13 Julho 2009

Prêmio de Incentivo à Produção Audiovisual

Prêmio de Incentivo à Produção Audiovisual


O Fundo Municipal de Cinema (Funcine) está recebendo até dia 17 de agosto inscrições para o Prêmio de Incentivo à Produção Audiovisual Armando Carreirão - edição 2009. O edital vai contemplar seis projetos nas categorias ficção, documentário e animação, totalizando R$ 120 mil em premiação. A iniciativa tem apoio da Cinemateca Catarinense e da Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes (FCFFC).
Criado pelo Decreto Municipal nº2715/2004, o prêmio Armando Carreirão visa estimular a produção audiovisual independente em Florianópolis, em diferentes áreas da linguagem cinematográfica, através de ajuda financeira e empréstimo de equipamentos aos produtores. O regulamento e as fichas de inscrição estão disponíveis no site do Funcine (www.pmf.sc.gov.br/funcine) ou na sede do órgão, situada junto ao prédio da FCFFC, no Forte Santa Bárbara, na Rua Antônio Luz nº 260, Centro. O horário de funcionamento é das 13h às 18h.
O Fundo Municipal de Cinema (Funcine) foi criado em 18 de setembro de 1989 pela Lei 3.252, com o objetivo de apoiar a produção de filmes de curta e longa metragens de caráter educativo e cultural (Art. 1º.). É formado por representantes (titular e suplência) da Prefeitura da Capital (Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes), Associação Cinemateca Catarinense, Associação Brasileira de Documentaristas ? ABD-SC, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e do Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos e Diversões (SATED).
Apoio cultural
 
Serão contempladas duas propostas na categoria ficção, cada uma recebendo R$ 30 mil; três na modalidade documentário, com premiação individual de R$ 15 mil; e uma na categoria animação, que também será premiada com R$ 15 mil. Cada projeto selecionado vai receber ainda um apoio cultural da Associação Cinemateca Catarinense/ABD-SC no valor de R$ 4 mil em créditos de locação de equipamentos.
O prêmio é dirigido a proponentes, pessoa física, com residência comprovada em Florianópolis há pelo menos dois anos. As produções de curta-metragem deverão ter duração mínima de cinco minutos e máxima de 26 minutos no sistema final MiniDV ou DVCAM. A análise das propostas ficará sob a responsabilidade de uma comissão convidada pelo Funcine, que irá avaliar o projeto considerando a originalidade e qualidade do roteiro; objetivo e rigor técnico; e viabilidade técnica do orçamento proposto. O resultado da classificação será divulgado 45 dias após o fim do prazo de inscrição.
Desde 2004 foram contemplados sete documentários: Hassis - um retrato, de Marco Martins e Ricardo Weschenfelder e Flor de Pessegueiro, de Ângela Bastos, (2004); Mercado de Histórias, de Bianca Chiaradia, e Paisagem Urbana, de PedroMC (2005); Amarras, de Letícia Kapper, Entrelinhas, de Letícia Cardoso, e Dito Isso, de Denise Bendiner (2008). Foram premiadas ainda cinco ficções: Isto não é um filme, de Loli Menezes, e Quem disse que tô indo pra casa?, de Marco Stroich (2005); Uma Camélia Vermelha, de Bob Barbosa, Memórias de Passagem, de Marco Stroisch, e ET - Emissário da Terra, de Cláudia Cárdenas (2008). Também receberam duas animações: Bruxas atacam pescador, de Érico Monteiro (2005), e Sereia, de Yannet Briggler (2008).
 
Armando Carreirão
O cineasta Armando Carreirão, homenageado pelo edital, nasceu em 1925, em Florianópolis, e foi um dos pioneiros do cinema catarinense. Durante as décadas de 1950 e 1960, registrou imagens da cidade formando uma documentação original daquele período, que resultou na produção de mais de 200 filmes, entre cinejornais e documentários. Carreirão foi o produtor do primeiro longa-metragem realizado em Santa Catarina, O Preço da Ilusão, filme que reproduzia o pensamento do Grupo Sul, ligado ao movimento modernista. Armando Carreirão faleceu em outubro de 2007, aos 82 anos.
 
Serviço:
 
O quê: Inscrições para o Prêmio de Incentivo à Produção Audiovisual Armando Carreirão - edição 2009
 
Quando: até dia 17 de agosto
 
Onde: Fundo Municipal do Cinema (Funcine)
Rua Antônio Luz nº 260 - Forte Santa Bárbara - Centro
(48) 3224-6591
www.pmf.sc.gov.br/funcine
Fonte: Fundação Catarinense de Cultura - DUO

Dança - Estreia "Imensidão Íntima"

 

Ambulante Cia Cênica de Dança

estreia

Imensidão Íntima

 

Em julho, de 23 a 26, o TD – Teatro de Dança (instituição vinculada à Secretaria Estadual de Cultura de São Paulo, gerenciada pela Associação Paulista de Amigos da Arte - APAA) recebe a Ambulante Cia Cênica de Dança com a estreia de Imensidão Íntima, dirigida por Tica Lemos, com concepção, criação e interpretação de Karina Ka e Lua Tatit.

 

Imensidão Íntima propõe a respiração, a pausa, a suspensão, o deslocamento, a transformação, a evolução e o amor como poéticas para a pesquisa corporal e cênica. "Remar contra a maré", como subversão pacífica num mundo à deriva no medo, na violência e na competição. Que relações se estabelecem entre o micro/macro, indivíduo/coletivo, entre interno/externo, entre opostos complementares? Que tipo de negociações se configuram no corpo/espaço/tempo quando o desafio é simplesmente estar, alinhar com o mundo, amar e ser vivo? Essas são as questões que ancoram o trabalho em Imensidão Íntima.

 

Ambulante Cia. Cênica

A AMBULANTE tem como objetivo a pesquisa e a experimentação nas artes cênicas, bem como a realização de espetáculos com multiplicidade de linguagens. O foco de pesquisa da companhia é a transitoriedade entre as especificidades artísticas da dança, do teatro, das artes visuais e da música.

Preza pela autonomia dos artistas envolvidos na pesquisa e no processo criativo. Busca a independência de criação e direção de cada linguagem que, em interação acordam com o tema proposto na realização cênica. A companhia é o resultado de três anos de parceria de pesquisa das intérpretes-criadoras Karina Ka e Lua Tatit, e que inaugura sua existência com o espetáculo Imensidão Íntima.

 

Karina Ka

É formada em Dança e Movimento pela Universidade Anhembi Morumbi, e em dança moderna pelo Curso Permanente de Dança Moderna da UFPR, onde foi integrante da Cia Téssera de Dança, dirigida por Rafael Pacheco e Cristiane Wosniack. Integrou também a Yesbody Teatro Físico dirigida por Júlio Motta. Em 2006 foi bolsista residente da Casa Hoffmann – centro de estudos do movimento, onde desenvolve há cinco anos solos independentes. Dirigiu, produziu e atuou no vídeo-dança (16mm) Sobressaltos. Trabalhou como preparadora corporal junto aos diretores Vladimir Capella, Roberto Lage, Juca Rodrigues, entre outros. Foi intérprete-criadora, em 2007/2008, do Núcleo Artérias nos espetáculos Ruído 5.1 e Fronteiras Móveis, e do Bazar UTOPIAS em "Leve Subversão", ambos dirigidos por Adriana Grechi. Atualmente é integrante e co-fundadora da AMBULANTE Cia Cênica de Dança premiada com o ProAC 04/2008 com o espetáculo "Imensidão Íntima" dirigido por Tica Lemos.

 

Lua Tatit

Atriz, bailarina, professora de yoga. Formada em Comunicações das Arte do Corpo pela PUC-SP, é certificada pelo Surya Escola de Yoga com o Método Iyengar Yoga. Trabalhou com Jorge Garcia, Adriana Grechi, Lívia Seixas, Tica Lemos, Christian Duuvoort e José Rubens Siqueira. Foi integrante do Teatro Cru (À Margem, A. Artaud), Núcleo Artérias (com Ruído 5.1 e Fronteiras Móveis) e atualmente é integrante e co-fundadora da AMBULANTE Cia Cênica de Dança, com o espetáculo Imensidão Íntima.

 

Programação Julho/2009

 

23 a 26 de julho – quinta e sexta às 21h, sábado às 20h, domingo às 18h

50 minutos de duração, classificação 14 anos

IMENSIDÃO ÍNTIMA - ESTREIA
AMBULANTE Cia Cênica de Dança/SP

Ficha Técnica

Concepção, Criação e Interpretação: Karina Ka e Lua Tatit Direção e Preparação Corporal: Tica Lemos

Iluminação: Marisa Bentivegna Trilha e Paisagem Sonora: Mano Bap Figurino: Tatiana Spindel e Luna Sokol

Cenário: AMBULANTE Cia Cênica de Dança Produção Cenográfica: Loira Cenográfica Captação de Imagem em Vídeo: Karina Ka e Lua Tatit Edição de Vídeo: Tati Mello Foto em Estúdio: Gal Oppido Fotógrafa: Márika D'Almeida Projeto Gráfico: Edith Derdyk Tratamento de Imagem e Editoração Eletrônica: Adriana Ramalho

 

TD - Teatro de Dança - Secretaria de Estado da Cultura

APAA - Associação Paulista dos Amigos da Arte

Avenida Ipiranga, 344 - Subsolo, Edifício Itália - São Paulo, SP, Brasil - Metrô República - Email: info.teatrodedanca@apaa.org.br  Telefone da bilheteria: 2189 2555 /// Informações: 2189 2557 Capacidade: 278 lugares/Ar-condicionado/Acessibilidade para pessoas com necessidades especiais /// Ingresso: R$ 4,00 e R$ 2,00 /// Estacionamento: R$ 15,00 com manobrista /// Bilheteria, abertura: Vendas para o dia do espetáculo - 4ª a domingo, a partir das 14h/// www.teatrodedanca.org.br /// Vendas online www.ingressorapido.com.br

O Teatro de Dança tem apoio da Folha de São Paulo, Alcaçuz, Leonor Flores, Circolo Italiano, Luna Di Capri e Planeta´s. No programa "Prêmio Teatro de Dança", conta com o apoio do SESC São Paulo.

 

Informações para imprensa: Canal Aberto Assessoria de Imprensa

Márcia Marques - (11) 3798 9510 / 2914 0770/ 9126 0425

www.canalaberto.com.br

09 Julho 2009

Curso de difusão: Identificação, conservação e restauro de pinturas murais

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

IDENTIFICAÇÃO, CONSERVAÇÃO E RESTAURO DE PINTURAS MURAIS

 

 

Curso de difusão - 20 horas

 

 

 

 

 

Responsável: Regina A.Tirello
Doutora pela Universidade de São Paulo e especialista em conservação e restauro do CPC-USP e docente da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Unicamp. Tem diversas publicações na área de preservação de pinturas murais e bens integrados da arquitetura.

 

 

 

 

 

Público alvo
Restauradores, conservadores, estudantes e profissionais da área de bens culturais arquitetônicos e integrados.

 

 

 

 

 

Datas e horários
12 e 19 de setembro, 03, 17, 24 e 31 de outubro de 2009
Aos sábados, entre 9h00 e 13h00 (ver programa abaixo)

 

 

 

 

 

Local
Centro de Preservação Cultural-USP/Casa de Dona Yayá
Rua Major Diogo, 353 - Bela Vista - São Paulo.

 

 

 

 

 

Ementa
O curso expõe métodos e procedimentos na área da conservação de pinturas murais artística e ornamentais visando atender a demanda de instituições culturais e de restauradores/ conservadores por aprofundamento e aperfeiçoamento profissional. O objetivo é contribuir com a ampliação de conhecimentos sobre teoria da conservação, técnicas tradicionais, sistemas de diagnósticos e métodos analíticos de caracterização aplicáveis a essa categoria de bem cultural, ainda pouco estudada no Brasil.

 

 

 

 

 

Programa *

 

 

12/09
Das 9h30 às 11h30

Princípios teóricos sobre conservação e restauro de murais

 

 

19/09
Das 9h30 às 12h30

Técnicas tradicionais de arte mural (materiais e técnicas executivas)

 

 

03/10
Das 9h00 às 13h00

Noções sobre técnicas/cientificas de análise aplicadas ao estudo de pinturas murais

 

 

17/10
Das 9h00 às 13h00

Metodologia de sondagens de superfície para identificação de murais em edifícios históricos (parte 1)
Análises de caracterização de argamassas arquitetônicas

 

 

24/10
Das 9h30 às 12h30

Metodologia de sondagens (parte 2)
Sistemas de documentação e registro

 

 

31/10
Das 9h00 às 13h00

Visitas a monumentos históricos de São Paulo de interesse para o curso

 

 

* Acesse o conteúdo das aulas no link:
http://sistemas.usp.br:8080/apolo/apoObterAtividade?cod_oferecimentoatv=32359

 

 

 

 

 

Professores convidados
As aulas dos dias 03 e 17 de outubro contarão com a participação de cientistas e pesquisadores da POLI-USP e IPT que trabalham em interface com conservadores e restauradores: Augusto Câmara Neiva, Miriam Cruxêm Barros de Oliveira e Ângela Garcia.

 

 

 

 

 

Seleção
Entre os dias 13 de julho e 07 de agosto, os interessados deverão enviar seus currículos para o e-mail cpcpublic@usp.br , pelo correio ou entregar pessoalmente na sede do CPC-USP – Rua Major Diogo, 353, Bela Vista, CEP 01324-001, São Paulo-SP.
Os currículos enviados dentro do prazo acima serão analisados pelos responsáveis pelo curso com base no perfil do público-alvo. O resultado da seleção será publicado no dia 14 de agosto, no site www.usp.br/cpc, seção "Agenda".

 

 

 

 

 

Inscrições
Os selecionados serão contatados por meio eletrônico, através do qual serão informados dos procedimentos para a efetivação da inscrição, bem como para o recolhimento da taxa de R$ 130,00 (inscrição + envio do certificado pelo correio).

 

 

 

 

 

Vagas limitadas
Os inscritos com freqüência mínima de 85% receberão certificado.
Para outras informações, favor entrar em contato com o CPC-USP.

 

 

 

 

 

Centro de Preservação Cultural
Universidade de São Paulo (CPC-USP)
Rua Major Diogo, 353 - Bela Vista
01324-001 - São Paulo, SP - Brasil
tel/fax + 55 11 3106-3562
e-mail cpcpublic@usp.br
www.usp.br/cpc

 

 

 

 

 

 

 

 

08 Julho 2009

Mariana Muniz estreia Speranza! Dona Esperança no Sesc Ipiranga

 
 

José Possi Neto dirige Mariana Muniz em espetáculo sobre personagem ícone dos anos 70

 

Speranza! Dona Esperança

 

 

Marcia Marques

Canal Aberto Assessoria de Imprensa

Fones: 011 2914 0770/ 3798 9510

Celular: 011 9126 0425

MSN: claramm@hotmail.com

SKYPE: canal.aberto

http://twitter.com/canalaberto

www.canalaberto.com.br

 

 

Dias 23 e 24 de julho de 2009, estréia no Sesc Ipiranga, em São Paulo, o espetáculo Speranza! Dona Esperança, um projeto de teatro-dança, inspirado em uma personagem histórica no cenário da dança paulistana dos anos 70. É uma releitura da personagem Dona Esperança, criação de Ruth Rachou e José Possi Neto, para o espetáculo "Sonho de Valsa", de 1979. No dia 5 de agosto, Mariana Muniz apresenta sua coreografia no Teatro de Dança, às 20horas, no evento Plataforma Estado da Dança.

O espetáculo dá continuidade ao processo de criação e encenação, iniciado nas comemorações dos 80 anos da bailarina Ruth Rachou, sob a direção de José Possi Neto. Trata-se de uma releitura dessa personagem singular na história da dança paulistana com a atriz, bailarina e coreógrafa Mariana Muniz, sob direção de José Possi Neto.

Dona Esperança, personagem interpretada por Mariana Muniz, atriz, bailarina e coreógrafa reconhecida e consagrada na dança contemporânea brasileira, é uma "personagem comum", uma "mulher trivial", uma dona de casa, uma criada talvez, presa no seu limitado e pobre universo doméstico, vítima da sua solidão. O que vai diferenciá-la de um ser ordinário é a sua capacidade de SONHAR, o seu UNIVERSO ONÍRICO. Nessa trajetória ela se descobre, em instantes de vida, dona de uma subjetividade passível de uma grande transformação interior.

As apresentações desse espetáculo têm apoio do prêmio Funarte Klauss Vianna 2008, com patrocínio da Petrobras.

 

Sonho de Valsa, de 1979

 

Originalmente concebida para Ruth Rachou, o espetáculo Sonho de Valsa, de 1979, teve a participação do bailarino Thales Pan Chacon e serviu de inspiração para uma recriação cênica, em uma homenagem a Ruth Rachou, em Março de 2008.

 

Sonho de Valsa nasceu de um momento de intenso encontro entre Ruth e Possi, cumpriu temporada no Teatro FAAP, e recebeu dois prêmios da APCA (direção e cenografia). Segundo relato de Bernadette Fiqueiredo e Izaías Almada, no livro "Ruth Rachou, biografia", foi um dos primeiros espetáculos a que se pode chamar de teatro-dança no Brasil, onde a repressão à mulher era o tema central, e Ruth Rachou e Thales Pan Chacon eram intérpretes que materializavam o lírico, o patético e o absurdo.

Para ter acesso a imagens em vídeo, acesse o link:

http://www.youtube.com/watch?v=Yys1ybQsbJc

 

Ficha Técnica

Direção José Possi Neto

Criação e interpretação            Mariana Muniz

Assistente de direção e fotografia Cláudio Gimenez Figurino Fábio Namatame Cenografia José Possi Neto Trilha sonora Ricardo Severo Iluminação Celso Marques Design de Imagens Osmar Zampieri Projeto Gráfico   Paula Viana Assessoria de Imprensa Márcia Marques Produção José Renato F. Almeida

 

Serviço

 

SESC Ipiranga - Rua Bom Pastor, 822 - Ipiranga - São Paulo - SP - Fone: 3340-2000

Dias 23 e 24 / 07, quinta e sexta-feira, às 21h

Duração: 45 minutos Lotação: 200 lugares Recomendação: 10 anos

Preços:

R$ 2,50 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes),

R$ 5,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino) e

R$ 10,00 (inteira);

R$ 5,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino).

 

TD-TEATRO DE DANÇA - Av. Ipiranga, 344 - Centro - SP - Telefone: 11 2189 2555

Dia 5 de agosto, quarta, 20h

Duração: 45 minutos Lotação: 278 lugares Recomendação: 10 anos

Preços: R$ 4,00 e R$ 2,00 (meia)

 

Ventura e Aventura de Contar Histórias - curso de férias

 

Ventura e Aventura de Contar Histórias
Oficina de narração de histórias no Tuca - Julho de 2009

 Proposta: Na busca de sua meta o herói ou heroína das histórias se põe a caminho. E nele encontra as chaves para  alcançar o desejo que o move. Se a meta é conhecer ou se aprimorar na arte da narrativa, quais serão as chaves a serem descobertas e desveladas?
         Através da escuta de histórias tradicionais, do compartilhar de experiências e debate, de vivências e exercícios corporais, vocais, narrativos e de desenho os participantes entram em contato com algumas das chaves que abrem as portas deste mundo maravilhoso e mágico que é o ato de ouvir e contar histórias.
            Certas chaves abrem portas que revelam algumas das virtudes que o ser deve conhecer e lapidar para contar histórias;  outras,  revelam significados dos contos, dos contadores e do gesto de contar histórias, no passado e no presente.

 Sobre a Professora: Tininha Calazans é licenciada em Artes Cênicas, pela Universidade de Brasília e cursou especialização em Teatro e Dança no Departamento de Artes Cênicas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.
Complementando sua formação acadêmica  participou de diversos cursos nas áreas de interpretação, cenografia, dança, consciência corporal, preparação vocal, brincadeiras tradicionais, pintura, danças circulares, euritmia.
Por treze anos foi funcionária da Fundação Nacional pró-Memória - Ministério da Cultura, trabalhando em projetos de "referenciamento da cultura brasileira e interação entre cultura e educação". No Museu Lasar Segall trabalhou nos laboratórios de redação e no coral, desenvolvendo atividades de consciência corporal, texto dramático e de expressão oral.
Foi professora de interpretação e expressão corporal, na Faculdade de Artes de Brasília, em cursos particulares, festivais, na escola de Rainer Vianna, de quem foi assistente e na Oficina do Movimento, onde foi sócia de Neide Neves, Virgínia Costábile e Sandra Lúcia.
Trabalhou como atriz, preparadora corporal, diretora, produtora ou figurinista em teatro adulto e infantil nas peças "Pequenos Burgueses","As Troianas","Auto da Compadecida","Histórias do Arco da Velha","Estórias do Cerrado", entre outras. Atuou em programas de rádio, áudio-books e vídeos".

 Público alvo: Livre - Adultos
Duração: 12 horas- aula (quatro encontros de três horas)
Dias: 07, 14, 21 e 28 de Julho
Horário: 19h30 às 22h30
Valor: R$ 180,00
Vagas: 20

Descontos não acumulativos:
15% - Alunos e Ex-alunos PUC-SP e CLUBE FOLHA (Necessidade de comprovação)

Local: TUCA - Teatro da Universidade Católica / PUC-SP.
Rua Monte Alegre, 1.024 - Perdizes
Informações e Matrículas: (11) 3670.8462 ou 3670.8453

Dança - Zelia Monteiro estreia no Sesc Consolação

 

 

Zélia Monteiro estreia novo

espetáculo no Sesc Consolação

"POR QUE TENHO ESSA FORMA?"

É preciso fazer desfazendo, pois o presente está sempre ultrapassado ou sempre no próximo instante (Alberto Giacometti)

 

Estréia no dia 15 de julho de 2009, no Sesc Consolação, o espetáculo Por que tenho essa forma?, concebido e dirigido pela Zélia Monteiro. Em seguida, apresenta-se na Galeria Olido e no CCSP – Centro Cultural São Paulo (datas no final do release), com sessões programadas até 30 de agosto de 2009.

Inspirado no corpo como espaço e tempo, o espetáculo é pautado pela improvisação, uma estratégia de criação e de composição cênica, que investiga modos de criar e de compor textos coreográficos a partir das relações entre corpo dançante, música e elementos plásticos. Este trabalho dá continuidade à pesquisa de linguagem que Zélia Monteiro desenvolve há mais de vinte anos.

O espetáculo se inspira em questões sobre o instante e a duração. O instante se insere entre o passado e o futuro e inaugura as ocorrências que dão forma a nossa existência. A duração, que sob uma perspectiva espacial chega a nós pela frente, passa por nós e se distancia no passado, às nossas costas, e constrói assim nosso percurso. A necessidade vital do corpo é, sobretudo, aquilo que "dura", pois materializa o que vem depois do início e antes do fim: formas de tempo (presente, passado e futuro) e formas de espaço (início, percurso e chegada).

Por que tenho essa forma?  obra aberta e mutante, constrói-se na articulação entre as linguagens da dança, da música e da luz. Compõe-se no trânsito, proposto pelos artistas de diferentes áreas, que criam a poética do espetáculo ao favorecer, com seu ser/fazer artístico, possíveis relações entre corpo, espaço e tempo.

Espaço, enquanto meio pelo qual as sensações e percepções acontecem. Tempo, enquanto instantes que inauguram e durações, que materializam nossa memória sensitiva e perceptiva.

É nessa construção processual que as relações cinéticas entre corpos/luz/música vão adquirir significações e sentidos compositivos. Estratégia que contribui para a dramaturgia fazer-se a cada encenação.

Síntese de matérias somática e semântica, o corpo como texto, ativa e retoma significações do espaço e do tempo em suas naturezas reais e simbólicas, aqui e agora.

Quem é Zélia Monteiro

Bailarina e professora desde 1977, Zélia Monteiro estudou dança clássica com Maria Melô (do la Scalla de Milão) e tornou-se sua assistente em 1985. Trabalhou por oito anos com Klauss Vianna, de quem também foi assistente. Participou de seu  grupo de pesquisa e criação e a partir dessa experiência intensificou seu trabalho no sistema didático criado por ele, realizando trabalhos pelos quais foi premiada em 1987 (APCA), 1988 (Lei Sarney) e 1992 (APCA). Em 1993 recebeu a Bolsa Vitae de Artes para pesquisa coreográfica realizada em Paris. Deu aulas regulares de consciência corporal  no studio La Fonderie, de dança clássica para crianças e adolescentes na Mairie du 20ème. Em abril de 2006 recebeu o Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna da Funarte, para realização de pesquisa. Em dezembro de 2006 recebeu o Prêmio PAC Circulação, da Secretaria de Estado da Cultura (SP), para tournée de espetáculo. Em 2007 recebeu o Prêmio Fomento à Dança, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

 

 

Serviço

Por que tenho essa forma?

Duração: 50 minutos Classificação: Livre

 

Teatro Anchieta / SESC Consolação - Dias 15, 16,22 e 23 de julho de 2009, às 21h

Rua Dr. Vila Nova, 245 – Vila Buarque – São Paulo/SP - Tel.: 011. 3234 3000

Lotação: 320 lugares

Ingressos: R$ 12,00 (inteira)

R$ 6,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante)

R$ 3,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes)

 

 

Galeria Olido / Sala Paissandu - Dias 30 de julho a 02 de agosto de 2009

Av. São João, 473 – Centro – São Paulo/SP - Tel.: 3397 0170

Horários da temporada: Quinta a sábado às 20h, e domingo às 19h

Lotação: 136

Entrada franca - Retirar ingresso com uma hora de antecedência

 

 

Centro Cultural São Paulo / Sala Jardel Filho - De 26 a 30 de agosto de 2009

Rua Vergueiro, 1000 – Liberdade – São Paulo /SP

Tel.: 3397 4002

Quarta a sábado às 21h, e domingo às 20h

Lotação: 324 lugares

Entrada Franca - Retirar ingresso com uma hora de antecedência

 

 

Informações para imprensa sobre o premio Teatro de Dança:

Canal Aberto Assessoria de Imprensa

Márcia Marques - (11) 3798 9510 / 2914 0770/ 9126 0425

www.canalaberto.com.br

 

 

Divulgação do II Prêmio de Fotografia do CPC-USP


 

 

 

 

 

 

 

 

II Prêmio de Fotografia do CPC-USP
"O Bixiga de ontem e de hoje"

Tema e objetivos *

O Centro de Preservação Cultural USP, órgão da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da Universidade de São Paulo promoverá, entre 03 de agosto e 01 de outubro de 2009, o seu segundo Prêmio de Fotografia, que tem como tema as transformações por que passou o bairro do Bixiga, em sua trajetória no tempo.

O Prêmio é destinado a fotógrafos (as) amadores (as) de qualquer idade não sendo, porém, vetada a participação de profissionais. Tem como objetivo promover a divulgação e a valorização do patrimônio cultural do referido bairro e busca, ainda, captar imagens para uma exposição sobre o tema a ser realizada na Casa de Dona Yayá.

Nesta sua segunda edição, o concurso pretende ampliar o escopo dos trabalhos inscritos, incluindo a categoria "Memória Fotográfica", com o intuito de promover a realização de ensaios fotográficos que se utilizem de outros materiais e meios para promover a reflexão sobre o tema proposto. Assim, além da produção de registros fotográficos do Bixiga no presente, podem ser utilizados registros anteriores – como fotografias pessoais, reportagens publicadas em jornais e revistas, depoimentos, etc. - para possibilitar a visualização das mudanças ocorridas no bairro, cotejadas com a situação atual.

Essa proposta está ligada à constatação de que, sendo um dos mais antigos bairros de São Paulo, o Bixiga passou por grandes e profundas transformações em sua história, e em sua conformação física. Na época da construção da casa que mais tarde viria ser ocupada por Dona Yayá, a área era ocupada por chácaras e situava-se na periferia da cidade; no início do século, o crescimento da cidade se acelera e estas antigas chácaras vão sendo loteadas, e o bairro vai se adensando. Neste momento, o Bixiga começa a receber novos moradores, boa parte dos quais de origem italiana. Na década de 1970, o crescimento da cidade de São Paulo passa a exigir grandes reformas viárias, que atingiram duramente o bairro, devido à sua localização no entorno imediato do centro expandido da cidade. Para abertura da Ligação Leste-Oeste, áreas inteiras foram desapropriadas e demolidas; quadras foram cortadas, ligações tradicionais foram rompidas.

Em que pese a escala das transformações ocorridas e seu impacto na coesão social do bairro, pouco se sabe a respeito. O CPC-USP, cuja sede, a Casa de Dona Yayá, demonstra exemplarmente tais mudanças, convida a todos a pesquisar e refletir sobre esta história, apresentando sua contribuição para o conhecimento da trajetória do bairro.

* O Regulamento completo com os procedimentos para inscrição, a listagem das categorias de participantes e os respectivos prêmios estarão disponíveis no site do CPC, seção "Agenda" a partir do dia 20 de julho.


Centro de Preservação Cultural
Universidade de São Paulo (CPC-USP)
Rua Major Diogo, 353 - Bela Vista
01324-001 - São Paulo, SP - Brasil
tel/fax + 55 11 3106-3562
e-mail cpcpublic@usp.br

 

 

 

 

 

 

 

 

Inscrições - 21 Mostra de Vídeo de Santo André

 

21° MOSTRA DE VÍDEO DE SANTO ANDRÉ

 

DATAS: 16, 17 e 18 DE OUTUBRO DE 2009.

 

DATA DAS INSCRIÇÕES: 01 A 31 DE JULHO DE 2009.

 

LOCAL: ESCOLA LIVRE DE CINEMA E VÍDEO

CHACARA PIGNATARI

AVENIDA UTINGA, 136 – VILA METALÚRGICA

SANTO ANDRÉ – SP – CEP: 09220-610

F.: 4997-1167 – 4997-2155

E-MAIL: cinemaevideo@santoandre.sp.gov.br

 

PRÊMIOS: 1° LUGAR: R$ 10.000,00

2° LUGAR: R$   4.000,00

3° LUGAR: R$   2.000,00   

 

Regulamento e ficha de inscrição

Site: santoandre.sp.gov.br

Página: Escola Livre de Cinema e Vídeo.

 

Obs.: Para postagem pelo correio vale a última data para inscrição.

Programação do Festival de Curta Metragem - Satyros II

Satyros  II  -  Praça  Roosevelt  ,134  , ao lado da Igreja da Consolação  -  São  Paulo 


Entrada  FRANCA  Dia 27 /07 - É A Final
Ola ,
 
segue a lista dos curtas a serem exibidos no festival,podem ocorrer alguma alteração,pr mtivo de inclusão de outros filmes(no máximo2)por dia, devido algumas inscrições terem chegado em ultima hora:
 
                            Dia 13/07/2009 - Segunda-feira - 20:00 horas
 
20:01 - Taxi para o devaneio - Dir. Ansgars Ahlers(filme de abertura - não esta concorrendo)
 
20:15 - Os JETs
 
20:28 - Epifania
 
20:40 - Condominio Chica da Silva
 
20:50 - As Aventuras de Jim e Billy
 
21:10 - Tedio
 
 
                              Dia 20/07/2009  - Segunda-feira  - 20:00 horas
 
20:01 - Boa noite,menino - Dir. Duda Izique(filme de abertura - não esta concorrendo)
 
20:14 - Arquetipos
 
20:30 - A Beira da Linha
 
20:45 - O Intimo
 
21:05 - Um pouco mais de eternidade
 
21:20 - Vida
 
 
Qualquer duvida, e so entrar em contato.
 
abs
Daniel Torres

Temporada de Projetos apresenta individuais de Maurício Ianês, Michel Groisman e PINO


 

Paço das Artes apresenta individuais de Maurício Ianês, Michel Groisman e PINO, selecionados da Temporada de Projetos

 

Na terceira exposição da 6ª edição da Temporada de Projetos serão exibidos três trabalhos no espaço expositivo

 

 

De 14 de julho a 13 de setembro, o Paço das Artes traz as individuais de Maurício Ianês, Michel Groisman e PINO, selecionados da 6ª edição da Temporada de Projetos, projeto pioneiro no incentivo e na divulgação da produção atual de arte contemporânea, que traz como novidade a mudança de periodicidade – passa de bienal para anual –, além de premiar em dinheiro os autores das propostas contempladas.

 

Nessa terceira mostra da Temporada de Projetos 2009, o paulista Maurício Ianês, conhecido por suas performances polêmicas, como a que realizou na Bienal Internacional de São Paulo sem roupa e comida e dependendo das doações dos visitantes (The Kindness of), exibe a vídeoinstalação Minha Língua É A Pena de Um Hábil Escriba.

 

Formada por quatro projeções simultâneas e sincronizadas, sonorizadas com trilha original, a instalação discute questões relativas à linguagem causadas pelas relações de comunicação e interpretação estabelecidas entre o artista e o público, mediadas pela obra de arte.

 

Ianês baseou-se nas trajetórias e obras do poeta Paul Celan e do filósofo vienense Ludwig Wittgenstein, pensadores conhecidos por seus trabalhos que questionam o uso e os limites da linguagem. 

 

"Todo o meu trabalho parte da desconfiança em relação não só as palavras, mas também em relação às imagens. Penso na função e na abrangência de palavras que se prestam a descrever a incapacidade da linguagem de tocar em certos assuntos. Isso porque um pensamento mesmo já vem atrelado desde seu nascimento à linguagem e a toda uma carga sociocultural específica". Ele elege as palavras "inefável" e "inexprimível" como mote e as apresenta escritas em néon sobre um grande cubo cinza.

 

O carioca Michel Groisman, que costuma mostrar suas obras tanto em galerias de arte quanto em festivais de dança, apresenta o projeto que reúne performance, vídeo e fotos de autoria de Sung Pyo Hong, intitulado Vitrais. Desde 2005, vem experimentando possibilidades deflagradas por um único gesto: o de encostar os dedos de uma mão na outra e a partir daí construir inúmeras formas. "Este ato, denominado Porta das Mãos, parece-me ser uma daquelas pequenas epifanias que mora nas entrelinhas do cotidiano, mas que o hábito tem o poder de velar, fazendo com que deixemos de notar sua possibilidade".

 

No dia 15 de agosto, Groisman projeta uma sombra sobre um espectador, convidando-o a participar de uma performance, às 14h.  Essa sombra é formada pelas mãos do artista, partindo da altura do coração. Um vitral forma-se sobre o visitante, sentado em um banco, de frente para Groisman. Esse momento é registrado em foto e vídeo e, esses registros compõem a exposição. Desdobramentos da experiência são, além de fotos e vídeo, jogos de colorir.

 

PINO, nome de uma empresa fictícia, traz objetos – prateleiras e uma escada. Os produtos, a prateleira localizada na área da clarabóia da instituição e a escada, logo abaixo dela, mimetizam elementos e práticas cotidianas cujas  representações visam evidenciar características desses objetos ou contextos dos quais se referem, assim como refletir sobre as implicações dos deslocamentos para o âmbito da arte. 

 

Nos moldes de uma empresa real, cada esfera de atuação é pensada a fim de que se sustente seu aparato ficcional: o desenvolvimento de novos produtos (trabalhos), a forma do texto ao descrever o trabalho e a divulgação da pesquisa como um todo.

 

Os objetos assemelham-se a malas de interdição: blocos de concreto utilizados para lacrar estabelecimentos comerciais irregulares, sinalizar e proteger estradas e vias públicas. Os pôsteres, fabricados em madeira, possuem imagens em sua superfície obtidas por meio de um processo de impressão em papel fotográfico. 

 

Nesse universo de coisas que se personificam surgem objetos que são, ao mesmo tempo, coisa e invólucro, conteúdo e continente. Guardam semelhança com referentes aos quais são associados, embora, à medida que se conclui a associação, desperta-se a sensação de que existe algo deslocado.

 

Os trabalhos dos artistas brasileiros –Maurício Ianês, Michel Groisman e Pino– dividirão espaço com as obras da exposição Grau Zero, com curadoria de Priscila Arantes e Fernando Oliva, inaugurada simultaneamente à terceira mostra da Temporada de Projetos 2009.

 

No dia 15 de agosto, às 15h, os artistas selecionados participam do projeto Portfólio, evento promovido pelo Núcleo Educativo do Paço das Artes no qual os artistas jovens contam ao público detalhes sobre sua formação, influências e trabalhos anteriores, além de tecer comentários sobre o trabalho em cartaz na instituição.

 

Temporada de Projetos 2009

 

Dos dez trabalhos contemplados, oito são de São Paulo (Grupo Hóspede, Laerte Ramos, Luciana Ohira e Sérgio Bonilha, Regina Parra, Cláudio Matsuno, Maurício Ianês, PINO, além da curadoria de Luiza Proença e Roberto Winter); um do Rio de Janeiro (Michel Groisman), e mais um de Recife (Cristiano Lenhardt).

 

Os projetos abrangem pintura, desenho, escultura, instalação, fotografia, vídeoarte, vídeoinstalação, performance, multimídia e novas mídias (eletrônicas e digitais), além da proposta de curadoria.

 

O processo de seleção passou por um comissão composta por sete jurados: do Paço das Artes, a diretora executiva Daniela Bousso, a diretora técnica Priscila Arantes, e o gerente do núcleo de projetos Fernando Oliva. Além de Tadeu Chiarelli, curador e docente do departamento de artes plásticas da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo; Paula Braga, pesquisadora e editora; Paula Alzugaray, curadora independente e crítica de arte; e Marcio Harum, curador independente.

 

Os artistas contemplados receberão o prêmio de participação para exposição, no valor de R$ 1.300,00 (mil e trezentos reais). Os autores do projeto de curadoria ganharão o prêmio de participação para curadoria, cujo valor é de R$ 3.500,00 (três mil e quinhentos reais). Os selecionados que residem em outros Estados do país terão direito a duas passagens aéreas para São Paulo (ida e volta), hospedagem, traslados e ajuda de custo. 

 

Retrospectiva da Temporada

Criada há mais de dez anos pela direção do Paço das Artes, a Temporada de Projetos se tornou um celeiro de artistas, críticos e curadores. Ao participarem dessa ação, os artistas têm a oportunidade de serem avaliados por crítica, público e classe artística. Desde seu surgimento, já recebeu cerca de 2.400 portfólios, lançou no mercado 90 artistas e 10 curadores e contabilizou cinquenta exposições. Os Estados com maior número de contribuições, nesses onze anos, foram São Paulo, Pernambuco, Minas Gerais, Espírito Santo, Ceará e Rio Grande do Sul.


Entre os nomes de artistas que despontaram nessa trajetória estão Gisela Motta, Leandro Lima, Lia Chaia, Daniela Kutschat, Rejane Cantoni, Ricardo Carioba, Raquel Kogan, Cine Falcatrua, Ana Holck, Marcellvs L. e Débora Bolsoni. No campo da curadoria, destacaram-se Christine Mello, Kiki Mazzucchelli e Érika Fraenkel. Sua realização também contribuiu para o fortalecimento da jovem crítica, com contribuições de Fernando Oliva, Cauê Alves, Paula Alzugaray, Van Steen, Juliana Monachesi, José Augusto Ribeiro, Daniela Maura, Guy Amado, Fernanda Albuquerque e Daniela Castro.

 

 

Paço das Artes

O Paço das Artes, órgão da Secretaria de Estado de Cultura do Governo do Estado de São Paulo, foi criado em 1970 e, atualmente, é administrado pela Associação dos Amigos do Paço das Artes Francisco Matarazzo Sobrinho, Organização Social de Cultura. Centro cultural multidisciplinar, abrange todos os segmentos das artes visuais (pintura, desenho, gravura, escultura, fotografia, vídeo, arte tecnológica, design e multimídia), em um esforço de estimular a exibição e a reflexão sobre a arte contemporânea nacional e internacional.

 

Atualmente, conta com a direção executiva da curadora e crítica de arte Daniela Bousso, direção técnica da pesquisadora Priscila Arantes e direção administrativa do engenheiro Selim Harari. A gerência do núcleo de projetos do Paço das Artes está a cargo de Rejane Cintrão.

 

Serviço: Paço das Artes apresenta individuais de Maurício Ianês, Michel Groisman e PINO

Abertura: 13 de julho, às 19h

Visitação: 14 de julho a 13 de setembro, terça a sexta, das 11h30 às 19h; sábado, domingo e feriado, das 12h30 às 17h30

Classificação indicativa: livre

Entrada franca

 

Paço das Artes

Avenida da Universidade, n° 1, Cidade Universitária

Telefone para informações: 11. 3814-4832

www.pacodasartes.org.br

 

Informações para a imprensa : Conteúdo Comunicação

Milena Ootuca : imprensa@mis-sp.org.br 11. 2117-4777 ramal 314

Roberta Montanari : roberta.montanari@conteudonet.com 11. 5056-9800

Claudio Sá : claudio.sa@conteudonet.com 11. 5056-9800

 

 

 

 

 

 

 

Dança Brasil - Informa!

 

Cisne Negro Cia de Dança



Programa do Teatro Municipal:
Fruto da terra
Reflexo do espelho
Forrolins

Datas da temporada no Teatro Municipal de São Paulo:
24 e 25 de Julho ás 21H
26 de Julho ás 19H


FORROLINS
Coreografia: Dany Bittencourt
Assistente de coreografia convidada: Verônica Santibañez Calderon
Músicas: Variações "Forrolins" – Autor: André Mehmari (sobre tema original de Cacá Malaquias) 9'10"
Bachianas Brasileiras nº 4 – Ária – Autor: Heitor Villa-Lobos. Arranjos: Nelson Ayres. 7'49"
Figurinos: Daniel Bagnara Mena
Confecção de Figurinos: Camarim Artigos para Dança
Desenhos de luz: Esteban Sánchez

SINOPSE
Forrolins é uma obra do repertório da CISNE NEGRO CIA. DE DANÇA que será apresentada, em estréia nacional, nos dias 25, 26 e 27 de julho de 2009 no Teatro Municipal de São Paulo.
Esta coreografia foi estreada inicialmente pelo Ballet Nacional do Chile, em setembro de 2008, cujo convite para montagem da mesma foi feita a Dany Bittencourt por seu Diretor, o coreógrafo Gigi Cacileanu.

Forrolins é baseada nas variações sobre Forrolins, escritas pelo talentoso músico brasileiro André Mehmari, uma das revelações atuais da música brasileira. Essa obra musical faz parte do CD gravado pela OSESP - ORQUESTRA SINFÔNICA DO ESTADO DE SÃO PAULO e BANDA MANTIQUEIRA, sob a regência do maestro John Neschling (CD GRAVADO AO VIVO). Nesta coreografia é utilizada outra faixa desse CD: Arias das Bachianas Brasileira nº 4, de Heitor Villa-Lobos, com arranjo de Nelson Ayres.

André Mehmari
Pianista, arranjador, compositor e multiinstrumentista, nasceu na cidade de Niterói-RJ em 22 de abril de 1977. Teve seus primeiros contatos com a música através de sua mãe aos 5 anos de idade já em Ribeirão Preto-SP.
Mudou-se para São Paulo em 1995, com seu ingresso na ECA-USP. Tornou-se mais conhecido pelo grande público quando venceu em 1998 o primeiro Prêmio Visa de MPB. Participa como solista em importantes festivais de jazz brasileiros como o Chivas Jazz, o Heineken Concerts (com Mônica Salmaso) e o TIM Festival, e internacionais como o Spoleto Festival USA (André Mehmari Trio) e Blue Note Tokyo (turnê japonesa de Joyce e Dori Caymmi).
Músico prolífico, apontado como um dos mais originais e atuantes na cena brasileira, André teve numerosas composições e arranjos tocados por alguns dos mais expressivos grupos orquestrais e de câmara brasileiros, entre eles OSESP, OSB, Sujeito a Guincho e Quinteto Villa-Lobos.
O CD Lachrimae apresenta além de composições próprias, recriações de clássicos da nossa rica música popular. Seu recente projeto "Piano e Voz", com a cantora Ná Ozzetti, lançado em CD e DVD, é considerado uma obra prima pela crítica especializada.
Em 2007 recebeu o prêmio Carlos Gomes na categoria revelação e foi apontado compositor residente para a Banda Sinf. Do Est. de São Paulo. Recentemente criou música orquestral para a abertura oficial dos Jogos Panamericanos Rio 2007 e teve uma obra estreada pela pianista Maria João Pires, na Europa.
Gravou 'Contínua Amizade', em parcer ia com o bandolinista Hamilton de Holanda, e 'De Árvores e Valsas...', inteiramente dedicado `as suas composições. Lançou em 2009 o álbum 'Miramari', com o clarinetista italiano Gabriele Mirabassi.


Nelson Ayres
Apesar de sua postura sempre discreta, o pianista, arranjador e compositor Nelson Ayres é amplamente reconhecido como umas das personalidades mais importantes da musica instrumental brasileira contemporânea, um constante inovador.
Iniciou sua carreira na década de 60, dividindo o palco com outros estudantes que traziam para São Paulo o nascente movimento da bossa nova, como Taiguara, Toquinho e Chico Buarque. Com uma bolsa de estudos, tornou-se o primeiro aluno brasileiro a cursar o afamado Berklee College of Music em Boston, onde, com o saxofonista Vitor Assis Brasil, criou o quinteto Os Cinco, primeiro grupo de música instru mental brasileira da costa leste americana. Nos Estados Unidos tocou e gravou com Airto Moreira e Flora Purim, Astrud Gilberto no auge de seu sucesso, Ron Carter, Walter Booker e outros músicos de peso.
Na volta para o Brasil, foi procurado por músicos profissionais paulistas para transmitir o que havia aprendido em sua temporada americana. O curso informal montado para estes músicos foi a origem da Big Band de Nelson Ayres, que pode ser considerada o principal núcleo de revigoração da musica instrumental paulista da década de 70. Durante oito anos a orquestra se apresentou todas as segundas feiras para platéias lotadas no Auditório Augusta e Opus 2004, e levou musica instrumental para o circuito universitário.
Foi também figura de destaque nos dois legendários Festivais de Jazz São Paulo/Montreux, apresentando-se ao lado de Benny Carter, Dizzy Gillespie e Toots Thielemans. A década de 80 foi dedicada ao Pau Brasil, um quinteto que propunha para a musica instrumental brasileira um caminho diferente do jazz-rock predominante na época. Um convite da Radio France para participação no Festival de Jazz de Paris foi o início de diversas tournées pela Europa e Japão, além da gravação de vários discos lançados internacionalmente. Com César Camargo Mariano, estrelou em 1984/85 o espetáculo Prisma, primeiro show brasileiro a usar intensivamente recursos de computação aliados a instrumentos eletrônicos




Fruto da Terra 1999

Coreografia: Itzik Galili
Assistente de Coreografia; Noah Rozenthal
Música: Mercedes Sosa
Figurinos e iluminação: Itzik Galili
Concepção Cenográfica: Ascon Nijs
Execução Cenográfica: Dorival Chiavinato / Carlos Giachieri
Tempo: 18'

Fruto da Terra, foi criado pelo coreógrafo israelense Itzik Galili, um dos mais conceituados coreógrafos da atualidade, que tem sua própria companhia sediada na Holanda.

A Obra descreve de forma poética e simples, a vida no campo, a comunicação e o relacionamento entre grupos de trabalhadores, que mesmo em meio a tensões e conflitos vivem numa mágica harmonia.

Com música de Mercedes Sosa, Fruto da Terra tem grande impacto visual e recusos cênicos inovadores, com tratamento do artista plástico Ascon Nijs.

Itzik Galili
Itzik Galili nasceu em Tel Aviv e começou sua carreira como bailarino na Companhia Bat Dor, mais tarde entrando para a Batsheva Dance Company. Teve sua estréia como coreógrafo com "Doublé Time" em 1990. Notável coreógrafo, tem trabalhado com uma impressionante gama de bailarinos e companhias em todo o mundo. Na Holanda, país onde está sediado desde 1991, criou trabalhos para o Scapino Rotterdam, Het Nationale Ballet, Nederlands Dance Theater II e Reflex, internacionalmente criou para o Gulbekian Ballet Portugal, Lês Grands Ballets Canadiens, Ballet du Grand Théâtre de Geneve, Batsheva Dance Company, entre outros.

Seu segundo trabalho, "The Old Cartoon" (1990) recebeu o prêmio de originalidade no Festival Internacional de Gvanim (Israel). Em 1992 Galili ganhou o prêmio do público na Competição Internacional de Coreógrafos em Groningen com 'The Butterfly Effect". Em 1994, recebeu o prêmio Philip Morris por sua contribuição para a cultura holandesa.

Em 1996, Galili trabalhou com o compo sitor Gene Carl, criando uma obra completa chamada "Chronocratie"(1996) e "Below Paradise" (1997) para Scapino Rotterdam.
Em setembro de 1997, Galili foi nomeado pelo Ministério da Cultura Holandês diretor da Fundação de Dança do Nort da Holanda baseada em Groningen.
A companhia Galili Dance apresentou seu primeiro trabalho completo " The Familiar Stranger", no dia 15 d setembro desse mesmo ano, no "Stadsschouwburg Groningen".

MERCEDES SOSA nasceu em San Miguel de Tucumán,na Argentina , dia 9 de julho de 1935. Desde aqueles anos anos tem seu apego pela expressões artísticas populares.




REFLEXO DO ESPELHO

FICHA TÉCNICA:

Coreografia e Figurinos : Patrick Delcroix
Música: Aphex Twin e Arvo Pärt
Projeto de Luz : Patrick Delcroix e André Bottó
Confecção de Figurinos: Camarim Artigos para Dança

"O espelho nos dá todo dia a mesma imagem, mas o que você vê não é sempre o que você sente, a sua imaginação pode levá-lo muito longe, porém o espelho não mente, o reflexo é sempre o mesmo". (Patrick Delcroix)



A mais nova coreografia de Patrick Delcroix foi criada especialmente com nove dos bailarinos da companhia. "O mais interessante sobre a criação são as imagens que os bailarinos trouxeram sobre o tema. Isso é muito rico", diz Patrick. A idéia do espetáculo veio ao longo do tempo, através de observações e sensações do artista. "Não foi um clic. Veio naturalmente", diz Patrick, que assina também figurinos, o projeto de lu z (junto com André Bottó) e a escolha da trilha musical - o ás da techno Aphex Twin (codinome do inglês Richard D. James) e o estoniano Arvo Pärt, um dos principais compositores eruditos modernos. A coreografia trata do estranhamento que todos têm ao se verem refletidos no espelho. A imagem refletida é sempre a mesma, mas cada um sente de um jeito, de acordo com suas experiências.

Aos 41 anos, Patrick Delcroix participou durante 15 anos do Nederlands Dans Theatre, de Jiri Kylian, uma das mais importantes companhias do mundo, primeiro como bailarino e depois como coreógrafo-residente. Delcroix participou dos trabalhos de grandes coreógrafos: Billy Forsythe, Mats Ek, Edouard Lock, Ohad Naharin, Nacho Duato, Hans van Manen, além de Kylian. A partir de 90, desenvolveu uma série de coreografias para diversos grupos europeus e desde 92 ensina o repertório do NDT no Conservatório R eal de Hague. Em 2001, Patrick Delcroix foi nomeado pelo governo francês Cavalheiro das Artes e Letras por seu trabalho no mundo da dança. Além de Reflexo no Espelho, Delcroix já coreografou para a Cisne Negro Cia. de Dança, os balés Além da Pele, de 1998, e Cherché, Trouvé, Perdu (2002).

 

07 Julho 2009

Festival de Poesia na Casa das Rosas

Festival de Poesia na Casa das Rosas


Os poetas Alfredo Fressia, Paulo Ferraz e Rafael Rocha Daud abrem hoje o festival de poesia alternativa Flap, das 19h às 21h, na Casa das Rosas (av. Paulista, 37, tel.: 0/xx/11/3285-6986; grátis, livre). A Flap começou em 2005 e, neste ano, tem como tema "Vinte Anos de Muro". O festival acontece em outros oito locais; a programação está no site flap2009.wordpress.com.
 
Fonte Folha de S. Paulo - DUO

Dança - Zelia Monteiro estreia "Por que tenho essa forma?"

 

 

Zélia Monteiro estreia novo

espetáculo no Sesc Consolação

"POR QUE TENHO ESSA FORMA?"

É preciso fazer desfazendo, pois o presente está sempre ultrapassado ou sempre no próximo instante (Alberto Giacometti)

 

Estréia no dia 15 de julho de 2009, no Sesc Consolação, o espetáculo Por que tenho essa forma?, concebido e dirigido pela Zélia Monteiro. Em seguida, apresenta-se na Galeria Olido e no CCSP – Centro Cultural São Paulo (datas no final do release), com sessões programadas até 30 de agosto de 2009.

Inspirado no corpo como espaço e tempo, o espetáculo é pautado pela improvisação, uma estratégia de criação e de composição cênica, que investiga modos de criar e de compor textos coreográficos a partir das relações entre corpo dançante, música e elementos plásticos. Este trabalho dá continuidade à pesquisa de linguagem que Zélia Monteiro desenvolve há mais de vinte anos.

O espetáculo se inspira em questões sobre o instante e a duração. O instante se insere entre o passado e o futuro e inaugura as ocorrências que dão forma a nossa existência. A duração, que sob uma perspectiva espacial chega a nós pela frente, passa por nós e se distancia no passado, às nossas costas, e constrói assim nosso percurso. A necessidade vital do corpo é, sobretudo, aquilo que "dura", pois materializa o que vem depois do início e antes do fim: formas de tempo (presente, passado e futuro) e formas de espaço (início, percurso e chegada).

Por que tenho essa forma?  obra aberta e mutante, constrói-se na articulação entre as linguagens da dança, da música e da luz. Compõe-se no trânsito, proposto pelos artistas de diferentes áreas, que criam a poética do espetáculo ao favorecer, com seu ser/fazer artístico, possíveis relações entre corpo, espaço e tempo.

Espaço, enquanto meio pelo qual as sensações e percepções acontecem. Tempo, enquanto instantes que inauguram e durações, que materializam nossa memória sensitiva e perceptiva.

É nessa construção processual que as relações cinéticas entre corpos/luz/música vão adquirir significações e sentidos compositivos. Estratégia que contribui para a dramaturgia fazer-se a cada encenação.

Síntese de matérias somática e semântica, o corpo como texto, ativa e retoma significações do espaço e do tempo em suas naturezas reais e simbólicas, aqui e agora.

Quem é Zélia Monteiro

Bailarina e professora desde 1977, Zélia Monteiro estudou dança clássica com Maria Melô (do la Scalla de Milão) e tornou-se sua assistente em 1985. Trabalhou por oito anos com Klauss Vianna, de quem também foi assistente. Participou de seu  grupo de pesquisa e criação e a partir dessa experiência intensificou seu trabalho no sistema didático criado por ele, realizando trabalhos pelos quais foi premiada em 1987 (APCA), 1988 (Lei Sarney) e 1992 (APCA). Em 1993 recebeu a Bolsa Vitae de Artes para pesquisa coreográfica realizada em Paris. Deu aulas regulares de consciência corporal  no studio La Fonderie, de dança clássica para crianças e adolescentes na Mairie du 20ème. Em abril de 2006 recebeu o Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna da Funarte, para realização de pesquisa. Em dezembro de 2006 recebeu o Prêmio PAC Circulação, da Secretaria de Estado da Cultura (SP), para tournée de espetáculo. Em 2007 recebeu o Prêmio Fomento à Dança, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

Serviço

Por que tenho essa forma?

Duração: 50 minutos Classificação: Livre

 

Teatro Anchieta / SESC Consolação - Dias 15, 16, 22 e 23 de julho de 2009, às 21h

Rua Dr. Vila Nova, 245 – Vila Buarque – São Paulo/SP - Tel.: 011. 3234 3000

Lotação: 320 lugares

Ingressos: R$ 12,00 (inteira)

R$ 6,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante)

R$ 3,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes)

 

 

Galeria Olido / Sala Paissandu - Dias 30 de julho a 02 de agosto de 2009

Av. São João, 473 – Centro – São Paulo/SP - Tel.: 3397 0170

Horários da temporada: Quinta a sábado às 20h, e domingo às 19h

Lotação: 136

Entrada franca - Retirar ingresso com uma hora de antecedência

 

 

Centro Cultural São Paulo / Sala Jardel Filho - De 26 a 30 de agosto de 2009

Rua Vergueiro, 1000 – Liberdade – São Paulo /SP

Tel.: 3397 4002

Quarta a sábado às 21h, e domingo às 20h

Lotação: 324 lugares

Entrada Franca - Retirar ingresso com uma hora de antecedência

 

 

Informações para imprensa:

Canal Aberto Assessoria de Imprensa

Márcia Marques - (11) 3798 9510 / 2914 0770/ 9126 0425

www.canalaberto.com.br

 

 

06 Julho 2009

ESPETÁCULO SORRIA - DIREÇÃO: GULLY - CIA OLYMPO - ESTRÉIA SÁBADO - DIA 04 DE JULHO ÀS 21 HS - TEATRO COMMUNE

 

Cia Olympo

 

apresenta

Sorria

Direção e Trilha Sonora de Gully

com

Dayenne Mesquita, Priscila Beniamino, Rafael Cestari, Guilherme Rahner

 

Serviço:

 

Onde? Teatro Commune - Rua da Consolação, 1.218 (entre o Mackenzie e TRT), sentido centro-paulista, estacionamento ao lado.

 

Quando? Sábados às 21 horas e Domingo às 19 horas - ESTRÉIA 04 DE JULHO

 

Ingresso: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)

 

Bilheteria: das 17:30 às 21:30 horas

 

Maiores Informações: 11 3807-0792 (bilheteria) ou 3476-0792 (administração)

 

contato: teatrocommune@commune.com.br

Fabio Cadore | SESC Pinheiros | 16Julho

 




FabioCadore_SescPinheiros_16julho2009.jpg

Dança - Ballet Stagium dança Mané Gostoso no TD

 

                                                                                                                 

Ballet Stagium encena, no TD

Mané Gostoso

 

 

 

Em julho, de 9 a 12, a programação do TD – Teatro de Dança (instituição vinculada à Secretaria Estadual de Cultura de São Paulo, gerenciada pela Associação Paulista de Amigos da Arte - APAA) chama ao seu palco o Ballet Stagium para apresentar o espetáculo Mané Gostoso. O título Mané Gostoso é uma alusão ao boneco feito em madeira – brinquedo infantil facilmente encontrado nas feiras nordestinas –, e que tem pernas e braços movimentados por meio de cordões.

 

A coreografia, de Decio Otero, é uma leitura moderna da cultura popular nordestina, com trilha sonora assinada pelo grupo Quinteto Violado. Com direção teatral de Marika Gidali, Mané Gostoso é resultado da união entre as raízes brasileiras interpretadas pela dança, marcado pelo bom-humor, pela grandeza poética e, ao mesmo tempo, pela simplicidade. A obra homenageia um dos ícones de nosso país, o pernambucano Luiz Gonzaga, ao fazer uma referência atual da cultura popular do Nordeste.

 

As músicas que compõem o espetáculo são Asa Branca e Assum Preto, ambas de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira; Forró de Mané Vito e P'ronde tu vai Luiz?, também de Luiz Gonzaga, com Zé Dantas; Sete Meninas, de Toinho Alves e  Dominguinhos; Dona Aninha, de Toinho Alves e Roberto Santana; Hino da Ceroula, de Milton Bezerra de Alencar; e Vida, de Dudu Alves.

 

Sobre esse trabalho, comenta Gidali: "(o espetáculo) São momentos de intensa atividade musical e de coreografias vigorosas, expressas nos corpos dos bailarinos, envolvendo a platéia em interpretações diferenciadas do universo regional".

 

Marika Gidali foi homenageada com o Prêmio Nacional Jorge Amado de Literatura e Arte e junto a Décio Otero recebeu do Ministério da Cultura a medalha de Ordem do Mérito Cultural, pela representatividade dos seus trabalhos e relevante contribuição à sociedade.

 

Programação:

 

09 a 12 de julho – quinta (feriado) às 18h, sexta às 21h, sábado às 20h, domingo às 18h

60 minutos de duração, recomendação livre

MANÉ GOSTOSO

Ballet Stagium/SP

 

Ficha técnica

Coreografia: Décio Otero Direção Teatral: Marika Gidali Criação de Luz: Décio Otero e Marcelo Jannuzzi Figurinos e Cenário: Márcio Tadeu Execução de Figurinos: Judite Lima Montagem de Luz: José Luiz da Silva Elenco: Paula Perillo, Michelle Calegari, Potiara Bolzan, Jordana  Belem, Marina Ricci,  Marcia Ferreira,  Roberta Bussan , Marcos Palmeira, Marcos Veniciu, Eduardo Mascheti, Vinicius Anselmo, Noeli Mescouto, Edilson Ferreira Direção Musical: Toinho Alves

 

TD - Teatro de Dança - Secretaria de Estado da Cultura

APAA - Associação Paulista dos Amigos da Arte

Avenida Ipiranga, 344 - Subsolo, Edifício Itália - São Paulo, SP, Brasil - Metrô República - Email: info.teatrodedanca@apaa.org.br  Telefone da bilheteria: 2189 2555 /// Informações: 2189 2557 Capacidade: 278 lugares/Ar-condicionado/Acessibilidade para pessoas com necessidades especiais /// Ingresso: R$ 4,00 e R$ 2,00 /// Estacionamento: R$ 15,00 com manobrista /// Bilheteria, abertura: Vendas para o dia do espetáculo - 4ª a domingo, a partir das 14h/// www.teatrodedanca.org.br /// Vendas online www.ingressorapido.com.br

O Teatro de Dança tem apoio da Folha de São Paulo, Alcaçuz, Leonor Flores, Circolo Italiano, Luna Di Capri e Planeta´s. No programa "Prêmio Teatro de Dança", conta com o apoio do SESC São Paulo.

 

 

Informações para imprensa: Canal Aberto Assessoria de Imprensa

Márcia Marques - (11) 3798 9510 / 2914 0770/ 9126 0425

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COOPERATIVA CULTURAL BRASILEIRA CRIA A PRIMEIRA CENTRAL DE COOPERATIVAS DE CULTURA NO BRASIL

COOPERATIVA CULTURAL BRASILEIRA CRIA A PRIMEIRA CENTRAL DE COOPERATIVAS DE CULTURA NO BRASIL

A Cooperativa Cultural Brasileira, através de um modelo diferenciado cria a "INCUBADORA DE COOPERATIVAS CULTURAIS" que será uma "central de cooperativas", mas também uma incubadora das mesmas.

 

 

 

A INCUBADORA DE COOPERATIVAS CULTURAIS, projeto idealizado por Marília de Lima – atual presidente da Cooperativa Cultural Brasileira - nasceu de sua experiência com produção cultural, administração de empresas, observações de modelos de centrais cooperativas e pesquisa do setor cultural e cooperativo. O projeto, já em desenvolvimento, incentiva a criação de cooperativas regionais de cultura em todo o Brasil.

 

Como funciona?

São feitas palestras aos interessados explicando o formato do projeto, o setor cultural e os fundamentos do cooperativismo. Baseada na lei 5764 (Lei do Cooperativismo) Cria-se então a Cooperativa. Diferentemente dos formatos usados pelas Cooperativas, Unimed's e Uniodonto, entre tantas outras, que só fornecem sua marca e o know-how necessários, A Cooperativa Cultural Brasileira emprestará não somente a sua marca e todo o know-how necessários, como também acompanhará a recém-criada Cooperativa, durante dois anos. Tempo suficiente para que esta possa estabelecer-se e tornar-se independente no mercado cultural.

 

Como será este "acompanhamento"?

No primeiro ano a cooperativa funcionará em parceria com a central, que possivelmente emitirá a maioria das notas fiscais e fará toda a administração. Primeiro, porque o profissional da cultura tem maior dificuldade em administrar as partes fiscal, jurídica e burocrática. Segundo, porque ele não tem, na área da cultura, constância de trabalho, o que o impede de assumir compromissos financeiros imediatamente. De outra forma não haverá resultado positivo se simplesmente for criada e abandonada. Neste processo, uma porcentagem do rateio das despesas irá para um "fundo de reserva", criado pela nova cooperativa, que não poderá ser usado no primeiro ano, mas somente a partir do ano seguinte. Este fundo possibilitará a manutenção de pelo menos seis meses no segundo ano. Durante este primeiro ano, a intenção é estabelecer parcerias com a OCB e OCEs, SESCOOP e SEBRAE em todo o Brasil para assessoria e treinamentos sobre cooperativismo, empreendedorismo e cultura para o conselho gestor, conselho fiscal e sócios.

No segundo ano o conselho gestor já estará preparado para assumir a administração e também terá uma reserva de caixa para as primeiras despesas. Porém, como a maioria dos editais de cultura exige que as empresas tenham dois anos e a maioria dos projetos que gera recursos para o profissional da cultura vem destes editais, a nova cooperativa ainda terá que estar em parceria com a central para apresentar seus projetos.

Após estes dois anos, a nova cooperativa terá força e estará estruturada e preparada para "andar com as próprias pernas". A central ficará então com os projetos de grande porte que por necessidade ou mercado devem ser realizados em conjunto. A central continuará sua representação e fomento das singulares e cada cooperativa a partir destes dois anos pagará por sua associação como é o formato nas outras centrais. A cooperativa singular não perderá em momento algum o seu poder de decisão e gestão.
O acordo é somente para a administração e não para as decisões e direcionamento.

 

Sobre as cooperativas de cultura

As Cooperativas da área cultural são cooperativas mistas, pois, o trabalhador da cultura presta serviço, mas também vende livros, CDs, obras de arte, apostilas etc. Não estão na categoria nem das cooperativas de trabalho e nem das cooperativas de produção. Por isso, cada vez mais a necessidade do reconhecimento desta nova categoria que há pouco mais de cinco anos começou a crescer.

Em Portugal já existe mais de 300 cooperativas no ramo da cultura. Leia-se cultura, no sentido amplo da palavra, não somente as belas artes: música, teatro, dança etc. Mas, também a culinária, o patrimônio, a criação em variados setores, o meio ambiente etc.

Segundo Helnon de Oliveira Crúzio em seu livro "Cooperativas em Rede e Autogestão do conhecimento"... nos últimos 14 anos, as cooperativas de trabalho, serviços e produção foram as que mais cresceram no país. Conforme estatísticas de 2002, do total de 7.549 cooperativas em todo o país, 2.109, ou  27,93%, pertencem a esses seguimentos com cerca de 5,3 milhões de profissionais associados...

O profissional da área cultural, ainda não se sabe se por falta de treinamento, informação ou por aptidão, ainda não consegue, em sua maioria, gerir empresas próprias ou mesmo projetos específicos com relação à parte administrativa financeira e fiscal. Este profissional muitas vezes utiliza-se de notas fiscais obtidas com empresas de produção indicadas por amigos ou pela própria instituição que o contrata para formalizar seu trabalho.

O grande problema desse procedimento é que este profissional ao receber o seu cachê, o recebe informalmente, tornando-se assim, inexistente perante o mercado, ou seja: não comprovando sua renda, não pagando seu INSS, inviabiliza-se de uma futura aponsentadoria. Numa fácil e rápida pesquisa no setor cultural, logo identificamos que a maioria dos trabalhadores da cultura não sobrevive dignamente de sua profissão e que na velhice acaba dependendo de favores de terceiros, justamente por negligenciar alguns procedimentos simples e legais que garantiriam um futuro digno.

As Cooperativas de Cultura vêm com uma solução para este problema, ou seja; Ela formaliza o trabalho, formaliza o profissional no mercado, comercializa produtos desses profissionais e gera muito mais benefícios que uma simples nota fiscal não conseguiria. E o melhor de tudo, esse profissional (cooperado) é o dono da empresa (Cooperativas), também participando de decisões.

A Cooperativa Cultural Brasileira existe há pouco mais de cinco anos e hoje é a maior Cooperativa de Cultura do Brasil. Tem grande experiência de gestão, por trabalhar  ao lado dos mais de 1.500 músicos (cooperados) do Projeto Guri (maior projeto social da América Latina através do ensino da música). O principal objetivo é formalizar o trabalhador da cultura e fomentar o seguimento. São mais de 6.000 associados em todo o território nacional e das mais diversas linguagens como; dança, música, teatro, patrimônio, culturas populares etc. A Cooperativa Cultural Brasileira está em mais de 300 cidades no estado de São Paulo, Minas Gerais, Nordeste, Bahia, Sul etc. Possui variados departamentos onde o cooperado tem gratuitamente consultoria. O departamento de projeto ajuda em quaisquer projetos culturais de lei de incentivo, edital etc. Este departamento também, junto com outros cooperados, auxilia na captação de verbas. O departamento comercial representa e apresenta os projetos dos sócios junto a prefeituras, SESCs, empresas etc. Outros departamentos assumem a orientação de notas fiscais e contratos, cadastramento, informações sobre INSS etc.

Marilia de Lima, produtora cultural, com mais dez anos de experiência no ramo, assumiu a presidência da Cooperativa Cultural Brasileira, também conhecida como CCB, que está em sua segunda gestão. A atual presidente é também a criadora do projeto Incubadora de Cooperativas Culturais, do fomento à criação do ramo "Cultura" no cooperativismo e outras discussões sobre a valorização do profissional e a estruturação do setor através do cooperativismo.

 

 

MAIS INFORMAÇÕES:

Giorgio Rocha – Assessoria de Imprensa - Cooperativa Cultural Brasileira

comunicacao@coopcultural.org.br – 11-3828-3447

03 Julho 2009

Falando de Caetano e o Minc

Ponderemos....

 

No passado as elites consideravam detentora de validade cultural somente a erudição européia hermeticamente formatada.

Sábios novos ventos tangidos pela modernidade demonstraram que toda forma cultural era valida, os sapientes arautos da antropofagia nos disseram que estávamos livres para bebermos em todas as fontes culturais... ou seja, poderíamos viver um paraíso tropicalista perfeito onde toda a manifestação cultural era valida.... e assim o foi... por certo tempo um paraíso conquistado por pensadores que combateram , para ser construído, até certos ditames ditatoriais perversos... a ditadura passou e os valorosos guerreiros da igualdade cultural venceram... a reboque destes valorosos guerreiros  agora surgem vozes neo-reacionárias vindo nos dizer que arte é valida somente se a serviço do que chamam de "valores sociais validos"...

Vozes estas que querem dividir a cultura em patamares econômicos, falam de situações que deveriam ser tratados nos âmbitos do assistencialismo social e não no âmbito da arte e da cultura.

 

Mas minha mente me remete a certo tempo passado , quando um bando de artistas ajudaram um ideal revolucionário, eles eram pintores e poetas com nomes estranhos como Maiacowisk ou artistas suplematistas... Recordo-me de como foram tratados, chamados de divulgadores de uma arte decadente e burguesa...perseguidos... proibidos de criarem... proibidos de usarem as verbas do estado que estava na mão de um politiburgo que elegia como valida somente a vertente do realismo social (leia-se arte de propaganda ate mesmo mentirosa e culto da imagem de um líder carniceiro).

 

Lembro de artistas como Caetano, obrigados a se exilarem no exterior por terem sido perseguidos pela ditadura... Recordo-me de sua tradição artística ao criarem o tropicalismo... como labutaram para crescerem e obterem o sucesso... como estão agora amargando a baixa de seus rendimentos com as mudanças tecnológicas... como vêem nas grandes cidades o publico minguar com medo da violência e com a competição com as novas formas de entretenimento como TV a cabo, dvds, internet, etc... como os custos de seus shows ficaram elevados... como a maior parte de suas bilheterias vai para as dezenas de produtores e técnicos envolvidos na efetivação de seus espetáculos... Mas mesmo diante deste quadro fazem arte, fazem a cultura de nosso país...Mas vozes surgem dizendo que tais artistas deveriam é estar não fazendo arte e sim o trabalho para o qual centenas de ongs e assistentes sociais e as mais diversas verbas recebidas por políticos deveriam fazer mas tem muitas vezes outra destinação...

 

Sejamos bem vindos a este triste novo mundo... onde a cultura, a arte e os artistas pra atenderem os discursos padrões populistas têm que deixar de ser feita para se engajar com o assistencialismo social... onde bravatas de alegadas democratizações geográficas são levantadas esquecendo-se que a densidade populacional e mesmo de artistas e aparelhos culturais não obedecer a proporcionalidades geográficas padronizadas.

 

de Wellington R Costa

01 Julho 2009

FLIP 2009

FLIP 2009

By Clelia Araujo/Comunicação Social on Ministério da Cultura

A sétima edição da Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP 2009), que começa nesta quarta-feira, 1º de julho, na cidade histórica de Paraty, no Rio de Janeiro, terá como homenageado o escritor pernambucano Manuel Bandeira (1886-1968). O festival contará ainda com vários eventos que acontecerão de forma simultânea, como shows, oficinas, conferências, debates, mesas literárias e claro, muita leitura.

Na programação de abertura, o crítico e escritor Davi Arrigucci Jr, autor de ensaios sobre diversas obras de Bandeira, presidirá conferência na Tenda dos Autores, às 19h. Já na Tenda do Telão, às 21h, haverá shows de Adriana Calcanhotto e Romulo Fróes e banda.

A FLIP 2009, que recebe apoio do Ministério da Cultura, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, termina no domingo, 5 de julho, e contará também, ao longo dos cinco dias de festa, com 19 mesas literárias, onde serão debatidos os mais variados assuntos à respeito da literatura brasileira e internacional. Todos os encontros acontecerão na Tenda dos Autores e terão transmissão ao vivo para a Tenda do Telão.

São 33 autores convidados vindos de diversos lugares do mundo, entre eles está  Grégoire Bouillier, da Argélia, que depois de viver nas ruas, ser pintor e virar jornalista, decidiu contar a história de sua vida errante no premiado Rapport sur moi (2002). Também estará presente a curadora e crítica de arte, Catherine Millet, francesa que  fundou e edita a revista Art Press.

A Oficina Literária desta edição será conduzida pelo poeta, tradutor e professor Paulo Henriques Britto e terá como tema a poesia. Haverá também uma programação exclusiva para as crianças - a Flipinha -, em que estudantes de Paraty apresentam o resultado de seus trabalhos inspirados no universo literário e participam de palestras com autores convidados.

Novidade -  Um novo projeto faz parte da Festa em Paraty, o FlipZona, direcionado aos jovens e usa as novas tecnologias na comunicação para promover esta aproximação. Haverá oficinas de produção e edição de áudio e vídeo, caracterização teatral, produção de texto, animação, videogame, fotografia, debates com escritores e profissionais cuja produção mantém relações com o universo jovem, exibição de filmes, etc. A FlipZona também será um projeto continuado, durante todo o ano, e envolverá a rede de ensino de Paraty.

Todos os dias haverá projeções, oficinas de animação, produção de textos, arte, grafite, xilogravura, videogame e blog, mídias e comunicação nas escolas e na Central Flipzona de Produção para os alunos da rede escolar de Paraty. O conteúdo das oficinas será projetado na programação da Flipzona.

Encontro Literário

Considerada umas das principais comemorações literárias do cenário mundial, a Festa Literária Internacional de Paraty é reconhecida pela qualidade dos autores convidados, pelo entusiasmo de quem participa e pela hospitalidade da cidade.

Desde 2003, passou a fazer parte da lista de importantes festivais literários como Hay-on-Wye, Adelaide, Harbourfront de Toronto, Festival de Berlim, Edimburgo e Mântua. Com a presença de autores mundialmente respeitados, como Julian Barnes, Don DeLillo, Eric Hobsbawm e Hanif Kureishi, a primeira FLIP estabeleceu um padrão de excelência às edições seguintes.

Dos brasileiros, alguns dos autores mais talentosos já estiveram presentes, como Ariano Suassuna, Ana Maria Machado, Milton Hatoum, Millôr Fernandes e Luís Fernando Verissimo, além de ícones da cultura brasileira como Chico Buarque e Caetano Veloso.

Saiba mais.

(Texto: Sheila Rezende, Comunicação Social/MinC)
(Fonte: Site da FLIP 2009)

 

Estréia da peça "O Montacargas" de Harold Pinter

O MONTACARGAS

 

 

Estréia dia 04 de julho O MONTACARGAS, de Harold Pinter. O espetáculo fará curta temporada - dias 4, 11, 18 e 25 de julho - no Espaço dos Satyros Um.

 

O espetáculo O MONTACARGAS. O texto - terceira obra escrita para o teatro por Harold Pinter (único dramaturgo premiado com o Nobel de Literatura em 2005) – apresenta-nos dois homens que se encontram num porão à espera de uma terceira pessoa, enquanto conversam sobre futebol e comentam as notícias dos jornais. Aos poucos, sob a aparente banalidade dos diálogos entre os personagens, vai se revelando ao espectador um vasto conteúdo inconsciente, a partir das sutis indicações dos motivos que os levaram ao porão e a tarefa que ali irão realizar.

 

A encenação, fruto da pesquisa realizada desde o inicio de 2008 pelo grupo Na Cia. dos Homens, cuja principal referencia é a obra do cineasta francês Robert Bresson, constrói-se a partir de um acurado cuidado com a palavra, aliado ao minimalismo e à economia de meios que permeiam os elementos que compõem a cena (cenários, figurinos, iluminação...) bem como o trabalho do ator que, utilizando-se do silencio e da imobilidade, busca conferir aos seus personagens uma dimensão arquetípica e simbólica.

 

Bráulio Ferraz: Ator. Formado pela Teatro-Escola Macunaíma. Estudou também no Royal Welsh College of Music and Drama - Cardiff, Reino Unido e no  Mark Keppel High School - Monterey Park-California-USA. Atuou nos espetáculos: Os Possessos, direção de Antonio Abujamra; Insones 3x4, direção de  Ed Anderson Mascarenhas; Happy End e Surabaya, Johnny, direção  Marco Antonio Rodrigues;  Ópera dos 500, direção de  Naum Alves de Souza; Oração para um pé de chinelo, direção de Dizoneth; dentre outros.

 

César Maier: Ator, diretor e dramaturgista. Iniciou seus estudos em teatro em 1988 no curso Interpretação a Partir do Trabalho com Máscaras e Maquiagem, com os atores George Bigot e Maurice Durozier do Theatre du Soleil. Fez cursos com Rubens Correia, Aderbal Freire Filho e Antunes Filho, dentre outros. Atuou nos espetáculos: O Defunto, de Renê de Obaldia; Conversação Sinfonieta, de Jean Tardieu; O Claro Abelardo, de Antonin Artaud (este também sob sua direção); dentre outros.

 

O Montacargas, de Harold Pinter – tradução de Bráulio Ferraz - direção de César Maier

Com Bráulio Ferraz e César Maier

Espaço dos Satyros Um – Praça Roosevelt, 214 – Tel. 11 3258 6345 – www.satyros.com.br

Estréia dia 4 de julho – Curta Temporada: dias 4, 11, 18 e 25 de Julho – Sábados, às 19 Horas

Ingressos: R$ 20,00; R$ 10,00 (Estudantes, Classe Artística e Terceira Idade); R$ 5,00 (Oficineiros dos Satyros e moradores da Praça Roosevelt) / Bilheteria: 1h antes do espetáculo, aceita dinheiro e cheque.

Duração: 60min. / Classificação: 16 anos / Lugares: 70 / Acesso universal. / Não possui estacionamento.

Apoio: O AUTOR NA PRAÇA

Geometria/Abstração no Gabinete de Arte Raquel Arnaud

 

Gabinete de Arte Raquel Arnaud

Exposição

Geometria / Abstração

Exposição traz obras inéditas de artistas do Gabinete de Arte Raquel  Arnaud,

como Waltercio Caldas, Carmela Gross, Arthur Luiz Piza...

O Gabinete de Arte Raquel Arnaud organiza e expõe obras inéditas de seus artistas na coletiva Geometria / Abstração, aberta ao público a partir de 1º de julho, com visitação até 1º de agosto de 2009.

Carmela Gross, Carlito Carvalhosa, Carlos Cruz-Diez, Elizabeth Jobim, Célia Euvaldo, Iole de Freitas, Maria Carmen Perlingeiro, Tuneu, Arthur Luiz Piza, Waltércio Caldas, Daniel Feingold, Cassiano Michalany, Richard Serra, Richard Longo, Hugo de Marco, Hahuriko Sunagawa são alguns dos que terão obras inéditas expostas na galeria. São 20 trabalhos escolhidos para uma mostra que envolve diversas técnicas, como escultura, pintura, desenho, gravura e objetos.

Gabinete de Arte Raquel Arnaud 

A partir de 1º de julho até 1º de agosto de 2009.

Horário: Segunda a sexta-feira, das 10h às 19h; sábado, das 12h às 16h. Grátis.
Rua Arthur Azevedo, 401 - Pinheiros, São Paulo, SP. Fone: 011 3083 6322
www.raquelarnaud.com 

Informações para a imprensa

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