Jabor e a verdade...

Um texto interessante de Jabor


A VERDADE ESTÁ NA CARA, MAS NÃO SE IMPÕE ( ARNALDO JABOR )
O que foi que nos aconteceu?
No Brasil, estamos diante de acontecimentos inexplicáveis, ou melhor,
"explicáveis" demais.
Toda a verdade já foi descoberta, todos os crimes provados, todas as mentiras
percebidas.
Tudo já aconteceu e nada acontece. Os culpados estão catalogados, fichados, e
nada rola. A verdade está na cara, mas a verdade não se impõe. Isto é uma
situação inédita na História brasileira.
Claro que a mentira sempre foi a base do sistema político, infiltrada no
labirinto das oligarquias, claro que não esquecemos a supressão, a proibição da
verdade durante a ditadura, mas nunca a verdade foi tão límpida à nossa frente
e, no entanto, tão inútil, impotente, desfigurada.
Os fatos reais: com a eleição de Lula, uma quadrilha se enfiou no governo e
desviou bilhões de dinheiro público para tomar o Estado e ficar no poder 20
anos.
Os culpados são todos conhecidos, tudo está decifrado, os cheques assinados, as
contas no estrangeiro, os tapes , as provas irrefutáveis, mas o governo
psicopata de Lula nega e ignora tudo. Questionado ou flagrado, o psicopata não
se responsabiliza por suas ações.
Sempre se acha inocente ou vítima do mundo, do qual tem de se vingar. O outro
não existe para ele e não sente nem remorso nem vergonha do que faz. Mente
compulsivamente, acreditando na própria mentira, para conseguir poder.
Este governo é psicopata!!!
Seus membros riem da verdade, viram-lhe as costas, passam-lhe a mão nas nadegas.
A verdade se encolhe, humilhada, num canto. E o pior é que o Lula, amparado em
sua imagem de "povo", consegue transformar a Razão em vilã, as provas contra
ele em acusações "falsas", sua condição de cúmplice e comandante em "vítima".
E a população ignorante engole tudo. Como é possível isso?
Simples: o Judiciário paralítico entoca todos os crimes na fortaleza da lentidão
e da impunidade. Só daqui a dois anos serão julgados os indiciados - nos
comunica o STF.
Os delitos são esquecidos, empacotados, prescrevem. A Lei protege os crimes e
regulamenta a própria desmoralização. Jornalistas e formadores de opinião
sentem-se inúteis, pois a indignação ficou supérflua. O que dizemos não se
escreve, o que escrevemos não se finca, tudo quebra diante do poder da mentira
desse governo.
Sei que este é um artigo óbvio, repetitivo, inútil, mas tem de ser escrito....
Está havendo uma desmoralização do pensamento. Deprimo-me: "Denunciar para quê,
se indignar com quê? Fazer o quê?". A existência dessa estirpe de mentirosos
está dissolvendo a nossa língua.
Este neocinismo está a desmoralizar as palavras, os raciocínios. A língua
portuguesa, os textos nos jornais, nos blogs, na TV, rádio, tudo fica ridículo
diante da ditadura do lulo-petismo .
A cada cassado perdoado, a cada negação do óbvio, a cada testemunha, muda,
aumenta a sensação de que as idéias não correspondem mais aos fatos! Pior: que
os fatos não são nada - só valem as versões, as manipulações.
No último ano, tivemos um único momento de verdade, louca, operística, grotesca
mas maravilhosa, quando o Roberto Jefferson abriu a cortina do país e
deixou-nos ver os intestinos de nossa política.
Depois surgiram dois grandes documentos históricos: o relatório da CPI dos
Correios e o parecer do procurador-geral da República. São verdades
cristalinas, com sol a pino.
E, no entanto, chegam a ter um sabor quase de "gafe". Lulo-petistas clamam:
"Como é que a Procuradoria Geral, nomeada pelo Lula, tem o desplante de ser tão
clara! Como que o Osmar Serraglio pode ser tão explícito, e como o Delcídio
Amaral não mentiu em nome do PT? Como ousaram ser honestos?".
Sempre que a verdade eclode, reagem. Quando um juiz condena rápido, é chamado de
"exibicionista". Quando apareceu aquela grana toda no Maranhão (lembram,
filhinhos?), a família Sarney reagiu ofendida com a falta de "finesse" do
governo de FH, que não teve a delicadeza de avisar que a polícia estava
chegando...
Mas agora é diferente. As palavras estão sendo esvaziadas de sentido.
Assim como o stalinismo apagava fotos, reescrevia textos para coonestar seus
crimes, o governo do Lula está criando uma língua nova, uma novi-língua
empobrecedora da ciência política, uma língua esquemática, dualista,
maniqueísta, nos preparando para o futuro político simplista que está se
consolidando no horizonte. Toda a complexidade rica do país será transformada
em uma massa de palavras de ordem, de preconceitos ideológicos movidos a
dualismos e oposições, como tendem a fazer o populismo e o simplismo.
Lula será eleito por uma oposição mecânica entre ricos e pobres, dividindo o
país em "a favor" do povo e "contra", recauchutando significados que não dão
mais conta da circularidade do mundo atual. Teremos o "sim" e o "não", teremos
a depressão da razão de um lado e a psicopatia política de outro, teremos a
volta da oposição mundo x Brasil, nacional x internacional.
A esquematização dos conceitos, o empobrecimento da linguagem visa à formação de
um novo ethos político no país, que favoreça o voluntarismo e legitime o
governo de um Lula 2 e um Garotinho depois.
Assim como vivemos (por sorte...) há três anos sem governo algum, apenas vogando
ao vento da bonança financeira mundial, só espero que a consolidação da
economia brasileira resista ao cerco político-ideológico de dogmas boçais e
impeça a desconstrução antidemocrática. As coisas são mais democráticas que os
homens.
Alguns otimistas dizem: "Não... este maremoto de mentiras nos dará uma fome de
verdades!". Não creio. Vamos ficar viciados na mentira corrente, vamos falar
por antônimos.
Ficaremos mais cínicos, mais egoístas, mais burros.
O Lula reeleito será a prova de que os delitos compensaram. A mentira será
verdade, e a novi-língua estará consagrada.
É amigos. Este texto deve se transformar na maior corrente que a internet já
viu. Talvez assim, possamos nós, que não somos burros não, mais uma vez salvar
o Brasil.
Passe para quantas pessoas você puder. Se você é brasileiro e gosta de seu País,
faça algo por ele. Essa é a hora.

Diário dum Carroceiro

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“Diário dum Carroceiro”

O CAAC realiza com grandes nomes do teatro paulistano

O 1º texto escrito por pessoa em situação de rua

em circuito profissional

Até 17 de dezembro

Teatro Fábrica São Paulo

O CAAC – Centro de Artes Alternativas e Cidadania, ONG sem fins lucrativos, fundada em 2000 e presidida por Max Mu, leva ao palco do Teatro Fábrica São Paulo o espetáculo “Diário dum Carroceiro”, com o ator Antonio Carlos de Niggro e direção de Iara Brasil.

Este monólogo é primeiro texto escrito por uma pessoa em situação de rua na nossa dramaturgia e realizado profissionalmente no Brasil. Esta produção do CAAC é resultante do seu projeto de inclusão social através da arte com a População de Rua, o qual Sebastião Nicomedes, autor do texto, integra desde 2003 e conclui agora este processo.

A peça narra a rotina de um carroceiro nas ruas do centro de São Paulo durante o período das festas de fim de ano. Sua critica política a partir de seus próprios conflitos para a sobrevivência trazem ao público o olhar da cidade por aqueles que não tem acesso aos bens da cidade. Com traços de humor nos leva através desta dura realidade a reflexões sobre o nosso pão, nosso suor e o nosso trabalho na nossa cidade.

A diretora Iara Brasil, foi convidada pelo seu profissionalismo e envolvimento em causas sociais, formada pela UNICAMP é também Co-fundadora da Cia. Circuito de Comédia. A possibilidade de levar essa discussão à classe artística e ao grande público foi uma de suas principais observações ao aceitar o projeto. A estética cênica da direção traz ao espetáculo uma visão que fortalece o foco social e político das pessoas em situação de rua.

O ator Antonio Carlos De Niggro, atuou nos seriados “Vila Maluca” da Rede TV e “Turma do Gueto” da Rede Record entre outros, e na Novela “Metarmophoses”, além de ter participado de montagens significativas no circuito teatral como “Fuck You Baby” do autor Mario Bortolotto.

Outros grandes profissionais do teatro estão envolvidos nesta empreitada. Marcio Tadeu é o responsável por toda a cenografia e figurino, Aline Meyer compôs a trilha, Sérvulo Augusto a música original do espetáculo e Aide do Amaral assina administração da produção.

Após um ano e meio de produção: de envio de projetos, solicitação de patrocínio e busca de recursos financeiros, O CAAC entendeu que a causa é maior, e sem verba alguma, estreou em 07 de outubro o “Diário Dum Carroceiro” na veia da arte que quer transformar, na força dos homens que reciclam a cidade e que se quer mostrar. O Diário dum Carroceiro é antes de tudo, o resultado da inserção social de ações culturais alternativas.

SEBASTIÃO NICOMEDES

O autor escreveu em 2003 uma peça chamada “Bonifácil Preguiça”, com pessoas dos albergues. O CAAC o apoiou na supervisão de direção onde todos os atores eram integrantes das oficinas de teatro. Sebastião também participou de outras montagens da ONG em 2003 e 2004. Em 2005 deu oficinas de Arte Com Sucata em escolas municipais registrado em CLT em um dos projetos da entidade.

CAAC - Centro de Artes Alternativas e Cidadania

A pesquisa sobre “A Voz da Dramaturgia Brasileira”, coordenada por Max Mu em mutirões habitacionais, aldeias indígenas, Quilombos e Movimento Sem Terra, visa trazer ao público obras onde a “Voz” das pessoas mais distantes dos mecanismos de produção cultural possa ser amplificada por produções profissionais, e que tragam ao público a reflexão social, neste contexto temos o “Diário dum Carroceiro”.

FICHA TÉCNICA – DIARIO DE UM CARROCEIRO

AUTOR: Sebastião Nicomedes

DIREÇÃO: Iara Brasil

ATOR: Antônio Carlos De Niggro

CENOGRAFIA E FIGURINO: Marcio Tadeu

TRILHA: Aline Meyer

MÚSICA ORIGINAL: Sérvulo Augusto

IMAGENS E EFEITOS: João Luiz

FOTOGRAFIA: Leandro Cunha

IDENTIDADE VISUAL: Marta Muratório

PREPARAÇÃO CORPORAL: Luiz Capacci

ILUMINAÇÃO E OPERAÇÃO: Alfredy Estrella

OPERAÇÃO DE SOM: Everaldo Simão

CONTRA-REGRAGEM: Thiago Coelho

ADMINISTRAÇÃO: Aide do Amaral

PRODUÇÃO: Max Mu

REALIZAÇÃO: CAAC – Centro de Artes Alternativas e Cidadania

APOIO: Favela do Moinho

PARCERIAS: Cia. Circuito de Comédia

União dos Movimentos de Moradia

ELAN – Produções Gráficas

SERVIÇO:

Diário dum Carroceiro

Até 17 de dezembro

Sábados às 19h

Domingos às 18h

Duração: 60 min

Indicação: 12 anos

Ingressos: 30,00 e 15,00 (meia)

Teatro Fábrica São Paulo - Porão

80 lugares

Rua da Consolação 1623

Estacionamento conveniado R$8,00

Reservas pelo site www.fabricasaopaulo.com.br

informações: Tel.: 3255-5922

Assessoria de Imprensa: Julianna Santos

(11) 32140339/91002540

julianna.santos@ig.com.br

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Programação Teatro Fábrica - SP


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Teatro Fábrica São Paulo

Rua da Consolação,1.623 - tel. 3255 5922

Estacionamento Conveniado: Rua Pedro Taques, 54

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Ano 2006 - Boletim Nº34

Clique sobre os títulos para obter mais informações

Espetáculos em Cartaz

Michal Kobialka no Fábrica

28 de outubro - 10h (sábado)

Delirium da carne:

Arte e Bio-política no espaço do agora

Entrada Franca

reserve seu convite

Teatro Latino-americano

23 de outubro - 20h (segunda)

Leitura da peça

En un sol Amarillo

de César Brie

(Teatro de Los Andes)

Seguido de conversa com Alexandre Mate

Entrada Franca

reserve seu convite

Espetáculos Infantis

O Fantástico

Mistério de Feiurinha

Núcleo Teatral Ítaca

sáb e dom, 16h

até 17 de dezembro

E o Menino?

Ziriguidum Telecoteco

sáb e dom, 16h

até 29 de outubro

A Mãe

Núcleo 2 da Cia. de Teatro Fábrica São Paulo

sex e sáb, 21:30h

dom,20:30h

até 19 de novembro

Lisístrata:

Sexo, Drogas e Greve

Grupo Já

sex e sáb, 21:30h

dom, 20:30h

até 26 de novembro

Diário dum Carroceiro

CAAC - Centro de Artes Alternativas e Cidadania

sáb, 19h - dom, 18h

até 17 de dezembro

Depois da Chuva...

Cia. das Artes Dramáticas

qua e qui, 21h

até 14 de dezembro

Morte e Vida Severina

Cia. Araltide

qua e qui, 21h

até 16 de novembro

Orfeu Dilacerado

Cia. Sansacroma

ter, 21h

até 31 de outubro

Perguntas ou comentários?

Envie um e-mail para mailto:teatro@fabricasaopaulo.com.br?subject=boletim

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de 13 a 21.11 - Intimidade das Imagens - SP


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Intimidade das Imagens

De 13 a 21 de novembro

Teatro Fábrica São Paulo

Fixemo-nos no concreto. O espelho, são muitos, captando-lhe as feições; todos refletem-lhe o rosto, e o senhor crê-se com aspecto próprio e praticamente imudado, do qual lhe dão imagem fiel. Mas – que espelho? Há-os “bons” e “maus”, os que favorecem e os que detraem; e os que são apenas honestos, pois não.

Guimarães Rosa

O espetáculo de dança Intimidade das Imagens tem como ponto de partida e inspiração para a criação coreográfica o conto “O Espelho” de João Guimarães Rosa, do livro Primeiras Estórias. Este projeto recebeu o Prêmio FUNARTE Klauss Vianna de Dança 2006, com o patrocínio da Petrobrás.

É um convite ao espectador para repensar seu próprio cotidiano num mundo contemporâneo onde poucas vezes somos levados a estados de reflexão e emoção concomitantes. O hábito urbano das “coisas prontas”, do imediatismo bem como da beleza fácil pode ser criticado por meio da Arte. “Um dos nossos propósitos: buscar comunicação e troca com o espectador e tentar o acontecimento epifano – não no sentido religioso, mas antes, como um trabalho simbolicamente revelador”, explica a coreógrafa Emilie Sugai.

Num momento onde o culto ao corpo e à beleza padronizada são valores, o tema “espelho” propõe uma maneira singular de olhar-se no espelho, na medida em que a pesquisa corporal, nesta linha de trabalho, convida o dançarino a habitar o próprio corpo, fazendo contraponto à imagem coletiva de um tipo de espelho padrão que mostra um só rosto.

Nesta perspectiva o espelho está dentro do corpo e capta a imagem da memória, da imaginação, dos sonhos e da realidade, para deixá-la transparecer no corpo através de sensações, gerando movimentos genuínos. A base corporal deste trabalho parte de treinos advindos dos ensinamentos junto ao diretor Takao Kusuno, tais como o treino do suriashi (deslizar com os pés), ou seja, um caminhar que difere do caminhar natural (com quadril baixo e joelhos flexionados deslizando no espaço). Este caminhar possibilita o dançarino atingir um estado de maior densidade, um tempo dilatado, buscando romper com o nosso cotidiano.

“Convidei a dançarina Cristina Salmistraro, italiana, radicada no Brasil há 10 anos, a dividir comigo investigações corporais, improvisações e pesquisa com objetos cênicos, encontros iniciados em meados de agosto de 2005. Cristina tem formação nas técnicas da dança contemporânea e estudos do Kototama (alma dos sons) – uma pesquisa do corpo e os ritmos vitais representados pelos sons, introduzido pelo seu mestre J. Akihiko Tavernier na França. Em comum, treinamos as artes marciais do Kendô (arte da espada de bambu) e do Iaidô (arte da espada), cujo princípio básico é o encontro em uníssono do movimento, da voz (respiração) e da espada”conta Emilie Sugai.

O espetáculo Intimidade das Imagens utilizou a matéria poética dos corpos e sua relação com o artifício do fogo, a fronteira do corpo e sua familiaridade com o ser animal e materiais cênicos que abandonados em cena compõem sua memória.

Ficha Técnica

Concepção e direção – Emilie Sugai

Coreografias – Cristina Salmistraro e Emilie Sugai

Dançarinas – Cristina Salmistraro e Emilie Sugai

Assistência de direção – Marilda Alface

Espaço cênico – Ulisses Cohn

Luz – André Boll

Figurinos e adereços – Juliana Fernandes

Trilha sonora: composta por mixagens de vozes, percussão e músicas dos compositores Felipe Julián, Joel Grare, Herbert Henck, René Clemencic e Grupo Yamato

Fotos – João Caldas

Registro em vídeo – Rachel Rosalen

Ensaios no Estúdio Odisséia

(observação: é necessário citar “PROJETO CONTEMPLADO PELO PREMIO FUNARTE KLAUSS VIANNA DE DANÇA 2006 COM O PATROCÍNIO DA PETROBRÁS” E colocar apenas o logo da "Funarte 30 Anos" que está no site www.funarte.gov.br/identidadevisual nos materiais de divulgação).

SERVIÇO

Intimidade das Imagens

De 13 a 21 de novembro

segundas e terças, às 21h

Duração – 50 minutos

indicação: 12 anos

Ingresso: R$ 20,00 (R$ 10,00 meia-entrada para estudantes,3ª idade).

Teatro Fábrica São Paulo - Sala 1

134 lugares

Rua da Consolação 1623

Estacionamento conveniado R$8,00

Reservas e informações: Tel.: 3255-5922 ou pelo site www.fabricasaopaulo.com.br

Assessoria de Imprensa: Julianna Santos

(11) 32140339/91002540

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projetos teatrais para 2007

A Associação Paulista dos Amigos da Arte recebe a partir de hoje projetos
teatrais para 2007 para três de seus teatros: o Centro Cultural Authos
Pagano, em São Paulo, o Maestro Francisco Paulo Russo de Araras e o
Auditório Cláudio Santoro, em Campos do Jordão. Os projetos devem ser
entregues na sede da Apaa (r. Conselheiro Ramalho, 538, tel. 0/xx/11/
3251-5122) até 1º de dezembro.

Oficina de Teatro com uma montagem no Final - SP

Esta Oficina Teatral, organizada pela COMPANHIA 2FACES da ARTE, faz parte da programação do Desenvolvimento e atualização do artista para esta Companhia, a serem realizados durante o ano 2006. A Oficina é aberta à participação de profissionais e interessados, os quais serão selecionados pela Curadoria da COMPANHIA.

Para dar acesso à comunidade , tanto ao teatro como ao fazer teatral, desenvolvemos uma linguagem Cênica que é o nosso diferencial, na qual oferece ao ator conhecer suas potencialidades expressivas e sua capacidade Criativa e ao final da oficina haverá uma montagem Teatral.

Público:

Oficina destina-se a atores e iniciantes, com interesse de conhecer uma nova linguagem e interessados em geral com alguma experiência em teatro.

Número de participantes:

Máximo de 16 (désseis) participantes.

Local: THEATRO da RIBALTA

Rua CONSELHEIRO RAMALHO 673.

Inscrições e critério de seleção:

As inscrições devem ser feitas até dois dias de antecedência, pelo Tel.: (11) 5581.8667 ou pelo correio eletrônico. A seleção dos participantes será feita através do currículo do interessado com nome, endereço completo e telefone enviado pelo correio eletrônico , onde as pessoas selecionadas serão divididas em grupos de semelhante nível de conhecimento ou faixa etária.

Duração, dias e horários:

Com duração cerca de 03 meses, oficina será realizada em dois encontros semanais de 2 horas e 30 minutos cada um.

Investimento:

A Oficina tem um total de duração de 09 semanas, dois encontros semanais de 2 horas e 30 minutos cada um, total de 21horas, um investimento de R$468,00 ou 3X R$ 156,00 por mês.

Havendo interesse, estamos a sua disposição

Entre em contato conosco:

cia.2facesdaarte@cresce.net


Bicudo Jr.
Diretor da
Companhia 2Faces da Arte
Tel. / Fax :(11)5581.8667

PAC

Estão abertas as inscrições para editais do Programa de Ação Cultural (PAC) da Secretaria de Estado da Cultura que têm prazos a vencer no começo de outubro e novembro.

Os interessados devem acessar o portal www.cultura.sp.gov.br para efetuar sua inscrição e atentar a data de publicação sobre o concurso de Desenvolvimento de Projetos de Produção, Exposição e Circulação de Obras de Arte, com o objetivo de difusão cultural, que sairá nos próximos dias. Ao todo, os concursos liberam verba de R$ 25 milhões para as mais diversas áreas culturais.

Os produtores culturais da área cinematográfica têm até o dia 02 de outubro para se inscreverem no PAC 20, que trata do Concurso de Produção, Finalização e Veiculação de Obras Cinematográficas. No dia 11 de outubro vencem três editais, os PACs, 17, 18 e 19 voltados à cultura de raiz, respectivamente, os concursos a Projetos da Cultura Caipira, Caiçara, Piraquara e Afro; de Apoio a Projetos de Cultura Quilombola; Apoio a Projetos de Promoção da Cultura Indígena. Em 30 de outubro, vencem os prazos das inscrições para mais dois editais, os PACs 24 e 25, que tratam, respectivamente, do Apoio a Projetos Festivais, Projetos Itinerantes Mostras de Música; e o Concurso de Desenvolvimento de Projetos de Pesquisa e Investigação em Dança.

Os interessados em música não devem perder as inscrições no PAC- 27, que foi publicado nesta segunda-feira, dia 25 de setembro, e irá disponibilizar R$ 1,3 milhão. As inscrições vão até o dia 8 de novembro, quando se encerram também as do PAC- 26, que trata de Edição de Livro pelo Escritor.

Ao todo, já foram publicados 27 editais. Após a publicação em Diário Oficial, cada participante tem 45 dias para se inscrever e apresentar seu projeto.

Inscrições Editais de Cultura
Mais informações: www.cultura.sp.gov.br

X Semana de Arte Modesta- Inscrições a partir de segunda-feira!!!

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Alunos de Comunicação e Artes da PUC SP promovem a 10ª Semana de Arte Modesta
Tendo como mote o questionamento do papel atual das artes, a Semana convoca artistas desvinculados de instituições de mercado para pensar uma arte que preencha verdadeiras demandas humanas
Inscreva-se e participe dessa discussão!
Inscrições do dia 2 de Outubro ao dia 17 de Outubro, no Centro Acadêmico Benevides Paixão
Faculdade de Comunicação e Filosofia da PUC-SP das 9 às 13 e das 14hs às 19hs.
Por email: semanadeartemodesta@yahoo.com.br
X Semana de Arte Modesta – de 25 de outubro a 1° de novembro
Exposição de vídeos, artes plásticas, fotografia, performance, dança, teatro, música acústica, música plugada, poesia, oficinas e debates.
PUC: Rua Monte Alegre, 984. Perdizes
São Paulo- SP
7123-5388(Georgia Nicolau)
9562-0441 (Pedro Nogueira)

Teatro Fábrica São Paulo - LISÍSTRATA

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LISÍSTRATA

Estréia em Outubro

TEATRO FÁBRICA SÃO PAULO

De 06 de outubro a 26 de novembro

O projeto é uma realização do Grupo Já da Cooperativa Paulista de Teatro, vencedor do prêmio FUNARTE/ Myriam Muniz 2006

A partir da idéia original de Débora Dubois, a clássica comédia grega “Lisístrata ou A Greve do Sexo” de Aristófanes, foi reescrita por Ferréz.

A história foi transportada para briga entre os Morros do Maluf e do Lalau. Comandadas por Lisístrata, todas as mulheres se unem para conseguir a paz através de uma greve de sexo! Com a droga confiscada e sem poder transar, os homens se vêem obrigados a negociar.

Sem perder o tom de comédia a montagem ganhou traços de crítica social. Com temas universais como amor, sexo, poder, guerra e paz, feminino e masculino, prentede-se fazer um paralelo entre a situação das periferias das grandes cidades (morros, favelas, bairros, comunidades).

O texto deste pensador do século V a.C, tem a contemporaneidade e a força necessária para ser apresentado ao público jovem com uma nova roupagem, através dos elementos de figurino e cenário, fazendo um paralelo entre as situações da Grécia antiga e as comunidades do morro.

“Lisístrata” faz menção às montagens da época deste texto, onde a encenação acontecia no centro, determinando o – Palco Grego – Arena, onde o público se sente parte da encenação como um exército ou como “povo” em cena.

O Projeto e o Grupo Já

O Grupo Já, da Cooperativa Paulista de Teatro, existe desde 2000. Entre as produções do grupo estão: “Procurando Firme” de Ruth Rocha e adaptação e direção de Neyde Veneziano,” Zoo Story” de Edward Albee e direção de Olayr Coan,” Paisagem e Silêncio” de Harold Pinter e direção de Denise Weinberg e Alexandre Tenório, vencedor da nona edição do Cultura Inglesa Festival e da edição 2006 das Viagens teatrais do SESI,” A Volta do Submarino Amarelo” também vencedor da nona edição do Cultura inglesa Festival.

UM POUCO SOBRE O AUTOR:

Ferréz começou a escrever aos sete anos de idade, acumulando contos, versos, poesias e letras de música. Antes de se dedicar exclusivamente à escrita, trabalhou como balconista, vendedor de vassouras, auxiliar - geral e arquivista. Seu primeiro livro, Fortaleza da Desilusão, foi lançado em 1997, com patrocínio da empresa onde trabalhava.

A notoriedade veio com o lançamento de Capão Pecado que está na terceira edição, lançado em 2000, traduzido em diversas línguas, romance sobre o cotidiano violento do bairro do Capão Redondo, na periferia de São Paulo, onde vive o escritor. Lança em 2003 O Manual Prático do Ódio, que já negociado para virar roteiro de cinema além de ser traduzido para outras línguas e lançado em diversos países.

Ligado ao movimento hip hop e fundador da 1DASUL (marca de roupa totalmente feita no bairro).

Ferréz atua como cronista na revista Caros Amigos desde 2000. Em sua prosa ágil e seca, composta com doses igualmente fortes de revolta, perplexidade e esperança, Ferréz reivindica voz própria e dignidade para os habitantes das periferias das grandes cidades brasileiras.

Por isso, Ferréz seria o único capaz de trazer a linguagem necessária e verdadeira para a adaptação que o projeto pedia. Daí surgiu “Lisístrata: Sexo, Drogas e Greve”.

FICHA TÉCNICA:

Texto: Ferréz (baseado na obra de Aristófanes: “Lisístrata ou A Greve do Sexo”)

Direção e Idéia Original: Débora Dubois

Elenco: Rennata Airoldi, Charles Geraldi, Nádia De Lion, Paula Lopez, Maurício Tessariolli, Pedro Paulley, Joice Jane Teixeira, Dárcio de Oliveira.

Cenário: Duda Arruk

Figurino:Cássio Brasil

Iluminação:Guilherme Bonfanti

Efeitos e Produção de Trilha Original: Digigarden

Pesquisa de Trilha: o grupo

Trilha: Débora Dubois e Nivaldo Júnior - Digigarden

Produção: Paulo de Almeida e Rennata Airoldi

Produção Excutiva: Nilton Araújo

Fotos: João Caldas

Realização: GRUPO JÁ da Cooperativa Paulista de Teatro

Projeto vencedor do prêmio FUNARTE/ Myriam Muniz 2006

SERVIÇO:

“Lisístrata: Sexo, Drogas e Greve”

Grupo Já da Cooperativa Paulista de Teatro

De 06 de outubro a 26 de novembro

Sextas e Sábados às 21:30 hs

Domingo às 20:30 hs

Duração: 75 minutos

Indicação: acima de 12 anos

Ingresso: R$ 20 e R$10 (estudantes e 3ª idade)

Teatro Fábrica São Paulo - Sala 2

80 lugares

Rua da Consolação 1623

Estacionamento conveniado R$8,00

Reservas pelo site www.fabricasaopaulo.com.br

informações: Tel.: 3255-5922

Assessoria de Imprensa: Julianna Santos

(11) 32140339/91002540

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ou Talita Tel.: 3255-5922

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