19 Novembro 2009

A CIA. SUÍÇA MUMMENSCHANZ OFERECE WORKSHOP GRATUITO NO FERIADO

 
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Sent: Wednesday, November 18, 2009 11:14 AM
Subject: A CIA. SUÍÇA MUMMENSCHANZ OFERECE WORKSHOP GRATUITO NO FERIADO

 

 

A cia. suíça Mummenschanz oferece workshop gratuito no feriado

No próximo feriado, dia 20/11, o Teatro de Dança recebe um workshop ministrado pelo grupo Mummenschanz, uma inusitada companhia suíça que mistura circo, teatro, fantoches e comedia dell'arte. A oficina será aberta para todas as idades e nela os visitantes aprenderão a criar máscaras com a artista Floriana Frassetto. A oficina terá cerca de 4 horas, sendo a primeira destinada à criação da máscara em materiais levados pela própria Floriana, a segunda e terceira horas para o desenvolvimento de uma animação e a última para apresentação da peça idealizada pelos participantes.

O Mummenschanz tem por objetivo alavancar jovens talentos e em sua última turnê pelo Brasil ensinou os moradores da comunidade da Mangueira, no rio de Janeiro, e de uma comunidade carente em São Paulo a criarem fantasias, máscaras e a estrelar peças cridas por eles mesmos. 

 

Serviço

Dia 20/11, sexta feira, das 10h às 14h

TD - Teatro de Dança - Secretaria de Estado da Cultura

APAA - Associação Paulista dos Amigos da Arte

Avenida Ipiranga, 344 - Subsolo, Edifício Itália - São Paulo, SP, Brasil - Metrô República - Email: info.teatrodedanca@apaa.org.br  Telefone da bilheteria: 2189 2555 /// Informações: 2189 2555 Capacidade: 278 lugares/Ar-condicionado ///Acessibilidade para pessoas com necessidades especiais /// Entrada Franca/// Estacionamento: R$ 15,00 com manobrista /// Bilheteria, abertura: Vendas para o dia do espetáculo - 4ª a domingo, a partir das 14h/// www.teatrodedanca.org.br /// Vendas online www.ingressorapido.com.br

 

 

Juliana Cruz

Canal Aberto Assessoria de Imprensa

Fones: 011 2914 0770/ 3798 9510

Celular: 011 87061195

MSN: julianaecruz@hotmail.com

www.canalaberto.com.br

 

GALERIA OLIDO RECEBE NUCLEARES, DE MARIANA MUNIZ

 

Galeria Olido recebe Nucleares, de Mariana Muniz

Espetáculo baseado em estudo do artista Helio Oiticica

 

 

Foto: Cláudio Gimenez

 

De 19 a 22 de novembro, a Galeria Olido recebe o espetáculo concebido pela atriz e bailarina Mariana Muniz: NUCLEARES, com entrada franca.

O projeto é inspirado no trabalho Núcleos, do artista plástico tropicalista Hélio Oiticica. Na obra original, os núcleos consistem em estruturas de placas de madeira que pendem soltas, geralmente pintadas com cores quentes – laranja, amarelo, vermelho. Estas se prendem a um teto ripado, em posições marcadas e numeradas, como uma planta. Trata-se de uma construção arquitetônica, de diversos níveis. Labirínticos, os núcleos são cavidades ambíguas, cabines que permitem a visão da obra no espaço e no tempo.

 Nucleares é um projeto de dança contemporânea que aborda, através do movimento e da palavra, questões fundamentais da existência humana. Nessa concepção, a trilha sonora, de Ricardo Severo, inova na utilização da guitarra sobreposta a trechos dos textos de H.O., gravados na voz de Mariana Muniz. Aspectos inerentes ao ser humano, como o auto-questionamento, são tratados de forma bastante clara, tais como o medo e a necessidade de correr riscos ou de estar só, no meio da multidão. O rock, segundo o artista plástico Hélio Oiticica, foi a descoberta do corpo, já que é um tipo de música que se dança sozinho e da forma que se desejar.

O samba também foi inserido na trilha e, ainda de acordo com HO, é um ritmo que, diferente do rock, necessita de certa iniciação para ser corretamente compreendido e praticado, devido a sua influência religiosa. O espetáculo pode ser lido, ainda, como um retrato do homem moderno, vivendo em constante movimento e sofrendo com suas  limitações.

De acordo com Tânia Marcondes, figurinista do projeto, os textos falados, que revivem a fala de Hélio Oiticica, são reverberados pelos movimentos do grupo, não no sentido de redundá-los, mas atualizando-os para o momento social que estamos vivendo, fazendo-nos refletir sobre a relação arte e sociedade.

Continuação do projeto iniciado pela Cia. Mariana Muniz de Teatro e Dança,  o trabalho é o passo seguinte ao espetáculo Parangolés (2007/08), que também trouxe para o universo da dança a relação entre palavra e movimento, porém, focalizando o samba como objeto de pesquisa.

Mariana Muniz

Nascida em Pernambuco, Mariana começou seus estudos de dança clássica aos sete anos de idade. Formou-se pela Escola de Danças Clássicas do Teatro Municipal, no Rio de Janeiro, e há 35 anos tem se dedicado ao trabalho com dança contemporânea, tendo participado do Grupo Experimental do Balé da Cidade de São Paulo, criado por Klauss Vianna, entre outras companhias e escolas internacionalmente renomadas, como a Sorbonne, na França. Nos dois últimos anos, a bailarina tem desenvolvido, junto à sua companhia, um trabalho fundamentado nas obras do artista plástico brasileiro, Hélio Oiticica.

 

Hélio Oiticica (1939-1980)

Neto do anarquista, professor e filósofo brasileiro, José Oiticica, Hélio enveredou pelo mundo das artes, se tornando um dos artistas mais revolucionários de seu tempo, atuando como pintor, escultor e artista plástico. Nos anos 60, criou o Parangolé, que chamava de "antiarte por excelência".  A obra consistia numa espécie de capa que só apresentava plenamente seus tons, formas e texturas a partir do movimento de quem o vestia, o que foi considerada uma escultura móvel. Hélio Oiticica foi, também, o criador do termo Tropicália – nome que deu a uma de suas obras -, e ajudou a consolidar a estética do movimento tropicalista na música brasileira entre 1960 e 1970. 

 

Ficha Técnica

CIA. MARIANA MUNIZ DE TEATRO E DANÇA

Concepção, Direção e Coreografia: Mariana Muniz

Assistência de direção e cenografia: Cláudio Gimenez Criadores - intérpretes: Bárbara Faustino, Danielli Mendes, Thais Ushirobira, Thalita Souza,  Ronaldo Silva Participação especial: Mariana Muniz Trilha sonora: Ricardo Severo Iluminação: Domingos Quintiliano Figurinos: Tânia Marcondes Fotografia:  Cláudio Gimenez

Design de Imagens: Osmar Zampieri Aprendizes: Murilo de Paula, Natacha Takahashi , Vanessa Gomsant e Lisane Albertini de Souza Professores Convidados: Carlos Avelino de Arruda Camargo, Toninho Macedo,  Frederico Santiago, Karen Müller Design Gráfico: Paula Viana Assessoria de Imprensa: Canal Aberto Mídias Alternativas (cinemas): Massaini Cultural Produção Executiva: José Renato F. de Almeida

 

 

 

De 19 a 22 de novembro, Quinta a Sábado às 20h00 e Domingo às 19h

Galeria Olido – Sala Paissandu – 136 lugares

Av. São João, 473 – República

Entrada Franca

Tel.: (11) 3397-0171

 

 

Informações para imprensa:

Canal Aberto Assessoria de Imprensa

Márcia Marques - (11) 3798 9510 / 2914 0770 / 9126 0425

www.canalaberto.com.br email: canal.aberto@uol.com.br

 

 

Juliana Cruz

Canal Aberto Assessoria de Imprensa

Fones: 011 2914 0770/ 3798 9510

Celular: 011 87061195

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Dança e artes plásticas compõem novo espetáculo de Dani Lima

 
Teatro Anchieta do SESC Consolação estreia
novo projeto de Dani Lima
 
Pequeno Inventário de Lugares-Comuns

 
Dança e artes plásticas compõem o espetáculo que esteve em cartaz no Rio de Janeiro e tem quatro apresentações em São Paulo a partir do dia 24 de novembro.

 

Novo momento da pesquisa da coreógrafa Dani Lima acerca da poética do cotidiano, Pequeno Inventário de Lugares-Comuns estreia em São Paulo com apresentações nos dias 24 e 25 de novembro e 1 e 2 de dezembro, no Teatro  Anchieta do SESC Consolação.
Pequeno Inventário de Lugares-Comuns
traz a marca do processo colaborativo da coreógrafa em toda sua realização. Dani Lima convidou parceiros de longa data para estarem não apenas no elenco, mas para a criação e o desenvolvimento de todo o projeto. Em cena, além da própria Dani Lima, estão Felipe Rocha, Laura Samy, Paulo Mantuano e Vivian Miller. Os cinco bailarinos investem na construção de movimentos, palavras, sonoridades e imagens para criar um inventário vivo daquilo que passa normalmente despercebido no correr da vida, a 'poética do cotidiano'.
No palco, os intérpretes dançam entre 125 objetos pessoais e intransferíveis, coadjuvantes de toda a encenação. A grande maioria foi trazida de casa ou garimpada em mercados de usados, sob a supervisão do artista plástico João Modé, que assina a 'Ambientação'. Pequeno Inventário dos Lugares-Comuns tem também vídeos de Paola Barreto e Lucas Canavarro.
 
"Este espetáculo dá continuidade à minha pesquisa sobre uma poética do cotidiano. Mas também acho que tem relação com chegar aos 44 anos e refletir sobre estar na metade da vida, se vendo na situação de rever prioridades, de olhar para as práticas ordinárias de todos os dias com o desejo de redescobri-las".
                                                                  
No cenário tem bule azul, cinzeiro de vidro, garrafas PET, aspirador de pó, isqueiro, bolsa térmica, capacete de ciclista, pino de boliche de plástico, esponja de pia. Tem coisa miúda também: um jogo mínimo de porcelana, um urso, dois bombons, fita métrica e até brilhantina. Todos eles passeiam com os bailarinos pelo palco, reconfigurando o espaço da dança e também a percepção habitual que temos destes objetos comuns. A música é processada em cena, por Felipe Rocha, que usa inclusive sons do cotidiano. "O desejo do encontro com profissionais com os quais tenho afinidades para vivenciarmos juntos um processo de criação, me fez convidar esta equipe. Gosto muito de processos colaborativos, de ser levada a perceber novas perspectivas para uma questão no encontro com pessoas que trabalham de formas diferentes ou que vêm de outras áreas, como as artes visuais e o vídeo, por exemplo", observa Dani.
 
Mergulhando no universo das ações e gestos ordinários de todos os dias, Dani Lima desdobra nova fase de sua pesquisa que tem, entre outras referências, a obra do artista plástico francês Christian Boltansky, cuja obra é dedicada às pequenas memórias cotidianas, como os objetos esquecidos numa estação de trem, as imagens de uma família em férias, os nomes de antigos moradores de um prédio demolido.
 
Ficha técnica:
 
Concepção geral: Dani Lima
Criação e Interpretação: Dani Lima, Felipe Rocha, Laura Samy, Paulo Mantuano e Vivian Miller
Ambientação: João Modé
Vídeos: Paola Barreto e Lucas Canavarro
Música: Felipe Rocha
Luz: Renato Machado
Assistência de direção: Alice Ripoll
Dramaturgia desenvolvida em colaboração: Alex Cassal, Alice Ripoll, Dani Lima, Laura Samy, e Vivian Miller
Produção: Tatiana Garcias
 
Imprensa
Segundo Caderno / O Globo / dia 26 de Setembro, sábado
Por Silvia Soter
Não foram poucas as tentativas, ao longo das últimas décadas, na dança e no teatro, de fazer com que a cena não fosse sempre e apenas o lugar do extraordinário. Esse deslocamento tem sido uma importante estratégia artística em muitos campos.  Marcel Duchamp ou ainda, na dança, a geração da Judson Church, foram alguns dos artistas que fizeram avançar esta questão. No entanto, mesmo o que é simples, natural e banal, ganha um outro status quando ocupa a cena. A peça "Pequeno inventário de lugares-comuns", projeto concebido pela coreógrafa Dani Lima, tem aí o seu maior desafio.  Dani e mais quatro artistas, em processo de colaboração, trazem o foco justamente para aquilo que passa desapercebido no cotidiano.
A ambientação criada pelo artista plástico João Modé reforça a posição de fronteira entre espetáculo e instalação. Embalagens, peças de roupa, brinquedos, alimentos, utensílios domésticos, móveis e outros, estão dispostos em cena, formando um conjunto de 125 objetos pessoais e de uso cotidiano. Os vídeos de Paola Barreto e Lucas Canavarro trazem ainda imagens do dia-a-dia de uma casa.
De início, Dani Lima, Laura Samy, Vivian Miller, Felipe Rocha e Paulo Mantuano manipulam estes objetos, deslocando-os, rearranjando-os, combinando-os a partir de critérios diversos. Diante dos olhos do público, a composição realizada pelos artistas, ainda que breve, promove associações de ideias e produz novos sentidos para os objetos. O nonsense acaba por se transformar em sentido. Ao mesmo tempo, dá o tom do estado necessário para se entregar a essa peça. A projeção da combinação de objetos em pares é um achado. Um pouco à maneira das crianças que transformam pedrinhas em brinquedo, essa cena amplia, de fato, a visão sobre o pequeno e mostra a poesia do simples. 
A dança propriamente dita surge em duos e solos e tem também no cotidiano sua fonte. A tentativa de integrar a dança à malha dos objetos é visível. Neste caso, integrá-la é não dar a ela destaque demais, é buscar um equilíbrio de valor entre a dança e os outros elementos da peça. São nos solos de Felipe Rocha, de Dani Lima, de Laura Samy e no duo das últimas, que a justa medida entre gesto e dança se realiza, já que a coreografia  torna-se mais interessante quando consegue partir da gestual sem chegar em seu limite mais abstrato. Já os duos de Paulo Mantuano e Vivian Miller, muitas vezes, possuem um registro distinto de toda a peça.  A dança, neste caso, parece descolada do ritmo e do conjunto objetos-gestos-imagens.
Ainda que, em cena, quase nunca se consiga escapar de transformar qualquer coisa em algo extra-ordinário, "Pequeno inventário de lugares-comuns" dá conta de tratar do que pretende com muita poesia e delicadeza. Traz para o centro a vida como John Lennon um dia sugeriu: como aquilo que acontece quando estamos fazendo planos.
 
Serviço:
 
Dia / horário: Dias 24, 25/11, 1 e 2/12, Terças e Quartas, às 21h. Duração: 70 minutos
Local: Teatro SESC Anchieta

Preço venda: R$ 10,00 (inteira); R$ 5,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 2,50 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
Recomendação etária: 12 anos
 
Teatro Anchieta do SESC Consolação
Rua Dr. Vila Nova, 245
Tel: 3234-3000
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Assessoria de Imprensa SESC Consolação e Teatro Anchieta
Rita Solimeo Marin – Tel: 3234-3043
 
CURRÍCULOS
Paulo Manutano
Formado em Dança Contemporânea pelo Centro de Estudos em Arte Angel Viana (1990) e em Fisioterapia pelo IBMR (1992), foi bailarino da Companhia Aérea de Dança (1988 – 1990) e de Companhia de Danças Deborah Colker (1994 – 1998). Desde 1999 tem sua própria companhia, tendo criado vários espetáculos e performances. Também trabalha como professor universitário (Faculdade Angel Viana/ UniverCidade-RJ), em coreografias para Escolas de samba desde 2003 (Mocidade Independente de Padre Miguel/ Caprichosos de Pilares)  e para peças de teatro e circo (Intrépida Trupe). Desde março de 2009 está colaborando com Dani Lima no projeto "Pequeno inventário de lugares-comuns".
 
Vivian Miller
Vivian Miller nasceu em 1976 no Rio de Janeiro, Brasil. É graduada em Design  Gráfico em "Vital" - The Tel Aviv Center For Design Studies (Israel). Começou a dançar aos 4 anos de idade na Academia de Ballet Dalal Achcar (1980 -1991). Aos 13 anos foi indicada a cursar o Cuballet, em Havana, Cuba. Aos 17 anos foi estudar em Tel Aviv, Israel, onde permaneceu até 2001. Fez parte da Cia de Dança Contemporânea Rina Schenfeld de 1995 a 2001. Integra a Cia de Dança Dani Lima desde 2002, tendo participado como intérprete/criadora dos espetáculos "Falam as Partes do Todo?" (2003) e "Vida Real em 3 Capítulos" (2006). É também intérprete/criadora do espetáculo  "Monocromos", do Atelier de Coreografia, direção de João Saldanha (2007/2008). Participou da peça "Não Olhe Agora", do Coletivo Improviso, direção de Enrique Diaz e Mariana Lima (2007). Em 2006 e 2007  participou de 2 Residências artísticas com João Fiadeiro - "Composição em Tempo Real" - em Lisboa e no Rio de Janeiro.
 
Laura Sämy
Bailarina, intérprete/criadora, formada em dança clássica e contemporânea -  Dalal Achcar/Rio de Janeiro (1986); London Contemporary Dance School /Londres (1994/95); Centre Nacional de la Danse/ Paris (2002/03). Atualmente cursa Teoria do Teatro na UNIRIO/RJ. Estudou com diversos diretores e coreógrafos tais como Dudude Hermann, Luís Carlos Vasconcelos, Rui Horta, Simone Forti, Maguy Marin, Ariane Mnouchkine, Julien Hamilton, Benoît Lachambre , Claudia Flammin e David Zambrano, entre outros. Trabalha em parceria com João Saldanha/Atelier de Coreografia desde 1996 participando da maioria de seus projetos até o presente momento (:  "A Fase do Pato Selvagem", "Sopa", "Afirmações Intencionais- Acidentes", "Soma", "Extracorpo" e "Monocromos"). Em 2005 inicia parceria com a coreógrafa francesa Nathalie Colantes participando de suas 2 últimas criações e passa a integrar o Coletivo Improviso sob direção de Enrique Díaz e Mariana Lima. Participu ainda das montagens "Vertus" e "Logique du Sujet", com Nathalie Colantes / CNDC-Angers (2005) e Festival Vivat la Danse/Armentières (2008); "Les Affinités Électives", performance na abertura da exposição de Tunga -Galerie Templon/Paris (2005); "Dobra", em parceria com Thiago Granato, a convite de "Solos no Sesc"(2004); Huddles, de Simone Forti, dirigida pela mesma na Fondation Cartier/ Paris (2002).
 
Felipe Rocha
Faz teatro desde 1986 e formou-se em Artes Cênicas pela Universidade do Rio de Janeiro (Uni-Rio). Como ator trabalhou com a Intrépida Trupe e com os diretores Aderbal Freire-Filho, Amir Haddad, Antonio Abujamra, Christiane Jatahy, Domingos Oliveira, João Falcão e Moacyr Chaves, entre outros. Como bailarino trabalhou com Cristina Moura, Marcia Rubin, Dani Lima, Paulo Mantuano e Henrique Schuller.   Desde 2002 assumiu uma parceria regular com o diretor Enrique Diaz, com quem montou as peças "Gaivota – tema para um conto curto", "Ensaio.Hamlet", "Notícias Cariocas" e "Não Olha Agora", espetáculos apresentados em cidades como Paris, Moscou, Berlim, Nova York, Bruxelas, Quebec, Buenos Aires, Santiago de Compostela, Varna (Bulgária), Barcelona, Lisboa, Shizuoka (Japão), Montreal, Bogotá, Viena, e nos principais festivais brasileiros de teatro. É membro do Coletivo Improviso (dirigido por Enrique Diaz e Mariana Lima) e da banda Brasov. Estreou em 2008 como autor e diretor, com o espetáculo "Ele precisa começar". Sua formação inclui estágios, workshops ou espetáculos com Jerome Bell, Vera Mantero, Olga Mesa, Tim Crouch, Juan Dominguez, Monica Calle, Robert Pacitti, Nienke Reehorst (assistente de Wim Wandekeibus e Sidi Larbi Cherkaoui), Ariane Mnouchkine, Sotigui Kouyate e Yoshi Oïda (colaboradores de Peter Brook), Brigit Panet, Kalamandalam Karuna Karam (mestre indiano de Katakali), I Made Djimat (mestre balinês de Topeng) e Regina Advento (bailarina da Cia de Pina Bauch), entre outros. Compõe música para teatro, dança e Cinema, tendo recebido os prêmios RioArte – Novos Talentos (em 1993) e Rio Dança (em 1999) de melhor trilha sonora, e tendo sido indicado três vezes ao Premio Shell de teatro (em 2003, 2004 e 2005) como compositor. Colabora com a Cia Dani Lima desde 1997 como Diretor Musical. Ganhou o Prémio Rio Dança 99 pela Trilha Sonora Original do espetáculo Nato.
 
João Modé
Artista com diversas exposições no Brasil e no exterior entre elas: Invisíveis, individual na Fundação Eva Klabin, Rio de Janeiro, 7ª Bienal do Mercosul, Porto Alegre, ambas em 2009; 28ª Bienal de São Paulo em 2008, A Cabeça, individual na galeria A Gentil Carioca, RJ; Contraditório –­ Panorama da Arte Brasileira, MAC São Paulo em 2007; Stopover, Kunsthalle Fribourg, Suíça; Abrigo Poético – Diálogos com Lygia Clark, MAC Niterói, RJ, ambas em 2006; Bienal de Praga, National Gallery, Praga, República Tcheca, e Rede, MAM do Rio de Janeiro, em 2003. Seu trabalho articula-se por uma noção plural de linguagens e espaços de atuação. Alguns projetos envolvem a participação direta do público. Exposições individuais: Musica para los Animales y las Cosas, Casa Tres Patios, Medellin, Colômbia2003/ Estímulo Puro, Agora, Rio de Janeiro2000/ Paço Imperial, Rio de Janeiro1996 /Mergulho no Reflexo, Centro Cultural Sérgio Porto, Rio de Janeiro /Exposições coletivas: Futuro do presente, Itau Cultural, São Paulo/ Coleções 8, Galeria Luisa Strina, São Paulo/ Associados [Orlândia], Rio de Janeiro /Ibeu - 70 anos-70 obras do acervo, Galeria do Ibeu, Rio de Janeiro/ Medellín 07/Prácticas artísticas contemporáneas, Medellin, Colômbia2006/ Stopover, Kunsthalle Fribourg, Suiça / LOOP, Centro Cultural Telemar, Rio de Janeiro /The Image of Sound, St Elisabeth Kirche, Berlin, Alemanha/Gráfico Adesivo, Casa da Ribeira, Natal, RN/ Incorpo[R]ações, Espaço Bananeiras, Rio de Janeiro/ A Gentil Carioca, Daniel Reich Gallery, Nova York, EUA/ Livro de Artista, Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Rio de Janeiro2005/ Espaço Urbano x Natureza Intrínseca, Espace Topographie de l'Art, Paris, França /Brazil, Watermil Center, Nova York, EUA /Road, projeto com CAPACETE Entretenimentos, La Paz-Lima, Peru/ Projeto Interface, Palais de Pape, Avignon, França/ Educação Olha!, A Gentil Carioca, Rio de Janeiro2004/ Unbound, Parasol Unit, Londres, Inglaterra/ A Gentil Carioca, Rio de Janeiro/ "inherit - conquer", Graz, Áustria /Entre Pindorama, Künstlerhaus Stuttgart, Alemanha / Espaço Lúdico - um olhar sobre a infância na arte brasileira, Espaço BNDES, Rio de Janeiro/Microlições de Coisas, Centro de Estudos Murilo Mendes, Juiz de Fora, MG 2003
 
Paola Leblanc
Paola Leblanc é cineasta formada pela Universidade Federal Fluminense (1995). Trabalhou como assistente de montagem nos longas-metragens "A causa secreta" de Sérgio Bianchi e "A Maldição de Sampaku", de José Joffily. Em 1993, a convite do Programa Multiplicador Cultural do Goethe Institut, apresentou seus filmes de estudante  "Agravo" (1991) e "O Mesmo" (1993, prêmio de Melhor montagem no 9o Rio Cine Festival) na Cinemateca Alemã em Berlim. No mesmo ano atendeu ao curso "Université d´Été", em Paris. De volta ao Brasil, realizou o curta-metragem "Herodes"(1996). Dirigiu os programas "Lightmotiv"(1999) e "Antimatéria" (2000) para a série Dançativa do canal a cabo Multishow (Net/ Globosat). A partir desta experiência desenvolveu trabalhos com companhias como Ana Vitória Dança Contemporânea e Ivani Santana. Autora do projeto para instalação multimídia "Sorria, você está sendo filmado", premiado pelo programa Transmídia 2002 do Instituto Itaú Cultural. Realizou o documentário "Me Erra!" (2002), premiado pelo programa Rumos Cinema e Vídeo do Itau Cultural 2001, apresentado no Festival de Cinema de Havana 2002 , É Tudo Verdade 2003 e no canal a cabo GNT  (Net/Globosat), entre outros. Em  2005 dirigiu a vídeo-instalação cenográfica "GH através do espelho", no Instituto Cultural Telemar, Rio de Janeiro, além do Programa Nota 10, Canal Futura. Em 2007 Dirigiu a série "Fazendo Orquestra" para o Canal Futura e iniciou o Mestrado em Tecnologia da Comunicação e Estética na UFRJ. Atualmente é Professora de Direção e Edição de Audiovisual da Escola de Comunicação da UFRJ, onde desenvolve sua pesquisa sobre vídeo-vigilância que deu origem à performance Cabine de Pensamentos, apresentada com David Cole na Caixa Cultural em agosto.

Renato Machado
Renato Machado é Bacharel em Cinema pela Universidade Estácio de Sá (2007). Há quinze anos vem atuando no mercado cultural brasileiro, já realizou mais de uma centena de trabalhos iluminando peças teatrais, espetáculos de dança, óperas, shows, exposições etc. Acompanha, como iluminador, o trabalho de diversas companhias teatrais como Sobrevento e Pequod, de teatro de bonecos, e a Companhia Teatro Autônomo, do diretor Jefferson Miranda; além de desenvolver parcerias com diretores como Christiane Jatahy (A Falta que Nos Move, Leitor por Horas) e André Paes Leme (Pequenos Trabalhos para Grandes Palhaços, Engraçadinha, A Hora e a Vez de Augusto Matraga) e coreógrafos como Marcia Rubin e Bruno Beltrão. Em 2007, fez, entre outros trabalhos, a iluminação de Últimos Remorsos Antes do Esquecimento, de Jean-Luc Lagarce, com a companhia Os Dezequilibrados; Peer Gyint, com a Companhia Pequod de Teatro de Animação; Kseni, ópera de Joci de Oliveira (Alemanha), e da montagem de Ensina-me a Viver, do diretor João Falcão, em São Paulo. Na área de dança, destacam-se os espetáculos  "Eu e meu coreógrafo no 63" , "Do pop ao popping ou vice-versa", "H2" e "H3", do cultuado coreógrafo Bruno Beltrão, Dancig Eldorado, da Cia de Dança do Centro Cultural Carioca; e a Mostra Coreógrafos Brasileiros, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Diversas vezes indicado para premiações, recebeu em 1996 o Prêmio Coca-Cola de Teatro Jovem, na categoria Melhor Iluminação, com o espetáculo "Tempo de Infância" da diretora Alice Koenow. Em 2003, com "Tereza de Ávila, a santa descalça", venceu o Prêmio Shell de Teatro – RJ; prêmio que também recebeu em 2005, pelo espetáculo de bonecos "Filme Noir".

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Rita Solimeo Marin
Assessoria de Imprensa SESC Consolação e Teatro SESC Anchieta
Tel: 3234-3043

18 Novembro 2009

CIA. ARTESÃOS DO CORPO ESTREIA CORDEIRO NO TD

 
 

 

 

Cia. Artesãos do Corpo estreia Cordeiro no TD

 

Em comemoração aos seus 10 anos de atuação, a Cia. Artesãos do Corpo estreia o espetáculo Cordeiro dia 19 de novembro, no Teatro de Dança.  Essa pesquisa une os dois espaços de criação em que atua a Cia. Artesãos do Corpo (palco e rua), possibilitando o trânsito livre entre esses dois universos distintos criando paradoxos, convergências, encontros e intervalos.

Cordeiro tem como tema transversal o Brasil a partir de um conceito do geógrafo Milton Santos, chamado de "esquizofrenia do espaço", onde o espaço em si é tido como um lugar que só existe para os demais, nunca para ele próprio, já que se trata de uma manifestação daquilo que compreendemos como verdade.

"Como sabemos, o mundo, como um conjunto de essências e de possibilidades, não existe para ele próprio, e apenas o faz para os outros. É o espaço, isto é, os lugares, que realizam e revelam o mundo, tornando-o historicizado e geografizado, isto é empiricizado. Os lugares são, pois, o mundo, que eles reproduzem de modos específicos, individuais, diversos. Eles são singulares, mas são também globais, manifestações da totalidade-mundo, da qual são formas particulares." – Milton Santos

O bairro onde a companhia está instalada há 8 anos – Santa Cecília – é também uma fonte de pesquisa através da experimentação da situação de vizinhança, que Sartre apontava como reveladora.

 

Cordeiro - 19 a 22 de novembro

quinta e sexta às 21h, sábado às 20h, domingo às 18h, 65 minutos de duração, classificação 11 anos

 

Cia. Artesãos do Corpo / SP

Direção: Mirtes Calheiros

 

Ficha técnica

Direção: Mirtes Calheiros

Intérpretes: Andréa Krohn, Ederson Lopes, Elder Ildefonso, Gisele Ross, Ken Kronaz, Mirtes Calheiros e Rodrigo Caffer.

Intérprete estagiária: Bárbara Freitas

Pesquisa Musical e Sonoplastia: Diogo Soares

Luz: Denilson Marques

Figurinos: Maria Gomes

Fotos: Fabio Pazzini

Produção: The Woody projetos sócio-culturais e Ederson Lopes

 

TD - Teatro de Dança - Secretaria de Estado da Cultura

APAA - Associação Paulista dos Amigos da Arte

Avenida Ipiranga, 344 - Subsolo, Edifício Itália - São Paulo, SP, Brasil - Metrô República - Email: info.teatrodedanca@apaa.org.br  Telefone da bilheteria: 2189 2555 /// Informações: 2189 2555 Capacidade: 278 lugares/Ar-condicionado ///Acessibilidade para pessoas com necessidades especiais /// Ingresso: R$ 4,00 e R$ 2,00 (meia) /// Estacionamento: R$ 15,00 com manobrista /// Bilheteria, abertura: Vendas para o dia do espetáculo - 4ª a domingo, a partir das 14h/// www.teatrodedanca.org.br /// Vendas online www.ingressorapido.com.br

 

 

O Teatro de Dança tem apoio da Folha de São Paulo, Alcaçuz, Leonor Flores, Circolo Italiano, Luna Di Capri e Planeta´s. No programa "Prêmio Teatro de Dança", conta com o apoio do SESC São Paulo

Informações para imprensa: Canal Aberto Assessoria de Imprensa

Márcia Marques - (11) 3798 9510 / 2914 0770/ 9126 0425

www.canalaberto.com.br

 

 

Nota à imprensa: Projeto de lei prevê isenção de ISS a serviços de diversão, lazer e entretenimento

 

Projeto de Lei prevê isenção de ISS a serviços
de diversão, lazer e entretenimento
 

A Prefeitura de São Paulo encaminha nesta terça-feira (17/11)  à Câmara dos Vereadores o Projeto de Lei que isenta do pagamento do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS), a partir de 1º de janeiro de 2010, os serviços relacionados a espetáculos teatrais, de dança, balé, óperas, concertos de música erudita e recitais de música, shows de artistas brasileiros, espetáculos circenses nacionais, bailes, desfiles (inclusive de blocos carnavalescos ou folclóricos) e exibição cinematográfica realizada por cinemas de rua.

O Projeto atende a um antigo anseio da comunidade artística nacional, que tem na Cidade de São Paulo o espaço ideal para a divulgação da arte, por meio de realização de espetáculos que atraem grande público.

 

Em relação aos serviços relacionados à exibição cinematográfica, a isenção valerá para os cinemas que operam em imóveis cujo acesso seja por logradouro público ou em espaços semipúblicos de circulação em galerias. O Projeto, ao conceder isenção do pagamento de ISS dos serviços de diversão, lazer e entretenimento na Capital, consolida São Paulo como Cidade da Cultura.

 


SECOM - Prefeitura da Cidade de São Paulo Coordenação de Imprensa
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17 Novembro 2009

Dança - Finalistas do PREMIO TEATRO DE DANÇA

 

Espetáculo vencedor do

1º Prêmio Teatro de Dança

será anunciado no dia 23 de novembro

 

Somente um dos 12 finalistas receberá o cheque de R$ 30 mil

 

A Secretaria de Estado da Cultura, por meio do TD - TEATRO DE DANÇA, sob gestão da APAA (Associação Paulista dos Amigos da Arte) e apoio do Sesc São Paulo, anuncia, no dia 23 de novembro, às 20h, na sede do Teatro de Dança, o espetáculo vencedor da primeira edição do PRÊMIO TEATRO DE DANÇA.

Após votação popular, realizada por meio de urnas distribuídas em teatros e  centros culturais de 32 cidades do Estado de São Paulo, chegou-se a 12 finalistas que concorrem ao prêmio de melhor espetáculo de dança de 2009 e levam um cheque de R$ 30 mil como premiação. Os finalistas são (em ordem alfabética):

 

·         Ares Familiares, da Caleidos Companhia de Dança (São Paulo);

·         Crendices, Quem Disse?, da Companhia de Danças de Diadema (ABC/São Paulo);

·         Dance No Teatro De Dança, noite especial dança de salão, com a participação de Vitor Costa, Karina Carvalho e Andrei Udiloff (São Paulo);

·         De. Gelo, da Siameses Companhia de Dança (São Paulo);

·         Dolores, da Mimulus Companhia de Dança (Belo Horizonte);

·         O Quebra-Nozes, da Cisne Negro Companhia de Dança (São Paulo);

·         Por Instantes De Felicidade, da Quasar Companhia de Dança (Goiânia);

·         Sair Pro Mar, do Ballet Stagium (São Paulo);

·         Serenade Gnawa, da São Paulo Companhia de Dança (São Paulo);

·         Tango Sob Dois Olhares, da Raça Companhia de Dança;

·         Três Coreografias, da Natura Essência Companhia de Dança (Santos);

·         Vem Dançar, da Cisne Negro Companhia de Dança (São Paulo).

 

Criado em 2008 pelo Governo do Estado de São Paulo, o PRÊMIO TEATRO DE DANÇA tem como finalidade estabelecer um canal de comunicação entre públicos e artistas, traçar um mapeamento de obras e plateias de espaços de difusão da dança, além de fortalecer e incentivar a produção dessa arte em todo o estado.

          A cerimônia do dia 23 de novembro reunirá convidados da área de dança, artistas das companhias concorrentes e os conselheiros do PRÊMIO TEATRO DE DANÇA: Celso Curi, Regina Muller, Jorge Vermelho, Edison Paes de Melo, Simone Avancini, José Possi Neto, Sueli Silveira e Cássia Navas. No programa, haverá uma apresentação especial do espetáculo Noiva Despedaçada, da keyzetta e cia.

"O desafio deste Prêmio foi colocar à prova um modelo de enquete que escutasse o campo da dança por meio de seus públicos, em formato construído ao longo destes doze primeiros meses", afirma Cássia Navas, doutora em dança (UNICAMP), especialista em gestão e políticas da cultura e também consultora do TEATRO DE DANÇA.

A ação envolveu 137 companhias/grupos e 168 espetáculos. Os votos válidos apurados foram 17.839 de um total de 19.325 cédulas em branco distribuídas durante o ano.

 

A importância do Prêmio Teatro de Dança, por Cassia Navas

 

"Primeiramente, o PRÊMIO TD é ação de gestão pública, estabelecendo-se como uma opção feita entre muitas, tanto ao que toca a seu formato – um prêmio de valor monetário a ser aferido segundo um marco regulatório difundido entre todos, quanto no que diz respeito a seus operadores - técnicos gestores de um equipamento público da Secretaria de Estado da Cultura, sob a responsabilidade, através de contrato de gestão, da APAA – Associação Paulista dos Amigos da Arte.

Em segundo lugar, o Prêmio foi pensado como uma nova forma, nunca tentada, de se colher as impressões do público sobre o que assistem em nossos palcos, em tempos em que a diversidade da dança impera, seja nos espetáculos, seja em seus formatos de difusão, salas, turnês, eventos. Não se trata, portanto, de um prêmio atribuído por especialistas. Não se trata tampouco da escolha entre  obras divulgadas, durante período determinado, por meio específico de comunicação. É uma ação que tem por base um desafio a mais, para que possamos ter mais dança em muitos aspectos de nosso cotidiano".

 

Como funcionou a votação

 

Para ter o direito de concorrer, as companhias brasileiras que participaram do PRÊMIO TEATRO DE DANÇA enquadraram-se em critérios da apresentação de obras de dança profissional, realizado em centros de difusão cultural no território do Estado de São Paulo. Esses teatros teriam que possuir uma urna reservada para votação, e as coreografias deveriam ter, necessariamente, mais de 20 minutos de duração.

As urnas foram distribuídas em 65 espaços e/ou teatros em todo o Estado. O público recebeu, antes de entrar nas salas, cédulas onde constava uma variante de notas de 1 a 9 para a avaliação da coreografia. Após a apresentação, o espectador assinalava a nota e depositava na urna. Cédulas que não estivessem preenchidas com todos os dados necessários (nome e endereço) não foram computadas. O vencedor do PRÊMIO TEATRO DE DANÇA será a companhia que conquistar a melhor média de nota atribuída pelo público votante por espetáculo.

Para fazer a análise dos dados recebidos durante esse ano de captação de votos nas cidades, foi feito um levantamento estatístico, coordenado pelo Prof. Titular do Departamento de Contabilidade e Atuária da FEA/USP, Gilberto de Jesus, para que mediante às duas variáveis estabelecidas (número de votantes e nota atribuída em cada espetáculo), fosse conferido o prêmio de melhor espetáculo de dança de 2009 ao mais bem votado.

 

Serviço:

Prêmio Teatro de Dança – noite de premiação

23 de novembro de 2009, às 20 horas

TD - Teatro de Dança

Avenida Ipiranga, 344 - Subsolo, Edifício Itália, São Paulo, SP, Brasil

Telefone da bilheteria: 2189 2555 Informações: 2189 2557

Capacidade: 278 lugares Estacionamento: R$ 15,00 com manobrista

Ar-condicionado e Acessibilidade para pessoas com necessidades especiais

www.teatrodedanca.org.br

 

Informações para imprensa:

Canal Aberto Assessoria de Imprensa

Márcia Marques - (11) 3798 9510 / 2914 0770/ 9126 0425

www.canalaberto.com.br

 

16 Novembro 2009

Encontro de Teatro 2009

Encontro de Teatro 2009

 

 

O SESC São Caetano e a Prefeitura Municipal de Mauá, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, Esportes e Lazer realizarão de 03 a 06 de dezembro, o Encontro de Teatro 2009.

 

Artistas da cidade e do Estado participarão do evento.

 

O Encontro é um início de ações preparatórias para o 1º Festival Nacional de Teatro de Mauá, que está previsto para ocorrer entre os meses de Abril e Maio de 2010.

 

As apresentações acontecerão no Teatro Municipal, no Museu Barão de Mauá, no auditório da Escola Municipal Cora Coralina, na Biblioteca Cecília Meireles (Sala Heleny Guariba), na Praça 22 de Novembro e, ainda, em um "ônibus circulante" considerado um espaço não convencional.

 

A programação incluirá espetáculos de rua, para crianças e para o público em geral.

 

Segundo o Secretário de cultura, Esportes e Lazer José Estevam Gazinhato:

"É muito importante para Mauá, retomar a mística do Teatro que sempre foi uma das forças culturais da cidade".

 

Atividades Formativas também farão parte do encontro, com a participação de diretores, teóricos, atores de renome e artistas da cidade, com a intermediação do Prof. Dr. Alexandre Matte e o Prof. MS. em Artes Cênicas e Coordenador de Cultura de Mauá – Caio Evangelista.

 

Denise Stocklos abrirá o Encontro de Teatro 2009, no dia 3 de dezembro, às 20h, no Teatro Municipal de Mauá.

 

Encontro de Teatro 2009

De 03 a 06 de dezembro de 2009

Realização: SESC São Caetano e Prefeitura Municipal de Mauá

Local: Mauá – SP

Gratuito à população

 

 

Programação

 

A programação diversificada conta com apresentações de companhias de referência no estado de São Paulo, grupos da cidade e atividades formativas.

O projeto é uma parceria entre o SESC São Caetano e a Prefeitura Municipal de Mauá, por meio da Diretoria de Cultura.

 

Denise Stoklos – Calendário da Pedra

Estreado em 2002, originou-se de um poema de Gertrude Stein chamado Book of Anniversary e mostra - por meio de um aparente diário anual - pensamentos, emoções, ações próprias relativas mais ao interior do personagem que ao tempo cronológico. Aparecem através do desenrolar do tempo questões não qualificadas como mais ou menos importantes. É uma homenagem ao ser, livre em sua gratuidade, mas com legitimidade. Contesta o sistema social em que vivemos, onde os valores dependem sempre de sua utilidade prática ou de rendimentos concretos.

Criação e interpretação: Denise Stoklos.

Duração: 75 minutos.

Não recomendado para menores de 14 anos.

Grátis.

03/12. Quinta, às 20h30. Teatro Municipal de Mauá.

 

Barracão Teatro – A Julieta e o Romeu

Com interpretações completamente inovadoras, o casal revela a maravilha e a catástrofe de sua relação. Em uma delicada e explosiva relação de amor, ódio, admiração e dependência, estes dois palhaços nos mostram que são inseparáveis.

Duração: 50 minutos.

Não recomendado para menores de 14 anos.

Grátis.

04/12. Sexta, às 21h. Teatro Municipal de Mauá.

 

Cia Odelê – A casa dos gestos – Um Ratinho e a Lua

O protagonista desta obra é um pequeno ratinho chamado Gualdo, que morre de vontade de conhecer pessoalmente a sua eterna namorada, a Lua. Além de apaixonado, este ratinho é obstinado e arrojado, qualidades estas que o impulsionaram a buscar diversas maneiras de cruzar o espaço para chegar até a sua amada.

Duração: 45 minutos.

Livre para todos os públicos.

Grátis.

04/12. Sexta, às 10h e às 14h. Espaço Cultural Cora Coralina, Mauá.

 

Cia. São Jorge de Variedades – O Santo Guerreiro e o Heroi Desajustado

Espetáculo carnavalesco que narra a história do incrível encontro entre Dom Quixote de La Mancha e São Jorge Guerreiro. Uma reflexão sobre o sentido do herói nos dias de hoje na grande metrópole.

Duração: 90 minutos.

Livre para todos os públicos.

Grátis

04/12. Sexta, às 12h. Praça 22 de novembro, Mauá.

 

CPT – Prêt-à-Porter Coletânea 2

Direção: Antunes Filho. É uma proposta de dramaturgia, onde cenas do cotidiano são deslocadas no tempo e levam os espectadores a reflexão.

Duração: 90 minutos.

Não recomendado para menores de 14 anos.

Grátis.

04/12. Sexta, às 17h. Sala Heleny Guariba, Mauá.

 

Trupe Sinha Zózima – Cordel do Amor sem Fim

Com a ideia de levar a arte para qualquer lugar a Trupe Sinhá Zózima criou o espetáculo Cordel do amor sem fim, que é realizado dentro de um ônibus urbano. O texto narra a história de três personagens sertanejos às margens do Rio São Francisco. Os passageiros - expectadores irão acompanhar os conflitos sobre as diferentes formas de amar e a submissão ao tempo, numa época em que o destino é influenciado pelas forças da natureza.

Duração: 60 minutos.

Não recomendado para menores de 12 anos.

Grátis.

04/12, 05/12. Sexta e Sábado, às 18h e 19h30. Saída do Teatro Municipal de Mauá.

 

Cia Polichinelo – Frankenstein

Um homem muito curioso resolveu construir um monstro e dar-lhe vida, assim a criatura passou a assustar todos do vilarejo. Mas o que esse monstro de parafusos soltos queria mesmo era ser aceito, ter amigos e família.

Duração: 50 minutos.

Livre para todos os públicos.

Grátis.

05/12. Sábado, às 10h e 14h. Espaço Cultural Cora Coralina, Mauá.

 

Lume – La Scarpetta

O palhaço Teotônio, uma espécie de artista "pau prá toda a obra", apresenta o seu Spettacolo Artistico com números de magia, equilibrismo, contorcionismo, música e acrobacia com ovos, provocando e surpreendendo o público.

Duração: 90 minutos.

Não recomendado para menores de 14 anos.

Grátis.

05/12. Sábado, às 21h. Teatro Municipal de Mauá.

 

PiaFraus – Gigantes de Ar

Espetáculo que aborda cenas inspiradas nas populares apresentações de circo-teatro e nos animais de circo e seus amestradores, em que se reúnem palhaços, trapezistas e bonecos infláveis gigantes, em uma atmosfera de humor e poesia.

Duração: 50 minutos

Livre para todos os públicos

Grátis.

05/12. Sabádo, às 12h. Praça 22 de Novembro, Mauá.

 

Fraternal Companhia de Arte e Malas-Artes – As Três Graças

Com texto de Luis Alberto de Abreu e direção de Ednaldo Freire, o espetáculo foi construído a partir de depoimentos de mulheres e lança um olhar sobre o universo feminino.

Duração: 115 minutos.

Não recomendado para menores de 14 anos.

Grátis.

06/12. Domingo, às 19h. Teatro Municipal de Mauá.

 

 

Espetáculos e Cias. da Região ABCDM.

 

A Cantora Careca – Nac SESI

A história se passa no interior da Inglaterra e mostra o cotidiano de dois casais, as Smith e os Martim, e da empregada Mary. Entre conversas banais e com pouco sentido até palavras desarticuladas que se limitam a sons e um crescente clima de violência, a peça se desenvolve.

Duração: 70 minutos.

Não recomendado para menores de 10 anos.

Grátis.

04/12. Sexta, às 15h. Museu Barão de Mauá, Mauá.

 

Dom Casmurro – Cia Literatrupe

Adaptação e Direção: Zhé Gomes. Narrado em primeira pessoa, essa obra de Machado de Assis desperta no leitor diversas dúvidas e a Cia. traz essa intrigante obra ao palco com fidelidade!

Duração: 50 minutos.

Não recomendado para menores de 12 anos.

Grátis.

04/12. Sexta, às 19h. Espaço Cultural Cora Coralina, Mauá.

 

Estilhaços – Cia Deanthales

Direção de Anderson Cosme. Baseado em texto sobre o existencialismo de Sartre. Narra a chegada de três pessoas em um inferno atípico, deixando de lado a idéia de que "o inferno são os outros", pois somos frutos de nossas próprias escolhas.

Duração: 70 minutos.

Não recomendado para menores de 16 anos.

Grátis.

05/12. Sábado, às 15h. Museu Barão de Mauá, Mauá

 

Re-Talhados – Grupo Artemis de Teatro

O espetáculo passeia por várias estórias conhecidas da literatura infanto-juvenil, gerando entretenimento e reflexão sobre a possibilidade de construir novas histórias a cada momento.

Duração: 50 minutos.

Livre para todos os públicos.

Grátis.

05/12. Sábado, às 17h. Sala Heleny Guariba, Mauá.

 

Ah! Se o Anacleto Soubesse – Grupo Capa

Direção de Paulo Cardoso. É uma comédia do circo-teatro de repertório. Anacleto, um velho excêntrico, chefe de família, torna-se capacho de uma esposa dominadora.

Duração: 65 minutos.

Livre para todos os públicos.

Grátis.

05/12. Sábado, às 19h. Espaço Cultural Teatro do Cora Coralina, Mauá.

 

Brincando com o Lobo Mau – Cia Teatral Téuga

Direção de Gilberto Lima. Inspirado no conto dos Irmãos Grimm, com uma proposta moderna, o espetáculo mostra um Lobo bem diferente, buscando reflexão sobre temas como ética, diversidade e socialização, mostrando às crianças que com amor tudo se transforma. Com Cia Teatral TÉUGA.

Duração: 60 minutos.

Livre para todos os públicos.

Grátis.

06/12. Domingo, às 10h. Espaço Cultural Cora Coralina, Mauá.

 

Segredo da Lua – Cia Quartum Crescente

Contos de fadas contemporâneo. Direção Ronaldo Moraes. Conta à história de uma Rainha que ao perder seu marido o Rei sem ter lhe dado um filho transformam o sol com a ajuda das bruxas em um diamante em que todo o reino é obrigado a viver na escuridão onde só o brilho da lua reinará.

Duração: 60 minutos.

Livre para todos os públicos.

Grátis.

06/12. Domingo, às 14h. Espaço Cultural Cora Coralina, Mauá.

 

O Boca do Inferno – Cia Obscenos de Teatro

Uma Trupe Mambembe acerca-se de uma cidade do interior, onde pretende apresentar-se com a peça O Boca do Inferno, aliás, é o nome da trupe que a ensaia e a seguir preparam-se para descansar quando aparece um fugitivo, identificando-se como vereador e desafeto do Prefeito da cidade é acolhido pelos artistas que aceitam a incumbência de denunciar veladamente, na peça, os desmandos do Prefeito.

Duração: 50minutos.

Livre para todos os públicos.

Grátis.

06/12. Domingo, às 15h. Museu Barão de Mauá, Mauá.

 

Tristão e Isolda – Raio X Cultural e Cia Obscenos de Teatro

A peça conta a estória do amor impossível entre Tristão e Isolda, a bela dos Cabelos de Ouro.

Duração: 60 minutos.

Livre para todos os públicos.

Grátis.

06/12. Domingo, às 17h. Sala Heleny Guariba, Mauá.

 

 

Informações:

 

Jardel Teixeira             e                  Bruna Serra

(11) 9382-2271                                (11) 4512-7527

(11) 3909-7822                                (11) 7494-6794

jardel.teixeira@uol.com.br                   imprensa@maua.sp.gov.br

 

 

Começa hoje a I Semana da Consciência Negra de Aquiraz

 
Começa hoje a I Semana da Consciência Negra de Aquiraz

    Celebrando a diversidade etnocultural brasileira e reconhecendo o valor da influência cultural africana no Brasil, a cidade de Aquiraz dá início hoje à programação da  I Semana da Consciência Negra do município. De  16 a 20 de novembro, a Associação dos Amigos do Museu de Aquiraz (AAMA), em parceria com a Prefeitura de Aquiraz e apoio do Museu Sacro São José de Ribamar, promove palestras, exposições, apresentações culturais e oficinas.

    Durante a semana, através de múltiplas linguagens (música, filmes, culinária, literatura, etc.) a cultura negra se expressa em suas mais variadas formas. Algumas exposições abordam "As manifestações culturais da África Ocidental contemporânea", "O olhar europeu: a negra na iconografia brasileira do século XIX" e uma retrospectiva do "Maracatu Az de Ouro". Nas mesas-redondas, temas como a Lei 10.639/2003, que torna obrigatório o ensino da História da África e da Cultura Afro-brasileira e a existência de população quilombola em Aquiraz. As atividades serão realizadas no anexo do Museu Sacro São José de Ribamar e no auditório da Secretaria de Educação do Município de Aquiraz (ver programação abaixo).

    A solenidade de abertura acontece nesta segunda-feira (16) às 15 horas no anexo do Museu Sacro São José de Ribamar. Às 16 horas, os alunos da escola José Raimundo da Costa apresentam espetáculo com danças afrobrasileiras, seguidos de apresentação, às 18 horas, da banda de Música de Aquiraz e Roda de Capoeira Ginga na Veia.


Programação

I SEMANA DA CONSCIÊNCIA NEGRA
A DIVERSIDADE ÉTNICO-CULTURAL NO MUNICÍPIO DE AQUIRAZ
16 a 20 de novembro de 2009

Programação diária

Dia 16/11
15:00: Solenidade de Abertura (Fala das autoridades)
16:00: Apresentação dos alunos da EMEF José Raimundo da Costa com danças afro-brasileiras - Quilombo Lagoa de Ramos e Goiabeiras
18:00: Banda de Música de Aquiraz e Roda de Capoeira Ginga na Veia – Quilombo de Lagoa de Ramos e Goiabeiras
Local: Anexo do Museu Sacro São José de Ribamar

Dia 17/11
9:00: Palestra "A História e Cultura Afro-Brasileira na sala de aula".
Palestrante: Simone de Souza (professora de História da UFC e presidente da AAMA)
Público alvo: Professores da rede municipal
Local: Auditório da Secretaria de Educação do Município de Aquiraz

15:00: Palestra "A Lei Nº 10.639/2003 e o Ensino de História da África e da cultura afro-brasileira"
Palestrante: Ronald Tavares (Bacharel em Direito / Assessor Jurídico do Ministério Público)
Público alvo: Professores da rede municipal
Local: Auditório da Secretaria de Educação do Município de Aquiraz

15:00: Banda de Flautas da ASSESTEC
Local: Anexo do Museu Sacro São José de Ribamar

16:00: Oficina "Linguagens: A fotografia e a música na cultura afro-brasileira"
Ministrante: Prof. Cristiane Lima – Especialista em Metodologia do Ensino de História
Local: Pátio interno do antiga Secretária de Educação
Vagas: 60 alunos

Dia 18/11
09:00: Palestra "O cotidiano dos quilombolas no município de Aquiraz"
Palestrante: Antônio Quilombola (líder da CERQUICE)
Público alvo: Comunidades quilombolas de Aquiraz
Local: Auditório da Secretaria de Educação do Município de Aquiraz

15:00: Oficina de Bio-jóias
Ministrante: Noemi Brito - Secretaria de Turismo e Cultura
Local: Pátio interno da antiga Secretária de Educação
Vagas: 60 alunos

Dia 19/11
09:00: Palestra "História e Cultura afro-brasileira na sala de aula"
Palestrante: Terezinha Holanda de Costa Freitas (Secretária Adjunta de Educação Municipal de Aquiraz) e membro da Diretoria do AAMA
Público alvo: Professores, alunos e a comunidade.
Local: Auditório da Secretaria de Educação do Município de Aquiraz

15:00: Lançamento da Revista do Arquivo Público do Estado do Ceará – Afro-brasileiro
Responsável: Henrique Jorge de Oliveira

Dia 20/11
09:00: Palestra "História e Cultura afro-brasileira na sala de aula"
Palestrante: Jeane Augusta Albino (Supervisora Escolar, Vice-Presidente da AAMA).
Público alvo: Professores, alunos e a comunidade.
Local: Auditório da Secretaria de Educação do Município de Aquiraz

15:00: Apresentação do grupo de Flauta e Violão (Quilombo Pereiral)
Local: Anexo do Museu Sacro São José de Ribamar - Largo da Independência

Programação Permanente

Exposições
1ª. Exposição: Manifestações culturais da África Ocidental contemporânea
2ª. Exposição: O olhar europeu: a negra na iconografia brasileira do século XIX
3ª. Exposição: Imagens da escravidão no Brasil
4ª. Exposição: Maracatu Az de Ouro
5ª. Exposição: O cotidiano dos quilombolas de Aquiraz (audiovisual)
Local: Anexo do Museu Sacro São José de Ribamar (sala de exposições)
Data: 16 a 20 de novembro de 2009
Horário: 9:00 às 20:00h

Atividades culturais
A culinária afro-brasileira: Arte e Cultura
Local: Anexo do Museu Sacro São José de Ribamar – Largo da Independência
Data: 16 a 20 de novembro de 2009
Horário: 15:00h às 20:00h

Projeção de vídeos
Local: Anexo do Museu Sacro São José de Ribamar
Data: 16 a 20 de novembro de 2009
Horário: 16:00h  às 20:00h


Coordenação de Comunicação - Secult
(85) 3101-6761 / 3101-6759
twitter.com/secultceara
www.secult.ce.gov.br

Na Semana da Consciência Negra, MIS apresenta mostra audiovisual gratuita

MIS apresenta mostra audiovisual que aborda

o papel do negro na ação cinematográfica

 

Integrada à Semana da Consciência Negra, o MIS sedia a mostra O Negro como Autor e Personagem da Ação Cinematográfica, trazendo curtas e longas-metragens que abordam a ação e a representação do negro dentro da historiografia do cinema brasileiro. Com dois programas diários e gratuitos, a programação inclui conversas com cineastas e educadores

 

Com a curadoria de Marco Meirelles e Max Fagotti, e integrando as ações da Semana da Consciência Negra, o MIS realiza a mostra O Negro como Autor e Personagem da Ação Cinematográfica de 19 a 22 de novembro (quinta a domingo). A programação, que se estende por quatro dias, traz duas sessões diárias exibindo filmes ficcionais e documentais realizados nas últimas cinco décadas. De quinta a sábado, artistas, cineastas e educadores participam de conversas com o público, promovendo a reflexão sobre a atividade audiovisual realizada por negros de diferentes gerações em diversos contextos de produção.

 

Composta por oito programas, a mostra faz um recorte da historiografia cinematográfica brasileira desde a década de 1960, com aproximação do olhar tanto para obras de cineastas negros quanto para aquelas que apresentam o negro como personagem. Essa alternância de pontos de vista e a abrangência temporal da mostra permitem uma reflexão mais aprofundada de como o negro foi representado e se representou no decorrer das últimas cinco décadas.

 

Integram a programação filmes de grandes nomes da história do cinema nacional, tais como Paulo César Saraceni, com Integração Racial, documentário de 1964; Natal da Portela, longa-metragem de 1988; e Roberto de Farias, contando a clássica história do Assalto ao Trem Pagador, longa-metragem de 1962. Da nova geração de diretores, serão exibidos, entre outros, Preto e Branco (2004), longa documental do videoartista Carlos Nader e O Dia em que Dorival encarou a Guarda (1986) curta-metragem de Jorge Furtado. Destacam-se, também, dois filmes de Rogério de Moura – Velhos, viúvos e malvados (2004) e A Revolta do Videotape (2001) -, que vem para participar do debate aberto ao público no dia 21/11, na sessão das 19h.

 

Sobre os curadores

 

Marco Meirelles é cientista social (FFLCH-USP), pesquisador de cinema e realizador audiovisual. Codiretor dos filmes Circo Real Show (2002/2006, Golpe de Vista Filmes) e Pirajuçara - Bacia do Concreto (2007/2008, Corte Seco/TV USP), ministrou cursos de educomunicação e criou filmes para a ONG Instituto Terra de Preservação Ambiental - RJ (2006/2007), coordenou o núcleo de produção audiovisual do projeto Cinema e Vídeo Brasileiro nas Escolas (2002/2005, ONG Ação Educativa - SP) e realizou trabalho de supervisão e apoio técnico ao Programa Cultura é Currículo, nos projetos: O Cinema vai à Escola, Escola em Cena e Lugares de Aprender: a Escola sai da Escola, pela Fundação para o Desenvolvimento da Educação (2009, FDE/SP).

Max Fagotti é psicólogo (UNESP-Assis), pesquisador de cinema e realizador de vídeos e integrante do Coletivo CoMfuZão. Ministrou cursos de formação de cultura cinematográfica para professores da rede pública do oeste paulista (2005-2007), coordenou oficinas terapêuticas de audiovisual para usuários do CAPS "Rui de Souza Dias", Assis-SP (2006-2007), criou vídeos para as ONGs: CENPEC - Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária  e CIEDS - Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável (2009).   Realizou trabalho de supervisão e apoio técnico ao Programa Cultura é Currículo, nos projetos: O Cinema vai à Escola, Escola em Cena e Lugares de Aprender: a Escola sai da Escola, pela Fundação para o Desenvolvimento da Educação (2009, FDE/SP).

 

serviço

 

Mostra de cinema O negro como ator e personagem da ação cinematográfica|de 19 a 21 de novembro, às 16h e às 19h; 22 de novembro, às 17h e às 20h

Auditório MIS (177 lugares). Ingresso gratuito (retirar a partir de 1h antes da exibição).

Classificação etária: 14 anos. Estacionamento cobrado: R$ 7. Acesso e elevador para cadeirantes. Ar condicionado.

 

Museu da Imagem e do Som (MIS)

Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo |  (11) 2117 4777 | www.mis-sp.org.br

 

Informações para a imprensa

Caroline Carrion: caroline@mis-sp.org.br  (11) 2117 4777, r 312.

 

 

 

Programação da mostra O Negro como Autor e Personagem da Ação Cinematográfica

1º dia [ quinta-feira, 19 de novembro ]

 

16h |Programa 1

 

Hip Hop África Brasil, Apenas um Oceano entre Nós (2007), 38 min,  dir: Daniel Fagundes, Diego FF Soares e Montanha (NCA na Rede)

Sinopse: O registro do intercâmbio Cultural feito pelo grupo Faso Kombat de Burkina Faso com o grupo Z`Africa Brasil entre outras personalidades do Rap Brasileiro, revela que um oceano não separa a força da cultura Africana.

 

Respeito é para quem tem (2003), 3 min, dir: Tatiana Lohman

Sinopse: A idéia deste clipe era gravar com Sabotagem na favela do Canão, onde nasceu, e também nos cemitérios onde estão enterrados seus amigos de infância e adolescência. Logo após o início das filmagens, ele foi assassinado. Este videoclipe presta uma homenagem ao rapper paulista.

 

Sabotage (2003), 29', video dvd, dir: Tiago Barbini, Ivan Vale Ferreira e Pedro Caldas

Sinopse: Falando de dentro da favela do Canão, o rapper Sabotage discute a infância, o ócio, a rua, a desigualdade, o descaso, a solidariedade, o passado e o futuro, como uma             antena que capta e emite realidade em todas as direções.

 

Geraldo Filme (1998), 52 min., direção: Carlos Cortez

Sinopse: Um mergulho no universo do samba e da cultura negra paulista a partir da obra do compositor Geraldo Filme

 

19h |Programa 2

 

convidados: Coletivo Frente Três de Fevereiro, Coletivo NCA na Rede  e Willen Dias

 

Imagens de uma vida simples (2006), 30 min, 2006, dir: Daniel Fagundes

Sinopse: Um registro da vida e obra de Solano Trindade (poeta negro, poeta do povo), através de relatos de seus amigos e parentes. Como pano de fundo a cidade de Embu das artes, cenário de ebulições artísticas e movimentações culturais que mostram ainda hoje a marca de Solano Trindade.

 

Zumbi somos nós(2006), 52 min, dir:  Frente Três de Fevereiro

Sinopse: Manifesto poético sobre o racismo, por meio da ação direta da Frente 3 de Fevereiro, que culmina na intervenção artística durante a Copa da Alemanha.

 

Além de café petróleo e diamantes (2007), 15 min, dir: Marcelo Trota

Sinopse: Através dos depoimentos de dois artistas angolanos, a recente imigração deste povo e seus motivos são colocados em foco. Ironicamente, povos africanos que outrora foram trazidos a força para a América, agora migram para o Brasil por livre escolha e sentem o impacto do reencontro com a sua africanidade enraizada em nossa cultura.

 

 

Enquadro – Episódio 1: Domingas (2008), 6min, dir: Coletivo Casadalapa

Sinopse: Personagens anônimos que contam através de sua existência a alma dos bairros desta cidade são o mote para esta HQ Urbana, as redes não virtuais entre personagens reais. Um processo coletivo, que reúne cerca de 30 artistas, entre eles grafiteiros, artistas plásticos, webdesigner, fotógrafos, videomakers, roteiristas, montadores de cinema, produtores musicais, djs, produtores, figurinistas e atores. Todos reunidos para contar, desenhar, esculpir, fotografar, gravar, editar, costurar, interpretar, uma única história.

 

 

2º dia [ sexta-feira, 20 de novembro ]

 

16h |Programa 3

 

A Psicose de Valter (2007), 35mm, 15 min, dir: Eduardo Kishimoto

Sinopse: Valter José Maria Filho dirige vídeos pornôs e faz pós-doutorado em filosofia pela USP. Este filme o insere em situações forjadas, e o deixa transitar livremente por elas, sem dirigi-lo.

 

Carolina (2003), 15 min, dir: Jeferson De

Sinopse: Brasil, final dos anos 50. Carolina Maria de Jesus escreve seu diário. Dentro de seu barraco, ela denuncia a fome, o preconceito e a miséria. O diário é publicado ("Quarto de Despejo"), e transforma- se em sucesso editorial, sendo editado em 13 línguas. Apesar  do reconhecimento, morreu esquecida e pobre. Imagens documentais da escritora são  montadas com cenas ficcionais interpretadas por Zezé Mota.

 

Filhas do Vento (2005), 85' min, dir: Joelzito Araújo

Sinopse: Cida (Ruth de Souza) e a irmã Jú (Léa Garcia) estão separadas por quase 45 anos. O tempo não conseguiu dissipar o rancor provocado pelo incidente amoroso e familiar que marcou a juventude e a vida das duas. Com a morte do pai, Zé das Bicicletas (Milton Gonçalves), que havia expulsado Cida de casa, as duas voltam a se encontrar. Cida tornou-se uma mulher solitária. Fez carreira de atriz atuando em cinema e em telenovela, mas, apesar do talento, não teve o reconhecimento merecido. Maria D'Ajuda nunca saiu do interior, cuidou do pai até a morte, casou-se e teve diversos filhos com companheiros diferentes.sem nunca ter conseguido desenvolver nenhuma identidade profissional. Sua família é aquela típica brasileira do interior, cheia de filhos, sobrinhos, netos e agregados. No entanto, uma de suas filhas, Dorinha (Danielle Ornellas), a que mais admira pela persistência profissional e talento artístico, é a única que despreza o amor da mãe.

 

19h |Programa 4

 

convidado: Noel dos Santos Carvalho

 

Integração Racial (1964), 40min, dir: Paulo César Saraceni

Sinopse: Uma visão abrangente da situação dos diferentes grupos étnicos existentes no Brasil. Nos depoimentos recolhidos nas ruas e bairros de diversas capitais, negros,      brancos, mulatos, portugueses, italianos e japoneses manifestam sua opinião e descrevem experiências pessoais, envolvendo o relacionamento, o racismo, a miscigenação e o intercâmbio cultural

 

Natal da Portela (1988), 80' min dir: Paulo César Saraceni

SInopse: Biografia do homem que, mesmo sem saber cantar, dançar ou tocar um instrumento, transformou-se numa das maiores expressões do samba brasileiro, dedicando-se de corpo e alma à sua escola do coração, a Portela.

 

3º dia [ sábado, 21 de novembro ]

16h |Programa 5

 

convidado: Raquel Gerber 

Ori - Cabeça, Consciência Negra, 91 min, dir: Raquel Gerber

Sinopse: Ôrí significa "cabeça", "consciência negra", em língua yorubá. A música, a dança, o gesto, o ritual, na expressão da cultura mais antiga da Humanidade. Ôrí documenta os movimentos negros brasileiros entre 1977 e 1988, passando pela relação entre Brasil e África, tendo o quilombo como idéia central de um contínuo histórico, e apresentando como fio condutor a história pessoal de Beatriz Nascimento, historiadora e militante negra, falecida prematuramente no Rio de Janeiro em 1995. O filme mostra também a comunidade negra em sua relação com o tempo, o espaço e a ancestralidade, através da concepção do projeto de Beatriz, do "quilombo" como correção da nacionalidade brasileira.

 

 

19h |Programa 6

 

convidado: Rogério de Moura

 

A Revolta do Videotape (2001), 10 min, dir: Rogério de Moura

Sinopse: As confusões durante um programa televisivo de futebol e debate.

 

Velhos, Viúvos e Malvados (2004), 14 min, dir: Rogério de Moura

Sinopse: Três músicos aposentados têm as vidas mudadas com a chegada de uma mulher.

 

Assalto ao Trem Pagador (1962), 98 min, dir: Roberto Farias

Sinopse: Grilo é um inteligente criminoso da cidade que diz trabalhar para um chefão que chama de "Engenheiro" e, com isso, convence Tião Medonho e outros bandidos da favela a praticarem um roubo a um trem (comboio) de pagamentos. Os bandidos combinam de não gastarem o dinheiro roubado antes de 1 ano, pois isso levantaria suspeitas, mas Grilo acha que ele pode, pois não é favelado e tem boa aparência, o que desperta a ira dos demais. Grilo então diz que o "Engenheiro" preparou um novo golpe, mas sua intenção é se livrar de Tião Medonho e dos outros, fazendo com que eles caiam numa armadilha.

 

4º dia [ domingo, 22 de novembro ]

17h |Programa 7

 

A Negação do Brasil, (2000), 91 min, dir: Joel Zito Araújo

Sinopse: O documentário enfoca os tabus e estereótipos raciais. Uma história das lutas dos atores negros pelo reconhecimento de sua importância na história da telenovela, o produto de maior audiência no horário nobre da TV brasileira.

 

O Moleque (2004), 13 min., direção: Ari Cândido Fernandes.

Sinopse: Tião é pobre e negro, mas tem orgulho de sua mãe, a melhor lavadeira da região. Ele sai para pescar com Pedrinho, seu único amigo. Todos os outros moleques adoram lhe dar apelidos, por causa da cor de sua pele, o que provoca a sua ira e a preparação de sua vingança.

 

 

20h |Programa 8

 

O Dia em que Dorival encarou a Guarda (1986), 14 min, dir: Jorge Furtado

Sinopse: Todo homem tem seu limite, e Dorival resolve enfrentar a tudo e a todos para conseguir o que quer. A história da luta desigual de um homem contra um sistema sem lógica e sem humanidade.

 

Sabotage, um bom lugar, 08 min, dir: Beto Brant e Willem Dias

Sinopse: Videoclipe da música "Um Bom Lugar" de autoria do rapper Sabotage

 

Preto e Branco (2004), 73 min, dir: Carlos Nader

Sinopse: Documentário de um dos mais importantes videoartistas do Brasil, em que episódicas relações raciais entre cidadãos comuns da cidade de São Paulo levantam questões pouco discutidas sobre o modelo racial brasileiro.

 

 

História do Brasil em Quadrinhos:Proclamação da República

Exposição no Metrô - QUADRINHOS E OS 120 ANOS DA REPÚBLICA
No mês de aniversário da Proclamação, 20 painéis instalados na estação
República do Metrô apresentam curiosidades históricas e os bastidores da
criação do livro em quadrinhos História do Brasil: Proclamação da República.

De 10 a 30 de novembro, os usuários do Metrô de São Paulo poderão rever, de
forma lúdica, alguns dos principais acontecimentos que levaram à Proclamação
da República em 1889. A exposição História do Brasil em Quadrinhos:
Proclamação da República integra o programa Embarque na Leitura e reproduz,
por meio de 20 painéis, trechos do livro em quadrinhos publicado pela
Editora Europa.
Na obra, fatos como o Primeiro e o Segundo Reinado, a Guerra do Paraguai e a
Abolição da Escravatura são reconstituídos pelo personagem do professor
Daguerre a três crianças durante um passeio pelas ruas do Centro de São
Paulo.
O desenvolvimento dos personagens infantis teve a preocupação de abranger a
diversidade étnica brasileira: a oriental Catarina, o negro Marcelo e o
branco Gustavo, este, inclusive, um cadeirante que demonstra a mesma
disposição e alegria dos amigos ao longo de toda a aventura.
Os autores basearam-se em diversas obras de arte sobre este período da
História do Brasil como forma de remeter a adaptação para os quadrinhos aos
livros da educação formal nas escolas.
A exposição na estação República do Metrô não só instrui os usuários sobre
este importante fato histórico como também apresenta estas curiosidades,
convertendo-se num programa para todas as idades.
O livro História do Brasil em Quadrinhos: Proclamação da República foi
desenvolvido por Edson Rossatto (pesquisa histórica, argumento e roteiro),
Laudo (desenhos) e Omar Viñole (arte final e cores) e tem lançamento
previsto para o início de dezembro.
A exposição é organizada pela Andross Editora com apoio do Metrô de São
Paulo e Editora Europa.

SERVIÇO:

Exposição História do Brasil em Quadrinhos: Proclamação da República -
Curiosidades Históricas e Bastidores da Criação do Livro.
Local: Estação República do Metrô - São Paulo/SP
Data: de 10 a 30 de novembro
Horário de funcionamento da estação: 4h40 min. às 00h00
Organização: Andross Editora e HQ em Pauta
Apoio: Editora Europa, Metrô de São Paulo e programa Embarque na Leitura.

Outras informações para a imprensa:
Edson Rossatto
(11) 2943-7687
edson@andross.com.br
www.andross.com.br

15 Novembro 2009

Jardim Inverso - Teatro SP

 JARDIM INVERSO
 
Três peças curtas com personagens em situações inesperadas: uma prostituta religiosa conversa com um cliente; dois seguranças discutem se devem matar o assassino do patrão;  um casal em viagem recebe a notícia da morte de alguém próximo.
 
Texto: Luis Eduardo, Drika Nery e Denio Maués
Direção: Paulo Faria
Elenco: Daniel Morozetti, Lorenna Mesquita e Marcos Gomes
 
Local: Cabaré do teatro N.Ex.T - rua Rego Freitas, 454, Vila Buarque
(pertinho da Roosevelt) tel 3259-9636
Quartas e quintas às 20h
 
 
ESTRÉIA 25 DE NOVEMBRO
 
Produção: Centro de Dramaturgia Contemporânea
www.centrodedramaturgiacontemporanea.blogspot.com 

 

14 Novembro 2009

Mentalista em Show Beneficente

 

 

A Instituição Beneficente Israelita "Ten Yad" (que em hebraico significa estender a mão ) gostaria de contar com seu apoio, na luta pelo combate à fome e resgate da dignidade humana,  ao show anual, que irá acontecer no dia 07 de dezembro no magnífico Teatro Bradesco, maior espaço cultural dentro de um shopping na America Latina para uma platéia estimada em 1.400 pessoas.

 

Este ano estaremos apresentando o show "Mind Games" – Jogos da Mente – com  Marc Salem, o grande mentalista, com temporadas de grande sucesso na Broadway (vide anexo nossa propaganda). Como pesquisador e professor viaja o mundo explorando a mente e seu potencial.

Como artista, se apresenta em todo o globo, divertindo e encantando milhões de espectadores.

 

Este evento é de fundamental importância para o "Ten Yad", pois possibilita a obtenção de recursos vitais para a manutenção e otimização de seus programas. É através de realizações como esta que a instituição busca melhorar a qualidade de vida das pessoas em situação de risco sócio alimentar.

 

É importante lembrar que toda renda deste evento será revertida em prol das obras assistenciais da instituição, que tem como foco o Combate à Fome, mediante seus nove diferentes programas de segurança alimentar e nutricional.

 

O "Ten Yad" oferece anualmente mais de 650.000 mil refeições quentes e gratuitas as pessoas carentes da comunidade paulista. 

 

A instituição, fundada em 1992, foi agraciada 04 vezes com o Prêmio Bem Eficiente em 1999 – 2002 – 2005 - 2006-, outorgado as 50 melhores entidades beneficentes do país, (pelo seu trabalho, organização, administração, estrutura profissional e transparência para seus doadores), "Prêmio Betinho Cidadania 2005", "Prêmio Cidadania 2005 e 2006" do PNBE e homenagens especiais nos jornais da OEA e BID. Além disto conta comm certificação ISO 9001. (vide detalhes em nosso site www.tenyad.org.br)

 

Gostaríamos muito de contar com seu apoio neste evento na forma de algumas divulgações em  seu email marketing.

 

Esperamos contar com sua colaboração e desde já agradecemos por sua atenção e generosidade.

 

 

Respeitosamente,

Leo Kauffman

Voluntariado do Ten Yad

(11) 3811.1313

 

 

 

Lira dos 30 anos no SESC Consolação


SESC Consolação resgata efervescência

cultural do Teatro Lira Paulistana
 
Série de shows com Banda Isca de Polícia e Anelis Assumpção; Língua de Trapo e Premeditando o Breque; Tetê Espíndola, Ná Ozzetti e Virgínia Rosa; Arrigo Barnabé e banda, entre outros, homenageia os 30 anos do teatro.
 
Um velho porão localizado na Rua Teodoro Sampaio, no bairro de Pinheiros, agitou a cena cultural da cidade de São Paulo entre os anos de 1979 e 1986. Espaço de vanguarda e efervescência cultural, o teatro Lira Paulistana era ao mesmo tempo palco para música, teatro, cinema, artes plásticas, literatura e jornalismo. Por ali passaram nomes como Itamar Assumpção, Tetê Espíndola, Na Ozzetti e Paulo Tatit (Rumo), Suzana Salles, Cida Moreira, Nelson Ayres, Jorge Mautner, Laura Finocchiaro, Marcelo Tas, Maurício Kubrusly, Elias Andreato, Paulo Caruso, Língua de Trapo, Premeditando o Breque, Ultraje a Rigor, entre outros artistas que vivenciaram um dos mais estimulantes movimentos culturais experimentados pela capital paulista.
Resgatar parte desta importante história cultural da cidade é a intenção de  Lira dos 30 anos que o SESC Consolação realiza a partir do dia 17 de novembro. O evento pretende trazer um pouco do clima do extinto teatro por meio de atividades que promovam o reencontro de seus participantes e apresentem para a nova geração o legado artístico deixado por eles.
Na programação do evento, o making-of do documentário Lira Paulistana e  shows realizados no Teatro SESC Anchieta,  na Convivência e no Espaço Beta, todos no SESC Consolação, onde uma cenografia remete ao espaço do "velho porão". Entre os convidados, Banda Isca de Polícia e Anelis Assumpção (filha de Itamar Assumpção); Língua de Trapo e Premeditando o Breque; Tetê Espíndola, Ná Ozzetti e Virgínia Rosa; Arrigo Barnabé e Banda; Alzira E e Passoca; Jorge Mautner; e Clemente (Inocentes e Plebe Rude) e convidados do rock - Ari Baltazar (banda 365), Mingau (Ultraje a Rigor), Redson (Cólera), Alonso, Paulinho Barnabé (Patife Band) e Jão (Ratos de Porão), Sandra Coutinho (Mercenárias) e Kid Vinil.
Confira a programação completa:
 
ABERTURA:
 
Dia 17/11. Terça, às 21h. Teatro SESC Anchieta.

Recomendado para maiores de 12 anos 
R$ 10,00 (inteira); R$ 5,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 2,50 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
 
Antes do show –
Making-of do Documentário Lira Paulistana – versão com 30 minutos.
Exibição do making-of do Documentário Lira Paulistana com direção de Riba de Castro, ex-sócio do extinto teatro. O longa-metragem, já em fase de produção, revê os lugares e as pessoas que foram parte do Lira Paulistana. Mesclando mais de 50 entrevistas de sócios, artistas, colaboradores e freqüentadores com imagens do local de festividades em homenagem ao Lira nesses 30 anos, o documentário retrata o indiscutível papel do teatro como palco da música e da cultura de vanguarda de São Paulo nas décadas passadas.

Show: Banda Isca de Polícia. Participação de Anelis Assumpção.
A Banda Isca de Polícia foi criada em 1979 por Itamar Assumpção para acompanhá-lo em discos e shows. Seu primeiro LP foi lançado em 1980 pelo recém-criado selo Lira Paulistana. Neste show, a banda sobre ao palco para relembrar seus grandes sucessos, ao lado de Anelis Assumpão, filha do cantor.
Na formação, importantes músicos da cena brasileira como Bocato, Marco Costa, Luis Chagas, Paulo Lepetit, Vange Milliet e Suzana Sales.
 
SHOWS
 
No Teatro SESC Anchieta:

Recomendado para maiores de 12 anos 
R$ 10,00 (inteira); R$ 5,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 2,50 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
 
Antes do show –
Making-of do Documentário Lira Paulistana – versão com 10 minutos.
Exibição do making-of do Documentário Lira Paulistana com direção de Riba de Castro, ex-sócio do extinto teatro. O longa-metragem, já em fase de produção, revê os lugares e as pessoas que foram parte do Lira Paulistana. Mesclando mais de 50 entrevistas de sócios, artistas, colaboradores e freqüentadores com imagens do local de festividades em homenagem ao Lira nesses 30 anos, o documentário retrata o indiscutível papel do teatro como palco da música e da cultura de vanguarda de São Paulo nas décadas passadas.
 
Dia 18/11. Quarta, às 21h.
Show:
Língua de Trapo e Premeditando o Breque

Apresentação de duas das bandas mais engraçadas do país, surgidas na mesma época, com muitos pontos semelhantes entre si.

Premeditando o Breque, o "Premê", lançou seu primeiro álbum em 1981, em produção independente, e em 1983, com o trabalho Quase Lindo, lançado pela Lira/Continental, o grupo foi premiado pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes) como "Melhor Conjunto Vocal". O Língua de Trapo lançou seu primeiro álbum em 82, em produção independente, pelo selo Lira Paulistana, e em 1984 ganha também o APCA de "Melhor Conjunto Vocal". Em meados da década de 80, o Premê participa de duas edições do Festival da Globo, com as músicas "Empada Molotov" e "O Destino Assim o Quis", e grava álbum por uma grande gravadora, a EMI. O Língua participa em 85 do Festival dos Festivais, da Rede Globo, com a música "Os Metaleiros Também Amam" e lança dois discos por uma gravadora comercial, a RGE.
Fora a trajetória coincidente de suas carreiras, as características que mais aproximam os dois grupos são a irreverência e o bom humor, que fizeram com que em muitas ocasiões se apresentassem juntos. Para mais esse encontro, os dois grupos garantem uma noite muito divertida, onde não faltarão sucessos obrigatórios como "São Paulo, São Paulo" (Premê) e "Concheta" (Língua de Trapo), além de prometerem algumas surpresas.
 
Dia 8/12. Terça, às 21h.
Antes do show –
Making-of do Documentário Lira Paulistana – versão com 10 minutos.
Exibição do making-of do Documentário Lira Paulistana com direção de Riba de Castro, ex-sócio do extinto teatro. O longa-metragem, já em fase de produção, revê os lugares e as pessoas que foram parte do Lira Paulistana. Mesclando mais de 50 entrevistas de sócios, artistas, colaboradores e freqüentadores com imagens do local de festividades em homenagem ao Lira nesses 30 anos, o documentário retrata o indiscutível papel do teatro como palco da música e da cultura de vanguarda de São Paulo nas décadas passadas.

Show: Ná Ozzetti, Tetê Espíndola e Virgínia Rosa
Desde o início, a presença de cantoras nos shows do Lira Paulistana foi muito marcante, tanto em trabalhos solos como participando de grupos. Nessa noite, a reunião de três das mais significativas intérpretes que por lá passaram.
 
Ná Ozzetti – Show do trio formado pela cantora e compositora Ná Ozzetti (SP), o violeiro e compositor Ivan Vilela (MG) e o violonista e compositor Dante Ozzetti (SP).  O repertório, que abranbe tanto a produção musical contemporânea de Dante Ozzetti, Ivan Vilela, Luiz Tatit, Na Ozzetti e clásicos de Ernesto Nazareth, Tom Jobim e Egberto Gismonti, entre outros ícones da música brasileira, traz uma complexa e personalíssima concepção de arranjos e interpretações que valorizam o diálogo entre os três solistas.
 
Tetê Espíndola – A cantora que tem "pássaros na garganta" faz um passeio pelo seu vasto repertório cantando alguns clássicos da nossa memória musical como Trem das Onze, Refazenda, Carinhosos e Sertaneja. Tetê convida a platéia a soltar a voz como passarinho, criando assim um lúdico brejo percussivo-melódico pantaneiro. Essa experiência, vivida intensamente com platéias brasileiras e européias, faz de sua apresentação um momento único, além, é claro, dos seus eternos sucessos Na Chapada, Vida Cigana e Escrito nas Estrelas.
 
Virgínia Rosa
- é mais uma das belas vozes femininas que passaram pelo teatro, como integrante da banda que acompanhava Itamar Assumpção. No Festival dos Festivais da Rede Globo, em 1985, fez parte do coro da música "Escrito nas Estrelas", defendida por Tetê Espíndola (a vencedora do festival), vestindo a fantasia de um enorme coração.
 
Dia 9/12. Quarta, às 21h. 
Antes do show –
Making-of do Documentário Lira Paulistana – versão com 10 minutos
Exibição do making-of do Documentário Lira Paulistana com direção de Riba de Castro, ex-sócio do extinto teatro. O longa-metragem, já em fase de produção, revê os lugares e as pessoas que foram parte do Lira Paulistana. Mesclando mais de 50 entrevistas de sócios, artistas, colaboradores e freqüentadores com imagens do local de festividades em homenagem ao Lira nesses 30 anos, o documentário retrata o indiscutível papel do teatro como palco da música e da cultura de vanguarda de São Paulo nas décadas passadas.
 
Show: Arrigo Barnabé e Banda  - Arrigo Barnabé interpreta Lupicinio Rodrigues. Com Sérgio Espíndola (violão e baixo) e Paulo Braga (piano). O texto abaixo foi extraído de um artigo de Olgária Mattos intitulado: "O amor em tempos de cólera: Lupicinio Rodrigues e Arrigo Barnabé", publicado na Carta Maior.
As canções interpretadas por Arrigo são também narrativas que tecem, simultaneamente, a compreensão do que é o amor para Lupicínio e para seu cultor. Assim, as canções mesclam revolta, indignação, sentimento de perda, mas também displicência com a amada. E humor.
 
No Espaço Beta - 3º andar
Recomendado para maiores de 12 anos
R$ 10,00 (inteira); R$ 5,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 2,50 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
 
Dias 25/11 e 2/12. Quartas, às 21h.

Show: Clemente e Convidados de rock
O Teatro Lira sempre foi aberto a todas as experimentações musicais de qualidade. Prova disso é essa turma que se reúne para uma Jam, que incluí músicos de várias bandas que ajudaram a fazer a história do Lira.
A banda base é formada por: Ari Baltazar (guitarrista da banda 365, e um dos autores do hit "São Paulo"), Clemente Nascimento (guitarrista e vocalista do Inocentes e hoje também na Plebe Rude), Mingau (baixista do Ultraje a Rigor), Redson (guitarrista e vocalista do Cólera) e Alonso (bateria, da mais nova geração do rock nacional).
Os convidados são, dia 25/11 Paulinho Barnabé (vocalista e compositor do Patife Band) e Jão (guitarrista e fundador do Ratos de Porão). Dia 2/12 serão Sandra Coutinho (baixista e compositora das Mercenárias) e Kid Vinil.
O repertório inclui músicas de suas próprias bandas até releituras do rock mundial, tudo em prol da diversão e da merecida homenagem ao Lira.

 
Na Convivência:
Recomendado para maiores de 12 anos
Livre. Grátis. 
 
Dia 24/11. Terça, às 19h30.
Show: Alzira E e Passoca, com participação especial de Renato Anesi e Luiz Waack
Passoca & Alzira E – "Vozes & Violas –
Começo da década de 80, se reuniam para tocar músicos que tinham em comum a viola/violão e cantar. Eram eles, Passoca, Carlão de Souza, Gereba e Capenga, além de Alzira Espíndola e um jovem violeiro chamado Almir Sater.  Surgia na mesma época, o Teatro Lira Paulistana, onde o grupo fez sua primeira apresentação com o nome de "Vozes & Violas". Neste show comemorativo, Passoca e Alzira E cantarão e contarão histórias daquela época com a participação especial do multi instrumentista Renato Anesi e Luiz Waak, ex-integrante da banda Isca de Polícia.
 
Dia 1/12. Terça, às 19h30.
Show: Jorge Mautner
Jorge Mautner é escritor, autor de cinema e compositor-instrumentista-cantor. Em 1996, foi homenageado pela Fundação Nacional de Arte (FUNARTE). O show apresentará músicas que foram sucesso, das quais se destacam: Lágrimas Negras, gravada por Gal Costa; Vampiro, gravada por Caetano Veloso; Herói das Estrelas, gravada por Gilberto Gil entre outros. 

 
Lira dos 30 anos
De 17 de novembro a 31 de dezembro de 2009.
Realização: SESC São Paulo
Iniciativa: Riba de Castro, Laert Sarrumor e Chico Pardal
Produção: Móbile Cultural
 
SESC Consolação
Rua Dr. Vila Nova, 245
Tel: 3234-3000
--------------------------------------------------
Assessoria de Imprensa SESC Consolação e Teatro SESC Anchieta
Rita Solimeo Marin – Tel: 3234-3043

TAM recebe projetos culturais

TAM recebe projetos culturais


Até o dia 30 de dezembro, a TAM receberá projetos esportivos e culturais que tenham como data de realização o primeiro semestre de 2010. Na edição deste ano, a empresa investirá em projetos na área cultural, cujo os recursos serão destinados a casas de show, peças teatrais, cinemas, espetáculos e musicais, moda e museus. O patrocínio será realizado de forma direta, uma vez que a empresa não realiza patrocínios externos por meio de incentivos fiscais estaduais ou federais.

Os interessados em solicitar patrocínio à empresa deverão enviar as propostas por meio do preenchimento do formulário padrão, disponível no site da TAM. Para que as propostas sejam analisadas, o formulário deverá ter todos os campos obrigatórios preenchidos. As propostas deverão ser encaminhadas para o endereço comunicacao.mkt@tam.com.br e os projetos de caráter social e/ou assistencial deverão ser encaminhadas para responsabilidade.social@tam.com.br.

Todo projeto de patrocínio enviado dentro das especificações e categorias especificadas acima será analisado e respondido ao solicitante dentro do prazo de 15 dias úteis a contar da data de envio de todas as informações necessárias, considerando-se eventuais alterações de prazo em função de determinações estratégicas e/ou administrativas da TAM.

Fw: [bancodeatores] SESC RACISTA?

Ponderemos:

Seguindo esta linha de raciocínio de achar que roupas de epoca são
manifestações de preconceito, as baianas de saia rodadas que vendem
acarajé ou estão presentes nos desfiles das escolas de samba deveriam ser
proibidas de existirem pois são uma referencia a período histórico no qual
havia escravatura?
Historicamente a indumentária de mucamas não eram usadas só pro escravas
e sim por mulheres livres... negras, brancas, mestiças.
É fácil achar preconceitos onde não há... onde apenas existam
referencias históricas sobre as idumentárias ligados a certo tempo, vamos a
um exercício sobre os preconceitos que poderiam ser achados:
1 - Mulheres: como não haviam "mucamos" isso é considerar as mulheres
como serviçais e mulheres não pedem servir café.
2 - Homossexuais masculinos: não houve a inclusão de homossexuais nem
transexuais vestidos de mucamas o que fere a diversidade.
3 - Deficientes: não haverá mucamas deficientes (mesmo que sejam
obrigados a fazer trabalho físico aos quais deveriam ser poupados) deeriam
ser representados.
4 - Brancos descendente de europeus: este evento prioriza somente
exemplos predominantemente oriundos da cultura africana. Sendo excludente
dos valores culturais brancos, sendo portanto preconceituosos...
5 - Homens: porque só mulheres se somos quase metade da população.

Como podemos notar é fácil tentar achar preconceitos onde não há... Quem
introjeta a exclusão sempre encontra... Uma lastima que não foquem onde
realmente existam preconceitos raciais e só foquem detalhes ínfimos nos
quais não haja sequer sustentação histórica...
Afinal de contas quando pensamos na palavra escravismo não podemos nos
esquecer que já houveram negros, brancos, asiáticas que foram senhores de
escravos de todas as etnias durante toda a historia da humanidade...

E pensar que tudo isso somente porque alguem desejando criar o clima
cultural do periodo no qual uma manifestação cultural nasceu optou por usar
roupas de epoca que fazem parte da historia Brasileira.... Varios eventos
voltados a conciencia negra e nada disso é focado e sim apenas o detalhe das
roupas de epoca...

----- Original Message -----
From: "zumbiredivivo" <zumbiredivivo@yahoo.com.br>
To: <bancodeatores@yahoogrupos.com.br>
Sent: Saturday, November 14, 2009 1:40 AM
Subject: [bancodeatores] SESC RACISTA?


LEIAM ESSE RELEASE. OLHA QUE COISA, A PESSOA ESCREVE TEMPOS AUREOS DO
PERÍODO COLONIAL E CAFÉ SERVIDO POR MUCAMA. IDEALIZAR E ROMTIZAR A
ESCRAVIDÃO E O TRABALHO ESCRAVO É ALGO QUE PODERIA SER DISPENSAVÉL EM SE
TRATANDO DE UMA INSTITUIÇÃO TÃO GRANDE E DE UM MÊS TÃO IMPORTANTE.

GRANDE ABRAÇO,

ROGÉRIO JOSÉ

CONVITE
Prezados,

O SESC Madureira desenvolve o projeto "Arte de Encontrar "que tem como
proposta a prática de parcerias entre comunidades populares, instituições
públicas, privadas e do terceiro setor. O projeto valoriza o potencial
criativo de crianças e jovens de diversas comunidades, propiciando a troca
de experiências .

O próximo encontro ocorrerá no dia 17/11/2009 a partir das 14 :00h. Este mês
com a temática "Consciência Negra": conversando sobre a cultura "Banto", com
os historiadores (Walter Nkosi e André Lemba); apresentações de danças afro
e café servido por mucama, lembrando os áureos tempos coloniais. As
instituições poderão participar ativamente apresentando suas produções
artísticas, mediante inscrições prévias ou assistindo ao evento.

Contamos com a sua presença!

SESC MADUREIRA

Rua Ewbanck da Câmara, 90. Tels: 3350-1855 e/ou 3350-4536

E-mails: Madureira.comunidad e@sescrio. org.br e/ou Madureira.terceirai
dade@sescrio. org.br

Equipe Comunidade/Terceira Idade

Att
Roberta Vieira
robertasantos@ sescrio.org. br
3350-1855

os parceiros confirmados: Novembro

Música e Dança:

ACAP'S (com apresentação de dança); apresentará três números de dança,
trazendo 10 crianças para atuarem.

Expositores:

Waldecyr Rosas (Arteiros)
Vera Lúcia (GFACGR)
Margarida Feitosa (iniciante)
Heronildes (Instituto consciência&companhi a)

os parceiros confirmados: Dezembro

Música e Dança:

ACAP'S
a.. Apresentará números de dança (circo, dança e Hip hop), trazendo 50
crianças para atuarem;
b.. Trará oficina de Hip hop
c.. Estamos tentando fechar, oficina de corte de cabelo

Expositores:

Waldecyr Rosas (Arteiros)
Vera Lúcia (GFACGR)
Margarida Feitosa (iniciante)
Heronildes (Instituto consciência&companhi a), com possibilidades de
contarmos com mais expositores vinculados a unidade.

Obs: Gostaría de contar com a colaboração de todos, no sentido de
abrangermos mais e mais nossos encontros. E ressaltar que estamos aceitando
sugestões para os próximos encontros.

Aguardo retorno!!!!! !!!!!!!!! !!!!!!!!! !!!!

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11 Novembro 2009

Dança - Edipus Rex estreia dia 13 nov, com temporada até dez/09

 

 

Cia. Corpos Nômades dialoga com as culturas do hip-hop e do carnaval e estreia

ÉDIPUS REX

13 de novembro a 13 de dezembro de 2009

 

A dança contemporânea dialogando com as culturas do Carnaval e do Hip-Hop

Projeto pensado e gestado desde 2001, Édipus Rex, o novo espetáculo da Cia. Corpos Nômades, estreia dia 13 de novembro de 2009, na sede da companhia (O Lugar – Rua Augusta, 325, Centro, São Paulo), sob a direção de João Luís Minelli Andreazzi, que completa em 2009, como coreógrafo, 20 anos de carreira.

Édipus Rex mescla dança contemporânea, teatro, vídeoarte e funde os elementos do Hip-Hop, (com o rapper Terra Preta), do grafite(com o grafiteiro Tota), da música (com o DJ Dan-Dan) e do Carnaval (com o Mestre Sala Gabi, da Escola de Samba Camisa Verde e Branco).

A história de Édipo, filho de Laio e Jocasta, pai de Etéocles, Ismênia, Antígone e de Polinices, é famosa devido ao fato do protagonista matar o pai e casar-se com a própria mãe. Por isso, é considerada a tragédia das tragédias, colocando em foco questões como o parricídio e o incesto, mas também é motor de pensamento e pesquisa de questões como oposições e interações entre o público e o privado, a norma e a transgressão, o destino e a invenção.

Esse novo espetáculo da companhia abarca temas humanos e existenciais: destino, paixão, equívocos, alienação, punição e loucura. Durante a temporada, a sede da companhia receberá uma exposição fotográfica com 12 imagens clicadas pelo fotógrafo Henk Nieman, que acompanha desde 1999 o processo de pesquisa sobre o corpo nômade, com João Andreazzi.

O diretor da Corpos Nômades, João Luís Minelli Andreazzi  durante sua carreira como coreógrafo, criou mais de um espetáculo por ano, entre eles Película da Retina, As Últimas Tentações de Santo Antão, Password:003, Under One´s Very Eyes e Shoot in the Hood . Serão oferecidos, também, workshops específicos relacionados às manifestações culturais exploradas no desenvolvimento da peça.

Para essa montagem a Cia. Corpos Nômades conta com o "Programa de Incentivo a Dança Paulista - 2008", da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, por meio da SABESP, e com apoio da 6ª edição do Fomento à Dança da Cidade de São Paulo.

A inspiração de Édipus Rex

A inspiração escolhida para a construção poética desse espetáculo é a temática de Sófocles e seus conflitos em Édipo Rei, que se transformou em ícone moderno e pós-moderno por criar personagens que ilustraram a psicanálise, a filosofia e os mais secretos desejos humanos. O relato dessa tragédia, advinda de uma lenda grega, foi fundamental para a concepção do espetáculo, pois permitiu ampliar o leque de imagens e movimentos.

Para esse projeto, o grupo continuará o desenvolvimento investigativo cênico que Andreazzi nomeia de coreodramaturgrafia, em que a dança funde-se com a dramaturgia originando o sentido cênico para o corpo contemporâneo, numa fusão do movimento corporal e vocal expondo um corpo falante que orquestra a cena.

Oficinas:

Oficinas e workshops Gratuitos:

Eventos com a Cultura do Hip-hop

Workshop de dança Contemporânea com a Cia. Corpos Nômades na Casa do HIP-HOP, dia 7 de novembro, das 14h00 às 17h00. Público interessado em dança contemporânea, acima de 16 anos. Número de Vagas: 20.

 

Festa de abertura de temporada- Batalha de  MCs e Dança de Rua, com MCs convidados e o DJ Dan Dan, dia 14 de novembro, sábado às 22h30, após o espetáculo ÉDIPUS REX, na sede da Cia. Corpos Nômades. Aberto ao público em geral e aos espectadores da noite de apresentação.

 

 Oficina de Graffiti com  TOTA, de 24 a 26 de novembro das 14h00 às 17h00, na sede da Cia. Corpos Nômades. Público Alvo: grafiteiros e pessoas interessadas acima de 16 anos. Número de vagas: 10.

 

Eventos com a Cultura do Carnaval 

Workshop de Dança Contemporânea com a Cia. Corpos Nômades, na escola de Samba Acadêmicos do Tucuruvi, junto com o Mestre-sala Gabi e a Porta Bandeira Vivi da AMESPBESP- dia 10 de outubro de 2009 (sábado)  das 15h00 às 17h00.  Público Alvo: fechado para alunos do curso de Mestre-Sala e Porta-Bandeira.

 

Oficina de Mestre Sala com o Gabi para a Cia. Corpos Nômades, aberto para o público interessado, 20 vagas, pessoas acima de 16 anos - dias 14 e 16 de outubro das 20h00 às 22h00, na sede da Cia. Corpos Nômades.

 

Oficina de Alegoria Carnavalesca com Nicea Corrêa – dia 28 de novembro - sábado, das 14h00 às 17h00, na sede da Cia. Corpos Nômades. Público alvo: interessados no assunto acima de 12 anos. Número de vagas: 20.

 

Oficina de cuíca – com Dalua – dias 13 e 15 de outubro das 19h00 às 22h00, para a Cia. Corpos Nômades e com 5 vagas para público interessado, na sede da Cia. Corpos Nômades.    

 

Eventos com a Cia. Corpos Nômades

Ateliê de composição coreográfica coordenado por João Andreazzi e Cia. Corpos Nomades dia 21 de novembro, sábado das 14h00 às 17h00, na sede da Cia. Corpos Nômades. Público Alvo: bailarinos e atores interessados no tema. Numero de Vagas: 30.

Bate-papo após o espetáculo Édipus REX, com integrantes da Companhia dia 28 de novembro.

 

Édipus Rex

13 de novembro a 13 de dezembro de 2009, sextas e sábados,21h, domingos, 20h30

 

Ficha Técnica:

Concepção, Direção e Coreodramaturgrafia: João Andreazzi

Elenco: Bruna Dias, Isabella Franceschi, João Andreazzi, Ricardo Silva, Tais Magnani e Tiago Teles Mestre Sala: Gabi DJ: Dan-Dan Rapper: Terra Preta Grafiteiro e cenário: Tota Assessoria Poética Dramatúrgica: Claudio Willer Composição da Trilha Sonora: Vanderlei Lucentini Figurinos, Cenário e  Adereços: Nicea Corrêa Vídeo-Arte: Sina Filmes Fotos: Henk Nieman Produção: Cia. Corpos Nômades Divulgação: Canal Aberto – Márcia Marques Designer Gráfico: Rafael Benthien

 

O LUGAR - Cia. Corpos Nômades
Local: Rua Augusta, 325 - São Paulo – Brasil - Tel: 55-11-3237-3224

Ingresso: R$ 15,00 inteira e R$7,50 a meia entrada/ Recomendação: 14 anos
www.ciacorposnomades.art.br / ciacorposnomades@uol.com.br / ciacorposnomades@gmail.com

 

Acadêmicos do Tucuruvi

Local: Av. Mazzei, 722 – Tucuruvi – próximo ao Metrô Tucuruvi, São Paulo/SP

Tel: 011-22047342

  

Casa do Hip-Hop

Local: Rua 24 de Maio, 38 – Jardim Canhema – próximo à Av. Imigrantes, São Paulo/SP

 

 

Informações para imprensa: Canal Aberto Assessoria de Imprensa

Márcia Marques - (11) 3798 9510 / 2914 0770/ 9126 0425

MSN: claramm@hotmail.com // SKYPE: canal.aberto  // http://twitter.com/canalaberto// www.canalaberto.com.br 

Inscrições abertas para Seminário Internacional sobre Cultura e Acessibilidade.

 

 

 

                  

 

 

 

 

Acesso em reverso

Seminário Internacional sobre Cultura e Acessibilidade

inscrições abertas

     

         

       

  Este seminário reunirá filósofos, artistas, educadores, agentes e gestores culturais, além do público interessado, para debater aspectos filosóficos, históricos e empíricos da noção geral de "cultura de acessibilidade" e seus desdobramentos em diferentes esferas da cultura e da ciência.

 

Participam do seminário Nicolau Sevecenko (professor de história da cultura USP), Peter Pál Pelbart (filósofo), Euler Sandeville Jr. (arquiteto e arte-educador), Caro Howell (diretora do núcleo de educação da Whitechapell Gallery), Francesc Aragall (especialista internacional em acessibilidade e diretor da Fundação Design for All em Barcelona), Pazé (artista plástico), Lucia Reily (especialista em educação inclusiva e educação para as artes) e Antonio Espinosa Ruiz (especialista em acessibilidade física e intelectual ao patrimonio cultural).

 

Período: de 25 a 27 de novembro - Sala Tarsila do Amaral - Piso Caio Graco - entrada franca

Inscrições: preencher ficha de inscrição disponível no site www.centrocultural.sp.gov.br/acessibilidade, até 19 de novembro. As vagas serão preenchidas por meio de seleção e o resultado será divulgado no site do CCSP, a partir do dia 20 de novembro.

 

Organização

Prefeitura de São Paulo

Secretaria de Cultura

Centro Cultural São Paulo

Centro Cultural da Espanha em São Paulo/AECID - Programa ACERCA