Projetos no Paço das Artes - SP

A TEMPORADA DE PROJETOS DO PAÇO DAS ARTES completa dez anos em 2006. Lançando um edital a cada dois anos, agora em sua 6a edição, é conhecida em todo o Brasil por ser um programa que abre espaço para a produção artística emergente e a conseqüente reflexão que a acompanha.

Para o biênio 2007-2008, o programa TEMPORADA DE PROJETOS é realizado pelo Paço das Artes, instituição que mostra e pensa a arte contemporânea através de exposições, cursos, ciclos de debates, palestras, oficinas, publicações e visitas monitoradas, promovendo a integração entre todos os segmentos das artes visuais.

A TEMPORADA DE PROJETOS 2007-2008 realizará 20 (vinte) exposições individuais em espaço coletivo, selecionadas dentre os projetos inscritos.

As inscrições vão de 15 de junho à 09 de agosto. Visite o site www.pacodasartes.sp.gov.br/tempo.htm para maiores informações sobre cronograma, regulamento e envio de projetos.

Paço das Artes
Av. da Universidade, 1 ­ Cidade Universitária
São Paulo-SP ­ CEP 05508-040
(t) 3814 4832 (f) 3815 7904
pacodasartes@pacodasartes.sp.gov.br
http://www.pacodasartes.sp.gov.br

Programação Teatro Fábrica - Nº14 - SP

Teatro Fábrica São Paulo

Rua da Consolação,1.623 - tel. 3255 5922

Estacionamento Conveniado: Rua Pedro Taques, 54

www.fabricasaopaulo.com.br

Ano 2006 - Boletim Nº14

Palestra

Exibição comentada de vídeos com demonstração de exercícios e espetáculos baseados na Biomecânica.

Com Kátia Cípris.

segunda, 20hs

5 de junho

ENTRADA FRANCA

PROGRAMA MUN. DE FOMENTO AO TEATRO PARA A CIDADE DE SÃO PAULO

Estréias 2 de junho

sexta, 21:30hsexta, meia noite

Psicose 4h48

Marcos Damaceno Companhia de Teatro

até 9 de julho

Antunes ou Seis Atrizes em Busca de uma Personagem Principal

Dir. Bruno Guida

até 1 de julho

Perguntas ou comentários?

Envie um e-mail para mailto:teatro@fabricasaopaulo.com.br?subject=boletim

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de 4 a 25 de julho - Ballet Sopro - Estréia - Ilúmina - SP

Ballet Sopro - Estréia

Ilúmina

4 a 25 de julho

Agora, somente agora, que me ausento do meu próprio corpo por um instante de reflexão, vejo o quanto de ti, e dos outros, e da infância esquecida nos quintais, permanece em mim; ou será que passa por mim tão rápido o tempo que eu nem se quer noto seu movimento?

A CIA.BALLET SOPRO apresenta espetáculos de dança que seguem um estilo-técnico contemporâneo definido, mesclando nos limites da dança, teatro e poesia, formando um híbrido na arte, que é a característica básica dos alicerces da miscigenação da cultura brasileira.

Utilizando uma movimentação de alto nível técnico e artístico, o BALLET SOPRO, apresenta mensagens relacionadas a temas cotidianos e universais, trabalhando com os mesmos de forma leve, bem humorada e com uma dose de intelectualismo. Essa característica do trabalho possibilita a relação direta e a identificação do público para com a obra, proporcionando também a esta mais uma forma de se auto conhecer, pensar, formar opiniões e, sobretudo, encontrar bem estar emocional e entretenimento. O objetivo do BALLET SOPRO é propagar a dança e suas tendências, afim de que a cultura seja apresentada para a população, assimilada de uma maneira relevante, alem de tornar-se acessível à maioria.

FICHA TÉCNICA

Ficha técnica / Ballet Sopro

Direção geral: Roberto Amorim e Tatiana Portella

Coreografia: Roberto Amorim

Assistente de coreografia: Tatiana Portella

Composição Musical: André Arthur Merthon Ferreira

Texto: Flávia Lucatto

Figurinista: Anelisa Cavamura

Operador de som e luz: José Luiz

Cenotécnica: Paulo Cuzato, Alcidina Portella

 Professor de ballet: Yoko Okada
Dança Contemporânea:  Roberto Amorim
Fotógrafos: Arnaldo Torres, Silvia Machado e Lucio Mattos 
Marketing: Massaini cultural
 
Bailarinos:

Andersom Bargo

Daniele Marin

Fabriza Monteiro

Jaildo Santiago

Marcio Dantas

Roberto Amorim

Tatiana Portella

Serviço:

Ilúmina

4 a 25 de julho

Terças, às 21h

Duração: 50'

Livre

Preço: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)

Teatro Fábrica São Paulo – sala1

134 lugares

Acesso para deficientes

Rua da Consolação 1623

Estacionamento conveniado R$8,00

Informações: Tel.: 3255-5922

Reservas pelo site http://www.fabricasaopaulo.com.br/

Assessoria de Imprensa: Julianna Santos

(11) 32140339/91002540

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A Guerra dos Caloteiros - SP

A Guerra dos Caloteiros

Companhia Ocamorana de Pesquisas Teatrais

09 de junho a 30 de Julho

Teatro Fábrica São Paulo

A Guerra dos Caloteiros trata das invasões holandesas no nordeste brasileiro no século XVII. Um período de grandes mudanças sociais e políticas: o mundo havia "crescido" com os descobrimentos. Os europeus cansados de brigas internas se voltam para fora do continente e, por conta disto, a burguesia abre seus olhos para as possibilidades comerciais que se espalham pelo mundo.

A Companhia das Índias Ocidentais ("multinacional" holandesa) resolve investir massivamente em um novo e lucrativo produto, o açúcar, e procura um sócio (Portugal) que possua terras (Brasil), para poder plantar a matéria-prima asiática (cana-de-açúcar) que é manufaturada em pães de açúcar por escravos (negros africanos) e por técnicos (europeus).

O enredo se desenvolve mostrando como os conflitos europeus são exportados para a recém formada colônia, através dos conflitos de interesses de vários grupos (Holandeses X Portugueses, Brancos X Negros, Católicos X Calvinistas, Senhores de Engenho X Investidores) e como este processo determina o modo de vida da população colonial e de sua classe dominante, definindo a formação da sociedade brasileira contemporânea. O protagonista de texto é a História, uma historia que não nos foi bem contada, e que ainda não acabou.

Através da encenação, o público pode refletir sobre a história como um instrumento para entender o presente.

O PRIMEIRO DE UMA TRILOGIA

A Companhia Ocamorana surgiu da necessidade de retomar experiências vividas por alguns de seus componentes que partilhavam da mesma proposta de uma investigação de linguagem teatral ligada ao teatro dialético.

O primeiro trabalho nesta retomada foi a encena A Máquina de Somar (The Adding Machine), de Elmer Rice, tradução de Iná Camargo Costa e Márcio Boaro, um dos raros exemplos do expressionismo americano, até então desconhecido no Brasil, com direção de Alexandre Mate. Uma segunda montagem desenvolvida durante o projeto de ocupação do Teatro Alfredo Mesquita com direção de Alexandre Mate e Márcio Boaro.

Durante o período de ocupação do Teatro de Arena Eugênio Kusnet, a Cia fez um resgate crítico de um dos capítulos mais conseqüentes, no sentido político, da história do teatro brasileiro, iniciando o trabalho com As Aventuras e Desventuras de Maria Malazartes Durante a Construção da Grande Pirâmide, texto e direção de Chico de Assis, texto até então inédito, censurado pela ditadura militar.

Após a saída da ocupação do teatro de Arena, a Cia aprofundou em estudos sobre o foco narrativo, tendo como um dos resultados a leitura pública de uma obra de Osman Lins.

Como no Brasil não há tradição de uma dramaturgia de resgate histórico, a Companhia Ocamorana faz sua primeira incursão em uma dramaturgia própria baseada na história brasileira, optando pelo Brasil Colônia. A pesquisa sobre este período, resultou em uma trilogia: "A Guerra da Libertação Divina". "A Guerra dos Caloteiros" é a primeira peça e reproduz uma imagem do mundo capitalista globalizado. A segunda peça será "Grandes Empreendimentos, Pequenos Negócios", que discutirá sobre os pequenos negociantes e a luta pela sobrevivência, uma versão local da "Mãe Coragem" de Brecht. A terceira, "Fábrica de Mitologia", examinará processos de invenções de heróis para a história oficial brasileira.

FICHA TÉCNICA

Texto: Iná Camargo Costa e Márcio Boaro

Direção: Márcio Boaro

Elenco:Benito Carmona,Clóvis Gonçalves,Maria Tendlau, Mônica Raphael e Paulo Barcellos.

Criação musical e execução: Bruno Boaro e Henrique Genereze

Cenógrafo e cenotecnico: Antonio Marciano

Figurino: Cláudia Shapira

Iluminação e operação de luz: Rogério Marciano

Programação visual: Toni D'Agostinho

Produção geral: Mônica Raphael

Site: http://www.ocamorana.com.br/

SERVIÇO:

A Guerra dos Caloteiros

09 de junho a 30 de Julho

SEXTAS E SÁBADOS às 21:30

DOMINGOS às 20:30

Duração: 1h e 30 min

indicação: 14 anos

Ingresso: R$ 20,00 (R$ 10,00 meia-entrada para estudantes, idosos).

Teatro Fábrica São Paulo – sala 2

80 lugares

Rua da Consolação 1623

Estacionamento conveniado R$8,00

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Governo quer criar "vale-cultura"




Governo quer criar "vale-cultura"

01/06/2006 - 12h03 - Tribuna ON-Line

Terra

O Governo Federal pode aprovar ainda este mês projeto que prevê um incentivo cultural à população com renda de até R$ 1,5 mil.

O vale-cultura, de autoria deputado Jorge Bittar (PT-RJ), daria aos trabalhadores a possibilidade de freqüentar eventos culturais como cinema, teatro e shows musicais. O vale funcionaria como os atuais vale-refeição ou vale-transporte.

Cerca de 116 milhões de pessoas (34 milhões de assalariados e seus 82 milhões de dependentes) seriam beneficiadas pelo projeto, a maioria das classes C e D.

A idéia tem o apoio dos ministros do Trabalho, Luis Marinho, e da Cultura, Gilberto Gil. Está em andamento um estudo para avaliar os impactos fiscais da medida, já que as empresas que aderirem ao projeto teriam reduções no Imposto de Renda.

http://www.tribunadonorte.com.br/unoticia.php?id=11843

A implantação do projeto, que necessita apenas da assinatura do Presidente, promoverá o renascimento de salas de cinema, teatro, música e livrarias nas áreas populares, além da ampliação das já existentes nas áreas nobres das cidades.


Wellington Rodrigues Costa

Alto-Falante- Estréia no TJB - SP

Alto-Falante

ESTRÉIA 31 de maio

Esposa e amante do mesmo homem, Nelson. Ele morre misteriosamente e deixa
uma única casa como herança, onde mulher e amante passam a viver juntas,
partilhando dores, aflições enquanto investigam a "causa mortis" do
falecido.
Gênero: Drama
Elenco: Beliza Trindade e Juliana Aguiar
Dramaturgia: Cia La Rô
Direção: Lena Roque
Duração: 60 minutos
Quarta-feira às 21 horas
Recomendação: 14 anos
Até 28 de junho

SERVIÇO
Teatro Julia Bergmann
Rua Cruzeiro, 256 - Barra Funda
Fone: (11) 3392 4240
Estacionamento: 5 reais
Reservas por telefone
Ingresso: 14 reais (inteira) e 7 reais (meia)
Acesso para deficientes


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Programação Teatro Fábrica - Nº13 - SP

Teatro Fábrica São Paulo

Rua da Consolação,1.623 - tel. 3255 5922

Estacionamento Conveniado: Rua Pedro Taques, 54

www.fabricasaopaulo.com.br

Ano 2006 - Boletim Nº13

Estréias
quarta, 21hsexta, meia noitesexta, 21:30h

Oito

Núcleo 53

31 de maio a

15 de junho

Antunes ou Seis Atrizes em Busca de uma Personagem Principal

Dir. Bruno Guida

2 de junho a

1 de julho

Psicose 4h48

Marcos Damaceno Companhia de Teatro

2 de junho a

9 de julho

Espetáculos em Cartaz

Memória das Coisas

Fraternal Cia. de Arte e Malas-Artes

sáb, 19h e dom, 18h

até 1 de outubro

mais...

------------

Na Pele de Josef K ÚLTIMA

Cia. de Teatro em Quadrinhos SEMANA

sex e sáb, 21:30h ------------

dom, 20:30h

até 4 de junho

mais...

Fragmentos de uma Carta aos Anfíbios

Obara - Grupo de Pesquisa e Criação

ter, 21h

até 25 de junho

mais...

Espetáculos Infantis

A Incrível Viagem

Cia. Teatral Hystriões

sáb e dom, 16h

até 25 de junho

mais...

Oficinas

Oficina Livre de Teatro Edgar Castro mais...

Oficina de Dança (Cunningham) Gícia Amorim mais...

Oficina Espaços Alternativos Mariana Senne mais...

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Arte, Mito e Rito no Século XX - SP

Ciclo de Palestras

Um olhar sobre a arte moderna e contemporânea - Novas Pesquisas / Novas Leituras

Arte, Mito e Rito no Século XX

Verônica Stigger

Doutora em Ciências da Comunicação (Teoria e Crítica da Arte) pela ECA-USP

25/5, 1/6, 8/6 e 22/6 – 14 às 17 horas

A relação entre arte, mito e rito tem-se mostrado tão constante e fundamental quanto a relação entre arte e realidade. O curso pretende analisar de que maneira as conexões entre estes três modos de produção simbólica – a arte, o mito e o rito – se renovaram no século XX, estudando a dimensão mítica nas obras de Piet Mondrian e Kasimir Malevitch e a dimensão ritual nos trabalhos de Kurt Schwitters e Marcel Duchamp.

Programa

§ 25 de maio

A relação entre arte, mito e rito na modernidade: o mito como motivo de representação. Do primitivismo em Gauguin à mitologia greco-romana em Picasso

§ 1º de junho

A relação entre arte, mito e rito no início do século XX: o mito como forma. Mondrian e Malevitch e a dimensão mítica

§ 8 de junho

O rito como forma: Schwitters e a dimensão ritual

§ 22 de junho

O rito como forma: Duchamp e a dimensão ritual

Local

MAC Cidade Universitária

Rua da Reitoria, 160

R$ 20,00

Informações e inscrições

(11) 3091.3559 - infomac@usp.br

www.macvirtual.usp.br

Fraternal estréia Memoria das Coisas - Teatro SP


Memória das Coisas

O novo trabalho da Fraternal

De 13 de maio a 01 de outubro

Teatro Fábrica São Paulo

Após fechar o ciclo dos Autos Festivos com a trilogia sacro-profana: “Sacra Folia”, “Auto da Paixão e da Alegria” e “Eh, Turtuvia”, a Fraternal volta-se agora para aquele que considera o seu trabalho mais experimental. Trata-se do projeto MEMÓRIA DAS COISAS.

A peça se inicia com um personagem de caráter cômico que tem como função organizar, à vista do público, um pouco à maneira de Pirandello, uma representação teatral. Para isso conta investigar a memória de um homem, de aproximadamente cinqüenta anos, que uma noite, ao passar sob o arco de pedra, assustou-se ao sentir eclodir em sua memória personagens de que não se lembrava. Tais personagens se corporificam cenicamente, narram e vivenciam fragmentos de suas lembranças. Inquirido, o homem nega que tais personagens façam parte de sua vida ao mesmo tempo em que vasculha sua própria memória e revela acontecimentos de sua própria existência. Ao final, há uma contraposição dos personagens da memória do homem com os personagens que pertencem ao arco de pedra. É esse o material que o personagem cômico, como um diretor ao vivo, deve organizar e transformar em espetáculo.

A memória que se agrega aos objetos

Um objeto é mais que um objeto. É também os valores simbólicos e lembranças históricas que as pessoas agregam a ele. Um objeto pode também ser um código de acesso à memória. É nesse sentido – a investigação sobre outros valores que se ocultam nos objetos – que o projeto Memória das Coisas se insere.

Idealizado pela Fraternal Companhia de Arte e Malas-Artes, o projeto dispôs-se a investigar marcos (monumentos, construções, ruínas) presentes na cidade de São Paulo e, a partir deles, reconstruir elementos históricos a ele relacionados e construir uma ficção a partir desses elementos. Para efeito da pesquisa, a importância desses marcos não seria dada pela historiografia oficial, mas pelo testemunho humano que tais marcos poderiam representar. Um muro corroído pelo tempo numa rua do Brás, por exemplo, poderia ter mais importância do que um sobrado do Bom Retiro ou um palacete dos barões do café no Ipiranga, se tal muro tivesse sido “testemunha” de acontecimentos marcantes “greves anarquistas” do início do século XX, dos bombardeios do governo federal na revolução paulista de 1924 ou do movimento migratório, por exemplo, e que possibilitasse, a partir daí, o desenvolvimento da matéria ficcional.

Após pesquisa, a escolha recaiu sobre o arco de pedra situado na Avenida Tiradentes, em São Paulo. É um estranho e imponente objeto que parece deslocado entre as modernas arquiteturas do metrô Tiradentes e instalações bancárias.

O arco foi o pórtico de entrada do antigo presídio Tiradentes, construído em 1852 com o nome de Casa de Correção de São Paulo, a edificação destinada primeiramente à detenção de escravos abrigou presos políticos e presos comuns até sua demolição no início da década de 1970, restante apenas o referido arco de pedra. Ali estiveram presos famosos como Gino Meneghetti, Caio Prado Junior, Monteiro Lobato além de inúmeros detidos pela polícia política na época da guerrilha urbana do final dos anos 1960 e começo dos anos 1970.

Dado à complexidade e extensão de material histórico que o arco de pedra indicava resolveu-se restringir, por um lado, a ação dramática a um curto período, pouco antes da demolição do presídio. Por outro lado, não houve interesse num levantamento histórico dos acontecimentos da época e sim aproveitar personagens baseados na dura realidade do ambiente prisional para a discussão da importância da memória.

Neste trabalho o grupo aprofunda radicalmente o aprimoramento de alguns elementos já buscados em outras montagens como a narrativa épica, a quebra da quarta parede e o uso cênico do espacial. A montagem inclui o público naquilo que chamamos de espaço absoluto, onde atores, cenografia e platéia se misturam formando um grande corpo celebrativo.

Ficha Técnica

Elenco: Aiman Hammoud; Edgar Campos; Mirtes Nogueira e Luti Angelelli

Direção: Ednaldo Freire

Autor: Luís Alberto de Abreu

Cenário, figurinos e adereços: Luiz Augusto dos Santos e Fábio Lusvarghi

Trilha Original: Kalau

Preparação Corporal: Vivien Buckup

Preparação vocal: Carlos Zimbher

SERVIÇO:

Memórias das Coisas

De 13 de maio a 01 de outubro

Sábados 19:00

Domingos 18:00

duração: 100’

indicação: 14 anos

Ingresso: R$ 20,00 (R$ 10,00 meia-entrada para estudantes, idosos).

Teatro Fábrica São Paulo – subsolo

100 lugares

Rua da Consolação 1623

Estacionamento conveniado R$8,00

Reservas e informações: Tel.: 3255-5922 ou pelo site www.fabricasaopaulo.com.br

Assessoria de Imprensa: Julianna Santos

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ou Luciana Tel.: 3255-5922

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Na pele de Josef K - Teatro da Fabrica - SP


Na pele de Josef K

De 12 de maio a 04 de junho

Teatro Fábrica São Paulo

“Na pele de Josef K.” pretende guiar o espectador por uma espécie de viagem ao árido universo de repartições públicas, em busca do que é verdade nesse mundo de contradições.

O personagem inspirado no universo kafkiano, depois de passar meses desempregado, consegue uma vaga em uma empresa. No processo de admissão, uma série de acontecimentos surpreendentes envolve Josef K, fazendo com que ele se perca em meio ao confuso mundo de repartições públicas, de prontuários misteriosos, situações e personagens pitorescas. Ao receber a notícia de que está morto, Josef K. se perde em informações fragmentadas, versões diferentes de um mesmo acontecimento e até mesmo num misterioso crime.

Em cena, quatro atores. Duas mulheres e dois homens jogam com os vários papéis e com os diferentes detalhes e características de cada cena. Os atores se misturam e se multiplicam entre os diversos personagens e assumem identidades sobrepostas. Este recurso, utilizado habilmente, auxilia para o jogo proposto, em que o público se perde em meio à pluralidade de versões sobre o mesmo acontecimento.

O espetáculo se sustenta no jogo dos atores, onde as palavras violentas raramente sustentam ações de brutalidade. A poesia reside no contraste entre ações e palavras. Os gestos se mesclam numa espécie de tensão entre a realidade e as sensações, sempre expressas no corpo e na fala do ator, na iluminação (assinada por Cibele Forjaz) e na trilha sonora de Marcello Pellegrini. Todos os instrumentos do teatro se integram para fazer fluir uma espécie de caleidoscópio no tempo e no espaço.

Como em outros espetáculos, Beth Lopes recorre à linguagem da “quadrinização” das cenas. O corpo do ator no espaço desenha com ações diretas o choque de idéias que compõem as diferentes faces de Josef K. O ritmo e a precisão dos quadrinhos amplia a possibilidade de um espetáculo eletrizante. E as palavras expressam a força das explosões humanas, o humor corrosivo e a intensidade das emoções.

Ficha Técnica

Texto:Luís Cabral

Direção: Beth Lopes

Elenco: Aura Cunha

Eduardo Mossri

Leonardo Moreira

Maria Helena Chira

Cenário: Beth Lopes

Iluminação:Cibele Forjaz

Figurinos:Beth Lopes

Trilha Sonora:Marcelo Pellegrini

Fotos:Bruno Freire

Produção:Cia. de Teatro em Quadrinhos

SERVIÇO:

Na pele de Josef K

De 12 de maio a 04 de junho

SEXTAS E SÁBADOS 21:30

DOMINGOS 20:30

duração: 90 minutos

indicação:12 anos

Ingresso: R$ 20,00 (R$ 10,00 meia-entrada para estudantes, idosos).

Teatro Fábrica São Paulo – Sala 1

134 lugares

Acesso a Deficientes

Rua da Consolação 1623

Estacionamento conveniado R$8,00

Reservas e informações: Tel: 3255-5922 ou pelo site http://www.fabricasaopaulo.com.br/

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