Ciranda de Cantigas no SESC Pinheiros


Espetáculo Ciranda de Cantigas no SESC Pinheiros

Novas apresentações do grupo Ciranda de Cantigas em São Paulo, agora no SESC Pinheiros, dias 16 e 23 de setembro, às 14h, com entrada franca. O Grupo foi criado em 2002, a partir do lançamento do livro/CD Ciranda de Cantigas, organizado por Salatiel Silva. Segue abaixo informações sobre o espetáculo, o grupo e o livro/Cd

Espetáculo Ciranda de Cantigas - SESC Pinheiros

Rua Paes Leme, 195 - Pinheiros – Tel. 3095-9400

Livre. Sala de Oficinas - 2º andar. Grátis Dia Capacidade de público 150 pessoas

Dia16/09 e 23/09 Sábados, das 14h às 15h30.

O espetáculo Ciranda de Cantigas:

Trata-se de um envolvente show musical, que coloca sua platéia para cantar e conhecer os mais diferentes gêneros textuais e musicais oriundos da cultura e da música popular brasileira. Seguindo a classificação apresentada no livro, os músicos apresentam cantigas de roda, parlendas, acalantos e outros gêneros da infância. O espetáculo também conta com apresentação de Teatro de Bonecos, onde personagens das cantigas (confeccionados em espuma com articulação de boca e vara) como a Vaca Amarela, o Boi da Cara Preta e o simpático anfitrião Vovô Chico, interagem diretamente com os músicos e a platéia, criando um envolvimento no universo da cultura popular através das parlendas e adivinhas. Essa diversidade de textos e linguagens, que a criança vai memorizando durante o espetáculo é associada à releitura musical por meio de arranjos criativos, através de diversos instrumentos musicais. Durante o espetáculo o público canta, participa de situações lúdicas envolvendo música e poesia, é instigada a distinguir ritmos e instrumentos, enfim, crianças, familiares e educadores irmanam-se em uma atmosfera lúdica e mágica. O resultado é uma aproximação prazerosa e inteligente entre a criança, os educadores e pais, mediados pelo indispensável universo da poesia e da música, que certamente vai ter uma significativa influência no processo de letramento e no ensino da leitura e da escrita.

Destacamos a seguir alguns dos lugares em que o Grupo Ciranda de Cantigas se apresentou: Sesc Interlagos (2003), Sesc Campinas (2003), Sesc Vila Mariana (2003), Hopi Hari (2003), projeto O Autor na Praça (2004), projeto O Autor no Parque (Trianon), Universidade de São Paulo (2004), 7ª Feira de Artes da Vila Mariana (2002), apresentação especial no evento Café com Arte no Congresso Anual de Professores da Escola da Vila (2004), Clube Pinheiros (2002), Livraria Casa do Poeta (2005), Show pelo Circuito Cultural da Prefeitura do Município de São Paulo na Biblioteca Infanto Juvenil Lenyra Fracarolli (2003), no Bate papo UOL (2005), Auditório da Biblioteca Alceu Amoroso (2003), teatro Grande Otelo (2006), teatro Armando Bogus (2006), feira de artes da prefeitura de Osasco (2006).

O Livro/CD Ciranda de Cantigas:

Organizado pelo músico Salatiel Silva, é o resultado de um trabalho de pesquisa que tem como objetivo resgatar as cantigas de roda, parlendas, acalantos, jogos e poemas da tradição oral, respeitando e valorizando a diversidade regional. Esperamos com este trabalho, "contagiar" adultos e crianças, para que os valores da tradição oral não se percam, sejam resgatados, valorizados e respeitados nas mais diversas versões cantadas por todo este Brasil. Participam do cd grandes músicos como: Oswaldinho do Acordeon, Renato Braz, Juca Novaes entre outros. Para completar, o ilustrador Sérgio Severo, procurou associar música, texto e imagem, o que "provoca" a aplicação das brincadeiras sugeridas nas ilustrações.

Em 2002 o livro/CD Ciranda de Cantigas recebeu menção honrosa da câmara dos vereadores da cidade de São Paulo e vem recebendo elogios de toda crítica especializada (revista nova escola, Tv gazeta, jornalista Boris Casoy...). Algumas escolas vem adotando o livro/CD em sala de aula (colégio Marista Arquidiocesano, colégio Rainha da paz, colégio Augusto Laranja).

O Grupo Ciranda de Cantigas:

O Grupo, criado a partir do lançamento do livro/Cd Ciranda de Cantigas, apresenta seu repertório, que traz com nova roupagem, as mais conhecidas canções de roda, acalantos e parlendas de diversas regiões do Brasil.Mesmo tratando-se de um trabalho dirigido ao publico infantil, podemos afirmar que desperta o interesse de todas as faixas etárias.

Sobre o autor e organizador do Ciranda de Cantigas

Salatiel Silva: Músico, compositor, pesquisador da cultura popular Brasileira, autor e organizador do livro/Cd Ciranda de cantigas, produtor (tendo produzido mais de vinte cds infantis, alguns títulos: Coisas de Arrepiar, Folclore Mágico, Animais Divertidos, Baú da Copa, Receitas da Mamãe, Folclore fantástico, Páscoa divertida, Ecologia, Poesia dos Sapos, Projeto pedagógico “Brincando com sons e tons” entre outros...). Participou de projetos como: Dois Carecas e um Poeta, Poema Show, banda Sala e Cozinha, show Coisas de Arrepiar (contou com a participação da cantora Ana de Holanda), autor e produtor de jingles ( clientes: Natura, linha mamãe bebê; Belgo Mineira, Secretaria do meio ambiente de Osasco, personagem Bob Esponja...etc), compositor de mais de cinqüenta musicas infantis gravadas, finalistas de alguns festivais de música popular brasileira. Atualmente, junto com o poeta e autor infantil Paulo Netho, tem percorrido todo país com o show “balaio de 2” (SESC Villa Mariana, SESC Pinheiros, SESC Santos, SESC Taubaté, SESC Itaquera, SESC Pompéia, SESC Araçatuba, SESC Birigui, primeira Bienal do livro de Tocantins, varias Bienais de São Paulo, Londrix “festival literário de Londrina”...etc.

Contatos: Edson Lima – 3085 1502 / 9586 5577 – edsonlima@oautornapraca.com.br


18.08 a 16.09 - “PASSAGEM DAS HORAS” - SP

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Grupo Trilhas da Arte - Pesquisas Teatrais

estréia

“PASSAGEM DAS HORAS”

18 de agosto a 16 setembro

Teatro Fábrica São Paulo

“Passagem das Horas” é um poema do heterônimo Álvaro de Campos, o mais urbano dos heterônimos de Pessoa. Campos foi engenheiro naval formado em Glasgow, e segundo Pessoa, teria escrito o poema em 1915 e pouco depois, teria morrido. Fernando Pessoa ressuscitou Campos, para que este escrevesse uma nova versão do poema em 1917, como uma espécie de obra póstuma, mas feita no além. Este espetáculo mescla as duas versões, fazendo a transposição de poesia para linguagem teatral. Entre a vida e morte, mergulha numa viagem interior do eu-lírico, bifurcando-se em busca do auto-conhecimento. Leva sua empreitada às últimas conseqüências até redescobrir a vida, a morte, o recomeço.

Grupo Trilhas da Arte - Pesquisas Teatrais

Formado em 1991, por Antonio Ginco, na cidade de Americana-SP, com o nome de Cia “Se Liga” de Teatro, o grupo, em 1999, inaugura sua sede própria em Americana, estabelecendo-se como uma companhia profissional de teatro.

Nesta sede, a Cia manteve por cinco anos o “Curso Livre de Teatro”, com carga horária aceita e deferida pelo SATED – SP. O Espaço Cia “Se Liga” de Teatro – Investigação e Criação Teatral também abrigou espetáculos e temporadas do próprio grupo e de grupos convidados, além de vários cursos de aperfeiçoamento em diferentes técnicas teatrais, ministrados por profissionais reconhecidos no campo das Artes Cênicas, como Verônica Fabrini, Carlos Simioni (LUME TEATRO) e Tiche Vianna, até 2004.

Em 2005 a Cia “Se Liga” se desmembra, permanecendo no grupo apenas Antonio Ginco, Juliana Calligaris e Luciana Mizutani, passando a companhia a chamar-se Trilhas da Arte – Pesquisas Teatrais, que a partir desta nova configuração, trouxe a sede do grupo para a cidade de São Paulo.

FICHA TÉCNICA

Texto adaptado do poema homônimo de Álvaro de Campos, heterônimo de Fernando Pessoa

Concepção e direção: Antonio Ginco

Interpretação: Juliana Calligaris e Luciana Mizutani

Figurinos: Raphael Júdice

Cenário: Antonio Ginco

Iluminação: Décio Filho

Sonoplastia: Ignacio de Campos

Fotografia: João Carlos Martins

Programação visual: Juliana Calligaris e João Carlos Martins

SERVIÇO:

“PASSAGEM DAS HORAS”

Grupo Trilhas da Arte - Pesquisas Teatrais

18 de agosto a 16 setembro

Sextas e sábados às 00h00

Duração: 55 minutos

Indicação: livre

Ingresso: R$ 20,00 (R$ 10,00 meia-entrada para estudantes, idosos).

Teatro Fábrica São Paulo - Sala 2

80 lugares

Rua da Consolação 1623

Estacionamento conveniado R$8,00

Reservas e informações: Tel.: 3255-5922 ou pelo site www.fabricasaopaulo.com.br

Assessoria de Imprensa: Julianna Santos

(11) 32140339/91002540

julianna.santos@ig.com.br

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de 06.09 a 14.12 - Depois da Chuva...no Fábrica SP








“Depois da Chuva...”

Cia. das Artes Dramáticas (CAD)

De 06 de setembro a 14 de dezembro

“Depois da Chuva...” é o título do 35º espetáculo teatral da Cia. das Artes Dramáticas (CAD), núcleo de produção da Cooperativa Paulista de Teatro. Escrito e dirigido por Julio Carrara, o texto é um drama que abordará uma relação homoafetiva entre dois jovens universitários com medo de se expor para uma sociedade repressora e preconceituosa. Assumir ou não uma relação amorosa com uma pessoa do mesmo sexo?

Bruno e Cristiano dividem um apartamento no centro da cidade de São Paulo. Com o passar do tempo, Cristiano se apaixona por Bruno e esconde do amigo esse sentimento. E numa manhã, após uma noite chuvosa, Cristiano revela seus sentimentos para o rapaz e a partir daí a relação de ambos toma outro rumo.

Não é simplesmente uma peça “gay”, como se vê muito por aí. Antes de mais nada, é uma peça que fala de amor. A orientação sexual das personagens é apenas um ponto de partida para uma reflexão maior. As personagens deste espetáculo poderiam ser heterossexuais, lésbicas, bissexuais ou transgêneros. O que importa é o amor que uma pessoa nutre pela outra e até onde o meio social pode interferir na intimidade das pessoas e ditar como lidar com ela? E por que determinadas pessoas optam pela infelicidade por medo de amar?

Ficha Técnica

ELENCO: Marcos De Vuono, Thiago Duran Nogueira e Eduardo Metring (stand)

Texto e Direção e Concepção Sonora: Julio Carrara

Cenografia e Figurinos: Lia Aleixo

Iluminação: Emerson Fernandes

Secretária e Operação de Som: Lu Ferreira

Operação de Luz: Julio Carrara

Vozes em OFF: Octávio Mendes

Cenotécnica e Acessórios: Companhia das Artes Dramáticas

Fotos de Divulgação: Denis Tavares

Projeto Gráfico: Ana Paula de Oliveira

Assessoria de Imprensa: Adriana Tintori

Produção Executiva: Eduardo Metring

Realização: Cia das Artes Dramáticas da Cooperativa Paulista de Teatro

Supervisão Geral: Julio Carrara

SERVIÇO

“Depois da Chuva...”

Cia das Artes Dramáticas (CAD)

De 06 de agosto a 14 de dezembro

Quartas e Quintas

21:00 horas

duração: 60 minutos

indicação: à partir de 16 anos

Ingresso: R$ 20,00 (R$ 10,00 meia-entrada para estudantes, idosos).

Teatro Fábrica São Paulo - Sala 2

80 lugares

Rua da Consolação 1623

Estacionamento conveniado R$8,00

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de 07.10 a 17.12 - Diário dum Carroceiro - SP

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Diário dum Carroceiro

1º texto de teatro escrito por pessoa em situação de rua

em circuito profissional

No Teatro Fábrica São Paulo

07 de outubro a 17 de dezembro

O CAAC – Centro de Artes Alternativas e Cidadania, ONG sem fins lucrativos, fundada em 2000, estréia em 07 de outubro de 2006 seu primeiro espetáculo profissional. Escrito por Tião Nicomedes, aluno do CAAC desde 2003, o monólogo teatral é dirigido por Iara Brasil.

A peça escrita por Tião Nicomedes, autor do texto que hoje vive na locação provisória (Projeto da prefeitura para a população de rua), é um monólogo que narra a odisséia de um carroceiro nas ruas do centro de São Paulo durante o período das festas de fim de ano, sua critica política a partir de seus próprios conflitos para a sobrevivência trazem ao publico o olhar da cidade por aqueles que não tem acesso aos bens da cidade.

O ator A. C. (Antonio Carlos Deniggro) que vem no circuito alternativo representando textos de autores como Mario Bortoloto a Ronaldo Ciambroni, atuou na Rede Record no programa Turma do Gueto e na Novela METARMOPHOSES, na Rede TV em Vila Maluca.

A metodologia da direção de Iara Brasil que se engajou nesta proposta, traz ao espetáculo uma visão Brechtiniana fortalecendo o foco social e político das pessoas em situação de rua, tendo também como meta um resultado artístico que dê visibilidade à população de rua com dignidade. A equipe fez um trabalho de campo acompanhados por Max Um: foram em albergues, casas de convivência, se aproximando da realidade da exclusão social paulistana.

A idéia de montar um texto, de um novo autor com uma visão critica da cidade de São Paulo, além do compromisso com a causa na qual este projeto se estabelece, buscou a pesquisa sobre a “Voz da Dramaturgia Brasileira”, coordenada por Max Mu em mutirões habitacionais, aldeias indígenas, Quilombos e Movimento Sem Terra, visando trazer ao público obras onde a “Voz” das pessoas mais distantes dos mecanismos de produção cultural possam ser amplificada por produções profissionais e que tragam ao público a reflexão social.

O autor, Tião Nicomedes, já escreveu uma peça chamada “Bonifácil Preguiça” com um elenco de pessoas do albergue que o CAAC apoiou na supervisão de direção. Durante as oficinas que dava no Albergue Arsenal da Esperança, Tião também participou de duas outras montagens do CAAC em 2003 e 2004, e em 2005 deu oficinas de arte com sucata. Participou em diversos eventos com seus bonecos de mamulengo.

Ficha Técnica

Produção: CAAC - Centro de Artes Alternativas e Cidadania

Autor: Tião Nicomedes

Direção: Iara Brasil

Ator: A.C. Antonio Carlos Deniggro

Fotografia: Leandro Cunha

SERVIÇO:

Diário dum Carroceiro

07 de outubro a 17 de dezembro

Sábados às 19h

Domingos às 18h

Duração: 60 min

Indicação: 12 anos

Ingressos: 30,00 e 15,00 (meia)

Teatro Fábrica São Paulo - Porão

80 lugares

Rua da Consolação 1623

Estacionamento conveniado R$8,00

Reservas pelo site www.fabricasaopaulo.com.br

informações: Tel.: 3255-5922

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de 06.10 a 26.11 - LISÍSTRATA - SP

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LISÍSTRATA

Estréia em Outubro

TEATRO FÁBRICA SÃO PAULO

De 06 de outubro a 26 de novembro

O projeto é uma realização do Grupo Já da Cooperativa Paulista de Teatro, vencedor do prêmio FUNARTE/ Myriam Muniz 2006

A partir da idéia original de Débora Dubois, a clássica comédia grega “Lisístrata ou A Greve do Sexo” de Aristófanes, foi reescrita por Ferréz.

A história foi transportada para briga entre os Morros do Maluf e do Lalau. Comandadas por Lisístrata, todas as mulheres se unem para conseguir a paz através de uma greve de sexo! Com a droga confiscada e sem poder transar os homens se vêem obrigados a negociar.

Sem perder o tom de comédia a montagem ganhou traços de crítica social. Com temas universais como amor, sexo, poder, guerra e paz, feminino e masculino, prentede-se fazer um paralelo entre a situação das periferias das grandes cidades (morros, favelas, bairros, comunidades).

O texto deste pensador do século V a.C, tem a contemporaneidade e a força necessária para ser apresentado ao público jovem com uma nova roupagem, através dos elementos de figurino e cenário, fazendo um paralelo entre as situações da Grécia antiga e as comunidades do morro.

“Lisístrata” faz menção às montagens da época deste texto, onde a encenação acontecia no centro, determinando o – Palco Grego – Arena, onde o público se sente parte da encenação como um exército ou como “povo” em cena.

O Projeto e o Grupo Já

O Grupo Já, da Cooperativa Paulista de Teatro, existe desde 2000. Entre as produções do grupo estão: “Procurando Firme” de Ruth Rocha e adaptação e direção de Neyde Veneziano,” Zoo Story” de Edward Albee e direção de Olayr Coan,” Paisagem e Silêncio” de Harold Pinter e direção de Denise Weinberg e Alexandre Tenório, vencedor da nona edição do Cultura Inglesa Festival e da edição 2006 das Viagens teatrais do SESI,” A Volta do Submarino Amarelo” também vencedor da nona edição do Cultura inglesa Festival.

UM POUCO SOBRE O AUTOR:

Ferréz começou a escrever aos sete anos de idade, acumulando contos, versos, poesias e letras de música. Antes de se dedicar exclusivamente à escrita, trabalhou como balconista, vendedor de vassouras, auxiliar - geral e arquivista. Seu primeiro livro, Fortaleza da Desilusão, foi lançado em 1997, com patrocínio da empresa onde trabalhava.

A notoriedade veio com o lançamento de Capão Pecado que está na terceira edição, lançado em 2000, traduzido em diversas línguas, romance sobre o cotidiano violento do bairro do Capão Redondo, na periferia de São Paulo, onde vive o escritor. Lança em 2003 O Manual Prático do Ódio, que já negociado para virar roteiro de cinema além de ser traduzido para outras línguas e lançado em diversos países.

Ligado ao movimento hip hop e fundador da 1DASUL (marca de roupa totalmente feita no bairro).

Ferréz atua como cronista na revista Caros Amigos desde 2000. Em sua prosa ágil e seca, composta com doses igualmente fortes de revolta, perplexidade e esperança, Ferréz reivindica voz própria e dignidade para os habitantes das periferias das grandes cidades brasileiras.

Por isso, Ferréz seria o único capaz de trazer a linguagem necessária e verdadeira para a adaptação que o projeto pedia. Daí surgiu “Lisístrata: Sexo, Drogas e Greve”.

FICHA TÉCNICA:

Texto: Ferréz (baseado na obra de Aristófanes: “Lisístrata ou A Greve do Sexo”)Direção e Idéia Original: Débora Dubois

Elenco: Rennata Airoldi, Charles Geraldi, Nádia De Lion, Paula Lopez, Maurício Tessariolli, Pedro Paulley, Joice Jane Teixeira, Dárcio de Oliveira.

Cenário: Duda Arruk

Figurino: Cássio Brasil

Iluminação: Guilherme Bonfanti

Efeitos e Produção de Trilha Original: Digigarden

Pesquisa de Trilha: o grupo

Trilha: Débora Dubois e Nivaldo Júnior - Digigarden

Produção: Paulo de Almeida e Rennata Airoldi

Produção Excutiva: Nilton Araújo

Fotos: João Caldas

Realização: GRUPO JÁ da Cooperativa Paulista de Teatro

Projeto vencedor do prêmio FUNARTE/ Myriam Muniz 2006.

SERVIÇO:

“Lisístrata: Sexo, Drogas e Greve”

Grupo Já da Cooperativa Paulista de Teatro

De 06 de outubro a 26 de novembro

Sextas e Sábados às 21:30 hs

Domingo às 20:30 hs

Duração: 75 minutos

Indicação: acima de 12 anos

Ingresso: R$ 20 e R$10 (estudantes e 3ª idade)

Teatro Fábrica São Paulo - Sala 2

80 lugares

Rua da Consolação 1623

Estacionamento conveniado R$8,00

Reservas pelo site www.fabricasaopaulo.com.br

informações: Tel.: 3255-5922

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Estréia - Cia Fábrica SP com "A Mãe"



NÚCLEO 2 DA CIA. FÁBRICA SÃO PAULO

ESTRÉIA A MÃE

DE BRECHT-GÓRKI

de 01 de setembro a 19 de novembro

O Núcleo 2 da Cia. Fábrica São Paulo estréia em 01 de setembro sua nova montagem: A MÃE, adaptação feita por Bertolt Brecht do romance homônimo de Máximo Gorki, considerada uma das obras-primas do realismo russo.

A Montagem

Esta estréia constitui mais um passo da pesquisa “As Formas do Teatro Social” que o Núcleo 2 desenvolve há 2 anos, através do Programa Municipal de Fomento ao Teatro, estudando a obra de Bertolt Brecht e sua base teórica, o pensamento de Karl Marx.

A montagem aprofunda as ferramentas de teatralidade das experiências anteriores da Cia. Fábrica São Paulo, através do estudo da Biomecânica e do Realismo Musical do encenador russo Vsevelod Meyerhold. Também são utilizadas as músicas originais de Hanns Eisler, talvez o parceiro de Brecht que chegou mais próximo de suas atitudes e do seu ideário e pela primeira vez executadas no Brasil numa montagem deste texto.

A Peça

Ambientada no período pré-Revolução Russa, a peça narra uma história verídica de uma mãe que por causa do filho operário, e acaba se envolvendo no movimento revolucionário.

Brecht realiza um texto teatral bastante conciso e denso, expondo as faces mais cruéis do capitalismo, através de uma trajetória humana particular em meio a este que é considerado um dos acontecimentos históricos de maior importância na história recente da humanidade.

Através do processo de tomada de consciência da personagem-título, de sua condição e realidade, descortina-se a possibilidade, ainda que remota e árdua, de modificação dessa realidade através da sua intervenção.

É na pobreza da sopa que serve a seu filho que a mãe operária percebe a exploração e a insustentabilidade de seu modo de vida. É na ação repressiva da polícia no “domingo sangrento” de 1905, que percebe que há algo de errado na ordem estabelecida. Aos poucos, vai tomando consciência de que talvez não seja impossível fazer algo contra o estado “natural” das coisas.

Seu envolvimento na agitação revolucionária e no protesto contra a guerra, na medida em que se conscientiza e se mobiliza, levanta os raciocínios para criticar os mecanismos do mundo e descortinar alguma possibilidade de emancipação.

A pesquisa

A montagem faz parte da continuidade da pesquisa “As Formas do Teatro Social”, iniciada em 2004 através do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, e que investigou o universo teórico e filosófico da obra de Bertolt Brecht, aprofundando-se na reflexão sobre formas de análise da realidade e as funções sociais da arte.

Fizeram parte desta pesquisa vários eventos públicos realizados em 2004 e 2005, entre eles os ciclos de palestras “Diálogos com Brecht”, “A Função Social da Arte” e “Marx: A Perspectiva da Emancipação Humana”, que colocaram em foco os desafios que o Núcleo 2 se propôs: ser claro e se comunicar em profundidade com as mais diversas platéias, enunciando questões centrais no mundo de hoje.

A pesquisa permitiu que nos debruçássemos numa crítica conseqüente e numa visão panorâmica das forças e mecanismos que orientam os movimentos da atividade humana e a função social da arte na época atual.

Parte das palestras ministradas está transcritas e disponíveis para download no site www.fabricasaopaulo.com.br .

Ficha Técnica:

Autor: Bertolt Brecht sobre o romance de Máximo Gorki

Direção Geral: Sérgio Audi

Direção Musical: Felipe Soares

Cenografia: Márcia de Barros

Figurinos: Juliano Tibúrcio

Iluminação: Sérgio Audi

Produção: Vivian Vineyard

Preparação Corporal e Biomecânica: Kátia Cípris

Assessoria Teórica: Ana Cotrim, Arlete Cavaliere, Daniel Fonseca, Luciano Onça, Iná Camargo Costa e Vera Cotrim

Elenco:

Denise Courtouké

Gustavo Arantes

Jezreel Silva

Robson Alfieri

Robson Lima

Rodrigo Valim

Tânia Paes

Thiago Machado

Vimerson Cavanillas

Patrocínio:

Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo

SERVIÇO:

“A Mãe”

NÚCLEO 2 DA CIA. FÁBRICA SÃO PAULO

de 01 de setembro a 19 de novembro

Sextas e sábados às 21:30

Domingos às 20:30

Duração: 100 minutos

Indicação: acima de 12 anos

Ingresso: R$ 25,00 e R$12,50 (estudantes e 3ª idade)

Teatro Fábrica São Paulo - Sala 1

190 lugares

Rua da Consolação 1.623

Estacionamento conveniado R$ 8,00

Reservas pelo site www.fabricasaopaulo.com.br

informações: Tel.: 3255-5922

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PARCERIA ENTRE MINC E IBGE PREVÊ ATUALIZAÇÃO DE ESTATÍSTICAS CULTURAIS

PARCERIA ENTRE MINC E IBGE PREVÊ ATUALIZAÇÃO DE ESTATÍSTICAS CULTURAIS

Visando criar e atualiar as estatíticas culturais do Brasil, como sendo um
esboço do primeiro censo de cultura do país, o Ministério da Cultura (MinC) e o
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatítica (IBGE) firmaram cooperação
orçamentária e financeira. O acordo para a realização do Projeto Suplemento de
Cultura da Pesquisa de Perfil Municipal, que prevê investimentos de R$ 1.760
mil, foi publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira (14).

Como nesta gestão do MinC percebeu-se a necessidade de reunir dados,
informações, números, incluir e colher a circulação econômica das diversas
atividades culturais surgiu a idéia da pesquisa, A partir desta iniciativa
pretende-se consolidar uma rede de informações e compromissos, ampliando e
dinamizando o processo de institucionalização do setor cultural. Nesse sentido,
projetos como o Plano Nacional de Cultura (PNC) e o Sistema Nacional de Cultura
(SNC) enfatizam a definição e atribuição de papéis em níveis municipais,
estaduais e federais.

MUNIC - A Pesquisa de Perfil Municipal (MUNIC) busca obter informações
referentes às gestões de todas as prefeituras brasileiras.

A pesquisa já havia inserido uma seção dedicada à cultura desde 2001, mas a
partir de 2005, com a inclusão de outros tópicos sobre a área cultural, a equipe
do MinC envolvida com o estudo percebeu o incrível potencial de geração de dados
que a MUNIC propicia. Deste momento surgiu a articulação do MinC com o IBGE no
sentido de incluir o Suplemento de Cultura na MUNIC 2006.

O objetivo real é poder realizar uma pesquisa que transceda os aspectos
numéricos e forneça dados qualitativos, que possam de fato contribuir para o
mapeamento das atividades culturais vinculadas à gestão municipal e assim
constituir uma série consistente, contínua, que possa permitir a mensuração do
processo de transformações culturais no âmbito dos municípios. Leia mais no link
http://www.cultura.gov.br/noticias/noticias_do_minc/index.php?p=17802&more=1.

ÚLTIMOS DIAS PARA INSCRIÇÕES NO EDITAL DE DIFUSÃO DIGITAL DO MINC

ÚLTIMOS DIAS PARA INSCRIÇÕES NO EDITAL DE DIFUSÃO DIGITAL DO MINC

As inscrições para o edital que vai selecionar até 100 projetos de exibição com
tecnologia digital ainda podem ser feitas. Até o dia 13 de setembro, o
Ministério da Cultura, por meio da Secretaria do Audiovisual, estará recebendo
os documentos para o Edital de Seleção - Pontos de Difusão Digital, que tem por
objetivo apoiar a difusão da produção audiovisual brasileira independente, por
intermédio da exibição não-comercial de filmes e obras audiovisuais, e assim
contribuir também para a formação de platéia.

Podem participar do Programa de Implantação de Pontos de Difusão Digital
entidades públicas e privadas sem fins lucrativos. Serão levados em
consideração, no momento da avaliação, o grau de carência local, a qualidade
técnica da proposta e o modelo de gestão do Ponto de Difusão.

O Regulamento do Edital e seus anexos estão disponíveis no site do MinC
(www.cultura.gov.br) no link Apoio a Projetos/Editais. Outras informações:
concursos.sav@minc.gov.br

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