Inscrição noCircuito de Presépios 2009

Oportunidades para artistas em todo país!

Circuito de Presépios da Arquidiocese

recebe inscrições de projetos até dia 30

                 

 

Apesar de o Natal ainda estar um pouco distante, o Christmas Festival/Circuito de Presépios 2009 - evento lançado no final de maio pela Arquidiocese e governos do Rio, continua convocando artistas de todo Brasil a inscreverem projetos de criação de presépios em tamanho natural. Até o momento, já foram feitas mais de 300 inscrições (www.christmasfestival.com.br/christmasfestival/artistas_regulamento.asp). As inscrições são gratuitas e deverão ser encerradas no dia 30 de junho. Podem participar artistas plásticos, designers, arquitetos, artesãos, profissionais de criação, carnavalescos, estilistas, público em geral. Duvidas dos candidatos estão sendo respondidas pelo email:duvidas@christmasfestival.com.br.

 

A Seleção dos Projetos - Os presépios serão selecionados por uma banca formada pelo curador da Arquidiocese, Sr. Carlos Alberto Serpa e pela curadora de arte do projeto, Lucimar Mothé, durante o mês de julho e os vencedores, além de remuneração pelo projeto, terão suas obras expostas juntamente com presépios de artistas renomados em mais de 50 pontos do Rio de Janeiro a partir de 22 de novembro, quando será iniciado o evento, que fará parte do calendário cultural oficial da cidade. Entre os artistas consagrados convidados estão Edgar Duvivier, Raimundo Rodriguez, Melinda Garcia, Osvaldo Gaia, Romero Cavalcanti, Deneir Martins, Denise Torbes, Carlomagno, Mazeredo, Marçal Athayde, Fred Svendsen, Paulo Mendes Faria, Edineusa Bezerril, Joao Batista Medeiros e os grafiteiros Toz e BR

 

Estímulo a estudantes de Belas Artes Estudantes de artes plásticas também serão beneficiados. "Além de abrir oportunidades para artistas em todo país estaremos ainda promovendo oficinas para os jovens, alunos de belas artes com a inclusão de grupos nos ateliês dos artistas enquanto desenvolvem seus presépios. Durante os meses de agosto a outubro, um ônibus do projeto estará levando os alunos para acompanhar a produção das obras", explica João Paulo Rodrigues, da 10 + e um dos idealizadores do evento.

 

O que é o Christmas Festival/Circuito de Presépios 2009 – Será a maior exposição púbica de presépios, transformando o Rio na maior galeria de arte a céu aberto do mundo (com presépios espalhados em praças públicas, shoppings, aeroportos, rodoviárias e outros locais com grande circulação de pessoas). O evento, idealizado pela 10+, é realizado pela Arquidiocese do Rio com apoio da Prefeitura e do Governo do Estado e seguirá para São Paulo em 2010 além de outros estados. Os principais objetivos para a realização do evento são: resgatar o verdadeiro significado do Natal, que é o nascimento de Jesus; promover a interação entre a classe artística e a população, democratizando o acesso à arte e estimular novos talentos no segmento de arte contemporânea e religiosa.

 

BL News Comunicação - www.blnews.com.br
Tels. (21) 32131800 r 342 / (21) 7827-8467

 

 

 
 

Programação de junho - Projeto Banca do Choro - Mercadão

O projeto Banca do Choro continua neste mês de junho!
Recebendo, a cada domingo, alguns dos grupos e músicos mais representativos do chorinho do atual cenário musical da cidade. 
Neste domingo (07/06), apresenta-se o grupo Chorando as Pitangas, resgatando repertório dos grandes mestres do gênero.
Também teremos novidades: a cada edição, haverá um "show de intervalo", com intérpretes e instrumentistas bem conhecidos nas noites paulistanas. Nesse domingo, contaremos com a participação do cantor e violonista Fredy Fevereiro, que apresentará sambas e canções.
 
Então, para quem ainda não sabe, agora é assim: não bastasse toda a variedade gastronômica enorme que o Mercadão oferece

Exposição individual de Vitor César discute o conceito de esfera pública em práticas artísticas

Exposição individual de Vitor César discute o conceito de esfera pública em
práticas artísticas

Sobrepostas, permeáveis e intercambiáveis, exposição de Vitor César, com
curadoria de Jorge Menna Barreto, entra em cartaz no Centro Cultural
BNB-Fortaleza, nesta quinta-feira, 4 de junho, às 19 horas

FORTALEZA, 01.06.2009 - Artista, público e esfera pública. Esses três
conceitos - próximos e imbricados, cada vez mais atuais na arte
contemporânea - são o ponto de partida para a discussão que o artista Vitor
César intenta através da exposição "Sobrepostas, permeáveis e
intercambiáveis", a ser aberta nesta quinta-feira, 4 de junho, às 19h, no
Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 -
Centro - fone: (85) 3464.3108).

Gratuita ao público, a mostra individual de Vitor César ficará em cartaz até
31 de julho (horários de visitação: terça-feira a sábado, de 10h às 20h;
domingo, de 10h às 18h).

A exposição apresenta - formalmente - a figura do curador, o também artista
Jorge Menna Barreto. Curador quase entre aspas: a relação que se procura
aqui é de horizontalidade. "O Jorge é um interlocutor com quem eu discuti
essas questões a partir do trabalho", explica Vitor. Os dois são orientandos
da mesma professora, Ana Maria Tavares, na Escola de Comunicação e Artes da
Universidade de São Paulo (USP). Vitor no mestrado e Jorge no doutorado. As
afinidades intelectuais aproximaram os dois, e a troca de ideias ficou cada
vez mais profunda, até chegar aqui.

Vitor aponta outra característica da exposição. Mais que uma mostra de obras
de arte, o artista apresenta trabalhos que discutem, sob o viés da arte
contemporânea, o conceito de esfera pública. "A ideia de esfera pública que
tem me interessado no momento é a de um lugar que se cria - independente do
assunto - para se discutir e definir posições políticas em relação ao
mundo". Arte como postura política.

Os trabalhos refletem essa escolha. O primeiro deles está posto do lado de
fora do CCBNB e piscam em neon: Centro (é) Cultural. "Esse tem diferentes
camadas para se pensar. Eu sou artista; ele é, portanto, um trabalho de
arte, mas o espectador não precisa olhar como se fosse um trabalho de arte".
Dentro das salas, outros trabalhos acompanham não essa camada, mas outras,
no intuito de dar amplitude ao debate: "Artista é público", "Hoje grátis
fotocópias com a palavra público" e "Vocabulário de artista".

Currículos

Vitor César

Formado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Ceará-UFC
(2003). Atualmente realiza pesquisa de mestrado em Poéticas Visuais na
ECA/USP, onde investiga diferentes noções de público em práticas artísticas,
sob orientação de Ana Maria Tavares. Membro da Transição Listrada,
desenvolve em colaboração com diferentes artistas o projeto BASEmóvel (desde
2002).

Co-organizou com Graziela Kunsch o projeto Arte e Esfera Pública -
http://vitorcesar.arte-esferapublica.org/, por meio do Edital Conexão Artes
Visuais da Funarte, São Paulo (2008). Realizou uma oficina no Museu de Arte
da Pampulha para os seus artistas-bolsistas sobre site-specificity e esfera
pública em parceria com Jorge Menna Barreto (2008).

Selecionado no Rumos Artes Visuais 2008/2009 do Itaú Cultural, realizou
mostras individuais no Centro Cultural Banco do Nordeste, em Fortaleza
(2005), Centro Cultural São Paulo (2004) e Fundação Joaquim Nabuco, em
Recife (2003).

Dentre as mostras coletivas que participou, destacam-se: Da rua: que pintura
é essa?, Funarte, São Paulo (2009); Cartas/Trajetos, Centro Cultural
Energisa, João Pessoa (2009); Campo Coletivo, Centro Cultural Maria Antonia,
São Paulo (2008); Not Sheep - New Urban enclosures and commons, ArtSpeak
gallery, Vancouver, Canadá (2006); e Bienal Ceará América - De ponta cabeça,
Fortaleza (2002).

Foi artista residente do MuseumsQuartier em Viena, Áustria (2006) e do
Branco do Olho, em Recife (2009). Participou do Taller de Proyectos com
Antoni Muntadas na Fundação Marcelino Botín em Santander, Espanha (2008) e
do In Between Zone Workshop. Impex: Contemporary Art Provider, Budapeste
(2007).

Tem realizado projetos gráficos colaborativos com diferentes parceiros como
o Centro Cultural São Paulo, Centro Cultural da Espanha em São Paulo e a
Revista Ars (Pós-graduação ECA/USP) e Revista Urbânia.

Jorge Menna Barreto

Formado em Artes Plásticas pela UFRGS e mestre em Poéticas Visuais pela USP.
Atualmente cursa o doutorado na mesma instituição, sob orientação de Ana
Maria Tavares.

Tem investigado, como artista e pesquisador, sobre a relação do trabalho de
arte com o seu contexto e os possíveis desdobramentos da prática do
site-specific na atualidade, além da utilização e absorção acrítica deste
termo e conceito no contexto brasileiro. Publica regularmente artigos e dá
palestras e cursos a este respeito.

Práticas visuais e discursivas se mesclam em sua trajetória, seja como
professor, artista, educador ou crítico. Coordenou o educativo do Paço das
Artes [SP], criando o Grupo de Educação Colaborativa [2007].

Entre suas exposições coletivas estão a Bienal de Havana [2000], a Bienal do
Mercosul [2001] e o Projeto Rumos Itaú Cultural [2002]. Entre as exposições
individuais, destacam-se a intervenção no Torreão em Porto Alegre [2000], na
Artspot Gallery em Atlanta, EUA [2003] e no Paço das Artes [2007]. É membro
do Linha Imaginária e dos coletivos Laranjas e Rejeitados. Também faz parte
do grupo de críticos do Centro Cultural São Paulo, exercendo curadoria e
crítica.

ENTREVISTAS E INFORMAÇÕES ADICIONAIS:

* Vitor César - (11) 8264.3111 / ritin@uol.com.br /

* Assessoria de Imprensa - Júlia Lopes 8848.3227 /
julialopesss@gmail.com

* Jacqueline Medeiros (coordenadora de Artes Visuais do CCBNB) - (85)
3464.3184 / 8851.5548 - jacquerlm@bnb.gov.br

* Luciano Sá (assessor de imprensa do Centro Cultural Banco do
Nordeste) - (85) 3464.3196 / 8736.9232 - lucianoms@bnb.gov.br

Cadastramento de artistas em joão pessoa

Já estão abertas as inscrições
para cadastramento de artistas

 
As inscrições para cadastramento de artistas, técnicos, oficineiros e grupos já estão abertas na Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope). O procedimento pode ser feito até 3 de julho deste ano, tanto na sede do órgão como pelos Correios e Telégrafos. O modelo das fichas para o preenchimento dos dados, assim como o edital (nº 02/2009) estão disponíveis pela internet, no endereço eletrônico http://www.joaopess
oa.pb.gov.br/secretarias/funjope.
O cadastramento é para as pessoas que atuam em várias vertentes culturais em João Pessoa, como Artes Cênicas, Cultura Popular, Audiovisual, Música, Artes Visuais, Literatura, Circo e Dança. O objetivo é fazer com que as informações passem a compor um banco de dados conforme descrição, características, prazos e demais informações constantes no edital.
Na Funjope, as inscrições foram abertas em 18 de maio. O cadastramento pode ser feito de segunda a sexta-feira, das 9h às 11h30 e das 14h às 17h. O endereço é Praça Antenor Navarro, nº6, Varadouro, João Pessoa – PB, CEP: 58.010-480.
Para quem optar pela via postal, a inscrição deverá ser encaminhada individualmente, com Aviso de Recebimento (AR), que servirá como prova de remessa. Nos cadastramentos de oficinas, os proponentes terão que apresentar o programa, com título, objetivos gerais e específicos, conteúdo programático, metodologia, processo de avaliação, material permanente e de consumo, além de bibliografia.
Segundo o edital, os cadastros encaminhados deverão conter em anexo as seguintes informações: ficha cadastral, histórico do artista ou grupo, currículo resumido dos artistas que participam do espetáculo, nome completo, cópias do RG, CPF, PIS, PASEP ou NIT do artista ou responsável pelo grupo quando for o caso, fotos, CD com gravação de no mínimo três músicas arranjadas, se o projeto exigir, catálogos de mostras ou programas contendo nome do artista ou grupo, além de documentos comprobatórios do currículo, matérias publicitárias e da consagração pela crítica especializada, quando assim for necessário.
Mais informações podem ser adquiridas na Funjope, pelo telefoneno 3218-9811.
  

CAIXA LANÇA TRÊS EDITAIS NA ÁREA DE CULTURA PARA 2010

CAIXA LANÇA TRÊS EDITAIS NA ÁREA DE CULTURA PARA 2010
Instituição inova e oferece manual eletrônico para o produtor cultural

No Rio de Janeiro, envento terá a participação do artista Rodrigo Azeredo,
em Arte na Areia.

Dia 04 de junho, às 20h, CAIXA Cultural RJ

A Caixa Econômica Federal anuncia na próxima quinta-feira, dia 04 de junho,
o conteúdo de três editais para 2010: o de Ocupação dos Espaços Culturais da
CAIXA, o de Apoio ao Artesanato Brasileiro e o de Festivais de Teatro e
Dança, num total de R$ 27,5 milhões em investimento cultural. A novidade
este ano é que as cinco unidades da CAIXA Cultural, situadas em Brasília,
São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Salvador, participarão da solenidade
de lançamento, marcada para as 20 horas, conectadas via satélite. Na
ocasião, será lançado também o novo Manual do Produtor, em formato
totalmente digital e único até hoje lançado por um centro cultural no país.
No Rio de Janeiro, a cerimônia terá a participação do premiado artista
Rodrigo de Azeredo, em ARTE na AREIA.

O Edital 2010 de Ocupação dos Espaços Culturais da CAIXA vai destinar R$ 23
milhões para projetos nas áreas de artes visuais (fotografia, escultura,
pintura, gravura, desenho, instalação, objeto, vídeoinstalação, intervenção
e novas tecnologias ou performances); artes cênicas (teatro, dança e
performance de palco); música; cinema e outros. Além das modalidades
espetáculos, exposições, exibições, estão contempladas ainda palestras,
encontros, cursos, workshops, oficinas e lançamento de livros.

Já o Programa CAIXA de Apoio ao Artesanato Brasileiro contemplará as várias
etapas do processo produtivo, visando ao desenvolvimento de comunidades
artesãs e à valorização do artesanato tradicional e da cultura brasileira.
Em 2010, a CAIXA planeja investir no programa cerca de R$ 1 milhão.

Por fim, o Edital de Festivais de Teatro e Dança vai destinar R$ 3,5 milhões
para eventos que deverão ocorrer entre janeiro e dezembro de 2010 em todo
país.

Lançamento sincronizado e integrado

No dia 04 de junho, as unidades da CAIXA Cultural vão viver uma noite
diferente. Integrados via satélite, Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro,
Curitiba e Salvador realizarão uma única solenidade de lançamento dos três
editais e do novo Manual do Produtor. Será uma única festa ocorrendo em
cinco lugares distintos. Além do telão que fará a transmissão ao vivo do
evento, o grupo Choro Positivo ajudará a interligar as festas. Um integrante
do grupo estará localizado em uma cidade. Graças ao sinal do satélite,
executarão juntos, mesmo estando em estados diferentes.

Além do Choro Positivo, igual para todas, cada praça receberá uma atração
cultural diferente. Em Brasília, a noite será do balé acrobático do grupo
Nós no Bambu. Em São Paulo, Loro Verz realizará Grafite em Tela. Já no Rio
de Janeiro, Rodrigo de Azeredo encantará a platéia com sua Arte na Areia. Em
Curitiba a Companhia Karagozwk apresentará seu Teatro de Sombras. E em
Salvador, a Cia de Teatro de Bonecos Pigmaleão encenará o espetáculo "Seu
Geraldo, Voz e Viola".

O artista Rodrigo de Azeredo iniciou sua carreira muito cedo, aprendendo a
desenhar mesmo antes de aprender a escrever. Aos 14 anos, foi morar na
Argentina onde suas esculturas e desenhos receberam prêmios nas olimpíadas
colegiais de Buenos Aires. Retornando ao Brasil em 2000, se dedicou aos
desenhos, fazendo sua primeira exposição em 2004, na Casa de Cultura Mario
Quintana, em Porto Alegre. A partir daí, passou a se dedicar a uma nova
arte, que mistura areia, luz e som: a Arte na Areia, ou "Sand Art", uma
técnica inovadora e uma experiência audiovisual mágica.

A solenidade poderá ser acompanhada em tempo real pelo site
www.eventomultimidiacaixa.com.br.

Manual do produtor
A Caixa Econômica Federal lança, também no dia 04 de junho, o novo Manual do
Produtor. Em versão totalmente digital, o guia eletrônico é uma inovação em
atendimento às demandas da classe artística brasileira. Nenhum centro
cultural do país possui uma versão tão moderna, explicativa, ilustrativa e,
ao mesmo tempo, simples e acessível de um Manual do Produtor.

O guia eletrônico estará hospedado no site da CAIXA Cultural e poderá ser
visualizado tanto na versão flash, quanto na versão mais simples em HTML.
Pelo novo Manual do Produtor, os interessados poderão passear virtualmente
pelos espaços das cinco unidades da CAIXA Cultural, baixar plantas
atualizadas e ter uma boa noção das unidades antes de inscrever seus
projetos. Galerias, teatros, fachadas, halls, tudo foi registrado em
filmagens e mais de oito mil fotografias.

Esta iniciativa pioneira de um espaço cultural tem como objetivo
democratizar o acesso dos espaços da CAIXA Cultural a todos os produtores do
país interessados em inscrever um projeto.

Serviço
Lançamento dos editais de Ocupação dos Espaços Culturais da CAIXA, de Apoio
ao Artesanato Brasileiro e de Festivais de Teatro e Dança e do Manual do
Produtor e apresentação do artista Rodrigo de Azeredo, em Arte na Areia, e
do grupo Choro Positivo

Data: 04 de junho de 2009
Horário: 20h
Local: CAIXA Cultural RJ
Endereço: AV. Almirante Barroso, 25, Centro. Rio de Janeiro/RJ
Telefones: 21 2544 4080

Assessoria de Imprensa
Caixa Econômica Federal
CAIXA Cultural - Brasília/DF
Telefones: 21 78921433/82150900/96174772
www.caixa.gov.br/caixacultural

Editais e Concursos

1.1. Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural - Edital nº2/2009<http://www.cultura.gov.br/site/2009/04/24/edital-de-intercambio-n%c2%ba-22009/>

Para viagens em julho e agosto, inscrições até 31 de maio

<http://www.cultura.gov.br/site/2009/04/24/edital-de-intercambio-n%c2%ba-22009/>

2. Prêmio de Apoio a Pequenos Eventos
Culturais<http://www.cultura.gov.br/site/2009/04/17/premio-de-apoio-a-pequenos-eventos-culturais-2/>

Inscrições até 30 de maio

<http://www.cultura.gov.br/site/2009/04/17/premio-de-apoio-a-pequenos-eventos-culturais-2/>

3. Prêmio Cultural LGBT -
2009<http://www.cultura.gov.br/site/2009/03/16/edital-lgbt-2009/>

Inscrições prorrogadas até 22 de junho
<http://www.cultura.gov.br/site/2009/03/16/edital-lgbt-2009/>

4. Edital BRGAMES - Programa de Fomento à Produção e Exportação do Jogo
Eletrônico Brasileiro<http://www.cultura.gov.br/site/2009/05/12/programa-de-fomento-a-producao-e-exportacao-do-jogo-eletronico-brasileiro-%e2%80%93-brgames/>

Inscrições até 25 de junho

<http://www.cultura.gov.br/site/2009/05/12/programa-de-fomento-a-producao-e-exportacao-do-jogo-eletronico-brasileiro-%e2%80%93-brgames/>

5. Prêmio Luso-Brasileiro de
Dramaturgia<http://www.cultura.gov.br/site/2009/05/26/premio-luso-brasileiro-de-dramaturgia-4/>

Inscrições até 26 de junho

<http://www.cultura.gov.br/site/2009/05/26/premio-luso-brasileiro-de-dramaturgia-4/>

6. Prêmio Funarte Carequinha de Estímulo ao
Circo<http://www.cultura.gov.br/site/2009/05/26/premio-funarte-carequinha-de-estimulo-ao-circo-2/>

Inscrições até 26 de junho

<http://www.cultura.gov.br/site/2009/05/26/premio-funarte-carequinha-de-estimulo-ao-circo-2/>

7. Edital Prêmio Cultural Loucos pela
Diversidade<http://www.cultura.gov.br/site/2009/05/25/edital-premio-cultural-loucos-pela-diversidade/>

Inscrições até 13 de junho

<http://www.cultura.gov.br/site/2009/05/25/edital-premio-cultural-loucos-pela-diversidade/>

8. Edital nº 6
SECAD/MEC<http://www.cultura.gov.br/site/2009/05/22/edital-n%c2%ba-6-secadmec/>

Inscrições até 08 de junho
<http://www.cultura.gov.br/site/2009/05/22/edital-n%c2%ba-6-secadmec />

9. Edital Arte e Patrimônio
2009<http://www.cultura.gov.br/site/2009/05/22/edital-arte-e-patrimonio-2009/>

Inscrições até 10 de julho

<http://www.cultura.gov.br/site/2009/05/22/edital-arte-e-patrimonio-2009/>

10. Bolsas para autores com obra em fase de conclusão - Biblioteca
Nacional<http://www.cultura.gov.br/site/2009/05/11/bolsas-para-autores-com-obra-em-fase-de-conclusao-biblioteca-nacional/>

Inscrições até 12 de junho

<http://www.cultura.gov.br/site/2009/05/11/bolsas-para-autores-com-obra-em-fase-de-conclusao-biblioteca-nacional/>

11. Bolsas de tradução da Biblioteca
Nacional<http://www.cultura.gov.br/site/2009/05/11/bolsas-de-traducao-da-biblioteca-nacional/>

Inscrições até 12 de junho

<http://www.cultura.gov.br/site/2009/05/11/bolsas-de-traducao-da-biblioteca-nacional/>

12. Bolsas de pesquisa da Biblioteca
Nacional<http://www.cultura.gov.br/site/2009/05/11/bolsas-de-pesquisa-da-biblioteca-nacional/>

Inscrições até 12 de junho

<http://www.cultura.gov.br/site/2009/05/11/bolsas-de-pesquisa-da-biblioteca-nacional/>

13. Edital de Apoio e Fomento ao Patrimônio Cultural
Imaterial<http://www.cultura.gov.br/site/2009/04/27/edital-de-apoio-e-fomento-ao-patrimonio-cultural-imaterial/>

Inscrições até 19 de junho

<http://www.cultura.gov.br/site/2009/04/27/edital-de-apoio-e-fomento-ao-patrimonio-cultural-imaterial/>

14. Curtas de Animação
Ambiental<http://www.cultura.gov.br/site/2009/04/22/curtas-de-animacao-ambiental/>

Inscrições até 8 de junho
<http://www.cultura.gov.br/site/2009/04/22/curtas-de-animacao-ambiental/>

15. Edital de Seleção das Composições da 18ª
Bienal<http://www.cultura.gov.br/site/2009/04/13/edital-de-selecao-das-composicoes-da-18%c2%aa-bienal/>

Inscrições até 10 de junho

<http://www.cultura.gov.br/site/2009/04/13/edital-de-selecao-das-composicoes-da-18%c2%aa-bienal/>

16. Prêmio Adicional de Renda
2009<http://www.cultura.gov.br/site/2009/03/20/premio-adicional-de-renda-2009/>

Inscrições até 13 de julho

<http://www.cultura.gov.br/site/2009/03/20/premio-adicional-de-renda-2009/>

17. Programa Memória do Mundo da UNESCO -
MOW<http://www.cultura.gov.br/site/2009/03/16/programa-memoria-do-mundo-da-unesco-mow/>

Inscrições até 30 de junho

<http://www.cultura.gov.br/site/2009/03/16/programa-memoria-do-mundo-da-unesco-mow/>

18. Prêmio Viva Leitura
2009<http://www.cultura.gov.br/site/2009/03/06/premio-viva-leitura-2009/>

Inscrições até 24 de julho
<http://www.cultura.gov.br/site/2009/03/06/premio-viva-leitura-2009/>

19. Prêmio Asas do Programa Cultura
Viva<http://www.cultura.gov.br/site/2008/11/12/edital-premio-asas-do-programa-cultura-viva/>

Inscrições prorrogadas até 13 de junho

<http://www.cultura.gov.br/site/2008/11/12/edital-premio-asas-do-programa-cultura-viva/>

Fonte:
http://www.cultura.gov.br/site/categoria/editais-ministerio-da-cultura/

Sarau no Centro Cultural - 5 de junho

Prefeitura de São Paulo
Secretaria de Cultura
Centro Cultural São Paulo
Secretaria do Verde e Meio Ambiente
Planetários de São Paulo
convidam para



Sarau astronômico
5 de junho de 2009

Evento promovido pela Divisão de Ação Cultural e Educativa, em conjunto com o Planetários de São Paulo, em que o público, além de ser convidado a observar o céu noturno da cidade, participa de uma manifestação artística com música, dança, leitura de poemas e performances. Nestes eventos há também a narração de mitos e curiosidades astronômicas.

Show de viola caipira
com Vinícius Alves de Moraes e João Paulo do Amaral apresentando composições próprias, improvisos e alguns clássicos do cancioneiro popular em arranjos inusitados.

Sexta, das 20h às 22h
Jardim Sul do Centro Cultural
entrada franca

Trocar a LEI ROUANET pelo PROFIC?

 
 
Relatório do Ministério Público na íntegra
 
Confira as contribuições do Grupo de Trabalho do Patrimônio Cultura do Ministério Público Federal ao projeto de lei que derruba a Lei Rouanet e cria o Profic. O relatório aponta problemas na manipulação de dados para realizar a propaganda junto à opinião pública, diz que o MinC não tem dados para medir a eficácia do Pronac e demonstra que o próprio MinC não tem solução alguma para a redistribuição regional de recursos.
CONTRIBUIÇÃO DO GT – PATRIMÔNIO CULTURAL AO PROJETO DE LEI EM CONSULTA PÚBLICA SOBRE INCENTIVO À CULTURA
O Ministério da Cultura lançou consulta pública no processo de elaboração de uma nova lei, cuja finalidade será a de substituir a Lei Rouanet. Com a intenção de contribuir para o debate público em curso, o Grupo de Trabalho Patrimônio Cultural, estabelecido na 4ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal, apresenta as considerações que seguem.

1 – É, sem dúvida, necessário um trabalho de revisão da lei que instituiu o PRONAC, mormente sobre seus aspectos relacionados ao mecenato. Não se pode negar que tal lei, no entanto, ainda que imperfeita, contribuiu sobremaneira nos últimos anos para uma transformação no cenário do investimento da cultura nacional. De um quadro de inexpressivos investimentos, passou-se, sobretudo em razão da previsão da renúncia fiscal, a um patamar em que o investimento privado supera o próprio orçamento do Ministério da Cultura.

2 – Atualmente, sob o argumento da democratização do acesso à cultura, e de sua melhor distribuição regional, bem como da necessidade de aumentar a participação estatal nos rumos das políticas culturais, as quais em verdade são alavancadas pelos investimentos econômicos que lhes são direcionados, o Ministério da Cultura propôs uma minuta de projeto de lei que, após analisada pela Casa Civil da Presidência da República, pode vir a ser encaminhada ao Congresso Nacional para aprovação de uma nova lei.

3 – Embora de uma forma geral, as mazelas apontadas pelo Ministério da Cultura no diagnóstico realizado sobre o setor cultural possam ser verdadeiras, o fato é que elas possuem sustentáculo em frágeis interpretações de dados e indicadores. Não se desconhece que a análise do MinC tem suporte em sua base de dados e em fontes outras como as análises do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entretanto, os esforços mais recentemente realizados por estes órgãos na tentativa de possibilitar uma leitura mais profunda do setor cultural estão longe de possibilitar um caminho seguro que possa evidenciar de forma categórica as reais fragilidades do sistema atual e menos ainda as chances de sucesso da novel proposta do Ministério da Cultura. Não dispõe o MinC, ou pelo menos não apresentou à sociedade, dados sobre os investimentos culturais realizados pelo setor privado, sem recurso aos incentivos da Lei Rouanet. Esse dado "invisível" sobre os aportes voluntários e praticados sem o auxílio de recursos públicos seria fundamental para desenvolver uma leitura mais completa do funcionamento do setor cultural, em especial da economia cultural e para a avaliação dos impactos da supressão da Lei Rouanet. Seria necessário que o Ministério da Cultura, na reformulação de uma política como essa, apresentasse solidamente os níveis de acomodação e dependência das leis de incentivo à cultura no seu viés mecenato.

4 -A construção de um conjunto de indicadores que permita uma avaliação precisa da área cultural é indispensável também para permitir uma participação qualificada da sociedade na consulta pública que está em curso. Contudo, o Ministério da Cultura sequer disponibiliza em seu site sua base de dados. Observe-se que uma mesma base de dados pode permitir diferentes interpretações a partir da maior ou menor abrangência dos dados levados em consideração para a realização da análise. Fica, pois, prejudicada, a transparência do processo e por conseqüência, afetado o caráter democrático da consulta, já que se torna quase impossível ao cidadão exercer uma crítica qualificada ao discurso apresentado pelo Minc, quando não se tem acessos às mesmas fontes de dados que foram utilizadas para a construção desse discurso. Juridicamente, há, inclusive, vício de legalidade que pode levar à invalidade da consulta pública.

5 – Com efeito, um exemplo do que se afirma é a fragilidade dos dados sob os quais se funda o tão propalado argumento da desigualdade regional nos investimentos culturais realizados no Brasil. Se por um lado é intuitiva que o maior aporte dos recursos esteja sendo destinado à Região Sudeste, por outro é categórica a necessidade de que o MinC, para realizar suas avaliações, se atenha a dados confiáveis, o que não ocorre no caso. A afirmação não é leviana, pois é de fácil comprovação o fato de que o Minc, após ter recebido recomendação do Tribunal de Contas da União, no Parecer Prévio sobre as Contas do Governo da República, no exercício de 2007, para que adotasse providências no sentido de "reduzir as desigualdades regionais mediante a aplicação do montante de recursos captados por meio da renúncia fiscal (Mecenato) de forma desconcentrada e proporcional à população", respondeu à Corte de Contas, encaminhando Nota Técnica Conjunta SAV/SEFIC, afirmando que "o MinC detectou que o baixo investimento nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste é também influenciado pela pouca demanda originária dessas regiões, cujo acesso à informação sobre procedimentos e possibilidades de apoio e às empresas potencialmente patrocinadoras ainda é deficitário." Ressalte-se que com tal explicação, o próprio MinC justifica a aplicação de recursos do Fundo Nacional de Cultura de forma desigual entre as regiões, em contrariedade ao previsto no art. 4°, I, da Lei 8.313/91. Mas o argumento mais grave para as nossas constatações foi a de que o MinC admitiu que "a informação sobre a concentração regional de recursos captados verificada é influenciada pelo fato do sistema gerencial utilizado pelo MinC para registro dos projetos e seus trâmites não permitir o lançamento de informações acerca das localidades onde os projetos acontecem. Assim, os dados de captação estão orientados pelo domicílio do proponente e não do projeto. Isto faz com que muitas ações de abrangência nacional já existentes sejam contabilizadas como uma única proposta geralmente apresentada por instituição localizada na Região Sudeste." Pois bem, sem que tal distorção tenha sido corrigida, o MinC se apóia nesses elementos já tidos por si mesmo como imperfeitos para realizar a sua definitiva leitura acerca da concentração regional dos recursos captados.

6 – De outra parte, o projeto apresentado para substituir a Lei Rouanet não dispõe de um só artigo que garanta a correção de rumos da propalada concentração regional dos recursos. Embora o discurso do Ministério da Cultura tenha acentuado a todo tempo tal distorção como uma mazela a ser combatida, em verdade, apenas previsões principiológicas, como as já contidas na Lei Rouanet, fazem vaga remissão à necessidade de apoiar a expressão cultural das diversas regiões do país. Ou seja, o projeto de nova lei não possui um só dispositivo que garanta a mudança do status quo, o que demonstra grande disparidade entre a ação e o discurso.

7 – O projeto padece de um grave déficit: possui uma baixíssima densidade normativa, ou seja, depende excessivamente de regulamentação posterior. São inúmeros os dispositivos que remetem à necessidade de esclarecimento por meio de decreto regulamentador ou, o que é pior, de decisões do CNIC – Comissão Nacional de Incentivo à Cultura. A mencionada comissão, aliás, transformar- se-á, pelas atribuições que recebe do projeto, em verdadeiro órgão legislador sobre a cultura nacional e tampouco tem sua composição e funcionamento minimamente previstos em lei. Diante de tal quadro é de se perguntar de que vale um processo democrático de consulta para uma lei que pouco define o setor cultural e que entrega a sua regulamentação à decisão posterior e solitária do Ministério da Cultura durante a elaboração de um decreto ou a uma Comissão Nacional, a CNIC, que igualmente será criada conforme decisão do Ministério da Cultura. Parece intuitivo que o caráter democrático que se tenta imprimir à consulta vale muito pouco, pois o projeto de lei nada define sobre os pontos nevrálgicos que envolvem a matéria por ele tratado, e a fase que realmente interessará, e que será a regulamentação da lei, não conta com processo democrático de consulta pública. Um ponto extremamente sensível, que é o estabelecimento dos critérios que nortearão a pontuação dos projetos e definirão o grau de incentivo a ser concedido, deveria estar estabelecido em lei e não pela CNIC. Segundo propala o Ministério da Cultura durante a divulgação do projeto, "os critérios para cada cota serão definidos, anualmente, pela CNIC. Isso vai permitir a criação de critérios claros e públicos, definidos em parceria com os próprios setores. E serão analisados por um corpo de pareceristas externos ao ministério." Se todos esses vetores já estão definidos, por que não estão previstos no projeto de lei? Outro exemplo é o fato de que o único instrumento verdadeiramente novo criado pelo novo projeto que institui o PROFIC, o Vale Cultura, não conta com qualquer diretriz estabelecida pelo que será a futura lei. Nenhum artigo foi a ele destinado, contudo o Ministério da Cultura divulga publicamente que "a proposta do Ministério para o Vale Cultura é de um valor mensal de R$ 50. O governo dará renúncia fiscal para 30% de seu valor, o empregador pagará 50% do valor e o trabalhador, 20%. O Vale Cultura, que será criado por lei específica, poderá ser utilizado para acesso a artes visuais; artes cênicas; audiovisual; humanidades; música; e patrimônio cultural." Pergunta-se, por que a lei não dispõe sobre isso se o Ministério já construiu uma proposta a respeito?

8 - O projeto apresentado precisa dispor sobre as faixas de isenção do setor audiovisual, sob pena de serem geradas distorções no tratamento da área quando comparada às demais áreas culturais tratadas pela lei que substituirá a Lei Rouanet. É preciso que se informe o que fica mantido na lei do audiovisual (lei 11.437/2006) e que pontos da nova lei a derrogam ou sobre ela se aplicam, ou ainda que se justifique o tratamento desigual de setores igualmente tutelados pela Constituição Federal.

9 -São previstas faixas de incentivo muito inferiores às vigentes, além da vedação de lançamento das despesas, com grave risco de diminuição dos recursos destinados à Cultura. Há que se considerar, ademais, eventual impacto econômico negativo, face à desigualdade em relação aos incentivos previstos pela Lei de Incentivo ao Esporte e pelo Fundo Nacional da Criança e do Adolescente. Apesar de previstos em diferentes tetos do Imposto de Renda, há que se considerar eventual limitação do setor privado em efetuar simultaneamente todas as atividades incentivadas pelas diversas legislações.
10 -A destinação integral dos recursos provenientes da arrecadação da Loteria Federal da Cultura ao Fundo Setorial das Artes, restrição instituída pelo artigo 9º, §2º do projeto, diferencia tal setor das demais formas de expressão cultural, quando tais áreas estão no mesmo patamar constitucional de proteção.

11 -O artigo 15, §2º do projeto é muito vago. Deveria a própria lei e não uma comissão estabelecer critérios para o investimento de recursos do Fundo Nacional de Cultura. Igualmente, é de pouca clareza o que o artigo quer dizer
com "participação da unidade da federação na distribuição total de recursos federais para a cultura". Infelizmente, o projeto não cria explicitamente mecanismos ao Mecenato que incentivem a promoção do equilíbrio territorial
do investimento.

12 -O artigo 32 emprega a palavra acessibilidade sem que se possa compreender do que se trata. É impossível saber o que significa "acessibilidade do público", já que o termo poderia ser interpretado como condições de acesso físico a pessoas com deficiência, à democratização do acesso por meio dos preços praticados ou ao potencial de adesão do público aos bens e atividades culturais a serem oferecidos. Cumpre ressaltar que uma das críticas à lei vigente é justamente a possibilidade de incentivo público a atividades que não dependem de tal incentivo para sua realização, ou que, pelo preço praticado, restringem demasiadamente seu público. Não há, entretanto, mecanismos legais para a correção destes vícios no projeto.

13 -O artigo 43 do projeto é claramente inconstitucional, além de empregar técnica já ultrapassada na construção de tipos penais. O tipo penal ali previsto é excessivamente aberto e não descreve adequadamente a conduta tida por
ilícita, inviabilizando a ampla defesa. Igualmente a pena prevista para o crime ali previsto é bem menor do que a pena do estelionato, delito ao qual é correlato. A pena é tão baixa que levará facilmente à prescrição, sobretudo considerando- se o tempo que o Ministério leva para detectar irregularidades, já que não fiscaliza a execução dos projetos e analisa as prestações de contas muito tempo depois de suas apresentações. Vale lembrar que a prescrição penal começa a correr da data do fato ilícito e não da data de sua descoberta. E é fato público a morosidade do MinC na análise das prestações de conta,o que, inclusive, já levou o TCU, por ocasião da apresentação do seu relatório sobre as contas do governo no exercício de 2006, a recomendar que o Ministério da Cultura, tendo em vista estoque de prestações de conta pendentes de análise no órgão, que passasse a realizá-las de forma tempestiva.

14 -O projeto que revogará a Lei Rouanet nada observa sobre a impossibilidade de análise do mérito cultural. Ao contrário, prevê a análise do mérito para aplicação de faixa de isenção de 100%, o que aponta para a abertura da perigosa prática do dirigismo cultural, contrário ao Estado Democrático de Direito.
15 -O projeto não traz definições dos termos legais que utiliza, como patrocinador, co-patrocinador entre vários outros.

16 -O inciso VI do artigo 54 do projeto revoga expressamente o artigo 9º da Lei 11.483/2007, ou seja, a atribuição do IPHAN de receber e administrar e zelar pela guarda e manutenção dos bens móveis e imóveis de valor artístico, histórico, e cultural oriundos da RFSSA, sem atribuir tais deveres a outro órgão com competência para a tutela de bens culturais, em detrimento da efetiva preservação de tais bens.

17 -Apesar de prevista a revogação expressa da Lei nº 8.313/1991, não há qualquer regra transitória que permita o incentivo cultural enquanto não houver novo regulamento, nova constituição da CNIC e a criação de critérios de pontuação dos projetos, com evidente lesão à coletividade e ao setor cultural. Segundo, é necessária a expressa menção à inaplicabilidade da limitação prevista no art. 93 da Lei n. 11.768/08, sob pena de o mecenato estar limitado ao prazo máximo de cinco anos. Há que se considerar, ademais, a dificuldade do setor privado em absorver o novo marco legislativo, com evidente diminuição de projetos e recursos durante o processo de adaptação. Por fim, há que se ressaltar que falhas da lei vigente poderiam ser supridas por sua alteração.
Em conclusão, embora seja evidente a necessidade de aprimoramento da Lei Rouanet, o projeto apresentado pelo MinC contém vícios de inconstitucionalida de, de legalidade, além de graves déficits acerca da matéria que se propõe a normatizar. Apóia-se a revisão da Lei Rouanet, mas tal revisão não precisa ser realizada por meio de sua total supressão, parecendo ser suficiente a revisão legislativa de determinados pontos da lei. Caso o MinC veja como imprescindível a total revogação da Lei Rouanet que tal revogação ocorra em prol da criação de uma lei de melhor qualidade, o que o projeto proposto não consegue alcançar

Itaú Cultural informa: PRORROGADA AS INSCRIÇÕES dos editais Rumos 2009 do Itaú Cultural nas áreas da Dança, Cinema e Vídeo e Arte Cibernética.

 




 

 
 
Prorrogada as inscrições para os editais Rumos nas modalidades Arte Cibernética, Cinema e Vídeo e Dança
 
de 29 de maio para 05 de junho de 2009.
 
Linhas gerais de cada edital:
. Rumos Arte Cibernética: seleciona pesquisas acadêmicas e obras artísticas relacionadas à arte computacional, à arte em rede e à arte com videogame, robótica e instalações interativas, entre outros temas que associam arte e tecnologia;
. Rumos Cinema e Vídeo: seleciona trabalhos em três categorias: Filmes e Vídeos Experimentais; Eventos Multimídia; e Documentário para Web.
. Rumos Dança: seleciona projetos em duas propostas: Desenvolvimento de Pesquisa Coreográfica em Dança Contemporânea e Apoio à Pesquisa e Produção de Videodança.
 
Acesse http://www.itaucultural.org.br/ e obtenha as informações completas de conteúdo, critérios de inscrição, prêmios e repercurssão dos projetos selecionados.
 
 
contato
Luiz Pedreira Jr
Itaú Cultural | Comunicação Dirigida
luiz.pedreira@comunicacaodirigida.com.br | Tel
11 8405-4664
 
  

Prêmio Loucos pela Diversidade

 

Edição Austregésilo Carrano

SID/MinC e Fiocruz lançam edital do I Prêmio Cultural Loucos pela Diversidade

O Ministério da Cultura, representado pela Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural, em parceria com o Ministério da Saúde, representado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), por meio do Laboratório de Estudos e Pesquisas em Saúde Mental (LAPS) e a Caixa Econômica Federal (CEF) publicaram no Diário Oficial da União (DOU) o edital do I Prêmio Cultural Loucos pela Diversidade 2009 - Edição Austregésilo Carrano.

O lançamento da premiação foi anunciado na tarde dessa quinta-feira, 21 de maio, na cidade mineira de Betim, no Auditório do Centro Administrativo. O anúncio fez parte do debate Loucura e Cultura da Semana da Luta Antimanicomial realizada na cidade, que neste ano tem como tema 'Inclusão e Diver-Cidade'. Representando o MinC, participou do evento a coordenadora de Cultura e Saúde, da SID/MinC, Patrícia Dorneles

Serão premiadas 55 iniciativas, divididas entre quatro categorias. A primeira destinará sete prêmios para instituições públicas que atuam na interface Saúde Mental e Cultura; na segunda oito prêmios serão destinados para organizações da sociedade civil, instituições privadas, entidades e associações sem fins lucrativos. A terceira categoria reservará 20 prêmios a grupos de pessoas sem vínculo institucional que tenham ou tenham tido vínculo como usuários de instituições ou serviços de saúde mental que desenvolvam atividades artístico-culturais.

As 20 premiações restantes serão destinadas para pessoas em sofrimento psíquico que tenham ou tiveram vínculo com instituições ou serviços de saúde mental que desenvolvam atividades artístico-culturais individualmente.

Nas categorias em que a premiação será destinada a instituições ou grupos de pessoas o valor será de R$ 15 mil, já para o prêmio individual o repasse será de R$ 7,5 mil. Cada candidato poderá inscrever-se em somente uma categoria e com até três iniciativas artísticas culturais.

Segundo os organizadores, o edital tem como objetivos promover uma nova visão de política cultural e da política de saúde mental onde o respeito à identidade e à diversidade constroem um país mais democrático no sentido de incluir, socializar, descentralizar e potencializar a todos o direito à criação e à produção cultural. E, também, promover e garantir o protagonismo das pessoas em sofrimento psíquico na construção das políticas públicas de cultura, na criação e produção cultural, entre outro que promovam a inclusão, a emancipação, a autonomia e o direito à cidadania de indivíduos em sofrimento psíquico.

O processo que culminou no lançamento da premiação teve início em 2007 quando a SID/MinC e a Fiocruz realizaram a Oficina Loucos pela Diversidade, com o objetivo de construir ações e diretrizes para as políticas públicas de cultura. Além desse edital, a iniciativa resultou em publicação com o mesmo nome, a qual já teve distribuídos mais de três mil exemplares em diversos eventos de âmbito nacional e internacional.

Anexos:

 

 

Comunicação SID/MinC

Telefone: (61) 3316-2129

E-mail: identidadecultural@cultura.gov.br

SID logo mini

 

Prêmio Funarte Carequinha de Estímulo ao Circo

Prêmio Funarte Carequinha de Estímulo ao Circo

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Funarte Carequinha de Estímulo ao Circo, premiação criado pela Fundação Nacional de Artes (Funarte) para apoiar companhias, empresas, associações, trupes ou grupos circenses que queiram adquirir equipamentos, produzir espetáculos, realizar pesquisas, promover mostras e festivais ou homenagear artistas que tenham contribuído para o desenvolvimento do circo.

O processo seletivo está aberto a projetos e proponentes de todas as regiões brasileiras. Ao todo, R$ 2,7 milhões serão distribuídos em prêmios; 103 proponentes serão beneficiados. O investimento total é de R$ 2,9 milhões.

Interessados em participar do concurso devem enviar seus projetos até o dia 26 de junho de 2009, via Correios, para a Coordenação de Circo da Funarte. A seleção será realizada por uma comissão composta por cinco especialistas em arte circense, um de cada região do país. A análise levará em consideração a excelência artística do projeto, a qualificação dos profissionais envolvidos, a diversidade da produção circense brasileira e a viabilidade das ações propostas.

Para acessar o edital completo, Mais informações podem ser obtidas através do e-mail edital
circo@funarte.gov.br   ou pelo telefone (21) 2279 8034.

 

Dança - WabiSabi no TD - programação ISPA

 

Susana Yamauchi em "WabiSabi", no TD, em junho

 

 

Em junho, nos dias 10, 11 e 12, a programação Teatro de Dança (instituição vinculada à Secretaria Estadual de Cultura de São Paulo, gerenciada pela Associação Paulista de Amigos da Arte - APAA) volta a receber o espetáculo Wabisabi, de Susana Yamauchi, estreado no programa Artista da Casa – 2ª. edição, no TD, em maio de 2008. Uma vez mais, a artista resgata vez suas raízes para criar uma visão caleidoscópica e singular que vai da cultura popular ao refinamento das artes superiores nipônicas como a Cerimônia do Chá, o Ikebana, a música imperial Gagaku e o teatro Noh.

 

A apresentação é parte da programação paralela do 23º Congresso Internacional da International Society for the Performing Arts, ISPA, a ser realizado em São Paulo em junho. Esse evento reunirá cerca de 350 profissionais ligados às artes do espetáculo (Teatro, Dança e Música) de 35 países. A proposta é que os congressistas tenham estreito contato com a arte brasileira, tema do congresso.

 

Susana Yamauchi começou a criação deste solo há 12 anos. Para explicar seu processo criativo, Susana usa uma imagem poética: "trabalho num processo de gestação criativa similar ao da lagarta que produz o seu fio e constrói seu próprio casulo".

 

Wabisabi é um conceito difundido por monges zen-budistas e mestres da cerimônia do chá, desde o século 12, usado para exprimir a estética essencial e oculta da arte japonesa. As palavras wabi + sabi reúnem a beleza da simplicidade e da harmonia (wabi) com a da imperfeição e da impermanência (sabi).

 

Por meio de seqüências coreográficas de extremo rigor ritualístico, com alternância de movimentos contidos e soltos, Susana Yamauchi persegue e captura a presença poética escondida em cada ação e a transforma num universo de profundidade e contemplação. As cenas referem-se a personagens do imaginário japonês.

 

Além de coreógrafa e bailarina, a artista idealiza e confecciona as vestes e os "objetos-instalações" dos quais se apropria e dispõem no palco para desvendar e nos revelar o encantamento de sua origem.

 

Para a artista, "a criação não envolve somente uma reflexão temática, mas também o empenho do artesão, que dá forma ao seu produto final". Assim, a concepção do cenário ficou a cargo da ceramista Kimi Nii, conhecedora profunda do conceito Wabisabi; o músico e compositor Camilo Carrara assina a trilha sonora original, que apresenta fortes referências à musicalidade japonesa; e Sérgio Funari é o responsável pelo desenho da luz.

 

10, 11 e 12 de junho – quarta a sexta às 21h

50 minutos de duração, livre, R$ 4,00 e R$ 2,00 (meia)

Espetáculo Wabisabi - Programação Paralela ISPA

Susana Yamauchi/SP

 

FICHA TÉCNICA

Concepção e Coreografia Susana Yamauchi Composição de Trilha Original Camilo Carrara Cenário Kimi Nii Desenho de Luz e Direção de Ensaios Sergio Funari Figurinos e Adereços Susana Yamauchi Produção e Direção de Palco Gláucia da Fonseca Fotografia Alex Szabzon; Juliano Gouvea

 

TD - Teatro de Dança - Secretaria de Estado da Cultura

APAA - Associação Paulista dos Amigos da Arte

Avenida Ipiranga, 344 - Subsolo, Edifício Itália - São Paulo, SP, Brasil - Metrô República - Email: info.teatrodedanca@apaa.org.br  Telefone da bilheteria: 2189 2555 / Informações: 2189 2557 Capacidade: 278 lugares/Ar-condicionado/Acessibilidade para pessoas com necessidades especiais/ Estacionamento: R$ 15,00 com manobrista/ Bilheteria, abertura: Vendas para o dia do espetáculo - 4ª a domingo, a partir das 14h www.teatrodedanca.org.br /// Vendas online www.ingressorapido.com.br

 

O Teatro de Dança tem apoio da Folha de São Paulo, Alcaçuz, Leonor Flores, Circolo Italiano, Luna Di Capri e Planeta´s. No programa "Prêmio Teatro de Dança", conta com o apoio do SESC São Paulo.

 

Informações para imprensa: Canal Aberto Assessoria de Imprensa

Márcia Marques - (11) 3798 9510 / 2914 0770/ 9126 0425

www.canalaberto.com.br