual Independente – Circuito Tela Verde.

O objetivo da Mostra é divulgar e estimular atividades de educação ambiental, participação e mobilização social por meio da produção independente audiovisual, bem como atender a demanda de espaços educadores por materiais pedagógicos multimídias.

Os vídeos podem ser curtas, vinhetas, animações, produzidos com os mais diversos recursos, desde filmadoras, câmeras de celular, câmeras digital ou qualquer outro material que capture imagem e som.

Esse ano os produtores dos vídeos deverão enviar também um Plano de Orientação para utilização dos vídeos. O plano deve conter o relato sucinto de como o vídeo foi produzido, quais as questões centrais abordadas e qual o público pretendido. O Plano de Orientação é uma novidade do CTV 4 e destina-se a subsidiar a preparação da Mostra e os debates pelos espaços exibidores, bem como divulgar a metodologia de produção dos vídeos, com vista a valorizar o caráter pedagógico da produção e incentivar outros realizadores.

PASSO A PASSO PARA O ENVIO DE VÍDEOS

1- Preencha, assine e reconheça firma no Termo de Cessão de  Direitos disponível nos links abaixo:

Documento para pessoa física ou Documento para pessoa jurídica

2 – Encaminhe o vídeo e o termo de cessão de direitos para o endereço abaixo até o dia 03de agosto de 2012.

Departamento de Educação Ambiental – 4º Circuito Tela Verde Esplanada dos Ministérios, Bloco B 9º andar, sala 953. Ministério do Meio Ambiente – MMA CEP: 70.068-901 Brasília-DF

3 – Preencha as informações técnicas sobre o vídeo AQUI

4 – Preencha  o Plano de Orientação AQUI

LEIA COM ATENÇÃO:

a) Não haverá premiação, patrocínio, tampouco pagamento para os vídeos produzidos ou selecionados;

b)  Podem encaminhar material para a Mostra: escolas, redes de meio ambiente e educação ambiental, estruturas educadoras, sociedade civil organizada, comunidades, produtoras e afins;

C) Os vídeos devem ser encaminhados em formato DVD (.VOB)

D) Os critérios eliminatórios na seleção dos vídeos são:

  • Ausência de Termo de Cessão de direitos;
  • Conter propaganda comercial, eleitoral e empresarial;
  • Teor inadequado a qualquer faixa etária;
  • Possuir conteúdo ofensivo, agressivo ou que atente contra terceiros;
  • Ausência de relação com a Temática socioambiental;
  • Ausência de Ficha Técnica;
  • Ausência de Plano de Orientação.

Publicado em audiovisual, edital, educação ambiental, educomunicacao, meio ambiente, multimidia, tela verde |Deixar um comentário

Novas Informações sobre o Circuito Tela Verde III

SPTuris apresenta projetos para aprimorar o turismo da cidade

 

A Prefeitura de São Paulo e a empresa municipal de turismo e eventos SPTuris apresentaram, nesta quarta-feira (4/7), os novos projetos para o crescimento do turismo na cidade, além dos indicadores da atividade turística de janeiro a maio deste ano. Participaram do evento o prefeito Gilberto Kassab e o presidente da SPTuris, Marcelo Rehder, que apresentou as quatro novas ações da empresa municipal.

As iniciativas visam a fortalecer a marca São Paulo, lançada em dezembro do ano passado, e sua tag line, “Viva Tudo Isso”. “A ideia é mostrarmos que São Paulo é uma metrópole criativa e multifacetada. E, para isso, estamos estabelecendo pontos de contato com todos os públicos – moradores, visitantes próximos, estrangeiros e parceiros –, buscando reforçar essa mensagem”, explicou o presidente da SPTuris.

“Roteiros Temáticos” oferece nove mini guias que indicam trajetos pela cidade com temas específicos: Arquitetura pelo Centro Histórico, Cultura Afro, Arte Urbana, Cidade Criativa, Ecorrural, Independência do Brasil, Café, Futebol e Mirantes. Eles serão distribuídos nas Centrais de Informação Turística (CITs) espalhadas pela cidade e terão opção de audioguias e audiodescrição.

O “Guia São Paulo Ponto a Ponto” vai traduzir para os visitantes como utilizar o transporte público para conhecer cerca de 220 atrativos turísticos. Já o “Viva Tudo Isso – Realidade Virtual” mostrará pontos da cidade através de vídeos.

Por fim, o “Tour 360º” vai permitir que o turista conheça e explore 75 atrativos da capital paulista, navegando em imagens de alta qualidade em 360 graus pelo site www.cidadedesaopaulo.com.

De acordo com a SP Turis, os projetos estão em andamento e devem começar a ser lançados a partir deste mês de julho.

Turismo - Durante o evento, Rehder também apresentou os principais índices da atividade turística na cidade, apurados pelo Observatório do Turismo, núcleo de pesquisas da SPTuris.

Entre os indicadores está a taxa de ocupação dos hotéis, que no período de janeiro a maio deste ano ficou em 64,81%. Em comparação com o ano de 2005, início da gestão, o crescimento foi de 21,1%.

O total da arrecadação de Imposto Sobre Serviços (ISS) com o grupo 13 – considerado o do turismo por conter gastos com pacotes turísticos, eventos e hospedagem – também foi apresentado. Nos cinco primeiros meses do ano, o índice chegou a R$ 95,1 milhões, 182,19% a mais do que no mesmo período de 2005. Em maio, a arrecadação foi de R$ 18,9 milhões, um recorde para o mês.

*Com informações do site da SPTuris e C&M

Pinacoteca e Prefeitura de SP criam projeto para moradores de rua

 

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A Pinacoteca do Estado de São Paulo, por meio do Programa de Inclusão Sociocultural (PISC), e a Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS), fecharam parceria para oferecer a técnicos de 46 entidades de apoio a moradores de rua uma série de encontros sobre o uso do patrimônio e da arte.

Ao todo, o projeto beneficiará cerca de oito mil pessoas. O objetivo é dar subsídios para que os técnicos e gerentes das organizações sociais possam elaborar projetos socioeducativos em arte e cultura voltados para inclusão sociocultural dos grupos que atendem.

Para iniciar a formação, serão realizados cinco encontros para cada grupo, nos quais serão abordados temas como a educação patrimonial e cultura material, aspectos da leitura de imagens, identidades culturais e pessoais, uso de recursos educativos e construção de projetos socioeducativos. No último encontro serão apresentados os pré-projetos elaborados por cada entidade participante.

Após sua aprovação e implantação, o projeto contará com o acompanhamento dos técnicos e supervisores dos equipamentos sociais de cada área e contará com o apoio da equipe PISC.

Sesc-SP promove encontro internacional de formação em gestão cultural

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O Sesc São Paulo promove, entre os dias 1 e 3 de agosto, o Encontro Internacional – Formação em Gestão Cultural, que vai reunir representantes de universidades e instituições de diversos países da América Latina e Europa para discutir o panorama do ensino especializado para a área.

Estarão presentes no encontro o espanhol Alfons Martinell Sempere, os brasileiros Carlos Eduardo Sarmento e Teixeira Coelho e a argentina Ursula Rucker, entre outros nomes envolvidos com o tema.

O evento também marca o início dos trabalhos do Centro de Pesquisa e Formação do Sesc-SP, que tem como principal intenção promover ações de formação, estudos, pesquisas, metodologias de trabalho e informação, assim como discussões de temas ligados à cultura e à arte, com ênfase na gestão e na mediação culturais.

Mais informações sobre inscrições e programação estão disponíveis aqui.

*Com informações da Agência Estado e do site do Sesc-SP

Comissão do Senado aprova criação do Bolsa-artista

A Comissão de Educação e Cultura do Senado aprovou nesta quarta-feira (4/7) o PLS 404/11, que estabelece o Bolsa-artista, programa de incentivo ao aprimoramento de artistas amadores e profissionais.

A proposta do senador Inácio Arruda (PCdoB-CE) visa conceder ajuda financeira, bancada pelo Ministério da Cultura, para a formação profissional em áreas como artes literárias, musicais, cênicas, visuais e audiovisuais.

A concessão avaliará princípios como valorização da diversidade de estilos, gêneros e linguagens artísticas, ênfase no pluralismo de ideias e preservação da diversidade cultural brasileira.

Para ser beneficiado, o artista deverá possuir idade mínima de 14 anos. Se menor de 18 anos, deverá estar matriculado em instituição de ensino pública ou privada. O projeto, relatado por Lídice da Mata (PSB-BA), foi aprovado com abstenção de Ana Rita (PT-ES).

Agora, o texto deve seguir para a Câmara dos Deputados, se não houver recurso para votação em Plenário.

*Com informações da Agência Senado e C&M

Pernambuco vai ganhar acervo de sua produção audiovisual

 

 

A produção cinematográfica realizada em Pernambuco, desde a década de 1920 até os dias atuais, vai ganhar um acervo com mais de 400 filmes e informações sobre profissionais e empresas do audiovisual do estado. O portal Cinema Pernambucano, iniciativa das produtoras Germana Pereira e Isabela Cribari, será lançado durante o Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), que acontece de 12 a 17 de julho.

A plataforma de acesso gratuito vai disponibilizar informações sobre cursos, festivais, cineclubes, salas de cinema, concursos e editais, além de permitir que os usuários pesquisem teses e dissertações, títulos, sinopses e fichas técnicas e vejam fotos e making ofs de filmes.

O objetivo é que o portal se torne uma ferramenta colaborativa, construída ininterruptamente. A expectativa das idealizadoras é, já no ano que vem, realizar cursos e oficinas de audiovisual online gratuitos e, em seguida, abrir espaço para colunistas semanais e notícias.

O site tem incentivo do Funcultura Audiovisual, da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Secretaria de Cultura de Pernambuco.

*Com informações do G1 e C&M

Comissão do Senado aprova projeto que reconhece profissão de compositor

 

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado aprovou nesta quarta-feira (4/7) projeto de lei que reconhece a atividade de compositor como profissão artística. Como os senadores acolheram substitutivo ao projeto (PLS 563/2009), o texto será submetido a turno suplementar de votação.

Pela proposta aprovada, é considerado compositor “o autor de obras musicais, com ou sem letra, expressas por qualquer meio ou fixadas em qualquer suporte, tangível ou intangível, conhecido ou que se invente no futuro”.

O projeto original, de autoria da ex-senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN), promovia o reconhecimento da profissão de compositor pela modificação na Lei 3.857/60, que cria a Ordem dos Músicos do Brasil (OMB) e regulamenta a profissão de músico.

O relator na CAS, senador Eduardo Suplicy (PT-SP), considerou mais adequado que a medida constasse de lei específica, conforme substitutivo aprovado quando da tramitação da matéria na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE).

*Com informações da Agência Senado E C&M