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DANÇAS [IMP]URAS – DANÇA SP

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Espetáculo de Maura Baiocchi e Taanteatro Companhia

Estreia em SETEMBRO dia 1 e segue até 16/09

| Sáb e Dom 21h | R$ 20e R$ 10 | Sala 1 | Clássificação: 12 anos | 75 min | ingressos na Bilheteria do Teatro ou pelo site ingresso.com.br

Concepção, coreografia e direção: Maura Baiocchi / Elenco: Valter Felipe, Rodolfo Osses, Alda Maria Abreu, Roger Valença, Janaina Carrer / Música:Cláudio Vinícius Froes Fialho

Criado em 2012, com suporte do Programa Municipal de Fomento à Dança – 11ª Edição por ocasião do projeto comemorativo TAANTEATRO 20 ANOS, DANÇAS [IM]PURAS, é o espetáculo comemorativo de duas décadas de pesquisa e criação da Taanteatro Companhia. Seu processo de criação partiu da indagação da possibilidade de uma dança, livre de referências narrativas. Nesse intuito explorou as transfigurações intratensivas[1] e os trajetos espaço-temporais do corpo por meio do Mandala de Energia Corporal[1] dinâmica que induz o performer a (des)construir-se repetidas vezes em busca de paisagens gestuais desconhecidas e de uma dança liberta de representação. O embaralhar de improviso e composição em tempo real, característico ao Mandala, se evidencia sobretudo nos solos. Como exploração do limiar entre modernidade radicalizada e hibridez pós-moderna, DANÇAS [IM]PURAS é uma criação fronteiriça e uma poética da intensidade.  Mostra o devir impuro dos corpos em conexão com a diversidade das formas de vida e gera, na fricção entre energia e signo, uma atmosfera cênica expressiva e surreal. A composição musical de Cláudio Vinícius Fialho partiu de registros vocais dos performers transformados em composição eletrônica. A criação cenográfica e de figurino se realiza em diálogo com a obra pictográfica dos pintores Roque Fraticelli e Candelaria Silvestro.     

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EQUIPE:  image

Concepção, coreografia e direção: Maura Baiocchi

Elenco: Valter Felipe, Rodolfo Osses, Alda Maria Abreu, Roger Valença, Janaina Carrer

Música: Cláudio Vinícius Froes Fialho

Cenário: Roque Onofre Fraticelli

Iluminação: Rodrigo Garcia

Figurino (concepção): Candelária Silvestro e Maura Baiocchi

Execução de figurino: Candelária Silvestro e Lilian Soarez

Assistente de coreografia: Alda Maria Abreu

Preparação corporal: Wolfgang Pannek e Maura Baiocchi

Desenho gráfico: Hiro Okita

Assessoria de Imprensa: Canal Aberto

Produção: Wolfgang Pannek (11) 99909 5060

www.taanteatro.com

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ca.ta.di.óp.tri.co" Espetáculo Teatral imperdível - SP

image "ca.ta.di.óp.tri.co – adj.1. Relativo ou pertencente tanto à reflexão quanto à refração da luz. “

Por reflexão catadióptrica entende-se a reflexão caracterizada pelo reenvio da luz em direções vizinhas da que a originou.
Habitando recortes no Tempo, quatro atores refletem estados e transitam entre experiências sensoriais, sem uma narrativa linear, privilegiando as sensações provocadas. A Arte é colocada em questão e nosso próprio ofício entra em foco. O que temos a oferecer? Nossa pulsação. Um corpo-dispositivo que brilha, quando a luz de cada espectador incide sobre ele.

Simplicidade e complexidade são o que recebemos como publico de tal espetáculo, assim como inquietações reflexivas da condição humana nas quais por meio de cartazes sensoriais nos vemos refletidos como personagens de uma linearidade fustigante. Montagem imperdível, uma perola brilhante no meio da mesmice padrão. Cabendo resaltar que embora construída com primorosas interpretações de todos os 4 atores fica impossível não se destacar atuação de Antonio Ginco, não por tal ser destoante dos demais atores e sim por ser como sempre detentora de genialidade e brilhantismo.

Apropriação: 1. Espetáculo híbrido baseado em roteiro de Monalisa Vasconcelos. 2. Direção de Leticia Olivares. 3. Com Antônio Ginco, Juliana Calligaris, Lucas Barbosa e Monalisa Vasconcelos. 4. Domingos, 18h, de 5 de agosto a 14 de outubro. 5. R$20,00.

imageLocal: No Estação Caneca: Rua Frei Caneca, 384.

Rua Frei Caneca, 384 – Consolação- São Paulo, SP

Fone 11 2371 5744

atendimento@estacaocaneca.com.br
Fi.cha.téc.ni.ca
Roteiro original: Monalisa Vasconcelos
Dramaturgia coletiva
Organização dramatúrgica e Direção: Leticia Olivares
Elenco: Antonio Ginco, Juliana Calligaris, Lucas Barbosa, Monalisa Vasconcelos
Preparação corporal: Leticia Olivares
Preparação vocal: Juliana Calligaris
Cenário e figurinos: Paulo de Moraes
Iluminação: Fabio Reginato e Lucas Barbosa
Trilha sonora: Leticia Olivares
Operação de luz: Leticia Olivares
Operação de som: Clarissa Olivares Rodrigues e Pedro Darween
Produção gráfica: Lívia Maia e Maura Hayas
Produção geral: Trilhas da Arte Pesquisas Cênicas

 

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Funarte abre editais de incentivo às artes

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Inscrições abertas até o mês de outubro

Onze editais foram lançados pela Fundação Nacional de Artes (Funarte), entre os dias 15 e 20 de agosto.  O processo seletivo abrange projetos nas áreas de música, artes visuais, artes integradas, dança, circo e teatro.

O Prêmio Myriam Muniz, considerado uma das principais ações de estímulo à produção teatral no país, vai contemplar 131 projetos. A premiação tem o maior orçamento, no valor de R$ 12 milhões.

Na dança, o Prêmio Klauss Vianna contrá com recursos de R$ 6 milhões para viabilizar 82 iniciativas.

Na música, uma das novidades é o Prêmio Funarte de Música Brasileira, que vai selecionar projetos de composições, arranjos, shows, vídeos, sítios de internet, pesquisas, entre outros relacionados ao universo da música.

O edital Bolsa Interações Estéticas, realizado pela Funarte junto com a  Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural do MinC, oferece 50 bolsas, no valor de R$ 50 mil cada, para trabalhos de residências artísticas em Pontos de Cultura.

Também foi divulgado o Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça 5ª Edição. A ação visa incentivar produções artísticas, destinadas ao acervo das instituições museológicas sem fins lucrativos, públicas e privadas, fomentando a difusão e a criação das artes visuais no Brasil e sua consequente formação de público.

Acesse cada um dos editais nos links abaixo e veja os arquivos correspondentes:

Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz

Prêmio Funarte Petrobras de Dança Klauss Vianna

Prêmio Funarte Petrobras Carequinha de Estímulo ao Circo

Prêmio Funarte Artes Cênicas na Rua

Prêmio Funarte de Música Brasileira

Bolsa de Aperfeiçoamento Técnico e Artístico em Música

Prêmio de Artes Plásticas Marcantonio Vilaça – 5ª Edição

XII Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia

Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais– 9ª Edição

Bolsa Funarte de Estímulo à Produção em Artes Visuais

Bolsa Interações Estéticas – Residências Artísticas em Pontos de Cultura

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Notas JVA 1/8/2012

  • A Mostra Competiva do II Festival de Cinema Universitário de Alagoas está com as inscrições abertas até 17 de agosto. Podem participar alunos, professores técnicos administrativos vinculados a instituições públicas e privadas de ensino superior de todo o território nacional. São aceitos trabalhos em curtas-metragens com até 30 minutos de duração, de gênero e formato livres. Informações:www.evento.ufal.br/cinema

  • Prêmio Celso Furtado de Desenvolvimento Regional 2012 (inscrições até 31/07/2012) - Goiânia - GO - www.portaldoartista.com.br (Eventos)

  • O Governo do Estado do Amazonas, através da Secretaria de Estado de Cultura torna público aos interessados, a abertura do processo de seleção de instituições da sociedade civil, sem fins lucrativos, legalmente constituídas, que desenvolvam ações de caráter cultural no Estado, para apresentarem propostas ao 3º Edital de Seleção para Pontos de Cultura do Amazonas. Período de inscrição até 03 de setembro de 2012.

  • O 6º FOR RAINBOW – Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual está com as inscrições abertas até 15 de agosto. O festival tem por finalidade levar ao público cearense a produção de cinema e vídeo do País com temática LGBT, possibilitando o intercâmbio entre os produtores dos diversos estados brasileiros e divulgando os novos talentos na área do audiovisual. Informações:http://www.forrainbow.com.br/

  • Uma divertida e amalucada mãe de santo ironiza o circuito das artes, ganha destaque na internet e chega à tradicional Galeria Ibeu, de Copacabana. Até agora incógnitas, as criadoras da personagem se revelam para BRAVO! -http://abr.io/2cM4

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  • "Depois de fechar sua sede em Berlim e adiar para 2017 a construção de um espaço monumental em Abu Dhabi, o Guggenheim está de olho nos países emergentes -com foco especial no Brasil." por Silas Martí - Folha de S. Paulo >>> http://bit.ly/QYhIwx

  • Nil Revista, publicação voltada a promoção das manifestações artísticas do Distrito Federal e região, pede a ajuda do público para financiar sua terceira edição.http://ht.ly/ch1pY

  • CURSOS & SEMINÁRIOS RIO / Arte, corpo e experiência a partir de Lygia Clark com Santiago Garcia Navarro @ Museu de Arte Moderna do RJ MAM Terças e quintas de agosto (até 15ago), 18 às 21h >>> http://bit.ly/Pm1VWR

  • Convocatória PID 2013, Grupos e Cia de dança de toda América-latina, incrições abertas, www.portaldoartista.com.br
  • Estão abertas até 18 de agosto as inscrições para o 14º Catavideo - Mostra de Vídeos Catarinenses. Inscreva-se!
  • Começa hoje a mostra Caravaggio no MASP
    ~~> http://bit.ly/JmXjin — em Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand – MASP
  • Artes do Corpo: Matrículas terminam hoje! - Curso de 2 anos - Início em 11 de agosto de 2012. Coordenação: Neide Neves
    Professores: Christine Greiner, Helena Katz, João de Bruçò, Jussara Miller, Luzia Carion, Marinês Calori, Neide Neves
    http://www.facebook.com/events/395699017157129/
  • Já estão abertas as inscrições para o segundo semestre do Projeto Memórias Construídas!
    Venha conhecer a cidade de São Paulo com um olhar cultural e diferenciado!
    http://www.viacultural.org.br/site/?p=887
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    Fontes UIA Diário – Portal do Artista – Revista Bravo – Folha de São Paulo – Canal Contempôraneo – Nil – C&M – Catraca Livre

A economia da cultura ou Perdoa-me por me traíres

Tal e qual o personagem de “Perdoa-me por me traíres”, de Nelson Rodrigues, o grande ícone do teatro homenageado deste ano, o produtor cultural é levado a ter um sentimento de culpa, como sujeito e objeto da traição, por ter a necessidade de produzir cultura com recursos públicos e ao mesmo tempo perder o direito de olhar o bem ou serviço produzido como um produto que pode ser rentável.

image A Lei Rouanet hoje é o principal mecanismo federal de incentivo a cultura. A exemplo de outros setores da economia do país, temos o nosso marco, baseado no incentivo fiscal. Em troca, ao contrário dos outros setores, temos que obedecer a regras cada vez mais contraditórias ao propósito da existência da lei. Seu objetivo como ferramenta de desenvolvimento econômico do setor tem dado lugar a discussões que comprometem suas possibilidades de sustentabilidade, a partir da visão míope dos burocratas que desviam seu olhar da principal meta para focar apenas em um dos elos da cadeia produtiva: o público.

Nos últimos tempos os produtores culturais têm sido alvos de torpedos governamentais, de várias ordens, indicando a elaboração de política de taxação de preços de ingressos para espetáculos. Hoje, o produtor de eventos que tem o benefício da Rouanet tem a obrigação de comprometer sua bilheteria com 20% da lotação do teatro para distribuição gratuita (como contrapartida social e patrocinadores) e 80% com a meia entrada, subsidiada com recursos próprios.

Esclarecemos que os teatros ou casas de espetáculos, na maioria dos casos, não são subsidiados com recursos públicos e cobram um valor de locação mínima ou um percentual da bilheteria entre 25% e 50%. Além disso, o autor da obra – no caso de teatro, autor do texto – tem por direito entre 10% e 12%. Se a peça for um musical ou contiver obras musicais protegidas, além do texto há o direito sobre as músicas, que pode chegar a 10%, dependendo da minutagem de música em relação ao texto.

A Comissão Nacional de Incentivo a Cultura – CniC – é o órgão que tem representantes do estado e da sociedade civil organizada (produtores e empresários), podendo elaborar, propor e deliberar sobre a análise dos projetos aprovados e sua operação. Em 12 de junho de 2012, a CniC fez reunião com o propósito de discutir o tema “Democratização do acesso”. Foram citados alguns artigos da Lei Rouanet, como o Art. 1o: “contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais”. Se “facilitar o acesso” for interpretado simploriamente como redução do valor dos ingressos, apenas isso, a partir daí surgirão idéias mirabolantes e estapafúrdias de como administrar a produção alheia.

No documento apresentado na reunião da CniC há importantes constatações do MinC que só reforçam a necessidade de ampliar essa curta visão. Segundo o texto do documento, de um universo de 2 mil projetos captados, apenas 12,5% conseguem 100% dos recursos aprovados pela CniC. Estamos falando de cerca de 250 projetos. Também há a consciência de que o restante dos recursos vem de outras fontes, inclusive da bilheteria, que pode manter uma peça em cartaz em alguns casos. Outro problema é estabelecer regras apenas para espetáculos, como controlar a taxação de produtos produzidos, obras de arte… Nesse caso, se houver algum artista com uma bolsa para criação de uma peça teatral, por exemplo, o MinC passará a dizer quanto esse autor vai cobrar pelos seus direitos no mercado? É um terreno complicado de administrar.

No documento da CniC a idéia é taxar o ingresso no mesmo valor teto estabelecido no projeto do Vale Cultura: R$ 50,00. Mas no mesmo documento há a informação de que o preço médio normal é de R$ 62,00 e o promocional R$ 11,83. Considerando que a renda é diferente em cada região do país e que o governo não tem espaços culturais para atender a essa demanda, teria que ser criado um subsídio a mais para os donos dos equipamentos culturais, complicando ainda mais todo o processo.

Voltando ao terreno da contradição, ou da “traição”, assunto do começo do texto, o termo mais repetido nos discursos da gestão atual do Ministério da Cultura é “economia criativa”. A ministra Ana de Holanda falou sobre uma “Visão de longo prazo para a Cultura”, texto de apresentação das metas do Plano Nacional de Cultura, datado de dezembro de 2011, que se encontra publicado no sítio virtual do MinC: “Sustentabilidade e, portanto, planejamento, são algumas das palavras-chave da atual gestão do Ministério da Cultura. Significa pensar lá na frente, no futuro, a partir das bases do presente. Foi com esse intuito que colocamos em discussão as metas do Plano Nacional da Cultura (PNC), que hoje apresentamos. São propostas para a próxima década. É a primeira vez, em quase 30 anos de existência, que o Ministério tem objetivos planificados a partir da discussão com a sociedade.”

Ainda no sítio virtual do MinC, obtemos a informação que “em reunião ordinária ocorrida no dia 29 de dezembro de 2011, o Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC) aprovou as 53 metas do Plano Nacional de Cultura (PNC), elaboradas a partir de consultas à sociedade e com a participação do Conselho Nacional de Política Cultural. A implementação do Plano Nacional de Cultura se dará com a publicação das metas de desenvolvimento institucional e cultural para os 10 (dez) anos de sua vigência. As metas que serão publicadas expressam o compromisso com os principais temas das políticas públicas de cultura, como: reconhecimento e promoção da diversidade cultural; criação, fruição, difusão, circulação e consumo; educação e produção de conhecimento; ampliação e qualificação de espaços culturais; fortalecimento institucional e articulação federativa; participação social; desenvolvimento sustentável da cultura; e mecanismos de fomento e financiamento.”

Será que temos dois Ministérios da Cultura? Dois pensamentos que não se completam, com certeza, temos.

Há mais de oito anos estamos sendo convocados, como cidadãos da classe cultural, membros fundamentais dessa cadeia produtiva, para uma discussão sobre essa economia e a importância estratégica da cultura para o desenvolvimento do país. Apresentamos contribuições acerca da problemática que envolve todos os elos da nossa cadeia produtiva, desde a formação de nossos profissionais até a distribuição dos bens culturais produzidos.

Hoje vemos muitas resultantes desse imenso processo onde detectamos que a cultura como economia, meio de trabalho e produto era um universo desconhecido a ser explorado, a começar pela formalização do mercado. Avançamos nesse ponto, com a criação do MEI – Micro Empreendedor Individual – que possibilitou a inclusão de muitos profissionais que antes viviam num mercado informal. As produtoras culturais foram enquadradas no SIMPLES NACIONAL, reduzindo sua carga tributária.

O advento da Lei Rouanet é um marco do setor, sem dúvida, mas quem são seus principais personagens? Os protagonistas são o Ministério da Cultura, as empresas incentivadoras e os proponentes (nós, produtores culturais). Se por um lado a lei é uma fonte importante de recursos, por outro põe uma faca no peito do produtor. São muitas as cobranças. E então voltamos à culpa rodrigueana. Nossas prestações de contas não eram analisadas, por isso temos que guardar arquivos de notas fiscais por uma eternidade, até recebermos a aprovação; somos culpados também por anos de ausência histórica de um Ministério da Cultura e por entulhar os arquivos do MinC com projetos, por isso hoje há uma limitação de até cinco projetos anuais ativos por proponente; temos que nos responsabilizar pela acessibilidade a deficientes nos espaços culturais, sendo que muitos dos espaços públicos não a tem; subsidiamos com recursos próprios a lei da meia entrada; oferecemos contrapartida social; temos que aplicar a logomarca do Governo, do Ministério da Cultura e da empresa patrocinadora em todos os materiais de promoção e divulgação do projeto. Além disso, intermediamos a relação de forças muitas vezes opostas, como a política de ocupação de teatros e espaços culturais.

Finalmente, mais uma culpa. Vemos instâncias que têm em suas estruturas representações da classe que estão hoje distantes, como a CniC e o Conselho Nacional de Cultura, órgãos que não têm nenhuma interlocução prática com os produtores. Não estamos nos fazendo representar.

Pois então, discutimos o desenvolvimento do setor cultural ao mesmo tempo em que esse sentimento de culpa nos persegue: não podemos ser sustentáveis? A sociedade pode tolerar pagar muito por itens como saúde, transporte e educação, todos com suas respectivas cargas de subsídio/ benefícios fiscais, mas bens culturais brasileiros têm que ser baratos ou gratuitos.

Para que preparar uma política para regular preços de ingressos, quando sabemos que o problema não é do produto ou serviço cultural, mas sim da educação incipiente, da falta de equipamentos culturais e da concentração de renda na região Sudeste? Estamos desperdiçando uma energia vital para resolver problemas que são de ordem burocratica e política e não estruturais.

Uma das metas mais importantes do Plano Nacional de Cultura para o nosso setor é primordial para que possamos discutir o futuro da produção cultural no país: “100% dos segmentos culturais com cadeias produtivas da economia criativa mapeadas”. E define economia criativa: “A economia criativa é um setor estratégico e dinâmico, tanto do ponto de vista econômico quanto social. Suas diversas atividades geram trabalho, emprego, renda e são capazes de propiciar oportunidades de inclusão social.”

Acreditamos na força do nosso trabalho e sabemos que temos grande responsabilidade como um dos elos dessa cadeia produtiva. O MinC precisa repensar seu discurso, retomar o diálogo com esse elo urgentemente e, principalmente a Ministra Ana de Holanda, precisa olhar de perto seus pares do teatro.

Encerrando com Nelson Rodrigues: “a ficção para ser purificadora precisa ser atroz. O personagem é vil, para que não sejamos. Ele realiza a miséria inconfessa de cada um de nós.(….). E no teatro, que é mais plástico, direto, e de um impacto tão mais puro, esse fenômeno de transferência torna-se mais válido. Para salvar a platéia é preciso encher o palco de assassinos, adúlteros, de insanos e, em suma de uma salada de monstros. São os nossos monstros, dos quais eventualmente nos libertamos, para depois recriá-los.”(Nelson Rodrigues, O Anjo Pornográfico)

*Publicado originalmente no site da Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro (APTR).Escrito em conjunto pelos integrantes da APTR. e C&M

Aprovado seguro-desemprego para artistas, músicos e técnicos em espetáculo

 

Projeto de lei da ex-senadora Marisa Serrano (PSDB-MS), que prevê a concessão de seguro-desemprego para artistas, músicos e técnicos em espetáculos de diversão foi aprovado nesta quarta-feira (21) pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS). A matéria foi aprovada de forma terminativa.

De acordo com a proposta ( PLS 211/10 ), o profissional terá direito a um salário mínimo como seguro-desemprego por um prazo máximo de quatro meses, de forma contínua ou alternada. Para isso, o beneficiário terá de comprovar que trabalhou em atividades da área por, pelo menos, 60 dias nos 12 meses anteriores à data do pedido do benefício e que não está recebendo outro benefício previdenciário de prestação continuada ou auxílio-desemprego. Além disso, é necessário ter efetuado os recolhimentos previdenciários relativos ao período de trabalho, bem como não possuir renda de qualquer natureza.

O projeto altera a lei que trata do Programa do Seguro- Desemprego, do Abono Salarial e institui o Fundo de Amparo ao Trabalhador   (FAT  )- Lei 7.998  /90 . Ao justificar a apresentação do projeto, Marisa Serrano afirmou que a categoria é uma das menos amparadas pela proteção social em nosso país.

Em seu parecer, a relatora da matéria na CAS, senadora Ana Amélia (PP-RS), ressaltou que, apesar de representar uma parcela pequena da população (65 mil trabalhadores ou 0,08% da população economicamente ativa), a categoria é sujeita a desemprego permanente, da ordem de 80 a 85%. Além disso, destacou, quando estão trabalhando, esses profissionais envolvem-se em relações informais de emprego, que ainda são de curta duração.

- As categorias que se pretende proteger, dos músicos, artistas performáticos, incluindo os bailarinos e técnicos em espetáculos de diversão (tais como os cenografistas, figurinistas, iluminadores, etc), constituem um grupo que, a despeito de uma imagem glamurizada, se encontram em situação de grande vulnerabilidade social – observou Ana Amélia.

FONTE: Agência Senado

Arrigo Barnabé "CAIXA DE ÓDIO" o universo de Lupicínio Rodrigues

Casa de Francisca

Mais informações

ARRIGO BARNABÉ
“Caixa de ódio” - o universo de Lupicínio Rodrigues
com Paulo Braga e Sergio Espíndola
Domingo_ [27/03] 21hs_ R$53
“Não acredito em nada que não tenha angústia, isso talvez é o que mais me atrai nas canções de Lupicínio, e também a raiva, gosto muito de trabalhar com a raiva, a revolta. Nele tudo é verdadeiro, e raiva e angústia é meio difícil fingir. Por essa observação penetrante do ser humano nas situações limites da dor amorosa, por esse humor que permeia as canções, um humor voltado para a ironia e o sarcasmo, por tudo isso estava atravessada a vontade de cantar Lupicínio”.
@Arrigo Barnabé
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Rua José Maria Lisboa 190, Jardim Paulista - São Paulo / SP
travessa da Brigadeiro Luís Antônio T 11 3052 0547_
RESERVAS SOMENTE ATRAVÉS DO SITE www.casadefrancisca.art.br
Não é servido durante as apresentações!

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Fonte CPT

Agendas Culturais Virtuais

Os sites abaixo apresentam os mais recentes eventos culturais do Brasil e do Mundo. Programe seu tempo livre para visitar exposições de Arte e fazer outros passeios e atividades:

Grande São Paulo

Catraca Livre
Guia da Folha
Opperaa
Prefeitura de São Paulo

Brasil

Guia da Semana
Mapa das Artes
SESC

Brasil e Mundo

Dasartes

 

Fonte: http://almadoartista.blogspot.com

Navalha na Carne

O Grupo Livre Produção Cultural apresenta a peça “Navalha na Carne”, uma das mais importantes peças do dramaturgo Plínio Marcos, com direção de Mônica Granndo. A proposta artística é partir para uma estilização da ação corporal, quase como a que encontramos nos quadrinhos de Will Eisner. Com movimentos desenhados e uma interpretação não realista para que, de alguma forma, o texto se aproxime do público para o qual a violência está banalizada e não enxerga mais esta realidade. Com: Rita Brafer, Wanderley Damaceno, Admir Calazans. Apenas a pré-estréia é gratuita, a peça fica em cartaz de 13 de Junho a 25 de Julho, sempre aos domingos às 18h.

serviço

o quê: Navalha na Carne (50 minutos)
quando: 6 de junho, às 18h
onde: Teatro Studio 184
endereço: Praça Roosevelt, 184
telefone: (11) 3259.6940
entrada: gratuita – retirar ingressos com uma hora antes da sessão
classificação: 15 anos
informações: livreproducaocultural@gmail.com

REBU No SESC Consolação

SESC Consolação apresenta
"REBU"
Com Cia. Teatro Independente (RJ)

Teatro Independente volta à cena com temporadas nas duas principais capitais do país e texto inédito de Jô Bilac após o sucesso da peça “Cachorro!”

    Da esquerda para a direita: Júlia Marini, Carolina Pismel, Paulo Verlings e Diego Becker
A Cia Teatro Independente em seu segundo trabalho retorna à cidade de São Paulo, em cartaz no SESC Consolação, cumprindo temporada de 10 de Junho a 30 de Julho. No mês de junho a jovem Cia irá se desdobrar entre São Paulo e Rio de Janeiro, estando em cartaz para o público paulista às quintas e sextas, às 21h, no SESC Consolação, e aos sábados e domingos,  às 21h, a peça poderá ser vista pelos cariocas no Teatro Gláucio Gil em Copacabana.
Em tom de tragicomédia, o Teatro Independente cria um verdadeiro "rebu" em uma peça de época com ares cinematográficos. O clima alude um set de filmagem e a trama se passa no fim do século XIX. Mas a peça não usa recursos de projeções e afins como se poderia pensar. A linguagem essencial, calcada nos atores, é uma das características da Cia, cujo primeiro trabalho foi a peça “Cachorro!”, sucesso que permanece viajando o país há três anos. “O intuito é resgatar a época sem reconstituí-la, trazendo à tona um ar de revisitação”, explica o diretor Vinícius Arneiro. O dramaturgo Jô Bilac completa: “Localizar o espetáculo em um século remoto e ao mesmo tempo se debruçar na linguagem cinematográfica nos direciona a um intencional contraste, um choque entre linguagens”.
Para o grupo, a diferença entre o primeiro e o segundo espetáculo é a experiência adquirida após três temporadas no Rio, e três em São Paulo e uma turnê nacional. “Hoje somos uma família. Quando estávamos em São Paulo moramos todos juntos num apartamento por seis meses", revela o ator Paulo Verlings. E a família ganhou parceiros. Foram apadrinhados pela Cia. dos Atores que acolheu o projeto e ainda contam com profissionais como o figurinista Marcelo Olinto e o iluminador Paulo César Medeiros na equipe do novo espetáculo.

Encenação pelo grupo
Realizar “Rebú” é perpetrar um trabalho de investigação. É se nutrir de novos ideais e conceitos. É reconhecer uma linguagem e ao mesmo atravessá-la, averiguando outras. É rememorar os meandros de um processo criativo já vivido coletivamente por nós em “Cachorro!”, nosso primogênito. Em fim, é novamente aliar-se.
Neste, a encenação vem como uma ode ao cinema. Sem os atuais recursos tecnológicos tais como projeções e afins. Mas do antes, da gravação em si, do set de filmagem. A trama é ambientada no final do século XIX. O intuito é resgatar a época sem reconstituí-la, imprimindo um olhar sobre um tempo o qual não vivemos, mas que se atualiza em nós, movido pelo nosso desejo de experimentá-lo. O humor ácido que acomete a dramaturgia é também alicerce fundamental para a narrativa do folhetinesco enredo. Partindo dele podemos transitar entre os demais gêneros se deixando contaminar pelas feições.
Utilizar-se de ares cinematográficos para contar uma história em tempos retrógrados nos direciona a um intencional contraste. O interesse em aproximar-se da maquinaria cinematográfica é uma tentativa de vasculhar (nessa alquimia) uma possível estética. Ao mesmo tempo, não isentar os atores e seu instrumento de trabalho nessa resultante, levando adiante a investigação e reflexão do corpo do ator como veículo de linguagem, de dramaturgia, de arquitetura.
Eis “Rebu”, uma ficção passional, daquelas que assistimos no escurinho do teatro, curiosos pelo final.     
Uma Pequena História de Sucesso
O Teatro Independente foi criado em 2006 com o esquete “CACHORRO!”, vencedor do I Mercadão Cultural – RJ nas categorias "Melhor Esquete" e "Melhor Direção". O esquete deu origem ao primeiro espetáculo do grupo, o também intitulado “CACHORRO!”. Estreado em outubro de 2007 no Espaço SESC, a peça ficou em cartaz um ano no projeto "Repertório" no Teatro Maria Clara Machado (Planetário da Gávea), “CACHORRO!” recebeu a indicação ao PRÊMIO SHELL 2007 de Melhor Direção. Ainda em turnê, o espetáculo já percorreu 60 cidades do país e ultrapassou 200 apresentações. Tendo também passado por festivais como o FIT - São José do Rio Preto (SP),  FITA - Angra dos Reis (RJ), Festival Nacional de Recife, Mostra Cariri - CE 2008  entre outros. "REBÚ", novo projeto da Companhia foi contemplado pela lei de fomento através da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro, estreou na sede da Cia. dos atores no Rio de Janeiro e participou da mostra oficial do Festival de Teatro de Curitiba 2010.
Sinopse
Matias e Bianca são recém-casados e moram numa casa isolada em meio a um descampado. O jovem casal prepara-se para receber Vladine, irmã adoentada de Matias, que traz consigo seu bem mais precioso: Nataniel, uma espécie de filho. A hiperbólica e exigida cautela com a saúde da hóspede e a presença de seu acompanhante fazem com que Bianca, aos poucos, crie uma rivalidade com ambos, levando às últimas consequências o embate.
FICHA TÉCNICA
Texto: Jô Bilac
Direção: Vinicius Arneiro
Elenco: Carolina Pismel, Júlia Marini, Diego Becker e Paulo Verlings
Iluminação: Paulo César Medeiros
Figurinos: Marcelo Olinto
Cenografia: Daniele Geammal
Trilha Sonora Original: Luciano Correa
SERVIÇO
Estreia: 10 de junho de 2010. Quinta, às 21h
Temporada: De 10 de Junho a 30 de Julho. Quintas e Sextas, às 21 horas. (No feriado de 9 de julho não terá apresentação).
Duração: 75 minutos
Local: Espaço Beta – 3º andar
Capacidade de Público: 60 lugares.

Recomendação etária: 14 anos
Ingressos: R$ 10,00 (inteira); R$ 5,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 2,50 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
SESC Consolação
Rua Dr. Vila Nova, 245
Tel: 3234-3000
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Assessoria de Imprensa: Rita Solimeo Marin
Tel: 3234-3043

Sampa Dança no TD - 3 a 5 de junho

 

 

 

O TEATRO DE DANÇA (instituição vinculada à Secretaria Estadual de Cultura de São Paulo, gerenciada pela Associação Paulista de Amigos da Arte - APAA) apresenta em junho uma programação especial com Dança de Salão, o Sampa Dança, dias 3 a 5 de junho, em evento que ocorre em outros locais da cidade.  O Sampa Dança contará om mais de 60 profissionais entre professores de dança e palestrantes, além de dois espetáculos de dança e sete bailes. Veja a programação completa em www.sampadanca.com.br.

 

SAMPA DANÇA – O Encontro Internacional de Dança de Salão é realizado por Andrei Udiloff e é uma reunião de profissionais de dança com destaque nacional, que tem o objetivo de promover intercâmbio, analisar a situação atual da dança e vislumbrar novos rumos. Esse ano o Sampa Dança trará palestrantes, espetáculos de dança e bailes.

   

No dia 3 de junho será apresentada no TD a coreografia ALGUMA COISA ACONTECE NO MEU CORAÇÃO, em duas sessões, às 19h e 21h. O espetáculo tem como tema a dança de salão inspirada na literatura, artes plásticas e pontos turísticos desta cidade multicultural. O Masp – Museu de Arte de São Paulo, a tradição nordestina e o Café Piu-Piu, localizado no Bexiga, são elementos que fazem parte do roteiro dançado por profissionais e companhias da dança de salão paulistana, além da participação de profissionais de outros estados.

 

Nos dias 4 e 5 de junho serão apresentados trabalhos prontos ou em desenvolvimento que tenham o seu foco de pesquisa direcionado para o universo da dança de salão. Vários profissionais de várias partes do Brasil participarão na MOSTRA DE DANÇA DE SALÃO: Rodrigo Delano/Naiara Márcia e a Mimulus Cia de Dança, ambos de Minas Gerais, Cia Aérea de Dança, do Rio de Janeiro, Marcelo Amorim e Anna Elisa, de Brasília, Luciana Cavalcanti e Bruno Dias, de Pernambuco e Clube Latino e Will Black Man/Mariana Marques, dentre outros, de São Paulo.

 

PROGRAMAÇÃO

 

3 a 5 de junho – quinta às 19h e 21h, s

exta e sábado às 20h30

60 minutos de duração, classificação livre

Inteira: R$30,00 e Meia-entrada: R$15,00

 

SAMPA DANÇA

Encontro Internacional de Dança de Salão

Realização: Espaço Andrei Udiloff / SP

 

Dia 3 – quinta-feira às 19h e 21h  

ALGUMA COISA ACONTECE NO MEU CORAÇÃO

Concepção e Direção: João Carlos Ramos

Ass. Direção: Cristiane Udiloff

 

Profissionais participantes na 1ª sessão 19h:

André Magro e Andressa Moraes - SP // Cia Black Brasil - SP // Cia Interacto de Dança - SP // Cia Philip Miha - SP // Cia Andrei Udiloff - SP // Fabiana Terra e Patrick Oliveira - SP // João Picolli e Stelinha Cardoso - RJ // Marcelo Cunha, Karina Sabah, Roberto Motta e Alini Lima - SP // Marcelo Grangeiro e Damyla Maria - MA

 

2a Sessão: 21h

Renato Veronezi e Carol Agatti - SP - Zouk //Rafael Barros e Carine Moraes CE - Salsa //Rodrigo Delano e Naiara Márcia - MG - Zouk //Rodrigo Oliveira e Karina Carvalho SP - Samba de Gafieira //Eder Soares e Neiliane Felipe - CE - Forró //Patrick Carvalho e Michelle Barreto - RJ - Samba de Gafieira

 

Dias 4 e 5 - Sexta-feira e Sábado às 20h30

MOSTRA DE DANÇA DE SALÃO

 

Profissionais participantes no dia 4 de junho:

Rodrigo Delano e Naiara Márcia - MG // Cia Aérea de Dança - RJ // Mimulus Cia de Dança - MG - Fragmento do espetáculo Por um Fio // Clube Latino - SP // Will Black Man e Mariana Marques - SP

 

Profissionais participantes no dia 5 de junho:

Cia de Dança Emílio Ohnuma - São Bernardo do Campo - Fragmento do espetáculo Si Tango // Vagner Ferreira e Helen Garcia - SP // Cia Interacto de Dança - SP // Vítor Costa e Margareth Kardosh - SP // Fusão Movimento Coreográfico - SP // Patrick Carvalho e Michelle Barreto - RJ // Ricardo Oliveira e Camilla Varjão - SP // Marcelo Amorim e Anna Elisa - Brasília // Luciana Cavalcanti e Bruno Dias - Pernambuco

 

 

TD - Teatro de Dança - Secretaria de Estado da Cultura

APAA - Associação Paulista dos Amigos da Arte

Avenida Ipiranga, 344 - Subsolo, Edifício Itália - São Paulo, SP, Brasil - Metrô República - Email: info.teatrodedanca@apaa.org.br  Telefone da bilheteria: 011 2189 2555 /// Informações: 011 2189 2557 Capacidade: 278 lugares/Ar-condicionado ///Acessibilidade para pessoas com necessidades especiais /// Estacionamento: R$ 15,00 com manobrista /// Bilheteria, abertura: Vendas para o dia do espetáculo - 4ª a domingo, a partir das 14h/// www.teatrodedanca.org.br

 

O Teatro de Dança tem apoio da Folha de São Paulo, Alcaçuz, Leonor Flores, Circolo Italiano, Luna Di Capri e Planeta´s. No programa "Prêmio Teatro de Dança", conta com o apoio do SESC São Paulo

 

Informações para imprensa: Canal Aberto Assessoria de Imprensa

Márcia Marques - (11) 3798 9510 / 2914 0770/ 9126 0425

www.canalaberto.com.br

 

 

Vagas para Artistas, músicos, dançarinos, etc

A 188 Produtora Multicultural está montando um espetáculo para promover a mais nova marca da Natura. Serão 6 apresentações nas principais cidades do Brasil entre os meses de junho e julho de 2010 .

Desde já agradecemos a atenção e nos colocamos a disposição para maiores esclarecimentos.

188 Produtora Multicultural

atendimento@188ecp.com

www.188ecp.com

Tel: 55.11. 5052-5853

Audição dia 24 e 25 de Maio de 2010

  • É possível que nós peçamos para você fazer uma apresentação solo diante dos outros participantes; Após esta apresentação, é possível que você seja também convidado a participar de exercícios individuais e coletivos.
  • Seus resultados lhe serão comunicados até uma semana após a audição.
  • A audição será filmada.
  • Levar roupa propícia para ensaio.
  • Levar sapato e tênis de dança.
  • Levar todos os seus instrumentos de trabalho.
  • Levar seus instrumentos musicais incluindo playback
  • Esteja pronto para nos surpreender!

Sobre a Audição
Data
-   24 e 25 de maio de 2010
Local -  Rua Pereira Leite nº 55 alto de Pinheiros
Horário – 24/05 - das 13:00 às 16:00 horas.

25/05 – das 14:00 às 18:00 horas.

Descrição

A 188 Produtora Multicultural está buscando bailarinos, acrobatas, ginastas, contorcionistas, circenses com técnica de clown artistas com modalidades aéreas, músicos, cantores profissionais de ambos os sexos com experiência em musicais, boa atuação em palco e expressão corporal para atuar nos espetáculos da Natura no lançamento da sua nova marca.

Os espetáculos mostram os sentimentos, o envolvimento e a realidade cotidiana da vida a dois.

Tudo isso num show de tecnologia e originalidade que só a 188 pode oferecer.

Profissionais

Você é um desses artistas e se identificou com o nosso projeto? Então venha participar da audição e fazer parte da nossa equipe.

Qualificações

  • Artistas profissionais com uma boa experiência em palco;
  • Boa expressão corporal;
  • Habilidade de improvisação;
  • Estar em excelente condição física;
  • Idade mínima de 18 anos.
  • Técnica em interpretação.

Próximos passos

Os artistas devem  nos enviar seus dados pelo link do Cadastro online http://www.188ecp.com/cadastro

Após completar seu perfil, será necessário que você confirme sua presença na audição e faça o upload de sua foto e de sua demonstração em vídeo e envie para atendimento@188ecp.com

Todas as inscrições que estiverem completas (CV, foto e demonstração em vídeo) serão analisadas por um diretor de nossa equipe.
Caso você não tenha como enviar eletronicamente sua inscrição (incluindo seu curriculum vitae, fotografia(s) e vídeo), você pode entregar todos os materiais solicitados em mãos para Lucimar  no local da audição.

IMPORTANTE: Após o envio dos seus dados no link da 188, sua inscrição já estará confirmada. Você já pode comparecer na audição.

     Em caso de dúvidas escreva para atendimento@188ecp.com ou ligue 7738-2189 / 5052-5853 Lucimar.

Sampa Dança acontece em junho

 

De 2 a 6 de junho, a capital paulista recebe o Sampa Dança. O evento chega com espetáculos, bailes, palestras, debates e oficinas para todos os interessados em aprender ou aperfeiçoar diversos passos. Ao todo, mais de 70 profissionais, nacionais e internacionais, foram convidados para receber o público, estimado em 6 mil pessoas.
Serviço
Data: De 2 a 6 de junho.
Site: www.sampadanca.com.br.
Mais informações: (11) 3813-6196 / 3814-8251.

Artista será suspenso por ganchos a 50 metros de altura na av. Paulista

O bodypiercer Rafa Gnomo será suspenso pelo corpo a uma altura de 50 metros no ar, bem na esquina da avenida Paulista com a rua Consolação, das 11h30h às 12h. O artista estará twittando e interagindo com o público promovendo o lançamento da série “TABU América Latina”, produzida pela National Geographic um mergulho sobre o universo das culturas.

Acompanhe, via streaming, no site da NatGeo a performance.