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ATAQUE À LEI DO FOMENTO
| Ataque à Lei de Fomento Convocamos todos os artistas de teatro e de dança e interessados solidários à cultura para comparecer ao ato em defesa das leis de fomento ao teatro e dança. Na ocasião, o Secretário Municipal de Negócios Jurídicos de São Paulo, Cláudio Lembo, irá receber o movimento teatral e vereadores para discutir as questões jurídicas referentes à Lei de Fomento. . Queremos o cumprimento da Lei do Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo tal como foi elaborada, a partir de uma amplo debate que envolveu artistas, parlamentares e a sociedade paulistana.
É IMPORTANTÍSSIMA A PRESENÇA DE TODOS.
PEDIMOS QUE TODOS OS GRUPOS TRAGAM MATERIAIS (baneres, cartazes, figurinos, cenas) DE SEUS TRABALHOS, PARA EXIBIRMOS PUBLICAMENTE. Concentração: Teatro Municipal |
Projeto é Transformar o cine D.José e Cine Widson em Teatros ou - São Paulo:
Projeto é Transformar o cine D.José e Cine Widson em Teatros ou Centros
Culturais:
Na década de 40 e 50, o Centro de São Paulo era a grande diversão do público
paulistano. Entre as Avenidas São João, Ipiranga, Largo Paissandu e Duque de
Caxias localizavam-se as salas de cinema, formando a Cinelândia Paulistana.
As salas eram luxuosas e as mais elegantes da cidade. Era uma época que as
pessoas iam ao cinema com traje a rigor. Com preços para todos os bolsos e
filmes para todos os gostos, os cinemas tinham salas lotadas. Ir ao cinema
era um programa rotineiro na vida dos paulistanos.
Nas últimas décadas, a Cinelândia Paulistana deixou de brilhar no Centro da
Cidade. Antes era fácil encontrar pessoas bem vestidas, casas de chá e
centenas de peculiaridades, hoje, encontramos camelôs espalhados, moradores
de rua e muita sujeira. O cine Dom José de Barros, antigamente conhecido
como cine Jussara, exibia, no auge da Cinelândia, filmes da Nouvelle Vague.
Atualmente, com a degradação do Centro, o cine Dom José de Barros tem apenas
filmes pornográficos em sua programação.
CONTATOS:
GISCARD LUCCAS
DIRETOR (DOS CINEMAS)
FJ CINES
11 3331-6299
11 8259-7319
E-MAIL: giscard@fjcines.com.br
RUA DOM JOSÉ DE BARROS, 288 - CEP: 01038-000
SÃO PAULO - SP - BRASIL.
FONTE: Amilton Ferreira
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ESTA FECHADO E ABANDONADO - AUDITÓRIO CELSO GARCIA - SÃO PAULO:
AUDITÓRIO CELSO GARCIA, O BERÇO DAS REIVINDICAÇÕES TRABALHISTAS DO
OPERARIADO PAULISTA
As peças de teatro operário realizadas no Auditório Celso Garcia faziam
parte do calendário cultural dos trabalhadores no século passado. Eram
centradas na discussão de suas condições de vida. A peça "Il Primo Maggio",
do anarquista, Pietro Gori, sobre o "1º de Maio" foi tradicionalmente
encenada nesse auditório.
Com o advento dos chamados "sindicatos oficiais" e com a instalação do
Estado Novo as atividades operárias foram inicialmente conduzidas e
posteriormente reprimidas em todos os níveis.
Com o processo de democratização, marcado pela Constituinte de 1945, as
reuniões operárias voltaram a acontecer no prédio das Classes Laboriosas. O
trabalhador como agente social, foi durante muito tempo negligenciado na
História Brasileira e a documentação referente às suas lutas foi sempre
caçada e "quase sempre" destruídas.
A documentação oral torna-se nesse caso, fonte importante de informações
para a História Social, com depoimentos de antigos associados que fazem
referência ao Prédio das Classes Laboriosas. Como resultado de pesquisas
encontramos referências ao Prédio como o QG da greve de 1953, que envolveu
300 mil trabalhadores durante 27 dias, com resultado vitorioso. Sem grandes
pretensões arquitetônicas o pequeno prédio da antiga rua do Carmo
constitui-se sem dúvida, num marco na história dos trabalhadores de São
Paulo.
O Auditório Celso Garcia servia para as solenidades da
associação e era constantemente alugado ou cedido para a realização de
eventos culturais que empolgavam a provinciana São Paulo do início do
século. O local era também o ponto avançado para as grandes reivindicações
trabalhistas.
Em 23 de abril de 1912 o jornal A Lanterna convocava os trabalhadores para
um comício contra a "carestia de vida", em que falaram Silvio Romero, hoje
nome de praça no Belém, além de Passos Cunha e Demétrio Seabra. O jornal A
Lanterna, de 22 de janeiro de 1910 noticiava os eventos culturais da semana
anunciando com destaque a programação artística: Ópera Giordano Bruno, de
Moro Mori, "Primeiro de Maio", comédia de Demétrio Alatri, Conferência em
Língua Italiana, Coro da Ópera Nabuco, de Verdi, Declamação de Poesia e
Baile de Encerramento.
Além disso, no auditório foram realizadas reuniões decisivas para o
desenvolvimento das reivindicações dos operários, com ampla cobertura do
jornal A Plebe. Conferências e palestras ali foram realizadas e que
mobilizaram a população de São Paulo nas campanhas de socorro público da
qual as Laboriosas faziam parte, bem como na prestação de assistência às
vítimas da epidemia da gripe espanhola que assolou a cidade por volta de
1918.
O tombamento do prédio das Classes Laboriosas pelo Condephaat -
Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e
Turístico do Estado de São Paulo representa o reconhecimento oficial do
Governo do Estado à entidade, pela sua comovedora história em favor dos
trabalhadores de São Paulo.
No início do século, mais precisamente em 1907, as Classes
Laboriosas entidade beneficente, sem fins lucrativos, construíram sua nova
sede na rua do Carmo 25. Por lei municipal de 1952 o nome da rua foi mudado
e o novo endereço das Classes Laboriosas passou a ser rua Roberto Simonsen,
22. As novas instalações foram ocupadas por consultórios médicos e
dentários, laboratório e farmácia. Para ajudar nas despesas, o espaço
restante foi alugado, instalando-se no local o Centro Dramático e Recreativo
Internacional, o Grêmio Dramático Maria Falcão e o Grêmio Dramático e
Recreativo Anita Garibaldi. Uma feliz união entre o aspecto assistencial e a
cultura foi fundida na mesma associação, com a participação dessas
companhias teatrais. Era o advento do teatro operário paulista.
Espetáculos culturais passaram a ser apresentados no auditório Celso
Garcia, um dos mais belos do começo do século e que conserva ainda hoje
suas características originais, como vitrais e gradis de ferro nas escadas.
O Salão Celso Garcia foi palco de inúmeras atividades operárias e sindicais
desde o início do século até a década de 60, fazendo, portanto, parte da
história e do patrimônio cultural dos trabalhadores de São Paulo. O luxuoso
e preservado salão Celso Garcia assim foi denominado em homenagem ao grande
benfeitor das Classes Laboriosas, Afonso Celso Garcia. Recentemente a atriz
Eliana Rocha em companhia da atriz global Jandira Martini produziram uma
peça chamada SONHO DE UMA NOITE DE OUTONO contando a história do trabalhismo
no Brasil que foi encenada no próprio auditório Celso Garcia, ficando oito
meses de temporada em cartaz.
HISTÓRICO
No ano de 1891, um grupo de carpinteiros e pedreiros se uniu para garantir
assistência médica para suas famílias. No sistema de cooperativa alugaram
uma sala e contrataram dentistas e médicos para os associados. Nascia a
Associação Auxiliadora das Classes Laboriosas, pioneira na organização de
assistência médica para a classe trabalhadora do País. O nome vem de
"labor", que em latim quer dizer trabalho. Desde o início, a maior
preocupação da entidade foi garantir o acesso dos trabalhadores a médicos
por preço acessível. Atualmente cerca de 40 mil pessoas são associadas.
Surgiu como Associação dos Carpinteiros e Pedreiros, iniciativa de uma
parcela, talvez a menos favorecida, dos trabalhadores da construção civil.
Eles fincaram os alicerces das Classes Laboriosas, edificada por dois
segmentos de mão-de-obra especializada - pedreiros e carpinteiros , cujo
mister específico era o de construir. A partir de um sonho, construíram uma
realidade.
Nas três últimas décadas do século passado o modelo das Classes Laboriosas
foi copiado, sendo criadas cerca de 20 sociedades mutuarias mas que não
obtiveram êxito. As mutuais, como eram designadas as associações da espécie,
contrapunham-se as "caixas de empresas" ,que resultavam em pesados descontos
e multas para tratamento médico de seus operários. Segundo Hélio Negro e
Edgard Leuenroth, uma família operária de quatro pessoas gastava
mensalmente, em São Paulo, cerca de 207$000, ( 207 mil réis, moeda da época)
não estando aí incluídos gastos com condução, educação e lazer. Nessa época,
os salários variavam entre 80$000 e 120$000. O déficit era evidente. A
situação de pobreza da maior parte dos operários paulistas na época pode ser
avaliada pelo alto índice de mortalidade infantil e de moléstias diretamente
ligadas às condições de higiene e alimentação, como a tuberculose, ou mesmo
epidemias sazonais como a gripe espanhola que em 1918 atingiu milhares de
pessoas. Os injustos descontos na folha de pagamento feito pelas empresas,
empurraram os trabalhadores para as Classes Laboriosas em busca de
assistência médica barata e condizente com a realidade socioeconômica da
época. Comemorando em 2006 115 anos a Classes Laboriosas pretende
intensificar as apresentações no Auditório Celso Garcia, onde foram feitas
cenas pela Rede Globo para a minissérie "Um só Coração", de Maria Adelaide
Amaral. A suntuosidade arquitetônica do auditório já foi mostrada no
programa Metrópole da TV Cultura e pela Rede Record. O auditório fica na rua
Roberto Simonsen, 22. Centro.
Teatro da Associação Auxiliadora das Classes Laboriosas (AUDITÓRIO CELSO
GARCIA )
Avenida Rangel Pestana, nº 265 , 1º Andar
Tels: (11) 3293-3825 / 3293-3888 / 3293-3802
Fax: (11) 3293-3806
200 LUGARES
FONTE: Amilton Ferreira
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Projeto Empreender agita Cultura, Gastronomia e Turismo, no Centro - São Paulo:
Participar do Projeto em 2010. Volta dia 27 de Janeiro 2010 às 18:30 -
acontecem na sede da ACSP - Distrito Centro, à rua Galvão Bueno, 83 -
Liberdade - São Paulo - venha participar:
Projeto Empreender agita Cultura,
Gastronomia e Turismo, no Centro
A Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a Federação das Associações
Comerciais e Empresariais do Estado de São Paulo (FACESP) e o SEBRAE-SP
estão apresentando aos empresários dos segmentos de Gastronomia, Cultura e
Turismo, o Projeto Empreender, que visa a interação desses três setores em
um "núcleo forte" para discutir as dificuldades de mercado e reunir
propostas criativas com o objetivo de promover o seu crescimento. O
Empreender já está em fase de concretização do Núcleo de Gastronomia e
Cultura, voltado para a região central da cidade, onde pretende alavancar os
restaurantes, cafeterias, bares, centros culturais e hotéis.
Em 1991 o turismo da cidade de São Paulo movimentou 3 milhões de turistas
nacionais e estrangeiros, no ano passado esse número foi quadruplicado,
atingindo a marca de 12 milhões, o que pode ser sentido pelos empresários do
Centro, com o aumento das vendas e da instalação de novos equipamentos
culturais. Como esse crescimento tende a continuar nos próximos anos, a
ACSP - Distrito Centro e o SEBRAE-SP entendem que a interação dos
empresários de Gastronomia, Cultura e Turismo seja imprescindível para que
contingentes cada vez maiores de turistas sejam atraídos para a região
central, onde está a maior concentração de pontos históricos e obras de
arte, que constituem atrações turísticas.
É consenso que o melhor aproveitamento dessa crescente demanda turística
depende da organização dos três setores - responsáveis diretos pela vinda do
turista para a região, uma vez que são sujeitos da ação e objetos dela, ao
mesmo tempo. Assim, a primeira proposta do Projeto Empreender é a criação de
um roteiro gastronômico-cultural de todo o centro da cidade - possível a
curto prazo, para a consultora do SEBRAE-SP, Karina Peghini, havendo real
envolvimento dos empresários com a sua realização. Segundo Karina, a ACSP e
o SEBRAE são fomentadores da idéia e darão o apoio que lhes couber como tal,
os realizadores devem ser os empresários.
A coordenação por parte dos empresários é do comerciante Carlos Beutel,
proprietário do Apfel Restaurante Vegetariano, que para mobilizar os
empresários conta com o apoio da Empresa das Artes (responsável pela
Ocupação Cultural, no Centro) e o Jornal Centro em Foco. Os encontros do
novo núcleo do Projeto Empreender acontecem na sede da ACSP - Distrito
Centro, à rua Galvão Bueno, 83 - Liberdade, e o próximo será no dia 04 de
Novembro, às 18h30.
Mais informações a respeito podem ser obtidas com Karina Peghini pelos
telefones: 3277-8073 e 3207-9366 ou e-mail: ksilva@acsp.com.br . Ou ainda,
com Carlos Beutel pelo telefone: 3256-7909.
FONTE: Amilton Ferreira
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PROFISSIONAIS PARA PRODUÇÃO DE ESPETÁCULO MUSICAL EM SP
A APAA - Associação Paulista dos Amigos das Artes - organização social
responsável pela gestão do teatro Sérgio Cardoso abre inscrições gratuitas
para duas diferentes oficinas: de corpo técnico e elenco. A intenção é
formar profissionais que vão trabalhar na produção de um espetáculo musical
com estreia prevista para agosto de 2010. Para o corpo técnico, os
interessados poderão se inscrever diretamente no teatro no dia 13 de
janeiro, das 10h às 18h, ou dias 18 e 19 de janeiro, das 17h às 21h. Para o
elenco, as inscrições podem ser feitas até o dia 20/01/2010 pelo site
www.apaacultural.org.br.
Dança Brasil - Informa!
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Com direção e coreografia de Paulo Lima, o espetáculo Formas retorna em cartaz dentro do projeto Quinta com Dança se apresentando hoje (14) e nos dias 21 e 28, sempre às 20 horas. leia mais ... | ||
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O Departamento de Dança na próxima segunda-feira (19), abre suas inscrições para crianças e jovens que possuem idade de 7 ( completos em 2009) a 16 anos, com ou sem experiência, para seletiva e formação de turmas de acordo com a idade e o nível técnico. leia mais ... | ||
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A 3ª edição do evento Contact in Rio Festival de Contato improvisação do Rio de Janeiro será realizada entre os dias 18 e 24 de janeiro e tomará algumas das belas paisagens cariocas. leia mais ... | ||
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| Surgiu no Japão nos anos 60, criada por KAZUO OHNO E TATSUMI HIJIKATA, como um movimento cultural para impedir a invasão da cultura ocidental no pós-guerra. leia mais ... | ||
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Dia 30/01/10 estaremos fazendo audição para bailarinos (as) maiores de 18 anos e que tenham experiência de 2 anos de ballet. leia mais ... |
Exposição Um Corpo Fugiente
Através do movimento e de técnicas fotográficas, a mostra traz imagens que reconfiguram o corpo humano. De 21/01 a 07/03
De 21/01 a 07/03. Terça a sexta, das 9h às 21h30;
Sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h30
Local: Atrium
Grátis
Livre para todos os públicos.
Acesso para pessoas com deficiência
Estacionamento: a partir de R$ 5,00
SESC Vila Mariana
Rua Pelotas, 141
Informações: 5080-3000
www.sescsp.org.br
5080-3044
Assessoria de Imprensa
SESC Vila Mariana
5080-3044
Show Myrthes Aguiar e Natan Marques
NO SESC VILA MARIANA
Cantora carioca faz show ao lado de músico e compositor e lança
seu primeiro álbum, Restos e Rastros. Dia 28/01
CONEXÃO MUSICAL
Dia 28/01/2010, quinta, às 20h30
Ingressos à venda em todas as unidades do SESC
R$ 12,00 (inteira); R$ 6,00 (usuário inscrito no SESC e dependentes, + 60 anos, estudante e professor da rede pública); R$ 3,00 (trabalhador no comércio de bens e serviços matriculado no SESC e dependentes)
Auditório (131 lugares)
Duração: 75 minutos
Acesso para pessoas com deficiências
Não recomendado para menores de 12 anos
Estacionamento: a partir de R$ 5,00
SESC Vila Mariana
Rua Pelotas, 141
Informações: 5080-3000
www.sescsp.org.br
INFORMAÇÕES À IMPRENSA
5080-3044
Assessoria de Imprensa
SESC Vila Mariana
5080-3044
Projeto Swing à Brasileira
SWING À BRASILEIRA NO AUDITÓRIO
Os grupos Chico Batera Trio e Paulo Russo Trio mostram som instrumental inspirado na fusão de samba e jazz.
Dias 19 e 26/01
Chico Batera
Dia 19/01/2009, terça, às 20h30
Paulo Russo Trio
Dia 26/01, terça, às 20h30
Chico Batera Trio. Dia 19/01/2009, terça, às 20h30
Paulo Russo Trio. Dia 26/01/2010, terça, às 20h30
Ingressos à venda em todas as unidades do SESC:
R$ 12,00 (inteira); R$ 6,00 (usuário inscrito no SESC e dependentes, + 60 anos, estudante e professor da rede pública); R$ 3,00 (trabalhador no comércio de bens e serviços matriculado no SESC e dependentes)
Auditório (131 lugares)
Duração: 75 minutos
Acesso para pessoas com deficiências
Não recomendado para menores de 12 anos
Estacionamento: a partir de R$ 5,00
SESC Vila Mariana
Rua Pelotas, 141
Informações: 5080-3000
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Cidades Imaginadas em Exposição no MAC USP Ibirapuera
Em exposição no MAC USP Ibirapuera, obras de Waldo Bravo, Jonathas de Andrade e Hélcio Magalhães mostram a cidade além do visível.
Os espaços e as imagens das cidades sempre receberam atenção dos artistas na construção das mais variadas poéticas. O debate contemporâneo aprofunda essa relação ao apresentar a cidade não só pelo seu aspecto físico, suas arquiteturas e paisagens, mas muito mais pelo que ela representa para seus habitantes. A exposição Cidades Imaginadas oferece ao público o olhar de três artistas que exploram questões estéticas envolvendo a cidade. Waldo Bravo, Hélcio Magalhães e Jonathas de Andrade buscam mostrar a cidade além do que é visível, aproximando o público daquilo que pode ser percebido, sonhado, imaginado.
Para Lisbeth Rebollo Gonçalves, curadora da exposição, "o novo conceito de cidade vem abrindo espaço para o imaginário. Não é mais admissível que o traçado urbano limite-se a princípios econômicos ou funcionais. É imprescindível considerar o imaginário que move os habitantes e usuários das cidades". Em Cidades Imaginadas cada um dos artistas recolhe dados do cotidiano da metrópole e, de modo original, adiciona novo significado à realidade estimulando o envolvimento perceptivo do público.
Waldo Bravo circula entre o revelar e o esconder. A cidade se faz invisível justamente por ser tão visível, como a paisagem diária que desaparece entre a pressa para tomar o ônibus e o cansaço no final de mais um dia. Em outra série, os ícones da metrópole paulistana escondem-se em impressões distorcidas, decifradas quando o espectador se aproxima da imagem e a revela refletida em um espelho.
Jonathas de Andrade entrevistou moradores de Recife seguindo o roteiro de um formulário de 1981 sobre costumes morais e de convivência. O estranhamento dos entrevistados é acompanhado de imagens que remetem aos lugares visitados em uma escala mais íntima, da casa. "Esta tentativa de mapeamento moral extemporâneo coloca sobre a estrutura física da cidade uma outra possibilidade, ainda que frustrada, de classificação, que começa na menor célula urbana, a da família, e se multiplica para ocupar o território", observa Sylvia Werneck, curadora-adjunta da exposição.
Hélcio Magalhães monta um mosaico de personagens, lugares e registros oficiais. Para isso captura imagens da vida corrente do centro de São Paulo, usa fotografias de documentos, atemporais, que se pretendem despidas de significados, e retratos posados, de estúdio, em que o retratado cede espaço à fantasia de encarnar personagens. Apresentadas assim, em convívio simultâneo, as imagens tecem uma malha de relações que forma o tecido urbano da grande metrópole.
Exposição Cidade Imaginadas
Curadoria - Lisbeth Rebollo Gonçalves e Sylvia Werneck (curadora adjunta)
Abertura - 21 de janeiro de 2010
Encerramento - 31 de março de 2010
Funcionamento - Terça a domingo das 10 às 18 horas
Local - MAC USP Ibirapuera - Pavilhão Ciccillo Matarazzo, 3º piso Parque Ibirapuera
Telefone - 11 5573.9932
Entrada franca
Exposição Cidade Imaginadas
Curadoria
Abertura - 21 de janeiro de 2010
Encerramento - 31 de março de 2010
Funcionamento - Terça a domingo das 10 às 18 horas
Local - MAC USP Ibirapuera - Pavilhão Ciccillo Matarazzo, 3º piso Parque Ibirapuera
Telefone - 11 5573.9932
Entrada franca
Assessoria de Imprensa do MAC USP
11 3091.3018 smiranda@usp.br
Aramyz reestréia Stand Up Comedy de personagens no ESPAÇO CULTURAL AMADOdoDITO
"O que é comédia? Comédia é o uso de humor nas artes cênicas. Também pode significar um espetáculo que recorre intensamente ao humor. De forma geral comédia é o que é engraçado, que faz rir." Aramyz.
Minhas Mulheres
Stand Up Comedy com personagens.
Texto, direção e interpretação: Aramyz. Supervisão Cênica: Antônio Ginco. Assistente de direção: Jardel Teixeira. 70min. Não recomendado para menores de 16 anos. Sozinho em cena ele interpreta oito personagens femininos.
"Minhas Mulheres" é uma comédia que joga com a comicidade na tragédia de cada um de seus personagens. No palco, o ator faz a transição entre as personagens por meio de figurinos, gestos e entonação; e critica tudo o que passar pela sua frente: a saúde, a prostituição, a igreja, a família e todas as instituições corrompidas pelo moralismo.
Elas são doces, meigas, tirânicas, mães, amigas, irmãs, amantes, todas as figurinhas carimbadas do nosso cotidiano. Cheias de dor, amor e alegria elas se expõem. Entre uma troca e outra é gasto apenas 30 segundos, incluindo figurinos, adereços, perucas. Em comum, apenas o coturno, para não nos deixar esquecer que todas são vistas pelo olhar de um homem. "Não é humor para criança... É humor de adulto que não tem medo da verdade... É um pé na cara do politicamente correto... Em determinados momentos é escrachado, poético, em outros: cáustico, corrosivo", comenta Aramyz.
"Minhas Mulheres" faz rir, mas também faz a pizza dar indigestão. Faz o seu refrigerante desentupir suas artérias. As mulheres de ARAMYZ em cena são:
Adriana Tokagada comissária de bordo de uma Cia. em fase de
experiência fazendo seu primeiro vôo.
Barbara Glória uma ex-atriz pornô que virou evangélica e agora vende
rifa para angariar dinheiro para igreja.
Cleonice trabalha na área da saúde, mas avisa não ser sexy. Também
não está em hospital pra bajular ninguém que quer ser bem tratado;
faz plano de saúde.
Dona Alzira a mãe de um gay. É uma personagem que dramatiza e faz pensar em meio à comédia. Uma mulher que aborda os problemas que toda mãe com um filho homossexual enfrenta e ao mesmo tempo, os benefícios de ser mãe de um. Nesse momento, ela o valoriza e escreve uma música para homenageá-lo. É a hora que a plateia para e reflete.
Edcarla Cristina - tem apenas 8 anos e quer ser famosa, então faz um
vídeo para o BBB. Gularmina Guinle uma gordinha feliz, que critica o
perfil anoréxico das nossas modelos.
Gularmina Guinle uma gordinha feliz, que critica o perfil anoréxico das nossas modelos.
Mãe Bendita - uma mãe de santo especializada em fazer trabalhos para a
classe pobre.
Ozerina feia e fértil.
"Os moralistas e piadistas de plantão diriam ser um humor afro-descendente. Sim, porque não têm coragem de dar o nome que as coisas têm..." explica Aramyz.
ESPAÇO CULTURAL AMADOdoDITO
Rua Correia Dias, 161, Vila Mariana, a
Contexto
A partir do primeiro momento da nossa concepção já entramos em contato com as mulheres, são elas que nos trazem ao mundo.
E com certeza é ela, a mulher, nosso primeiro e eterno amor. As defendemos, brigamos por elas, as quais serão sempre santas intocáveis. No mundo são nossas mães, eternizadas em Maria, mãe de nosso irmão mais nobre...
Depois vêm nossas irmãs, avós, tias, namoradas, musas e inconfessáveis desejos. Elas nos perseguirão e nós as perseguiremos por toda vida.
Elas são comissárias, enfermeiras, a gordinha sexy do segundo andar, a mulher feia que mora em frente que suspira quando passa por nós, a negra da cor do pecado e preferência nacional... Elas são as mulheres que povoam nosso inconsciente consciente.
O espetáculo Minhas Mulheres é composto de histórias curtas e flashes que exploram o universo feminino e suas carências, anseios, decepções e também o quadro amoroso.
No palco, afetos, desafetos, carreira profissional, escolhas, vida e morte. Temas universais, que afetam todas as mulheres, se refletem nas alegrias e tristezas exploradas na peça.
Por meio de um humor ácido e escrachado que Aramyz vê essas mulheres. Esse olhar inusitado, delicado e bem humorado sobre o universo feminino contemporâneo começou com um trabalho de pesquisa iniciado no espetáculo "Deboshow", que ficou seis anos em cartaz
"Humor tem que ser engajado, de ser quente.
O meu objetivo é a identificação.
Procuro dar o meu recado através do humor
Humor pelo humor é sofisticação, é frescura.
Meu negócio é pé na cara." Henfil.
Confira os vídeos dos personagens: www.ataquederiso.com.br
ARAMYS
Foto: João Valério
Por Adriana Del Ré
Aramyz está por toda parte. Integrante do Deboshow, do Confraria da Comédia e também dos Chutando o Balde, além de novelas na internet, ele se divide entre seus personagens e o stand up.
Formado pela Fundação das Artes de São Caetano do Sul, o ator paranaense sempre teve vontade de participar de um show de humor e, assim como aconteceu com outros atores, o Terça Insana foi uma inspiração.
Começou, então, a dar vida a seus personagens, como Pai Bingo e o polêmico enfermeiro Deodato, com o qual critica o sistema de saúde no País. "Adoro sentar perto das pessoas, porque é de onde saem as melhores coisas." Um dia, ele se aproximou de duas enfermeiras, porque tinha certeza que aquela conversa iria lhe render alguma boa idéia. Não deu outra: uma enfermeira virou para a outra e disse 'aí, eu falei... é UTI ou é necrotério'. O ator, claro, tratou de aproveitar aquela pérola.
Depois, foi a vez do stand up comedy cruzar seu caminho. Irriquieto, Aramyz passou a trabalhar em um texto dentro desse universo, só que não sabia o que faria na abertura. Marcelo Mansfield, expert em stand up, deu a dica: "Autoflagelo, fale de você". Ele seguiu o conselho. "O compromisso do comediante é com a verdade", ressalta o ator. "Todo stand up começa com autoflagelo." É nessas horas que o humorista escancara seus defeitos. Afinal, para rir do outro, deve-se começar rindo de si próprio.
Mas vida de stand up comedian não é das mais fáceis, admite Aramyz. É preciso estar antenado em tudo, como se o ator estivesse com uma lupa na mão. Toda atenção é importante, pois a notícia mais comentada da semana ou um escândalo envolvendo uma celebridade pode render a melhor tirada do espetáculo. Mas ele alerta para os riscos de se cair no mau gosto: uma vez perdida a platéia, ela nunca mais será recuperada.
Jardel Teixeira
jardelteixeira.blogspot.com
jardel.teixeira.blog.uol.com.br
tempodearte.blogspot.com
(11) 3909-7822
(11) 7464-7175
Com direção e coreografia de Paulo Lima, o espetáculo Formas retorna em cartaz dentro do projeto Quinta com Dança se apresentando hoje (14) e nos dias 21 e 28, sempre às 20 horas.
O Departamento de Dança na próxima segunda-feira (19), abre suas inscrições para crianças e jovens que possuem idade de 7 ( completos em 2009) a 16 anos, com ou sem experiência, para seletiva e formação de turmas de acordo com a idade e o nível técnico.
A 3ª edição do evento Contact in Rio Festival de Contato improvisação do Rio de Janeiro será realizada entre os dias 18 e 24 de janeiro e tomará algumas das belas paisagens cariocas.