Prêmio para Preservação do Patrimônio Cultural

Patrimônio Cultural
Ministério da Cultura - Clelia Araujo

Abertas as inscrições para a 23ª edição do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade.

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan/MinC), autarquia federal vinculada ao Ministério da Cultura, lançou a 23ª edição do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade. Serão premiadas as sete melhores ações de proteção, de preservação e de divulgação do patrimônio cultural brasileiro com um troféu, um certificado e R$ 20 mil.

Criado em 1987, o prêmio é uma homenagem ao primeiro dirigente do Instituto e em reconhecimento às ações de preservação do patrimônio cultural brasileiro que, em razão da sua originalidade, vulto ou caráter exemplar, sejam dignas de registro, divulgação e reconhecimento público. Está dividido em sete categorias:

    * Apoio Institucional e/ou Financeiro
    * Divulgação
    * Educação Patrimonial
    * Pesquisa e Inventário de Acervos
    * Preservação de Bens Móveis e Imóveis
    * Proteção do Patrimônio Natural e Arqueológico
    * Salvaguarda de Bens de Natureza Imaterial.

Inscrição - As inscrições estão abertas até o dia 18 de junho e podem ser feitas nas superintendências do Iphan nos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal. Os trabalhos inscritos poderão concorrer somente em uma categoria.

Os candidatos devem apresentar as ações na forma de dossiê, datilografado ou impresso em Word, sendo necessário agregar elementos iconográficos, audiovisuais ou qualquer outra espécie de material ilustrativo ou produtos que possibilitem a plena caracterização da atividade, tais como desenhos, fotografias, slides, mapas, cartazes, folhetos, revistas, livros, vídeos, cd roms, cds, entre outros. É obrigatória ainda a apresentação de um resumo da ação, de no máximo duas páginas de 30 linhas, com o objetivo de facilitar sua divulgação junto à imprensa.

Edital - O edital com o detalhamento do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade encontra-se à disposição nas Superintendências do Iphan e nos sites www.iphan.gov.br e www.comprasnet.gov.br. Informações gerais podem ser obtidas no Departamento de Articulação e Fomento - DAF/Coordenação-Geral de Difusão e Projetos, em Brasília, SBN Quadra 02, Edifício Central Brasília, 6º andar - CEP 70040-904. Telefones: (61) 2024-6199, 2024-6245 e 2024-6176. Fax: (61) 2024-6148; endereço eletrônico: codif@iphan.gov.br.

Microprojetos Mais Cultura

Microprojetos Mais Cultura

Produtores culturais da Região Norte vão receber orientações sobre edital.

Duas oficinas sobre o edital Microprojetos Mais Cultura serão realizadas nos estados do Pará e do Amapá. O objetivo é orientar os pequenos produtores culturais da Região Norte a elaborar projetos do Programa, que investirá R$ 13,8 milhões na Amazônia Legal.

O encontro em Belém acontece na quarta-feira, dia 5, de 14h às 18h, na Fonoteca  do Centur (Rua Sattyro de Mello, 650). Já em Macapá a atividade será no dia 6, das 14h às 18, no Museu Histórico Joaquim Caetano da Silva (Av. Mario Cruz 0376 - Centro).

Esta segunda edição do edital tem como foco principal a promoção da diversidade cultural da Amazônia Legal por meio do financiamento, não-reembolsável, de projetos de artistas, grupos artísticos independentes e produtores culturais. As iniciativas deverão ter como beneficiários jovens entre 17 e 29 anos, residentes nas localidades da região. As inscrições dos projetos podem ser feitas oralmente, gravadas em meio digital ou fita cassete. A medida visa facilitar e democratizar o acesso ao edital.

Este ano, o teto por projeto foi ampliado em cinco salários mínimos - 35 salários mínimos - para atender o 'custo amazônico', uma das principais deliberações da II Conferência Nacional de Cultura, realizada no último mês de março, em Brasília.

Conforme a secretária de Articulação Institucional do MinC e coordenadora executiva do Mais Cultura, Silvana Meireles, esse é o primeiro edital da Pasta para apoiar projetos culturais da Amazônia Legal. "Trata-se de uma região de grande riqueza cultural, mas historicamente sem acesso a financiamentos para pequenas produções. Além disso, estamos incorporando o 'custo amazônico' nas ações do Ministério e contribuindo para promover a cidadania de milhares de jovens da região amazônica", destaca.

O Edital de Microprojetos é uma parceria do Programa Mais Cultura com a Fundação Nacional de Artes (Funarte/MinC), a Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural (SID/MinC), o Banco da Amazônia (Basa) e os governos estaduais da Região Amazônica.
 
Fonte MinC Duo

Mercado de Artes Plasticas opera em ritmo artificial

Mercado opera em ritmo artificial

Estudo de investidores mostra que peças de Cildo Meireles, Adriana Varejão e Beatriz Milhazes valem 50 vezes o que valiam em 2000

Num mercado enxugado pela altíssima demanda, obras de artistas consagrados, em geral os mortos, estão cada vez mais escassas, abrindo um vácuo para que as bolas da vez da arte contemporânea se transformem mais cedo que nunca em fetiche de colecionadores.

Beatriz Milhazes, Cildo Meireles, Vik Muniz e Adriana Varejão viraram cifrões luminosos em cartelas de investimento. Na cola deles, nomes da novíssima geração, como Thiago Rocha Pitta, Tatiana Blass, Henrique Oliveira e André Komatsu já sofrem especulação.
"Poucos ativos têm potencial de valorização tão grande quanto arte brasileira", diz Rodolfo Riechert, da consultoria Plural Capital. "É um dos melhores campos para investir."
Junto de Heitor Reis, ex-diretor do Museu de Arte Moderna da Bahia, Riechert criou um fundo de investimentos de R$ 40 milhões para arte brasileira. Um estudo que fizeram circula entre possíveis investidores e mostra que obras de alguns artistas hoje chegam a valer 50 vezes o que valiam há dez anos.
"Essa figura do investidor, que é comum lá fora, começou a aparecer também por aqui, gente que viu que comprar uma Beatriz Milhazes é um alto investimento", diz o galerista Oscar Cruz. "É sinal da evolução do mercado, é uma tendência."
No caso, tendência que leva o mercado a operar num ritmo artificial. A entrada de megainvestidores no circuito, às vezes mais interessados em lucrar com a revenda de obras em momentos estratégicos do que formar coleções, vem sustentando uma bolha especulativa e tornando menor o intervalo entre o momento em que o artista surge no circuito e a hora em que suas obras vão a leilão.

Espiral de valor
Trabalhos chegam a valer até cinco vezes sob o martelo do leiloeiro o preço que têm no cubo branco das galerias. Isso porque elas não têm "pronta entrega", nas palavras de Jones Bergamin, diretor da Bolsa de Arte, a casa de leilões mais importante do país. "Eles não têm como suprir a demanda do mercado, já que a rotatividade está muito intensa e o gosto muda muito rápido."
Dependendo desse gosto, séries específicas de alguns artistas, como as fotografias com diamantes, de Vik Muniz, ou as paredes que simulam charque, de Adriana Varejão, entram numa espiral descontrolada de valores. Isso pode estancar a demanda por esses artistas e levar a uma eventual desvalorização, ou seja, ao estouro da bolha.

"Tem gente que retira obra da galeria e manda entregar na casa de leilão", diz Márcia Fortes, da Fortes Vilaça. "É péssimo porque essas pessoas não representam o artista, só trabalham a especulação da obra", diz o galerista André Millan. "Mas não tem controle, a gente não comanda o espetáculo."

No máximo, galeristas tentam conter a alta excessiva dos valores comprando de volta obras de seus artistas que surgem no mercado. Até vão a leilões para resgatar suas obras e evitar que não sejam vendidas.

Mas, enquanto galeristas no país se assustam, esse movimento é normal no mercado internacional, sinal de que o país se aproxima de hábitos de consumo praticados lá fora. "Isso é bom, a gente tem de abrir a cabeça", diz Maria Baró, galerista espanhola radicada em São Paulo. "Isso de ficar marcando território é um erro."

Fonte Duo / Folha SP
 

Teatro - Resto de Cerveja em Copo Transparente

"RESTO DE CERVEJA EM COPO TRANSPARENTE",

de Sergio Pires, expõe fragilidades humanas

por intermédio de um casamento à beira do fim

 

 

A CIA. TEATRO NO PIRES estreia no próximo dia 8 de maio de 2010, no Espaço Cultural Pyndorama, o espetáculo RESTO DE CERVEJA EM COPO TRANSPARENTE, texto de Sergio Pires, direção de Emerson Rossini e atuações de Pedro Vieira e Izabel Lima. O espetáculo fica em cartaz até o dia 27 de junho.

 

"Resto....." conta a história de um casal à beira da separação, Giovanni e Marcela. Ambos refletem sobre os motivos do iminente divórcio: enquanto Giovanni bebe cerveja em um bar e divaga em busca de conclusões, Marcela fica em casa e remonta seu passado na tentativa de entender o que aconteceu com o presente.

 

O terceiro personagem da história é Henrique, onipresente durante a narrativa e que só existe nas entrelinhas do texto. Ele é o amigo gay do casal e acaba se tornando a base dos desencontros, pois Marcela tem ciúmes da amizade entre o marido e o amigo. "Ela sempre teve amigos gays, mas, apesar disso, o ciúme por essa amizade a impede que ela aceite que o marido faça o mesmo. A crise no casamento dos dois nasce do preconceito de Marcela", explica Emerson Rossini, diretor do espetáculo.

 

Em um texto ora delicado e onírico, ora ácido e provocativo, Sérgio Pires (Três Paredes e Meia) discute a procura pela felicidade, o desejo e a devassidão, confrontando personagens ambientados em um palco recheado de caixas de engradado de cerveja e cinco televisores, como os afixados nos bares. Os engradados funcionam como peças de encaixe e transformam o palco de acordo com as situações, alternando o espaço entre bar e residência do casal. O recurso foi imaginado e construído pelas mãos de Emerson Rossini, parceiro de Sérgio em produções como Cadência (2004) e Três Paredes e Meia (2007).

 

As tensões internas da trama de Resto de Cerveja em Copo Transparente ganham cores e formas por meio das atuações de Pedro Vieira (Giovanni) e Izabel Lima (Marcela). Pedro vive um personagem que passa um momento conturbado em sua vida, cheio de incertezas. Angústia e felicidade caminham de mãos dadas devido à separação. Ficará sem Marcela, esposa dedicada e cuidadosa, mas por outro lado, brinda consigo mesmo o fato de se tornar um novo homem após o fim do casamento. A liberdade e a diversidade são elementos novos em sua vida após começar a trabalhar em um bar freqüentado por prostitutas, travestis e garotos de programa.

 

HISTÓRICO DA COMPANHIA E DOS INTEGRANTES

 

A Cia. Teatro no Pires nasceu em 2000 com o espetáculo Esta Noite Ouvirei Chopin, encenado durante dois anos em festivais, mostras e temporadas. Em seguida, em 2001, o grupo estreou Fogueira... Ou Bueiro Do Amor. Na seqüência vieram Enlatado (2004) Cadência (2004 e 2005) e Três Paredes e Meia (2006 E 2007). É composta por Pedro Vieira, Sergio Pires e Emerson Rossini.

 

Emerson Rossini é formado em direção teatral pela Escola de Comunicação e Artes/USP-2005. Estudou na Escola de Arte Dramática EAD/USP e esteve à frente, como diretor, nas peças Cadência (2004) com texto de Sérgio Pires, Vozes Familiares com texto de Harold Pinter (2005), Três Paredes e Meia (2007) com texto de Sérgio Pires. Como ator, esteve nos espetáculos Os reis preguiçosos da Cia Francesa Transe Express, Abre as asas sobre nós, de Sérgio Roveri com direção de Luiz Valcazaras e A morta, de Oswald de Andrade, com direção de Luiz Fernando Ramos.

 

Sergio Pires é graduando em filosofia pela UNIFAI - Centro Universitário Assunção. Durante os anos de 2001 e 2002 integrou o núcleo de dramaturgos brasileiros em intercâmbio com o Royal Court Theatre de Londres, realizado pelo British Council. Dos 23 textos escritos para teatro, 15 já foram encenados, dentre eles Cadência, produzido pelos alunos da Escola de Arte Dramática da ECA/USP e Do Outro Lado do Morro Existe um Sonho, produzido pela Cia Pic Nic 2.

 

Pedro Vieira é formado em teatro pela Escola Macunaíma desde 1992 e integrou o Núcleo de Estudos do Teatro Contemporâneo na Escola Livre de Teatro de Santo André, orientado por Luiz Fernando Ramos, que resultou no espetáculo Sabia que Você Vai Morrer!.  Atuou em vários espetáculos, entre eles A Morta de Oswald de Andrade, com direção de Luiz Fernando Ramos, e em cinema atuou nos longas De Cara Limpa, Carandiru, Nina e Amanhã nunca mais.


Izabel Lima
é atriz e arte-educadora formada pela Escola Livre de Teatro no curso de formação de atores, dramaturgia e direção. Integrou a Cia. do Latão como atriz e colaboradora no núcleo musical. Protagonizou o curta-metragem Pérola, dirigido por Rodolfo David e produzido pela Escola Livre de Cinema, Garotas Do Abc, longa-metragem dirigido por Carlos Reichenbach e Plastic City, co-produçao Brasil-China dirigido por Yu Lik-Wai. Na televisão, participou da série Antonia dirigida por Gisele Barroso exibida pela Rede Globo, da série Alice dirigido por Karin Ainouz exibida pela HBO. Integrou o elenco de Por Toda Minha Vida-Dolores Duran especial exibido pela Rede Globo e dirigido por João Jardim.

 

Ficha técnica

Texto: Sérgio Pires direção: Emerson Rossini atores: Pedro Vieira, Izabel Lima cenário: Emerson Rossini figurino: Theodoro Cochcrane iluminação: Paulo Heise sonoplastia: Julius colaboração: Cacia Goulart design Gráfico: Claudio Queiroz produção: Pedro Vieira produção executiva: Pedro Vieira e Emerson Rossini vídeos: Alex Moletta e Sergio Pires fotos: Silvio Locali assessoria de imprensa: Canal Aberto

 

SERVIÇO

RESTO DE CERVEJA EM COPO TRANSPARENTE

Temporada: 8 de maio de 2010, até 27 de junho de 2010

Horários: aos sábados 21h e domingos às 20h

Espaço Cultural Pyndorama - Rua Turiassú, 481 - Perdizes (Próximo ao metrô Barra Funda) - Telefone: 11 3871-0373 Recomendação: 16 anos Lotação: 80 lugares

Ingresso: R$ 10 (meia) e 20 (inteira)

 

SESC Consolação estreia Um Brasileiro, dia 6 de maio.

SESC CONSOLAÇÃO ESTREIA "UM BRASILEIRO"
 
Neste texto assinado por Sérgio Carvalho da Fonseca e Rubens Curi, o ator Maurílio Domiciano interpreta seis personagens e aborda a questão daqueles que migram para as grandes cidades. Cenografia de Daniela Thomas, figurino de Claudia Schapira e iluminação de Davi de Brito
 
 
 
Migrante cheio de graça, o futuro é convosco,
Bendito sois vós entre os humanos
E bendito seja o fruto de vosso ato, a miscigenação.
Santo Migrante, mãe e pai de todos,
Rogai pelos tais senhores "donos da verdade",
Agora e na hora de nosso migrar!

"UM BRASILEIRO" conta a história do "José João da Silva", um migrante radicado em São Paulo, que, após enfrentar inúmeras dificuldades, vive um grave momento de crise em que o suicídio se apresenta como única alternativa. Neste momento crucial lhe acontece uma revelação transformadora. Devido a ela, não mais se vê como fracassado e vítima, mas se compreende como forte e especial que, apesar de todas as graves dificuldades, vence em força. Esta força tem sua origem em sua história e seus conteúdos pessoais, e que é o seu maior tesouro, com a qual impregna tanto seu dia-a-dia como suas ações e realizações junto à sociedade a sua volta. Revê memórias e as emoções que carregam, atualizando-as pelo viés da revelação, encontrando-as construtivas, amorosas, felizes. Seu olhar passa a ser o do observador consciente de seu papel, que mantém e fortalece sua capacidade inteligente de refletir a cultura diferente pelo viés da lucidez, criatividade, inteligência e bom humor. Desta forma "Zé João" se reconstrói e se reidentifica – liberta-se!
 
O espetáculo se debruça sobre a questão daqueles que migram para as grandes cidades e passam a contribuir para a formação e desenvolvimento humano, social, econômico, estrutural e cultural dessas cidades. Parte da idéia de que o protagonista não é um coitado e sofrido, como normalmente é considerado o migrante que não conquistou poder econômico ou social. O intuito é mostrar que o migrante traz de sua região de origem a força e os conteúdos que o fará conquistar seus espaços na nova cidade. Isto representa a chegada de força, amor, fé, esperança e trabalho que são fundamentais para a formação da multifacetada realidade cultural e humana das cidades.
 
O texto original, de Sergio Carvalho da Fonseca, fez parte do repertório do ator Maurílio Domiciano, que o experimentou durante quase dez anos, como performance, em suas andanças por cidades, teatros e grupos. Ao se estabelecer a parceria com o diretor Rubens Curi, este propôs mudança na concepção dramatúrgica, e o texto foi reescrito e ampliado, de forma a se tornar um espetáculo teatral e potencializar os aspectos positivos da questão do migrante e sua contribuição.
 
O ator interpreta, além da personagem central, cinco personagens fundamentais na construção da história de Zé João.
 
A cenografia, o figurino e a iluminação, respectivamente de Daniela Thomas, Claudia Schapira e Davi de Brito, dialogam pelo viés da diversidade cultural.
 
A proposta é que "Um Brasileiro" se comunique através de um lugar onde a razão não seja o filtro principal, mas sim a emoção e as intensidades subterrâneas desta personagem que encontra o caminho da expressão inteira e espontânea, conduzida pela urgência da felicidade lúcida e inteligente.
 
 
FICHA TÉCNICA
Direção: RUBENS CURI
Elenco: MAURÍLIO DOMICIANO
Texto: SÉRGIO CARVALHO DA FONSECA e RUBENS CURI
Cenografia: DANIELA THOMAS
Iluminação: DAVI DE BRITO e VÂNIA JACONIS
Figurino: CLAUDIA SCHAPIRA
Trilha Sonora: RUBENS CURI
Fotografia: MICHELA BRÍGIDA
Criação e Projeto Gráfico: VINÍCIUS PRADO
Produção: MAURÍLIO DOMICIANO
Assistente de Produção: ANA PAULA DE FARIA e  JORGE MELO
 
Estreia: Dia 6 de maio de 2010. Quinta, às 21h.
Temporada: De 6 a 28 de maio, quintas e sextas, às 21h. Duração: 60 minutos.
Local: Espaço Beta - 3º andar.
Número de lugares: 50
Não recomendado para menores de 14 anos
Preços: R$ 10,00 (inteira); R$ 5,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 2,50 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
 

SESC Consolação
Rua Dr. Vila Nova, 245
Tel: 3234-3000

Museu do Oratório com programação especial

 

Museu do Oratório prepara programação especial para a Semana de Museus

Atividades para toda a comunidade ouro-pretana e turistas

 

Uma semana dedicada à cultura, história, patrimônio e entretenimento. Entre os dias 17 a 23 de maio, os museus de Ouro Preto participam da 8ª Semana Nacional de Museus. O Museu do Oratório preparou uma programação cultural diversificada e para todas as idades.

 

Esse ano, o tema da Semana será "Museus para a Harmonia Social", que tem como propósito estreitar a relação dos museus com a comunidade. Dentro do tema proposto, o Museu do Oratório vai oferecer para a comunidade ouro-pretana e turistas, atividades como oficinas, visitas monitoradas, concertos musicais, dentre outros.

 

A Semana Nacional de Museus é um evento organizado pelo IBRAM – Instituto Brasileiro de Museus do Ministério da Cultura, que integra as instituições museológicas de todo o país.

 

Confira a programação completa:

 

05 de maio – Oficina das Cruzes de Santa Cruz
Oficina a ser realizada na E.M. Alfredo Baêta para a confecção das tradicionais cruzes do Dia de Santa Cruz, com intervenção no Largo do Cruzeiro da Rua Alvarenga.
Horário: 18h30 às 21h

Local: Bairro Cabeças
Participação dos alunos da EJA e professores (também aberto à comunidade).

Atividade gratuita.

 

13 de maio - Oficina de Palmas Barrocas
Artesã: Geralda da Piedade de Paula (Distrito de Santo Antônio do Leite)
Horário: 14h às 17h.

Local: Museu do Oratório
Inscrições gratuitas. Informações pelo Tel: (31) 3551 5369

 

16 de maio - PROGRAMAÇÃO CONJUNTA DOS MUSEUS DE OURO PRETO

Cortejo "Museus na Rua"

Local Saída: Museu do Oratório (Igreja de Nossa Senhora do Carmo)

Horário: 16h

Encerramento: Largo da Alegria – Rua São José

Instalação artística em frente ao Oratório de Rua – antigo Oratório de Nossa Senhora da Guia

Atividade aberta ao público.

 

18 de maioDia Internacional dos Museus

Visitas monitoradas (grupos de até 30 pessoas) e acesso gratuito para todos os visitantes.

Horário: 9h30 às 17h30.

Local: Museu do Oratório

Entrada franca.

 

 

20 de maio - Coroação de Nossa Senhora pelas Mães do Padre Faria.

Horário: 15h

Local: Museu do Oratório

Entrada franca.

 

22 de maioConcerto da Série de Concertos no Museu do Oratório

Duo SPES – Violino e Fagote - Lançamento do CD IMAGENS

Músicos - Zoltan Paulinyi (violino) e Iracema Simon (fagote)

Horário: 18h30

Ingressos: R$ 10,00

Informações pelo Tel: (31) 3551 5369

 

PARTICIPE!!

 


Museu do Oratório – www.museudooratorio.org.br

info@museudooratorio.org.br

Adro da Igreja do Carmo, 28 – Centro - Ouro Preto/MG 

CEP: 35400 000

Tel.: (31) 3551 5369

 

Ballet Stagium / Dowm By Law

GALPÃO COM DANÇA

Apresentações de dança contemporânea com Cias. nacionais, estimulando o

intercâmbio e a pesquisa em dança.

 

 

Espetáculo BOSSA NOVA

Com Ballet Stagium. Direção geral de Décio Otero e Marika Gidali; coreografia

de Décio Otero; direção teatral de Marika Gidali. Pioneiro na utilização de canções

da MPB, o Stagium celebra  os 50 anos da Bossa Nova com um espetáculo que

lembra ícones desse movimento.

5/5, quarta, às 21h, no Galpão de Eventos.

R$ 10,00 (inteira) R$  5,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos,

estudantes e professores da rede pública de ensino) R$  2,50 (trabalhador no comércio

e serviços matriculado no SESC e dependentes).

Capacidade: 80 lugares. Livre

 

 

SESSÕES DE MAIO - CINEMA+

Filmes de diferentes nacionalidades, de produção independente, que se tornaram

referência estética e narrativa para as produções contemporâneas.

Dias 4, 11, 18/5, terças, às 19h30, na Sala de Cinema dos Estúdios Kaiser.

Grátis. Retirada de convites uma hora antes de cada sessão no local. Verifique a

classificação indicativa de cada filme. Endereço: Rua Mariana Junqueira, 33 –

Centro. Apoio: São Paulo Film Commission.

 

Dia 4/5 DOWN BY LAW

Dir. Jim Jarmusch (EUA, 1986, 105min, P&B). 14 anos. Três desajustados se

encontram em uma cadeia de Nova Orleans e têm que aprender a conviver.

Cult-movie e um dos mais importantes filmes do cinema independente americano

dos anos 80.

 

Dia 11/5 LEÓLO

Dir. Jean Claude Lauzon (Canadá, 1992, 105 min, Cor). 14 anos. Uma família assolada

pela loucura. Leolo, personagem principal está cada vez mais afundado nessa insanidade.

Uma obra-prima poética e um dos filmes mais emblemáticos da década de 90. Indicado

para a Palma de Ouro em Cannes, 1992.

 

Dia 18/5 O SUCESSO A QUALQUER PREÇO (GLENGARY GLEN ROSS)

Dir. James Foley (EUA, 1992, 100min, Cor). 14 anos. Com um elenco que inclui Jack

Lemmon, Al Pacino, Ed Harris e Kevin Spacey; e ainda texto do dramaturgo David Mamet,

o filme consegue transmitir toda a angústia dos personagens em situações-limite.

 
 
 
Caderno de programação on line do SESC Ribeirão
 
Maio 2010
 
Informações pelo telefone 16 39774 477, pelo email email@ribeirao.sescsp.org.br ou pelo site
programação para impressão.
 
SESC Ribeirão Preto

Rua Tibiriçá, 50, CEP 14010 090

www.sescsp.org.br

 

Semana Paulistana do Curta Metragem 2010 - Inscrições Abertas

INSCRIÇÕES ABERTAS !!!!
A Prefeitura do Município de São Paulo, por intermédio daSecretaria Municipal de Cultura, Centro Cultural São Paulo e ECINE - Escritório de Cinema de São Paulo (São Paulo City Film Commission), torna pública a abertura de inscrições para o Concurso
Semana Paulistana do Curta-Metragem 2010, que premiará os três melhores curtas-metragens, realizados em qualquer suporte, produzidos em Território Nacional há, no máximo, dois anos, contados a partir da data de início da Semana Paulistana do Curta-Metragem 2010, que vai de06 a 11 de Julho.
As inscrições vão até 20 de maio de 2010. Mais detalhes no edital, que você encontra no site do Centro Cultural São Paulo, junto com a ficha de inscrição.
A Semana Paulistana do Curta-Metragem 2010 será realizada no Centro Cultural São Paulo, na Sala Lima Barreto, na Sala Olido, na Sala da Biblioteca Viriato Correa e na Sala
Roberto Santos, todos equipamentos da Secretaria Municipal de Cultura, no período de 6 a 11 de julho de 2010, com entrada franqueada ao público.

DATAS e PREMIAÇÃO
PREMIAÇÃO
A Semana do Curta no CCSP vai premiar seus melhores Curtas-metragens com os seguintes prêmios:
1 Lugar - R$ 7.500,00
2 Lugar - R$ 5.000,00
3 Lugar - R$ 2.500,00
e mais 4 menções honrosas, definidas pelo júri, ainda sendo definido.
DATAS IMPORTANTES
Dia 20 de Maio - Fim das Inscrições para a Semana do Curta.
Dia 10 de Junho - Divulgação dos curtas a serem exibidos na Semana.
De 06 a 11 de Julho - Semana do Curta
Dia 10 de Julho - Divulgação dos Vencedores.
Dia 11 de Julho - Exibição do Programa Premiados.

Guia de manifestações culturais será lançado em junho, participe

A ARCA e seu Ponto de Cultura, o CIDADÃOS ARTISTAS, já está formatando a primeira edição do Guia de manifestações culturais do Grande ABC, que é mais um dos itens de seu projeto aprovado no edital de 2009. Os dados coletados serão lançados no dia 27 de junho, em local a decidir, e atualizados semestralmente. Para o momento são planejadas uma revista em formato pdf e uma página na internet.

A ideia é criar publicações dinâmicas que possam ser consultadas e utilizadas para os mais diversos fins em nossa região e fora dela. Em princípio teremos as seções artistas e grupos (divididos nas linguagens de música, teatro, dança, circo, literatura, plásticas, integradas, etc), espaços, eventos, educadores, entre outras. Estamos abertos a sugestões diversas. Haverá também um apêndice com parceiros que não estão radicados no Grande ABC mas que estão sempre atuando por aqui.

Interessad@s em participar desta iniciativa, favor solicitar ficha de inscrição no e-mail projetooficinativa@hotmail.com. Para entrar na primeira edição, enviar material até dia 21 de junho. O formulário é bastante simples.

Fonte: Carlos Rogerio / www.oficinativa.blogspot.com

Grupo Botija apresenta PEQUENAS IGREJAS GRANDES NEGÓCIOS

Grupo Botija apresenta

PEQUENAS IGREJAS GRANDES NEGÓCIOS

 

Sinopse

É uma sátira bem humorada, vivida por apenas um ator. Maciel Oliveira faz uma gozação do programa dominical da TV Globo: "Pequenas Empresas Grandes Negócios". A peça conta a história de um corinthiano que veio tentar a vida em São Paulo e se vê em dificuldades financeiras. Quando descobre que o melhor investimento a se fazer é fundar uma igreja, percebe que tem apenas trinta reais no bolso. Diante disso, funda uma associação chamada Pequenas Igrejas Grandes Negócios, onde pretende ter uma renda de trinta mil reais por mês a partir do dinheiro investido. Nesse momento, Edson deixa de ser o torcedor falido para se transformar no Pastor Edson. A partir daí, além do templo numa favela, surgem outros pela cidade inteira. Essa associação é composta por todos os tipos de religiões e, como o sujeito virou pastor, começa a receber seus adeptos para relatarem suas experiências de vida e comentarem como tudo mudou após a conversão à assembléia do Pastor Edson. São personagens vividos pelo próprio Maciel Oliveira. As figuras que o ator interpreta são: Elizabeth, uma ex-freira, Francisco, um ex–gay, Whatisyourname, um nordestino e ex-homem-bomba, entre outros...

          

Ficha Técnica - Grupo Botija

Texto: Maciel Oliveira

Elenco: Maciel Oliveira

Direção: Fábio Rodrigues

Assistente de Direção: Natália Amaral

Iluminação/Som: Sandro Coimbra

Trilha sonora: Alex Duran

Concepção de cenário: Sandro Coimbra

Figurinista: River Barros

Assessoria de imprensa: Jardel Teixeira

Produção e Realização: Grupo Botija

 

Serviço

Duração: 60 minutos.

Recomendação etária: 15 anos

Temporada: de 15 de maio a 4 de julho de 2010. Sábados às 20h e domingos às 18h

Local: Teatro Santo Agostinho (acesso para deficientes, café), Rua Apeninos, 118, Liberdade, São Paulo, (11) 3209-4858, próximo a Estação Vergueiro do Metrô SP.

Vendas de ingressos: (11) 4119-2441 ou 8179-8804.

Ingressos: R$ 40,00, estudantes, melhor idade e classe teatral R$ 20,00.

 

Grupo Botija Grupo Botija

Teatro Convencional e Teatro Empresa.

O Grupo Botija foi criado no início de 2003, com o objetivo de se aprofundar no estudo teatral; dando preferência para autores brasileiros, principalmente os novos, porém não deixando de lado grandes dramaturgos como Shakespeare, Vitor Hugo, Tchekov, entre outros. A princípio o grupo se reunia uma vez por semana para estudo de texto. O projeto foi tomando corpo, reunindo pessoas com objetivos comuns. Por meio desse estudo, o Grupo Botija desenvolveu já em 2003, o projeto "Cenas de Doido", de autoria de Maciel Oliveira; em 2004 foi realizado o projeto da peça "Florbela", de Alcides Nogueira, dramaturgo da Rede Globo de televisão. Em 2005, o Grupo Botija, partiu também para uma proposta diferente, ou seja, para o Teatro Empresa, o qual tem se tornado parte integrante dos projetos do Grupo. Formado por atores profissionais, que já atuaram em Cinema, TV e Teatro. 

 

Fábio Rodrigues - Direção

Cineasta, Editor, Diretor de Teatro e Músico.

 

Maciel Oliveira - Ator e autor

Preparador de elenco, arte educador, ator de teatro/cinema/televisão. 

 

Jardel Teixeira

(11) 3909-7822

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Dança indiana no TD - Arpana - Uma Oferenda aos Deuses

 

                                        

 

 

 

 

Dança indiana no TEATRO DE DANÇA

 

 

 

No período de 6 a 9 de maio de 2010, o TD traz ao seu palco a coreografia Arpana – Uma oferenda aos Deuses.

 

Arpana, em sânscrito, significa o ato de entrega em devoção ou reverência. Neste espetáculo, a bailarina Sonia Galvão apresenta o estilo Odissi, redescoberto no século XX, originário dos templos de Orissa, na Índia, locais de adoração e desenvolvimento artístico que presenciaram o florescimento de muitas artes, entre elas, a dança Odissi.

 

Sonia Galvão reverenciará os deuses através do repertório tradicional do estilo e celebra a harmonia dos ciclos do universo. São cinco coreografias no espetáculo:

 

MANGALACHARAM - Parte tradicional de abertura dos espetáculos de Odissi. Inicia-se com uma saudação e oferenda de flores à mãe terra. Representa a parte invocatória dos Deuses na qual a bailarina saúda e pede permissão aos deuses, ao guru e a platéia para executar sua dança de uma forma auspiciosa.

 

BATU - Coreografia em honra à Shiva, na sua forma Batuka Bhairava, Batuka - menino e bhairava - fúria. Nesta dança, são representadas várias posturas inspiradas nas esculturas dos templos.

 

ABHINAYA - Dança expressiva, na qual uma história é transmitida à platéia por meio dos movimentos do corpo e expressões faciais. Os mudras, gestuais de mãos, ajudam o público na compreensão do texto, sobre o qual a dança se refere.

 

PALLAVI - Item de dança pura, pallavi significa "elaborar", "florear". A música e o movimento crescem gradualmente, até atingir padrões coreográficos de grande variação rítmica, revelando a arquitetura da técnica Odissi.

 

MOKSHA - A parte final do repertório tradicional de odissi, moksha, simboliza a libertação, o estado de graça e a transcendência na fusão da bailarina com sua dança. Assim, o espetáculo é finalizado com a saudação a toda diversidade e harmonia presentes no universo.

 

Programação

 

06 a 09 de maio de 2010

Quinta e sexta às 21h, sábado às 20h, domingo às 18 h

45 minutos de duração, classificação livre

ARPANA – UMA OFERENDA AOS DEUSES

Espetáculo de dança clássica Indiana

Solo de Sonia Galvão / SP

FICHA TÉCNICA

Direção e Concepção: Sonia Galvão Consultoria, Cenário e Figurino: Fábio Namatame Produção: Márcia L. Cardoso Coreografias: Madhavi Mudgal, Kelucharan Mohapatra, Parwati Dutta Intérprete: Sonia Galvão e Bel Vilani Narração: Andréa Bassitt e Kanchan Maradan

 

 

TD - Teatro de Dança - Secretaria de Estado da Cultura

APAA - Associação Paulista dos Amigos da Arte

Avenida Ipiranga, 344 - Subsolo, Edifício Itália - São Paulo, SP, Brasil - Metrô República - Email: info.teatrodedanca@apaa.org.br  Telefone da bilheteria: 2189 2555 /// Informações: 2189 2557 Capacidade: 278 lugares/Ar-condicionado ///Acessibilidade para pessoas com necessidades especiais /// Ingresso: R$ 4,00 e R$ 2,00 (meia) /// Estacionamento: R$ 15,00 com manobrista /// Bilheteria, abertura: Vendas para o dia do espetáculo - 4ª a domingo, a partir das 14h/// www.teatrodedanca.org.br

 

O Teatro de Dança tem apoio da Folha de São Paulo, Alcaçuz, Leonor Flores, Circolo Italiano, Luna Di Capri e Planeta´s. No programa "Prêmio Teatro de Dança", conta com o apoio do SESC São Paulo

 

Informações para imprensa: Canal Aberto Assessoria de Imprensa

Márcia Marques - (11) 3798 9510 / 2914 0770/ 9126 0425

www.canalaberto.com.br

 

 

 

JOCA FREIRE NO SESC IPIRANGA

 

SOM DO MEIO-DIA

 

Joca Freire

João Marcondes -violão, cavaco e viola

Guilherme Castilho - percussão

SESC Ipiranga

 

 

     Dia 09/05 
       Domingo, às 12h

 
O cantor, compositor e instrumentista apresenta repertório do CD "A Flauta Que Me Roubaram", em que musicou poemas do  modernista Cassiano Ricardo. Ícone da literatura moderna brasileira, Cassiano tornou-se uma espécie de letrista informal do cancioneiro popular ao ter seus versos posteriormente musicados por compositores como Gerson Conrad, Sueli Costa, entre outros.

  Livre para todos os públicos
 
Grátis
 
JOCA FREIRE
TEL.: (12)3934-2925
CEL.: (12)9172-6022(OI) / 8123-1824(TIM)

jocafreire64@gmail.com 
divulgacao.jocafreire@gmail.com
www.myspace.com/jocafreire